Engenheiro naval (POLI/85), vivi a era de ouro do Lloyd Brasileiro e do Ishibrás. Da precisão do nanquim no papel Canson à fiscalização de chapas de 2" na Cosipa para os gigantes Ore-Oil, cada solda levava meu giz amarelo de vistor do BV. Hoje, debruço-me sobre os Neopanamax: titãs de 16.000 TEUs que desafiam a física no Canal do Panamá. Uma vida dedicada ao aço, à carenagem e ao eterno aprendizado.
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