#dezembrochegou e fica impossível não partir para uma reflexão de como foi o ano. Foi difícil no início, a passagem do meu querido irmão para o #mundoespiritual - o processo de #aceitação - ultrapassar a dor da separação e de pensar que Deus não estava certo, que ele era novo e devia viver até envelhecer. Essa foi a maior revolta e consequente aceitação. Quando aceitei que ninguém vai antes da hora, fiquei em paz. Então, entrei em um ciclo novo, de autoexpansåo de consciência, fui levada a conhecimentos espirituais que transformaram a minha forma de ver e aceitar o mundo. Consegui, neste ano, resolver questões com as quais eu me debatia há trinta anos em terapias com psicólogas nåo-espiritualistas, que não nos veem como um todo, mas com seu limitado conhecimento acadêmico. Pude me libertar de dores internas, culpas que não eram minhas, pude me perdoar pelos erros da maternidade e da não-maternidade que exerci. Quantas vezes errei com minha filha, hoje com 25 anos. E hoje posso ver que dei o meu melhor do momento. E precisei de um processo espiritual, de empoderamento feminino, de reconhecimento da minha ancestralidade para aceitar tudo isso: sim, eu posso errar, pois carrego uma carga espiritual minha, social e de meus e minhas ancestrais que me levaram e me levam a isso. Sem tirar a MINHA parte de responsabilidade, pois eu poderia ter me libertado, ter despertado há muito tempo já, talvez há muitas vidas atrás. Talvez já tenha despertado e tenha vindo e esquecido tudo. Ah, mas desta vez a experiência está tão forte, que jamais vou esquecer. (em Curiosa da Vida) https://www.instagram.com/p/B5iGuhYhw1u/?igshid=1gkndutose4h0