NĂŁo queria abrir os olhos mas sentia que tinha esse dever por algum motivo, aqueles barulhos esquisitos que ouvia poderia ou nĂŁo significar alguma coisa. Mas um pensamento nĂŁo saia de sua cabeça, quando sairĂĄ o jantar?... NĂO! O QUE REALMENTE ESTAVA ACONTECENDO ERA O QUE IMPORTAVA!
Na verdade nĂŁo foi delĂrio, todos os outros que viam do universo 1 sentiram a mesma coisa, parece que algum guia os levavam ao local mais seguro... ou o mais perigoso.
Ao acordar, se localizou em alguma regiĂŁo arida mas identificou algumas ĂĄrvores, parecia um bosque ao que tudo demonstrava. Suas costas doĂam, em um minuto estava no quarto e no seguinte estava ali, onde seria aquilo; tentou se levantar mas imediatamente seu corpo se eletrificou e entrou no estado da cĂąimbra, nĂŁo conseguiu e sentiu uma dor estonteante que a fez lacrimejar, suas ordens nĂŁo estavam sendo aceitas a DEIXANDO imĂłvel. Os sentidos que restavam identificaram alguns passos, aproximação de algumas pessoas, quem sabe algum grupo; mas o que viu foi uma surpresa, era um grupo... um grupo de espadachins que usavam algum tipo de roupa bem longa e marronzada na qual tinha detalhes em branco e alguma coisa escrita em japonĂȘs na mesma cor na qual nĂŁo soube dizer o que era porque tudo começou a escurecer e embasar junto Ă uma dor de cabeça tomou o lugar da visĂŁo.
Ă altura do campeonato jĂĄ deveriam saber o que estava acontecendo, aquele casarĂŁo servia muito bem como uma sede para reconhecerem o espaço antes de qualquer providĂȘncia. No terceiro dia, os que estavam no casarĂŁo dobrou de quantidade, era possĂvel fazer quatro turnos de vigilĂąncia com aquela quantidade de gente: ManhĂŁ, Tarde, Noite e Madrugada; naqueles trĂȘs dias nĂŁo chegou aparecer nenhuma ameaça tĂŁo ruim quanto goblins chatos ou anĂ”es de jardim que sĂł sabiam ofender; Ă s 14:15 começaram a aparecer nenhuma aqueles que vieram do universo 1, quinze no total, todos com algum tipo de ferimento diferente que logo foram encaminhados para o quarto hospitalar em tratamento.
NĂŁo sabiam se eles iriam acordar, mas dariam de tudo para isso!
--POV: Nicole
Escutava aquela conversa vinda do outro cĂŽmodo, isso a fez acordar, nĂŁo se entendia uma palavra somente os murmĂșrios do outro lado mas incomodava um pouco:
(???): Ae! VocĂȘ acordou, tava solitĂĄrio!
NĂŁo tinha percebido mas havia uma cama ao seu lado naquele quarto escuro:
(Nicole): Puxa vida! VocĂȘ me assustou.
A cabeça almejava bastante e sua visão mal se acostumava aà escuro, não conseguia distinguir como ele ou ela era ou a cor do seu cabelo ou olhos:
Tentou cumprimenta-lĂĄ mas as camas eram muito distantes:
(Nicole): Eh... eu sou Nicole.
Ele abriu um sorriso amigĂĄvel:
(Z): E respondendo a sua pergunta, estou tĂŁo perdido quanto vocĂȘ.
Assentiu:
(Z): Mas pelo menos vocĂȘ se saiu bem melhor do que eu, tipo... pelo menos vocĂȘ pode se levantar agora andando daqui, diferente de mim...
Disse apontando para a perna, se forçasse a vista conseguia ver, realmente estava ruim ao que aparentava mas sua dor de cabeça e a escuridão atrapalhava muito, a perna de Z estava encaixada e dependurada por um improviso de barbantes:
(Nicole): Caramba!
(Z): Acho que foi a queda, senti tudo assim que encostei no chĂŁo mas minha perna ficou molinha!
(Nicole): Bem... Quando acordei do desmaio jĂĄ estava no chĂŁo e as minhas costas estavam doendo... sĂł estavam, deve ter sido no momento Mas jĂĄ estĂŁo melhores, eu acho.
As conversas lå fora estavam adotando um tom sarcåstico e familiar, tomando por completo a atenção da dupla.
(Nicole): Puxa como eu quero passar por aquela porta!
(Z): Corajosa vocĂȘ hein? Enfrentar a mĂĄfia desse jeito!
(Nicole): MĂĄfia? Isso foi o mais longe que vocĂȘ conseguiu chegar? Por mim poderiam ser alienĂgenas ou alguns deuses que se revoltaram com a humanidade; alem disso nĂŁo sou nenhuma corajosa, sĂł uma Otaku.
Antes de que pudesse se levantar da cama, Nicole foi surpreendida por alguns passos em direção ao quarto, não tiveram tempo de nada quando a porta foi aberta:
(???): Olha sĂł, vocĂȘs acordaram! EstĂĄvamos preocupados aqui, desde ontem vocĂȘs dois estĂŁo deitados se recuperando. NĂŁo se estressem, pois nĂłs nĂŁo queremos lhe fazer mal, encontramos vocĂȘs como alguns dos outros lĂĄ no bosque que tem aqui perto e cuidava de seus ferimentos, bem a enfermeira cuidou.
Outros? EntĂŁo haveria mais deles, mais adolescentes... ou mais humanos?
A luz do sol ofuscava o rosto do "cozinheiro", quando ele entrou a dupla o reverenciou por algum motivo, devia ser respeito. Deixou um prato na cama de Nicole e logo em seguida na de Z e assim seu rosto ficou completamente visĂvel; o paletĂł que usava parecia ser bem fino:
(Nicole): Obrigado, senhor...
Olhou para ele, e nem o deu tempo de responder, ficou embasbacada:
Princesa Peach de Super Mario! Olhava mais ao redor, lĂĄ fora havia algumas plantinhas de Plants vs Zombies, Saria de The Legend of Zelda, LĂĄpis-Lazuli de Steven Universo, Deku e uma pessoa que se destacava por causa de sair completamente do padrĂŁo: Dolores daquele filme recente da Disney, apesar de serem muitos, Encanto.
Com a cabeça girando e queimando, tinha que acordar daquele sonho; sentiu seu pescoço queimando por algum tipo de vapor, olhou para trås e se deparou com o maior Bowser que poderia imaginar:
(Bowser): Ah se eu pudesse te esmagar seu NANICO!
Aqueles dentes, aquele bafo, aquele bufo; Era tudo real, nada de sonho era real tudo aquilo. Despencou no que parecia os braços de Sanji, de tudo aquilo sĂł conseguiu processar que tinha de parar de desmaiar, estava ficando clichĂȘ.
--POV: Z
Não entendeu muito bem o que aconteceu, viu somente que Sanji trazia Nicole nos braços desacordada:
(Z): O que aconteceu?
(Sanji): Se vocĂȘ nĂŁo sabe, nem eu.
Ă deixou na cama e voltou para a porta:
(Sanji): Eh, enfermeira, dĂĄ uma olhada aqui por favor.
(???): Preciso de privacidade com eles, um minuto pelo menos.
(Enfer. Joy): Espero ver vocĂȘ caminhando em breve!
Em seguida deixou os dois novamente naquela escuridĂŁo, acabou derrubando acidentalmente seu prato vazio no chĂŁo que por sorte era de plĂĄstico.
--POV: Walker
Fazia cinco minutos que havia acordado, ontem cedo havia chegado ao casarão diretamente para o quarto hospitalar, mas saiu com alguns arranhÔes leves sem problemas mais graves. Era curiosa com o que estava acontecendo, serå que finalmente o mundo se transformou e terå algum sentido e desafio maior do que uma prova do ENEM?
Voltou sua consciĂȘncia quando percebeu o garoto no seu lado, camisa listrado e a clĂĄssica bermuda adidas com os chinelos havaianas. SEUS lisos cabelos negros chamavam muita atenção, nariz, olhos e orelhas pequenos completando uma fina boquinha:
(Walker): Oi! Sim, tudo bem.
(???): Desculpa qualquer coisa, mas... como estĂĄ tudo bem se todos aqueles personagens estĂŁo aqui?
Entrava de repente na conversa um jovem que APARENTAVA ter dezessete anos com uma jaqueta verde e camisa branca, um moreno cabelo encaracolado e olhos pretos como carvĂŁo:
Poderia ajudar aquilo em algum momento? De qualquer maneira ele foi embora e sumiu de sua vista, mas algum maluco loiro começou a gritar e sua atenção desapareceu:
(Walker): Que diacho e isso?
(Adriel): Ah ele chegou mais cedo.
(Walker): Quem?
(Adriel): O Zenitsu!
Ficou estonteante aqueles berros que nĂŁo havia percebido aquele kimono alaranjado e os olhos amarelos de Zenitsu:
(Zenitsu): INDEPENDENTE DA SITUAĂĂO! NĂO ME DEIXE SOZINHO EM LUGARES DESCONHECIDOS!
(Tanjiro): Mas infelizmente eu nĂŁo iria saber que vocĂȘ estaria aqui de repente!
Perdeu completamente a atenção daquela discussão, Walker viu envolta da sala novamente encontrando o olhar de Hook e Kevin de Ben 10. Tinha muita gente por ali para decorar todos de uma vez:
(Adriel): Vamos arranjar um lugar, parece que isso vai continuar nessa bagunça por bastante tempo.
Logo havia chegado Z em uma cadeira de rodas por causa de suas pernas, mas nenhum sinal de Nicole que ao que parecia nĂŁo havia acordado.
Naquele momento, o Rapaz colocou a mão no deixo fazendo com que abrisse; de lå de dentro saiu uma menininha pequenina que tinha lindos cabelos negros. de repente começou a crescer assustando algumas das figuras que estavam ali perto, quando se via novamente jå estava do tamanho normal de uma adolescente. Um bambu na sua boca e os olhos rosados a identificavam bastante:
(Tanjiro): Nezuko! VocĂȘ acordou. NĂłs estamos agora em um lugar desconhecido e em breve vamos fazer um reconhecimento, tĂĄ bem!
(Tanjiro): Ah Nezuko! Que legal da sua parte, eles estĂŁo um pouco angustiados, acho que pode ajudar um pouco.
Ela acaricipu mais trĂȘs; Z,Walker e Diogo; e em seguida All Might apareceu acompanhado por Tracer:
(All Might): Ah meus jovens; nĂŁo quero ser estraga prazeres mas acho que vocĂȘs poderiam ir para a cama, jĂĄ que estĂĄ ficando tarde e amanhĂŁ iremos acordar bem cedo!
Todos os dormitórios estavam preenchidos no primeiro andar, menos um onde sua dona ainda se repousava no quarto hospitala, jå Z foi levado pelo próprio All Might para seu dormitório; a varanda só estava preenchido Zenitsu na poltrona e Tanjiro com Nezuko no sofå; dois soldados dos caçadores de oni estavam de vigia aquela noite.
De repente a sala ficou esfumaçada e em vez de um All Might, no lugar estava um magrelo de cabelo desgrenhado onde saia muito sangue de sua boca:
(All Might?): GRAAAAAHH... E-EU POSSO EXPICAR!
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ESCOLHA O TIME QUE VOCE QUER FAZER PARTE:
TIME 1 (CATEDRAL)
3o Hokage (Naruto)- lĂder, Smurfette, Desastrado, Papai Smurf, Geninho, cozinheiro, ingĂȘnuo (Smurfs), 6 integrantes dos caçadores de oni (Demon Slayer), Phil e Dave (Minions), LĂĄpis-Lazuli (Steven Universo).
TIME 2 (DUTCH)
Princesa Peach- lĂder, Toad (Super Mario), Luke Castellan ( Percy Jackson), Goblox (Rayman), Zenitsu (Demon Slayer), Saria (The Legend of Zelda), Pacman, Glamuroso (Smurfs), 2 integrantes dos caçadores de oni (Demon Slayer), Flint Lockwood (TĂĄ chovendo hambĂșrguer).
TIME 3 (IKIGAI)
Kakashi (Naruto)- lĂder, Kula Diamond ( The King of Fighters), Himiko Toga (Boku no hero academia), Ryu Hayabusa (Ninja Gaiden), Ellen (Harvest Moon), Ezio (Assassin's Creed), Cole (Infamous 2), Wolverine (Marvel), Akali (League of Legends), Lucina (Fire Emblem).
TIME 4 (CHIKARA)
Goku (Dragon ball)- lĂder, Hinata Hyuga (Naruto), Pernalonga (Looney Tunes), Ochaco Uraraka (Boku no hero academia), Panthro (Thundercats), Fred Jones (Scooby-doo), Hyoga (Cavalheiros do zodĂaco), Asta (Black clover), Dabi (Boku No Hero Academia), Bob, Kevin, Stuart (Minions), Sanji (One piece), Samus Aran (Metroid).
TIME 5 (IKARI)
Leona Heidern (The King of Fighters)- lĂder, Bowser (Super Mario), Tracer (Overwatch), Tanjiro e Nezuko Kamado (Demon Slayer), Blue Mary, Terry Bogard (Fatal Fury), K' (The King of Fighters), Koro Sensei (Assassination Classroom), Shaka (Cavalheiros do zodĂaco), Edward Elric (Fullmetal Alchemist), Chun-li (Street Fighter), Whip (The King of Fighters).
TIME 6 (DELAWERE)
All Might (Boku No Hero Academia)- lĂder, Izuku Midoriya (Boku No Hero Academia), Ashe, Ezreal (League of legends), Lucca Ashtear, Marle (Chrono Trigger), Yoshi (Super Mario), Crunch Bandicoot (Crash Bandicoot), Annabeth Chase (Percy Jackson), Vannelope von Shuitz (Detona Ralph), Pato Donald (kingdom hearts).
TIME 7 (LUDWIG)
Mister- lĂder, Jesse (Toy Story), Zoe (League of legends), Gohan (Dragon Ball), LĂșcio (Overwatch), Presto (Caverna do DragĂŁo), Tatsumaki (One punch man), Marco (Star vs. As forças do mal), Finn (hora de aventura), Mordecai (Apenas um show), Cloud (Final Fantasy), Sakura (Street Fighter), Angel (The King of Fighters), Ichigo (Bleach), Sora (Kingdon Hearts), Mineta (Boku No Hero Academia), Spider Gwen (Marvel).
Cada time tem seu brasão, cor e função:
Time 1: segurança, Time 2: reconhecimento, Time 3: observação, Time 4: proteção, Time 5: Abate/Elite, Time 6: Resgate e Time 7: Exploração.
Faça a sua escolha nos comentårios; escolha sabiamente.
Obrigado ao acolhimento que me foi concedido a vocĂȘs nesse ano magnĂfico, que tenhamos um prĂłspero ano Novo e que a novidade e surpresa me convenha para vocĂȘs como forma de lhes retribuir; vejo vocĂȘs ano que vem!
Ele estava ali parado bem Ă frente; sua garganta parecia estar bloqueada por algum tipo de plaqueta, ou coisa parecida.
- S-Sans!
- OlĂĄ pirralha! Quanto tempo.
Suava frio mas não queria demonstra seu nervosismo, porque sentia aquilo? O coração de Frisk estava pulsando muito råpido, pensava que iria desmaiar a qualquer momento; seria ansiedade?
- Dona Alphys, tudo bem com vocĂȘ?
- Ah! S-sim, tudo bem sim, como vai Snowdin e o Papyrus?
- Snowdin vai bem, e Papyrus se mudou para a superfĂcie, queria muito saber como era lĂĄ em cima.
ESTAVA TĂO FRIO QUANDO ATRAVESSOU A PORTA, ERA UMA ENORME FLORESTA NEVADA A QUAL A TEMPERATURA A PEGOU DE SURPRESA.
" OLHAR PARA FRENTE SE SENTINDO-SE SEM RUMO ALGUM, TE ENCHE DE DETERMINAĂĂO"
JĂ HAVIA ACONTECIDO ANTES, ESSA VOZ LHE DIZ PARA SE MANTER DETERMINADA SEMPRE QUE PUDER, MAS PROVAVELMENTE ESSA TAL VOZ NUNCA TEVE DE SE ESFORĂAR EM ALGUMA COISA NA VIDA PARA VER COMO Ă DIFĂCIL FAZER ESSAS COISAS.
SEGUIU ENTĂO EM FRENTE, REALMENTE SEM RUMO, ESTAVA COMPLETAMENTE PERDIDA NAQUELA FLORESTA; MESMO QUANDO JĂ ESTAVA A UM TEMPO CAMINHANDO NĂO CONSEGUIU SE ENCONTRA EM NENHUMA ESPĂCIE DE VILA, CIDADE OU ALGUMA OUTRA COISA.
OLHOU PARA TRĂS E VIU SEUS PASSOS MARCADOS NA NEVE, AS FOLHAS MORTAS NO CHĂO E MAIS AO FUNDO HAVIA UMA SOMBRA QUE A PERSEGUIA; VOLTANDO AO CAMINHO ORIGINAL, VIU QUE ENTRAVA MAIS NA FLORESTA E SE PERDIA CADA VEZ MAI... ESPERA, HAVIA ALGUĂM A SEGUINDO?
RAPIDAMENTE OLHOU PARA TRĂS NOVAMENTE, DESSA VEZ NĂO HAVIA NINGUĂM LĂ E ENTĂO SUSPIROU ALIVIADA CONTINUANDO QUANDO...
*CRACK*
...DENOVO VOLTOU O OLHAR PARA TRĂS E OBSERVOU UM GALHO QUE ACABOU DE SER PISOTEADO, ERA OFICIAL REALMENTE HAVIA ALGUĂM ATRĂS DELA MAS QUE NĂO CONSEGUIA ENXEGAR OU PERCEBER; ANDAVA QUASE RODANDO OBSERVANDO TODOS OS LADOS COM O CORAĂĂO NA BOCA E SUANDO FRIO, NĂO QUERIA MORRER ALI ENTĂO PORQUE TINHA UM PRESSENTIMENTO RUIM? FOI NAQUELA HORA QUE...
- TĂĄ perdida?
DESSA VEZ NĂO SE AGUENTOU E SE DESEQUILIBROU, A CRIATURA AGARROU ELA PELA CAMISA SEM DEIXĂ -LA CAIR, FAZENDO COM QUE SE RECOMPOSSE E DESSA MANEIRA ELA CONSEGUIU CLARAMENTE VER O ROSTO DELE.
NĂO TINHA NARIZ! ERA UM ESQUELETO, MAS ERA UM ESQUELETO QUE A OLHAVA COM SUAS PUPILAS FLAMEJANTES, SEM ĂRBITAS OCULARES, NEM CĂLIOS. AQUILO GELOU SUA PELE MAS POR ALGUM MOTIVO, ELE NĂO TRANSMITIA MEDO PARA ELA:
- VocĂȘ tem que ter mais cuidado, se continuar caindo desse jeito, vai acabar dando de cara com a neve fofa e ela nĂŁo gosta muito de visitas.
FRISK NĂO FEZ NENHUMA EXPRESSĂO AO COMENTĂRIO DA CRIATURA:
- Ă a cidadezinha mais prĂłxima por aqui, sĂŁo muito amorosos com visitantes; sĂł espero nĂŁo encontrar com Papyrus pelo caminho!
- Quem?
- NĂŁo precisa se preocupar com isso agora.
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- EntĂŁo deixe eu ver se entendi; vocĂȘ nĂŁo conseguiu perceber mudança nenhuma na sua vizinhança apĂłs a vinda dos monstros para a superfĂcie porque sua mĂŁe tem besticĂsmo?
E quando menos esperavam, chegaram aonde tudo havia começado a cinco anos:
- Prontinho, Snowdin como eu disse!
- Legal! Quanto tempo!
Era a mesma coisa, tirando o fato de que humanos (predominĂąncia de adolescentes) e monstros andavam pela mesma rua; muitos dos humanos andavam com respectivos monstros, imitando seus passos e ouvindo seus conselhos, Frisk chegou a estranhar essa situação mas logo sua atenção voltou para o Grillby's , aquele bar que ficava logo no inĂcio da cidade:
- NĂŁo querendo ser apressada nem nada Mas, poderĂamos ir para o Grillby's ? NĂŁo bebi nada e estou com um pouco de sede por conta da viagem.
Em um canto isolado, num montante de neve, um humano de casaco azul, cabelos castanhos, na sombra onde se encontrava seus olhos verdes brilhavam intensamente:
Assentiu; jĂĄ que Sans se sentiu completamente derrotado e envergonhado com o Ășltimo comentĂĄrio; Nickolas saltou sobre o monte de neve e parou bem a frente do trio e daquela forma dava para ver perfeitamente como era: Tinha cabelos castanhos escuros e uma pele clara, seus olhos eram realmente verdes bem claros, o casaco azul claro inconfundĂvel com uma camiseta verde por dentro, uma calça jeans preta e sapatos azuis, o que lhe identificava era um cachecol vermelho com detalhes em branco, esse era Nickolas:
- Se vocĂȘs quiserem, podem me chamar de Nick Sans, a maior parte me chama assim por causa dele.
Disse inclinando para Sans, dessa vez quando falou sua voz saiu de uma forma muito mais suave do que antes, tinha um tom debochado mas amigĂĄvel e familiar; demonstrava um ar bem acolhedor do que qualquer outro:
ELA ASSENTIU SEM NEHUMA ESTABILIDADE, DE UM JEITO OU DE OUTRO... SANS ERA UM MENINO! ELA ESTAVA COM UMA JAQUETA DE UM MENINO!!
- Bem, de qualquer maneira nĂłs chegamos, Snowdin como eu disse. NĂŁo hĂĄ nada melhor do que uma bebida quentinha no Grillby's!
QUAL SERIA SEU PRIMEIRO PASSO? TINHA QUE IR PARA CASA PELO CAMINHO MAIS RĂPIDO; MAS MESMO ASSIM QUERIA EXPLORAR UM POUCO A TAL DA SNOWDIN, MAS SEM QUE NOTASSE:
- Opa! Droga...
- O-o que? O que foi?
- Ele nĂŁo pode te ver!
- Quem nĂŁo pode o que?
- Depois eu explico, agora se esconde naquele... naquela... na... no abajur, esconde no abajur!
- Mas o que...?
ANTES DE TERMINAR QUALQUER COISA FOI EMPURRADA ATĂ O ABAJUR QUE... ESTRANHAMENTE TINHA O FORMATO IGUAL AO DO CORPO DELA E QUE NAO DEIXAVA NEM SUA CAMISA APARECER EM VISTA. MAS DE REPENTE SE OUVIU PASSOS PESADOS E ATĂ O QUE PARECE ERAM COREOGRAFADAS:
- SAAAAAAAAANSS!!!!
UMA VOZ ESGANIĂADA E SEM UM TOM DEFINIDO, GRAVE OU AGUDO, GRITAVA SEM PARECER SE PREOCUPAR COM OS OUTROS Ă VOLTA ALCANĂOU SEUS OUVIDOS; ERA DELE QUE SANS ESTAVA FALANDO?
- Ah, oi Paps, nĂŁo te vi aĂ!
- NĂO ME VIU!! EU JA TAVA TE GRITANDO UNS 5 MINUTOS, ALĂM DISSO VOCĂ ME OLHOU BEM NA CARA!!
O TAL "Paps" PARECIA QUE IA EXPLODIR, MAS ERA IMPOSSĂVEL PARA UM ESQUELETO ISSO ACONTECER; PAPS ERA UM ESQUELETO MAIOR QUE SANS E VESTIA UMA BIZARRA FANTASIA DE QIE ERA DIFĂCIL IDENTIFICAR; GRANDES BOTAS, BELAS LUVAS E AO QUE PARECE UMA CAPA DESGASTADA EM TONS AVERMELHADOS, UMA COISA QUE O IDENTIFICAVA ERA O SEU SORRISO NATURAL QUE ESTAVA LĂ MESMO COM RAIVA, PARECIDO COM O SORRISO DE SANS:
- NĂO ESTOU COM PACIĂNCIA PARA AS SUAS PIADAS AGORA, QUERO SABER SE VOCĂ DEU UMA OLHADA NOS SEUS QUEBRA-CABEĂAS DE HOJE.
NĂO TEVE NEM COMO PESTANEJAR, FOI LOGO DIRECIONADA A UM TIPO DE BAR, NĂO RELUTOU ATĂ PORQUĂ ELE SĂ HAVIA AJUDADO ELA COM O QUE PRECISAVA O TEMPO TODO. O BAR NĂO ESTAVA ASSIM TĂO LONGE, MAS AS PERGUNTAS ESTAVAM NA GARGANTA:
- Aqui, porque diabos aquele abajur tem exatamente o MEU formato?
PARECEU NĂO LIGAR MAS, NĂO SABIA EXATAMENTE SE HAVIA ENGOLIDO EM SECO, SUA EXPRESSĂO NĂO DIZIA QUE ESTAVA BEM ACOM O QUE ACABARA DE REVELAR PARA A MENINA; FINALMENTE HAVIA ATRAVESSADO AS PORTAS DO TAL GRILBBY'S:
POR SER UM BAR, O LUGAR ATĂ QUE TINHA UM CHEIRINHO BOM DE SUCO DE LARANJA E HAMBĂRGUER, TODOS A OLHAVAM COMO SE FOSSE ALGUM TIPO DE PEDRA PRECIOSA, TENTANDO FAZER COM QUE O KETCHUP SAĂSSE DO RECIPIENTE O QUE PARECIA QUE ESTAVA EM UM ZOOLĂGICO COM MUITAS CRIATURAS Ă ASSISTINDO:
- AĂȘ pirralha, tĂĄ com dificuldade aĂ?
-... Um pouco.
- Deixa eu ver aqui.
ELA ESTAVA UM POUCO RECEOSA JĂ QUEAO ENTRAREM, O SEU ASSENTO TINHA UMA ALMOFADA DE PUM E NĂO HAVIA PERCEBIDO ANTES; MESMO ASSIM CEDEU O RECEPIENTE AO ESQUELETO:
- Bem, nĂŁo parece ter nada aqui que esteja atrapalhando a dispersĂŁo do ketchup hein.
DISSE OLHANDO PERTO DO BURAQUINHO ONDE Ă DISPERSADO O KETCHUP:
- Tem certeza, eu nĂŁo tava conseguindo tirar nada daĂ.
POR ALGUM MOTIVO ELA METEU O MURRO NA VASILHA DE KETCHUP QUE DESPAROU O LĂQUIDO DIRETAMENETE NO AMIGO ESQUELĂTICO:
- Ahh, Sans me perdoa! Eu...eu... NĂŁo foi por mau.
LOGO TODO O BAR COMEĂOU A RIR DA HUMANA QUE PREGOU UMA PEĂA EM SANS! ASSIM FRISK COMEĂOU A RIR TAMBĂM.
ESTAVA COMEĂANDO A GOSTAR DAQUELE LUGAR; JA HAVIA SE IMPRESSIONADO QUE SANS ERA TANTO RESPONSĂVEL AO MESMO TEMPO PREGUIĂOSO SĂ TENDO QUASE A MESMA IDADE QUE ELA. A ĂNICA COISA QUE MEXEU COM ELA FOI O QUE OUVIU DE PAPYRUS:
Todos estavam em gargalhada por motivo das piadas de Sans complementadas por Nick:
- EntĂŁo quando ele abriu a porta, ficou gritando pelo meu nome enquanto eu estava atrĂĄs da porta!
- Ah eu lembro desse dia! Ele pegou sua gola e veio andando com vocĂȘ no ombro escadaria abaixo, bom que nĂŁo percebeu que vocĂȘ estava dormindo se nĂŁo vocĂȘ estaria surdo!
E novamente começaram a rir em conjunto, todos em num gigantesco coro:
- Eu jĂĄ ouvi essa piada! Ă muito boa, nunca ouvi melhor, os dois sĂŁo muito bons pra Isso.
Frisk concordou plenamente, Sans jĂĄ era Ăłtimo com suas piadas, agora Nick demonstrava ter um talento tĂŁo bom quanto o do amigo; aquele devia ser um fĂŁ deles, que nĂŁo estava ali no segundo anterior, olhou para ele:
- Opa! Tudo bem!
Era mais um dos pupilos de intercĂąmbio da superfĂcie, usava uma camisa longa esverdeada e seu cabelo era curto e escuro; usava um short de seda amarrotado e dois chinelos de madeira que lembrou sobre aqueles samurais chineses:
Sua voz saia com a lĂngua entre os dentes, como se fosse uma voz infantil. Ela olhou para trĂĄs e viu um rosto familiar:
- Kid!
- Oi Frisk!
- KID! VocĂȘ, tĂĄ a mesma coisa, mas achava que lhe encontraria mais cedo, onde vocĂȘ estava?
- Eu queria muito conversar mas eu lhe trago um convite; Toriel quer que vocĂȘ passe no castelo dela para vĂȘ-la novamente depois de tanto tempo!
- T-Toriel? Quer me ver?
Depois de tanto tempo Toriel iria revĂȘ-la; nĂŁo que ela queria evitar mas tinha medo de que ela a rejeitasse. TORIEL? REJEITA-LA? ELA NĂO Ă ASSIM SUA IDIOTA! VOCĂ Ă UMA BABACA! SerĂĄ que havia passado muito tempo com sua mĂŁe? Quem se importa com isso agora? Toriel estava chamando ela e nĂŁo poderia deixĂĄ-la esperando:
Ao chegar em New Home, ficou perplexa com todos os seres humanos e Monstros que haviam lĂĄ, nunca iria imaginar que algum dia iria acontecer uma coisa dessas poderia acontecer mas independente, estava feliz que realmente havia ocorrido.
" VER TODOS EM UMA VERDADEIEA COMUNIDADE TE ENCHE DE DETERMINAĂĂO "
- Ae pirralha, tĂĄ tremendo porque hein?
NĂŁo havia percebido mas seu joelho estava tremendo de uma forma surreal e suava como se estivesse em um deserto:
O portĂŁo foi abrindo aos poucos, a tensĂŁo ia aumentando, iria revĂȘ-la depois de tanto tempo? O coração estava a garganta, sua alma estava quase se esvaindo: