Fomos até o lugar onde John deveria estar investigar se John ainda estava lá e o que aconteceu, quando estávamos passando, vimos uma movimentação de policiais, Dean pegou distintivos falsos, do FBI.
-Vocês ainda fazem isso? Sam exclamou
-Sim, ué faz parte do trabalho. Disse Dean com um sorriso muito irônico.
-Anne fique no carro tente não se aparecer muito ok. Disse Dean
-Mas Dean eu queria ir junto! Falei em um tom alterado.
-Não você é uma criança, como vai trabalhar no FBI sem chances.
Fiquei no carro, enquanto eles iam lá ver o que era eu não concordava com Dean pra mim eu já não era mais uma criança, na verdade eu nunca fui criança, sempre tive que tomar decisões de adulto então eu não me considerava uma criança.
Eles voltaram, e fomos procurar a namorada do menino que tinha desaparecido, ela nos contou à lenda que tinha no lugar, de uma mulher na estrada que pedia carona e os homens que davam nunca voltavam. Fomos pesquisar mais sobre o assunto, descobrimos que uma mulher tinha se matado, e depois disso os desaparecimentos começaram, estávamos achando que poderia ser ela, mas íamos continuar pesquisando. Fomos até a ponte onde o menino desapareceu, e nessa hora começamos a conversar e caímos na real que John não estava lá, e foi nesse momento que Sam e Dean começaram a discutir.
Sam precisava voltar na segunda e Dean queria que ele continuasse ajudando a gente, Sam começou a falar de John, foi dai que ele disse uma coisa que me magoou também. A mamãe não vai voltar isso me magoou por que minha mãe também morreu do mesmo jeito e não importa o que eu faça ela não ia voltar Dean o empurrou e eu achei que ele ia bater em Sam, mas não e foi nessa hora que Dean virou e viu a mulher que tinha se matado lá, se jogando da ponte, fomos correndo ver, mas não tinha nada, na verdade tinha sim, no carro, ele ligou sozinho e foi atrás de nós começamos a correr, mas não ia dar então resolvemos pular da ponte, por sorte onde eu e Sam pulamos tinha um tipo de apoio em que eu consegui me segurar, e Sam também, mas o Dean não ele pulou, ficamos preocupados com Dean, então o vimos lá em baixo bem, e Sam e eu subimos para ponte de novo. Dean estava todo sujo e fedendo, foi muito engraçado, muito mesmo, resolvemos ir para um hotel pra tentar descansar e Dean tomar um banho.
Quando chegamos ao hotel, pegamos um quarto muito estranho, cheio de coisas, pesquisas e etc. E foi nessa hora que Sam viu uma foto era do John com eles e dai soubemos que o John esteve mesmo lá. Sam pediu desculpas para Dean e para mim também por que ele viu que eu fiquei um pouco chateada. Depois que Dean tomou um banho, fomos comer algo, enquanto Sam pesquisava mais sobre essa mulher que descobrimos que era a mulher de branco. Quando Dean e eu saímos do quarto tinha policiais, eles nos chamaram e Dean conseguiu nos ferrar e só deu tempo de ele avisar o Sam. A gente foi preso claro que eu sou menor de idade e não podia ir presa, mas ficamos numa sala, o xerife da cidade nos prendeu lá, e depois ele trouxe um diário, era o diário do John e eu pensava como pode estar lá ele nunca desgrudou desse diário. O xerife estava falando com a gente e foi interrompido quando eles receberam um chamado de emergência e tiveram que sair e nos deixar lá, mas claro esse xerife era muito burro, ele nos algemou na mesa, mas no diário tinha um clips e então Dean conseguiu pegar e nós fugimos, Dean levou o diário junto e fomos atrás de Sam, claro que ele já tinha descoberto tudo, por que Sam é um gênio, Dean ligou para Sam e ele nos explicou tudo, mas dai Dean ouviu Sam gritar e então ele falo, vamos Anne precisamos ir está acontecendo algo com o Sammy.
Nós fomos o mais rápido possível, quando chegamos lá àquela coisa, estava em cima do Sam e tentando o matar, Dean deu um tiro e a coisa saiu por alguns segundo, Então Sam deu um impulso no carro e entrou com tudo na casa antiga daquela mulher, Dean e eu corremos atrás, foi quando deu tempo de tirarmos o Sam do carro e na mesma hora a mulher de branco nos prendeu, mas começou a acontecer algo muito estranho, apareceram os dois filhos que ela tinha que alias ela tinha os matado, eles deram um abraço nela e tudo virou agua foi muito estranho. Sam tinha falado que a casa era como se fosse seus restos mortais, os prendiam lá. Conseguimos terminar esse caso e achai que nós três fomos muito bem, mas claro eu não podia me animar Sam ia voltar para fazer sua entrevista e ter sua vida normal.
Pegamos a estrada de novo, agora para levar o Sam para sua casa, com a sua namorada, Dean parecia estar de boa com tudo isso, mas eu sentia que ele não estava, e nem eu. Eu estava com um pressentimento muito ruim, não conseguia saber o motivo do pressentimento, mas ele ficava cada vez mais forte. Sam parecia estar preocupado eu também sentia isso, mas eu acho que nenhuns dos dois estavam mais preocupados que eu e com esse pressentimento horrível, de que vai acontecer alguma coisa.