Isso é o universo claramente piscando pra gente e dizendo: “segura esse ki”.
Começar 2026 com o anime da saga do Moro finalmente animado e ainda anunciar remake do começo de Dragon Ball Super: A Batalha dos Deuses é um nível de fanservice quase científico. Alguém no estúdio decidiu alinhar os planetas com as Esferas do Dragão.
A saga do Beerus já era boa quando saiu introduziu um deus da destruição preguiçoso, elegante e absurdamente perigoso mas agora vindo “bonitona”, com animação atual, ritmo ajustado e aquela aura divina bem trabalhada? Isso não é só remake, é polimento cósmico. Beerus merece entrar em cena como um evento astronômico, não como um episódio qualquer.
E o Moro… finalmente. Um vilão que mistura magia antiga, roubo de energia e aquele clima de “isso saiu errado em escala galáctica”. Ele fecha um ciclo interessante: Dragon Ball começou simples, foi pro exagero muscular, depois pro divino, e o Moro puxa de volta a ideia de ameaça primordial, quase mitológica, só que com power level indecente.
O mais engraçado é que Dragon Ball vive desse looping eterno entre nostalgia e reinvenção, e quando acerta, acerta bonito. 2026 já começa gritando que o legado ainda tem fôlego, criatividade e, principalmente, consciência do que os fãs querem sentir: aquele arrepio de infância atualizado pra HD.
O hype não está injustificado. Está matematicamente correto.
@entreocafeeocaos
Fabiana Dias
25/01/26















