Dummond (1988)

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Dummond (1988)
(...) Pois de tudo fica um pouco. Fica um pouco de teu queixo no queixo de tua filha. De teu áspero silêncio um pouco ficou, um pouco nos muros zangados, nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo no pires de porcelana, dragão partido, flor branca, ficou um pouco de ruga na vossa testa, retrato.
(...) E de tudo fica um pouco. Oh abre os vidros de loção e abafa o insuportável mau cheiro da memória.
(Resíduo)
Foi procurando a autoria da frase “Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura”, que cheguei por acaso até um autor brasileiro chamado Paulo Roberto Gaefke. Tudo começou quando li essa frase em algum tumblr. Curiosa, resolvi buscar na internet o nome de quem escreveu tal verdade sobre mim e muito provavelmente, trazer(...)
Foi procurando a autoria da frase “Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura”, que cheguei por acaso até um autor brasileiro chamado Paulo Roberto Gaefke. Tudo começou quando li essa frase em algum tumblr. Curiosa, resolvi buscar na internet o nome de quem escreveu tal verdade sobre mim e muito provavelmente, trazer(…)
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente. ”
Carlos Drummond de Andrade