Finalmente fui ao novo D’Amici, na Barra da Tijuca. Em um lugar privilegiado, um Largo bucólico em uma pequena rua sem saída no Jardim Oceânico, onde já esteve o Borsalino, também de gastronomia italiana, onde costumava ir. O novo D’Amici mantém características de restaurante tradicional, como a matriz do Leme, com toalhas brancas impecáveis, luz agradável e um sistema que diminui o ruído interno das conversas. Uma marcante diferença, no entanto, que considerou o espírito da Barra da Tijuca, onde “ver e ser visto” é uma opção bem-vinda. No Leme, com a fachada discreta e elegante a casa é frequentada por executivos, juristas, artistas e turistas. Um restaurante para quem não quer ser visto. Fundado há vinte anos por Antônio Salustiano, Cândido Alves e Valmir Pereira, trio de maîtres renomados, tinha a ideia de amigos recebendo amigos, o que influenciou no nome. Com a administração da jovem Anna Edith Macedo novas ideias chegaram, mas a importância da origem foi mantida. Fui recebido por Anna, Simone Mendonça e o Chef Jessé Valentim, responsável por uma das melhores degustações que já fui convidado aqui no Rio. Na época ele estava no Quadrifoglio do Village Mall. Fiquei sabendo por ele do sábado com uma feijoada especial e recebi um convite irresistível pra um jantar ao som de um sax, uma raridade no Rio. É possível ver a adega do restaurante, quase em frente ao bar na entrada, depois da varanda descontraída com vista para o Largo. Ao fundo do restaurante um ambiente de plantas, como um jardim, com mesas maiores para reunião de amigos. Destaque para o grande mural de Ziraldo, que fazia parte dos áureos tempos do Canecão, reproduzido com cuidado e tecnologia moderna. Rua Alessio Venturi. Barra. quarta-feira 12:00–00:00 quinta-feira 12:00–00:00 sexta-feira 12:00–00:00 sábado 12:00–00:00 domingo 12:00–19:00 segunda-feira Fechado terça-feira 12:00–00:00 3796-5738. #damiciristorante #damicibarra #jessevalentim (em D'Amici Ristorante) https://www.instagram.com/p/CV0sg97p8_2/?utm_medium=tumblr











