Fala Creeperianos!
Mist3rcreeper passando aqui para dizer que o novo capítulo de Arisingtale está demorando um pouco pois aconteceu algumas coisas aqui e não deu pra escrever muito mas logo logo o 3o capítulo estará disponível para vocês OK!
Como vocês estão? Estou passando aqui para falar que estou demorando umas duas semanas para postar um capítulo e não quero chatea-los mas os dias estão sendo corridos e não me sobra muito tempo.
É claro que todo o tempo que me sobrar irei colocar em cima de todas as fics que eu fizer, Ok? Poucos vão ler isso Mas é só um aviso mesmo, beleza, nos vemos na próxima Fanfic!
VOCÊ COMO EU PÔDE PERCEBER QUE O MUNDO QUE CONHECEMOS E ALGUMA VEZ VIMOS POR UM CERTO PERÍODO DE TEMPO ESTÁ COMPLETAMENTE MODIFICADO.
LOGO APÓS QUE FRISK SAIU DO SUBTERRÂNEO, FOI ACOMPANHADA DE TODOS QUE ESTAVAM JUNTO CONSIGO PARA A SUPERFÍCIE, DE PRIMEIRA VISTA TODOS QUE ESTAVAM EM VOLTA ENTRARAM EM PÂNICO.
MAS LOGO EM SEGUIDA COMEÇARAM A PERCEBER QUE AQUELES SERES NÃO QUERIAM FAZER MAL A NINGUÉM; AO CONTRÁRIO DISSO TUDO O QUE QUERIAM ERA ACHAR UMA POSIÇÃO PARA PREENCHER NA SOCIEDADE HUMANA.
ASSIM, SE ENCAIXARAM DE CERTA MANEIRA E SE ESPALHARAM PELO PAÍS E NÃO MUITO TEMPO DEPOIS PELO RESTO DO MUNDO; ALGUNS DOS OUTROS MONSTROS VOLTARAM PARA O SUBTERRÂNEO, E COMO EXEMPLOS, SANS E ASGORE SE RESTABELECERAM EM SUAS RESIDÊNCIAS.
O SUBMUNDO FOI RAPIDAMENTE DESCOBERTO PELOS HUMANOS, EM UMA PROMESSA ASSINADO EM UM PERGAMINHO GOVERNAMENTAL, OS HUMANOS ACABARAM TRANSFORMANDO O MUNDO TAMPADO PELO MONTE EBOTT EM UMA "CIDADE TURÍSTICA" ONDE ERA RECONHECIDA POR SER UM ÓTIMO LOCAL PARA DESCANSAR E CONHECER NOVAS EXPERIÊNCIAS.
O MUNDO NUNCA MAIS FOI O MESMO; E DEPOIS DE CINCO ANOS, FRISK IRIA REVER SEUS AMIGOS.
------------------------------------------------
Tinham andado uns dois metros para chegar no ponto de ônibus mais próximo, havia se passado umas 3 horas desde que pegaram o primeiro ônibus que passou. Não fazia diferença de qual pegariam desde que ele passasse pela entrada do bosque; uma checada de Alphys no mapa das paradas resolveu a questão.
Além das conversas e cochichos do ônibus, batia um certo silêncio entre Alphys e Frisk que estavam sentadas na janela esquerda em uma cadeira próxima à 2a porta, até que Alphys quebrou a quietude:
- Então, como tem passado esses 5 anos?
- Eu...Vou indo bem!
- Me conta exatamente como você tem vívido.
Frisk olhou para ela de uma maneira amedrontada, Frisk tem ido bem nas aulas, não teve doenças (Apesar de ter sangrado nos últimos dias), e anda se alimentando regularmente em uma porção satisfatória; mas sua saúde vital e monetária vem indo como ela esperava, infelizmente sua saúde psicológica não está como ela queria. A diferença de sua vida antes para depois da vinda dos monstros era muito ruim, mas ela nunca abriu isso para ninguém:
- Acho que nunca falei muito sobre isso, eu passei a maior parte do tempo em casa, sem ir para outro lugar além da minha sala ou a cozinha e o quintal. Minha mãe pensa que os monstros podem virar contra a gente a qualquer momento e ela se previne de todas as maneiras. Eu sempre fui contra mas nunca tive coragem de contar para ela pois não queria que ela me desaprovasse, me entende?
- Você não está nenhum pouco satisfeita da maneira como vem vivendo?
Frisk assente com a cabeça vagarosamente:
- E mesmo assim vai voltar para lá?
Frisk parou um pouco para pensar, seus sentimentos queriam dizer não, mas o que adiantaria negar sua família?
- É claro que vou voltar - Ela afirmou-, não teria sentido eu evitar a minha mãe; além de tudo ela é a minha mãe e tenho o meu pai também. O que valeria eu relutar contra a minha mãe e em seguida eu fugir dela; que sentido teria?
- Você tem razão.
E o silêncio tomou conta denovo. Frisk pensou em dizer algo, mas o assunto que veio em mente não foi a melhor opção, então ficou calada até o fim da viagem.
O ônibus ia até um ponto próximo à um pronto socorro, onde era visível que os monstros estavam se encaixando na sociedade, uma coisa que tocou os sentimentos de Frisk, já que aquilo era completamente diferente de sua cidade e da opinião de sua mãe; Sua mãe, o que ela estava fazendo, porque isso aconteceu, o que Alphys realmente queria...
Um tempo depois, e já estavam caminhando pelo bosque sem rumo (ao que parecia), o monte Ebott estava ficando a vista cada vez mais e as lembranças começaram a aparecer, o que aconteceu a 5 anos...
----------5 anos atrás-----------
Uma excursão escolar, sei que é idiota, mas foi isso que aconteceu. Frisk se perdeu de sua turma em um minuto e dessa maneira foi para a grande montanha que muitos temiam. A verdade foi que além da sua curiosidade, alguma coisa lhe chamou naquele momento, mais precisamente alguém. Ela não conhecia quem era, mas a voz era convincente e reconfortante até certo ponto; chegou até a montanha e a voz pedia para se aproximar cada vez mais até que...
As lembranças deram um intervalo quando chegaram na boca da montanha, o que foi estranho. Aquele lugar estava muito diferente do que ela lembrava...
...O grande buraco estava preenchida de tochas e luzes com placas que dizem: "Cuidado, buraco a frente".
"AO LER A PLACA, SE PERGUNTA O PORQUE ISSO NÃO ESTAVA AÍ DA ÚLTIMA VEZ, ISSO TE ENCHE DE DETERMINAÇÃO."
Além disso, tinha um elevador igual aqueles de mineração que levava até o fim do buraco, Até as ruínas:
- Porque tem isso aqui só agora?
- Bem... depois de tudo o que aconteceu, os humanos fizeram isso para qualquer um que pensar vir aqui, ter no mínimo uns avisos.
- ...
Alphys preparava o pequeno elevador para descerem, enquanto Frisk olhava novamente aquele lugar com um brilho especial nos olhos:
- P-pronto, ehh... eu ja puxei para cima o elevador, já podemos descer.
Demorou um pouco, mas ela acentiu e foi logo com ela para o elevador, não via a hora de rever seus antigos amigos.
_______________________________________
Começou a descer. "Clank,Clink"
A escuridão tomou conta, até Alphys acender uma tocha e acender tudo ao redor novamente, todo aquele barulho preenchia o silêncio. A ansiedade queria comer Frisk de dentro para fora, puxou então um assunto qualquer:
- Então... como vai suas pesquisas sobre determinação?
- Hã? Ehhh... n-não, estão encerradas as pesquisas com determinação em meu laboratório se eu quiser ficar com o meu emprego, ordens da governadora.
- Governadora? Que governadora?- disse Frisk sem entender a última parte:
- Governadora Toriel, quem mais seria?
Toriel, governadora, bem que as coisas vem mudando mesmo desde que foi embora para a superfície; deu um tempo para processar o que ouviu, se Toriel é governadora, Asgore era um governador; Frisk disse a última coisa que veio em mente:
- Alphys, já tem a tal coleção de mangás e animes que queria ter?
- Ah sim, quase para ser sincera. Estou viciada em um que se chama "Akademikkude eiyū-tekina gakkō", estou amando aquele protagonista.
E as duas começaram a rir juntas, Frisk não era muito chegada a Alphys, mas tinha lembranças boas desde que passou pelo laboratório dela e viu todas aquelas criações e Mettaton, ficou maravilhada com aquela criatura adorável que era Alphys. Logo estariam lá embaixo e tudo recomeçaria novamente; chegando naquele alto-estima, Frisk sentiu que aquilo seria bom para ela, depois de 5 anos.
"PENSAR NO QUE PODE ACONTECER NO SUBTERRÂNEO FAZ SUA BARRIGA ESFRIAR, ALÉM DE TE ENCHER DE DETERMINAÇÃO"
ARISINGTALE | CAPÍTULO1 !O nome foi modificado pois existia uma AU de mesmo nome, perdão!
_______________________________________
(Perdão pela demora)
HÁ MUITO TEMPO, DOIS POVOS REINAVAM SOBRE A TERRA: OS HUMANOS E OS MONSTROS.
UM DIA, UMA GUERRA SE INICIOU ENTRE AMBOS.
DEPOIS DE UMA LONGA BATALHA, OS HUMANOS FORAM OS VITORIOSOS.
ELES SELERAM OS MONSTROS NO SUBSOLO COM UM FEITIÇO MÁGICO, BEM ABAIXO DO MONTE EBOTT.
MAS...
LENDAS DIZEM QUE AQUELES QUE ESCALAM A MONTANHA, NUNCA MAIS RETORNAM... OPOSTAMENTE COM UMA OCORRÊNCIA NO ANO DE 201X EM QUE UMA CRIANÇA, FRISK, CAIU NO SUBSOLO A PARTIR DE UMA CRATERA QUE HAVIA NO MONTE EBOTT.
LÁ ELA CONHECEU OS MONSTROS, TEVE A MAIOR AFINIDADE COM ELES, E ALÉM DE TUDO ISSO; ELA REABRIU A PASSAGEM QUE OS HUMANOS SELARAM ANOS ATRÁS PARA LIBERTAR SEUS AMIGOS.
DEPOIS DE MUITO TEMPO...
||||||||||||||||||||||||||ANO:202X||||||||||||||||||||||||||||||| ||||||||||||||||||||5 ANOS DEPOIS|||||||||||||||||||||||||||
Monstros e humanos começaram novamente a conviverem juntos, mas é claro que nem todos os humanos aceitaram essa nova realidade e um preconceito contra eles nasceu sendo nomeada de bestícismo. DEPOIS de retornar do submundo, Frisk voltou para sua casa e encontrou o que chamaram de caos mas que eram somente seus amigos Monstros se estabelecendo novamente na superfície, o que não estava sendo muito comum para o resto dos humanos.
Sua mãe era uma do que podemos chamar de bestícista, não por odia-los mas sim porque os teme e não queria que sua filha sofresse na mão daqueles "canibais". E 5 anos após retornar para sua cidade, Frisk viu que sua vida tinha resumido em uma rotina tóxica onde ficava trancada a maior parte do tempo dentro de casa pelo medo de sua mãe com os seus amigos. Quase chegando em sua maior idade queria retornar a ver seus amigos, quem sabe se dessem um dia para passar com eles já estaria satisfeita, mas... ao que parece isso não aconteceria tão cedo.
Em uma certa manhã, chegou da escola depois de um dia pesado; tinha sido realocada para uma outra sala longe de seus colegas, tinha ficado infestada de "bestas" como sua mãe disse, nos intervalos é considerada como bestícista e deixada de lado pela maior parte de seus amigos; chegou ao encontro de sua mãe que estava na sala vendo noticiários, seu pai provavelmente estava em serviço, e largou sua pasta no sofá de casa e pelo visto não esperava pelo o que veio em seguida:
-Frisk! O que eu falei dessa sua mala?
-...hmm,OK. (Pegou a pasta e a levou ao quarto, onde aproveitava e trocava as vestes) Um bom dia a você também.
-E como foi seu dia?
Não queria mentir a ela dizendo que foi bom é que não tinha que se preocupar com nada com o que estava acontecendo, mas também não queria dizer a verdade:
-É, foi bem
- hmm....
Aquela resposta não colou, sua mãe teve a maior certeza de que tinha algo a mais, até que:
- Eu sabia; aquelas criaturas fizeram alguma coisa com você não foi? Não se preocupe, vou tomar uma providência amanhã mesmo.
- Espera, o que? Não, não tem nada a ver, eles não fizeram nada comigo.
- Não precisa de mentir para mim, eu já entendi toda a verdade.
- A que você entendeu.
Ela já não escutava e estava no telefone; A mãe de Frisk era desse jeito, ignorava a filha com frequência e era superproretora. Naquele momento, demonstrava novamente seus dois piores defeitos, mas naquele dia Frisk não iria deixar passar.
- Oi...Sim...Não, é que minha filha teve alguns problemas na escola hoje com alguns dos monstros da sala dela...Filha quais são os nomes
- Desliga A Droga Do Telefone Agora!
Ela disse em um tom baixo, mas ameaçador. Sua mãe se assustou com a maneira de que sua filha falou e logo despediu do telefone:
- Só um minuto por favor; o que foi?
- Ninguém fez nada comigo, diferente disso, ninguém quer ficar comigo porque acham que eu sou uma Bestícista por sua causa, os meus amigos se afastaram de mim porque éramos unidos por assim dizer e agora que você me mudou de classe e disse aquelas coisas nas reuniões, todo mundo pensa isso de mim agora e não é o que eu quero para mim!
- Como assim? Você gosta de ficar com aquelas bestas que invadiram o mundo?
- É claro que sim, isso não ficou claro? Porque acha que na maioria das vezes que chego em casa, estou cabisbaixa e tristonha?
- Porcausa deles!
- Você me trancou a maior parte da minha infância nessa casa por causa deles, e você não teve um pingo de vontade de pelo menos conhecê-los e os julga tanto.
- ELES SÃO MONSTROS!
- PELO MENOS ELES SÃO MAIS HUMANOS DO QUE VOCÊ!!
Depois dessa frase, Frisk sentiu que o que tinha acabado de dizer não foi realmente o que ela quis dizer:
- (ofegante)...Mãe, eu não...
- A partir de semana que vem, eu te mudo de escola, já que um monstro não liga nem um pouco para os sentimentos dos outros.
Mal ela sabe; mas essa decisão foi tomada sem pensar duas vezes e poderia ser um desastre futuro; depois disso, ela deixou a sala. Frisk se afundou na almofada de cara no sofá, só tinha piorado tudo, não tinha que ter falado aquilo, mas ela não quis falar aquilo, nem ao menos pensou naquilo...
De repente, alguém bateu na porta em uma força bem amena. Sua mãe foi atender enquanto ela não tinha feito movimento algum e ainda estava enterrada na almofada:
- Quem está... ora, mais essa, o que você tá fazendo aqui hein?
- Hã, me perdoe mas, eu estou procurando uma garota, cabelos curtos e olhos... eram, puxados, acho que há outro nome para isso...
- Porque quer falar com ela, o que alguém como você tem a falar com a minha filha?
- Sua filha? P-prazer dona...qual seu sobrenome?
De repente, em um suspiro, Frisk sentiu que conhecia aquela voz esganiçada com a língua entre os dentes, em algum lugar:
- Olha, eu não preciso dar satisfação alguma sobre nada aqui OK, se eu fosse você iria embora agora antes que eu me irrite com você.
- Mas, minha senhora ouça, eu só queria reencontra-lá. Já faz tanto tempo desde o nosso último encontro.
- Eu não quero saber, vá embora.
Ela então se levantou e olhou pela janela para ver quem estava lá, mas não conseguiu ver exatamente quem era; foi se aproximando cada vez mais da porta movida por sua curiosidade até que...
- Alphys?!
Alphys desconcentrou-se da mulher e virou sua a atenção para a garota:
- Frisk?
- ALPHYS!! Quanto tempo!
As duas se abraçaram fortemente, enquanto a mãe de Frisk não acreditou no que via além de pensar que elas achavam que não estava presente naquele momento:
- Minha menina, como tem passado esses últimos anos?
- Muito bem obrigada - se notava um toque de ironia em suas palavras - Mas o que você está fazendo aqui?
- Ah, me mudei tem poucos dias para a superfície em procura de estudos sobre os humanos mais aprofundados, já que não tive muito tempo com você lá no subterrâneo.
- Entendo, tenho esperanças que sua pesquisa dê certo. Mas o que exatamente você queria falar comigo?
- Eu queria lhe ver, estava com um pouco de saudades...
Ela fez uma pequena pausa até voltar a falar novamente:
- ...Além de querer lhe convidar a fazer uma visita ao submundo novamente.
- O-o que?
Frisk pensou por um momento e então chegou a uma conclusão, pra que pensar? Era óbvio que o que mais queria era voltar para aquela terra mágica dos seus antigos amigos que tanto visitavam seus sonhos mais recentes:
- É claro que eu quero, é o que eu mais quero!
- Ótimo, eu te levo lá...
- Um minuto, você acha que vai...
- MÃE!
Frisk deu um grito, mas parece que não foi realmente o que ela quis fazer, então tentou dizer alguma outra coisa que retirasse aquele ar pesado que estava entre eles:
- Olha mãe, nós duas não estamos nos dando muito bem, sei que não é desculpa para eu ir com ela mas... você tem que saber lidar com a situação que esta acontecendo com terra agora. Não lide isso como uma fuga indesejada, mas sim como uma viajem e que logo volto, isso eu juro a voce.
Ela se virou e foi ao seu quarto arrumar uma pequena mochila com algumas coisas importantes para a viajem; sua mãe por outro lado, estava completamente em choque. Sua filha nunca falou com ela daquele jeito, mas ela estava errada? Disse alguma coisa que não devia, ou simplesmente disse o que realmente ela deveria ter escutado? De repente saiu de seu quarto com a mala pronta:
- Alphys, vamos?
- Ehhh...
Ela olhou repentinamente para a mãe de Frisk, e ela por sua vez entrou para dentro fechando devagar a porta atrás das duas:
- Você acha que ela vai ficar bem?
- Eu acho que sim, eu me sinto um pouco mais leve agora que desabafei com ela.
- ...Tudo bem, vamos então?
Ela acenou com a cabeça e foi, simplesmente assim, era o começo da aventura de Frisk. Bem, melhor dizendo... Um recomeço de uma aventura nova em um novo tempo desconhecido.
Meu nome é Mist3rCreeper e passo aqui hj para dizer que estou ansioso para começar a escrever todas as Fanfics que estou preparando para produzir desde que apontei o lápis para escreve-los.
Então estejam prontos para qualquer coisa, toda novidade estarei publicando OK!