C A D E A D O
“Eu queria que as pessoas soubessem o quanto eu gostei de você e como o seu cabelo era a coisa mais suave pra se por os dedos. Queria andar sem rumo pelo seu corpo e senti-lo quente, suado e tremendo. Eu queria que a sua infantilidade fosse apenas o eco da gargalhada e não o sabor agridoce das nossas discussões. Queria parar de pensar no que você esteve fazendo esse tempo todo. Eu queria saber se você realmente é feliz sem nós.” — Brunno Soares













