seen from United States
seen from United States

seen from France

seen from United States

seen from Argentina
seen from China

seen from United States
seen from China
seen from Germany

seen from United States
seen from Singapore
seen from Canada
seen from China
seen from United States
seen from United States
seen from Germany
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United Kingdom
PIB cai 1,5% no primeiro trimestre de 2020 A economia brasileira encolheu, mesmo com influência apenas das primeiras semanas de pandemia.
coloquei sem querer na maquina de secar 😹😹😹#encolheu #mini #maquinadesecar #drymachine
Matando a saudade da pequena! #amiga #encolheu #lesadasempre #adoromuito (em Surtidor Rivero)
Bia:Eu to preocupada com o meu pai,Pedro.Ele ta muito abatido.
Pedro:É, o Seu Encolheu vai sentir muito,ele e a Dona Redonda eram feito unha e carne,ele era a unha.
Obama, o “presidente da esperança” que encolheu
O presidente americano que desembarca hoje no Brasil é uma figura menor do que a que venceu as eleições e assumiu em 2009, diante dos olhos extasiados do planeta. Dois anos desgastantes de poder foram suficientes para fazer encolher a popularidade, a imagem pública e a esperança depositada no primeiro negro eleito presidente da maior potência mundial.
É inegável que a expectativa depositada sobre Barack Obama seria impossível de ser atendida até pelo mais emblemático super-herói dos EUA, o Superman – figura onipresente no imaginário popular americano.
Cavalgando a pior crise econômica vivida pelos Estados Unidos e pelo mundo desde de 1929, Obama não pôde fazer maravilhas além do que a dura realidade permitia. Recuou de promessas, afastou-se de ideais e reviu até alguns dos próprios decretos, passando a ceder cada vez mais para uma oposição sempre mais forte.
O eleitor de Obama ficou em casa em 2010 e não foi às urnas. Negros, hispânicos e jovens, motivados em 2008 a emplacar na Casa Branca o “presidente da esperança”, deram, dois anos depois, uma demonstração eloquente de decepção diante da constatação de que os super-poderes da criptonita só funcionam nos quadrinhos e no cinema.
Na lista de perdas e danos de Obama é possível incluir:
- a revogação do decreto de sua própria autoria, que suspendia os julgamentos dos presos de Guantânamo – presídio que ele jurou fechar;
- a derrota na eleição de meio de mandato, em que perdeu senadores, governadores estaduais e a maioria na Câmara;
- a derrota na reforma das regras de imigração, inviabilizada no Congresso e contraposta a leis cada vez mais restritivas instituídas pelos estados;
- a frustração dos prometidos investimentos milionários em educação, meio-ambiente e infra-estrutura;
- a derrota de sua proposta de reforma política e de controle mais rígido das doações de campanha;
- o recuo na proibição da exploração de petróleo no Golfo do México, cedendo aos republicanos para liberá-la.
É bem verdade que a política econômica de Obama e do Federal Reserve resgataram da lona o setor financeiro americano e o crescimento da economia, mas a salvação dos grandes bancos saiu caro para o contribuinte americano e barato para os banqueiros. Sem falar na manutenção do pagamento de polpudos bônus aos executivos do setor bancário – uma das revelações escandalosas da última crise.
Obama parece ser um caso clássico de governante que, depois de eleito, acabou levado a favorecer os que lhe negaram voto, sem conseguir ser compreendido pelos que o bancaram nas urnas. Isto é, enfrenta o pior dos mundos: nem é amado pelos que ajuda, nem mantém a estima de quem não sente os efeitos de sua gestão. É assim que um presidente encolhe, junto com a esperança de seus eleitores.