por: anônimo // @emdson & @hvrrietgen & @jvllianz
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por: anônimo // @emdson & @hvrrietgen & @jvllianz
@emdson
A banda que tocava naquele momento era de um rock intenso, exatamente o estilo de Nicholas. Ele estava ali, sobre a areia, de frente pro palco, curtindo a música. Tinha uma garrafinha de cerveja nas mãos e levava-a até a boca hora ou outra. Avistou, logo, Emily curtindo há alguns metros de distância. Não pensou duas vezes antes de se aproximar, com um sorriso “Nós somo muito melhores que eles, né? Mas... Até que está divertido” ele movia a cabeça suavemente ao som da música, com um sorriso no rosto, desviando o olhar entre o palco e o rosto da garota. Logo, ofereceu cerveja a ela
@emdson deu um coraçãozinho por um starter
Sam estava a um tempo travado com a composição daquela música, seu bloqueio criativo estava o matando por dentro, fazia tempo que não ficava tão travado para compor algo, então quando teve a oportunidade de se sentar com Emily para compor achou que conseguira fluir, mas ainda parecia estar travado. “Em, eu não consigo terminar essa música por nada, que agonia está me dando”.
@emdson
Ele repetiu a sequência de notas no baixo mais uma vez naquela noite. Apenas ele e Emily estavam ensaiando, pois ele não tivera tempo quando toda a banda estava junta. E, apesar de ser muito bom naquilo, o som não saía perfeitamente em harmonia com a garota, o que o deixava frustrado “Okay, precisamos tentar diferente. Começa você primeiro e depois eu entro com o som. Talvez dê alguma diferença” ele falou de maneira tranquila. Trabalhar com o jovem Shellstrop era ótimo nesse sentido: ele aceitava críticas, reconhecia erros e era muito tranquilo em todos aqueles sentidos “Talvez seja uma questão de tom. De repente se a gente fizer separado, podemos ver no que eu estou errando.”
Sam amava música, sua vida era tocar, compor, ouvir e viver a música. Essa paixão começou por causa de seu pai, um baterista e amante da música. Foi por causa desse amor pela música que Sam aprendeu a tocar violão, guitarra, entre outros instrumentos e foi assim que ele entrou em uma banda de garagem quando cursava o ensino médio. E quando essa banda, NOBREAK, conseguiu durar todo o percusso dos membros pelo ensino médio e conseguir shows e, recentemente, um contrato, Sam se sentia realizado e seguindo um sonho que sempre pareceu impossível.
Sam ajeitou a guitarra em seu corpo e encarou @emdson com um sorriso nervoso. “A gente vai tocar em um evento de caridade com músicas de nossa autoria. Parece um sonho ainda”