Posição no Quadribol (caso jogue): Apanhador enquanto jogava no time do segundo ao quinto ano;
Matérias opcionais escolhidas: Alquimia, Runas Antigas e Astronomia;
Clubes que participa: Clube de Duelos e Clube de Feitiços;
Cargos e condecorações: Brigada Inquisitorial (quinto ano);
Divisão do dormitório: Flint, Nott e Zabini;
Animal de estimação: Sem contar os pavões da Mansão Malfoy, e as corujas da família, nenhum animal de estimação;
Varinha: Espinheiro branco, razoavelmente flexível e núcleo de pêlo de unicórnio;
Espelho de Ojesed:
Amortentia: Maçã verde, grama molhada e páprica;
Bicho Papão: varia entre Albus Dumbledore (depois da queda da torre de Astronomia) e Você-Sabe-Quem, desde o início de seu sexto ano, Draco só consegue associar os dois à morte, humilhação e fracasso, um resumo de seus maiores medos.
Sentava-se na sua cama com as pernas cruzadas e as cortinas bem fechadas, um feitiço de privacidade feitio duplamente para garantir que nem mesmo o vento poderia ameaçar que as ações de Draco escapassem por de trás daquele tecido. Puxar uma de suas memórias era uma tarefa árdua, afinal havia colocado muito trabalho e foco para que sua mente não fosse acessível por forças externas, e as vezes isso significava ele mesmo em dias que ele realmente não queria colaborar com sua parte nesse espetáculo dos horrores. Mas ele tinha que ler suas frases e entrega-las aos gostos do Lorde ou seria seu corpo sem vida na mesa de jantar durante a próxima reunião.
Respirou fundo e se concentrou o melhor que podia para abrir algumas barreiras com segurança, puxou o ar com mais força quando a ponta da varinha se tornou gélida contra sua têmpora e se preparou para ser inundado pela memória que puxava para o papel, ele odiava essa parte:
TW: Tortura tratada como ensinamentos.
—
“Mais uma vez, Draco.” Bellatrix riu, apenas ela estava animada naquele cômodo, Draco apertou o maxilar e se preparou para mais um ataque mental de sua tia. Este não veio quando ele esperava e por pouco ele relaxou, apenas para senti-lo logo em seguida. Ela estava tentando o pegar de guarda baixa, mas eles dois estavam nessas aulas — ou batalhas — há meses, eventualmente Draco tinha que aprender que ele já havia perdido o direito de ficar de guarda baixa naqueles tempos. E Bellatrix Lestrange o subestimava, como habitual. Talvez a tia esperasse mais de um parente seu, esperasse mais da linhagem Black, ou dos Malfoy, por mais que ela parecesse desprezar Lucius a qualquer chance que pudesse ter, o nome tinha mais valor que as pessoas que o carregavam.
Dessa vez o ataque encontrou nada para usar contra Draco, e ele sentia seu corpo vibrar até nas pontas dos dedos com a vontade de soltar sua força de vontade, de deixar que a tia invadisse sua mente, afinal, era imensamente mais fácil a não-ação. Bellatrix foi expulsa de sua mente com um pouco mais de esforço e Draco estava exausto, se estipulasse pelo sol do lado de fora… Droga. Era algum horário misterioso pós-crepúsculo, então Draco precisaria de um relógio para confirmar quanto tempo os dois estavam naquilo. Tanto tempo que em algum momento sua mãe havia aparecido para assistir o treino, as mãos unidas atrás de si para esconder tiques nervosos. Draco sabia, ele havia puxado isso dela.
“Imperio!”
“Bellatrix!”
As duas vozes foram registradas por Draco quase instantaneamente, mesmo que se devessem terem sido ditas uma em protesto a outra, mas seu significado demorou para chegar, seu aviso. Um segundo a mais para processar e talvez ele pudesse se preparar para o que vinha. Mas sua mente foi jogada para o mais fundo de sua consciência, encarando o espaço enquanto perdia a conexão com sua carnalidade. Merda, sua tia o queria pegar desprevenido, e isso ela conseguiu afinal. Como ele não esperava algo do tipo era uma pergunta a ser feita mais tarde, por enquanto ele poderia se considerar morto.
Ele não conseguia enxergar a sala de chá da mansão em Wiltshire, apenas o vazio de sua própria mente, não sentia mais os dedos, nem podia dizer se havia acabado de chegar a esse estado ou se sempre esteve assim. Mas ele sabia que ele não podia se entregar para isso, jamais poderia, Draco lutava para sua própria liberdade, e mesmo que no momento essa era a única coisa que ele não tinha, ele ainda assim precisava conseguí-la de qualquer forma.
Ele se concentrou, então, na sensação nas palmas de suas mãos e como as correntes de ar circulavam pela mansão. Lembrou-se do cheiro exato antes de ser atingido pela maldição e se concentrou nele, buscou a sensação de sua varinha na palma de sua mão e quando a encontrou concentrou-se em firmar seu punho para que ela não escorregasse. Era aos poucos mas era uma grande diferença para ele. Conseguiu sentir os dentes pressionados uns contra os outros, conseguiu se fazer pensar na dor de cabeça que viria mais tarde por isso. Sentia seus músculos tremerem sobre a pressão de dois comandos opostos. Desta vez o campo de batalha era seu próprio corpo e mente e ele necessitava ganhar. Ele sabia que essa seria a última chance para ele.
Mordeu a língua. Mais forte.
Ao sentir o gosto metálico dentro de sua boca soube que estava pronto para o esforço final, e movimentando o pulso conseguiu grunhir por trás de dentes fechados “Estupefy!” com a varinha apontada na direção de Bellatrix e o feitiço, apesar de mal mirado, conseguiu distraí-la para quebrar a conexão da maldição.
Ele caiu de joelhos, seu corpo não tendo mais qualquer magia que o apoiasse de pé, não tendo a ordem da tia para que ele permanecesse no exato ponto que havia sido colocado, ele abaixou a cabeça e sentiu as têmporas latejarem com mais alguns ataques contra sua psiquê que foram defendidos pela barreira sólida da oclumência. Quando tudo ficou quieto novamente e ele não mais tinha as dores e agulhas, ele conseguiu registrar a mão de sua mãe em seu ombro o incentivando a levantar. Conseguiu sentir o ar vazio da sala apesar de seu corpo estar queimando com o seu próprio desgaste. Sua mãe o puxou para voltar a erguer-se e ele ignorou dignidade para deixá-la o apoiar até ele poder se mover novamente e subir as escadas para seu quarto.
Levou os olhos para a tia que tinha um sorriso maquiavélico no rosto que o fazia querer nunca mais abandonar seu quarto, mas ele teve que assentir com a cabeça em algum tipo de reconhecimento que ele havia registrado alguma satisfação em seu rosto. Nem que seja aquela de um gato brincando com sua comida antes a devora-la.
“Levou mais tempo do que eu gostaria de um Black, mas a barreira está sólida agora. Talvez você aguente um veritasserum agora, esse você até pode fazer sentado para descansar suas fragilidades, Draquinho.” Ela riu, ou cacarejou, Draco só ouvia sinos na sua cabeça.
“Já chega, Bella,” interrompeu Narcissa antes que isso escalasse para mais um teste.
“Mas quando mais poderíamos fazer isso? É necessário, ele ainda está naquela escola afinal de contas.”
“E você esteve na mente dele várias vezes, isso já é o suficiente.”
Tudo ficou silencioso por tempo demais para ser confortável, não houve passos de ninguém saindo para poder justificar o silêncio, então Draco engoliu em seco sabendo que ainda nada disso estava terminado.
“Você tem certeza que não quer tentar você mesma?” Bellatrix perguntou à irmã fazendo Draco levantar a cabeça rápido demais e grunhir com a vertigem imediata, do movimento súbito ou da insinuação do que a tia havia visto ele não saberia dizer “Com certeza tem coisas interessantes para encontrar por lá.” Concluiu e dessa vez ela ainda teve a audácia de piscar para Draco, ele estava completamente fodido se ele tivesse que ter alguma confiança em Bellatrix Lestrange com seu segredo mais bem guardado da família, um que no meio de tanto caos e escuridão não parecia tão terrível assim, mas ele ainda queria manter isso bem escondido consigo. Pelo menos até tudo aquietar de vez.
“Já chega, Bellatrix, você precisa voltar para seus deveres e nós precisamos voltar para os nossos.” Narcissa suspirou e Bellatrix deu de ombros, girando em um calcanhar para abandonar a mansão, os dois não se moveram até a porta da frente se abrir e fechar novamente, apenas para o elfo doméstico aparatar Draco para seu quarto, onde ele podia sentir o cheiro dos sais minerais e ervas vindo do banheiro da ensuite, o sono podia esperar ele não iria querer acordar ainda neste estado mais tarde.
—
Draco correu o final da memória mais uma vez, fazendo questão de conseguir cortar o final para não levantar curiosidades de qualquer um que fosse ver aquilo, realmente não seria nada demais, mas qualquer coisa seria usada contra ele. Se suas lições em oclumência o haviam valido qualquer coisa essa seria de guardar qualquer informação pessoal à sete chaves. Enquanto despejava a memória no papel, fez uma anotação mental de procurar por feitiços ou meditações para acrescentar armadilhas mentais à sua proteção, andava lendo sobre a criação de memórias falsas, mas juntar isso ao trabalho de ser um estudante comum de Hogwarts não era tão fácil quanto ele gostaria e realmente, praticar se tornava perto de impossível.
Teria que pesquisar, então, como fazer mais tempo.
What are three things your muse looks for in a friend?
1. Loyalty/honesty– he doesn’t like being lied to. At all. Ever.
2. Kindness– don’t be a dick
3. Gotta like his pets– they were here first, not you, he likes them a lot more than you and you, as a friend, gotta accept that.
Overall, just be a good person. Bastian doesn’t like to deal with bullshit. It annoys him. Don’t exploit his kindness either, he’s a kind and selfless soul.
Travel to Thailand: From the moment she ate at her first Thai restaurant and saw pictures of the beautiful land hanging on the walls, she knew this was the one place that she absolutely had to visit before she died. She has yet to go there to this day, but come hell or high water, she will get herself there someday.
Be more open: Though the thought of opening up to people is scarier to her than even failing and spiders are, she doesn’t want to spend the rest of her life afraid to let someone see all parts of her, even the parts that she’s ashamed of (of course she’ll deny she’s ashamed of anything, but that’s a lie) because that can be a lonely life and she has no desire to live that way forever.
Meet her half-sister: This is something Vik knows is likely to never happen, not unless her half-sister seeks her out, but that doesn’t stop her from foolishly wishing for it. She doesn’t know why it matters to her so much, but it does and she’d be lying if she said that it wouldn’t really hurt her to die never having met her.
Buy a home in Bulgaria: While she only lived in Bulgaria for five years and was raised in California, she travels to Bulgaria every summer to visit her family and it is the place she considers to be her real home. Though she doesn’t live there now, she plans to live there one day, probably after she’s sold her club and retired. Still, it would be nice to have a home there that she could go to whenever she needs an escape from Darlington.
Buy a vacation home: What Viktoriya would love to have within a few years time is a vacation home, not one in Italy or France, but in Argentina or Albania or Portugal. As much as she loves Darlington and loves visiting her grandparents, she would love to have a place to go when she needs an escape from reality.
Go camping: Despite not being the most outdoorsy person, Viktoriya would love to go camping because it’s something she has yet to do in all her twenty-six years and she thinks it’s something everyone should do at least once in their lifetime.
Forgive her father: If anyone asks, she’ll tell them that she doesn’t care anymore that her father left all those years ago, but those rare few who really know her can see past that lie. She’d like to think that she’s forgiven him, but she hasn’t because she’s still harboring some of that hate and resentment from when she was a teenager. She hopes someday that she can get past this and truly forgive him, not so much for him but for herself.
Mend her relationship with her mother: Something that really nags at her is her relationship with her mom. Once upon a time, she turned to her mother for everything, but that was before her dad left and before wine became her mother’s best friend. While she’s forgiven her mom for tapping out of her life for so many years, they still don’t get along the way they used to. She just hopes that one day all the bad can be left in the past and their relationship can be stronger than it ever was.
Go to Niagara Falls: She’s seen the waterfalls in pictures and heard from others how beautiful it is, so she’d really like to see them for herself one day.
Win a game of Monopoly: This might seem like the dumbest thing to have on a bucket list, but it is absolutely frustrating playing a game for hours on end and never truly winning and Viktoriya wants nothing more than to actually beat this stupid board game at least once.
Learn to Hula dance in Hawaii: Really, this would kill two birds with one stone because she’s never been to Hawaii and has always wanted to go and hula dancing is something she’s wanted to learn from professionals since she was about ten or eleven years old.
Learn another language: She’s fluent in English and Bulgarian and also speaks decent Spanish, but she would love to be more fluent in Spanish and learn how to speak Italian because she thinks both languages are beautiful.