Ocupei a mente, arquivei a conversa, te guardei no lugar mais lindo do meu coração e segui a vida! ❤️

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Ocupei a mente, arquivei a conversa, te guardei no lugar mais lindo do meu coração e segui a vida! ❤️
ahora entiendo porque lo nuestro jamás funcionó porque tu eras bien perro y a mi me gustan los gatos.
Pupe: El diario de una cabrona.
No @livrodatribo 2017/2018 , como a agenda/livro é bianual, muita gente ainda me lê/levita nessa edição. Amor que vale a pena ser vivido é esse, que faz a ponte editora- escritor-leitor . ❤️ E, gente, sinto cheiro de livro novo com esse tema #eraamor #naoeraamor . Depois eu conto que vou lançar lá em..... na.....😁😍 #livrodatribo #amor #vaique (em São José dos Campos)
Me duele como terminaron las cosas y aun así no te arriesgaste por mi.
vidaempoesia
Até quando eu te via andando, mesmo de longe, eu sentia uma paz dentro de mim e ao mesmo tempo meu coração disparava. Acredite meu bem, isso você não vai encontrar por ai com qualquer outra pessoa.
E agora já era
Nunca foi amor, mas insiste tanto em ser
Estava pensando em não vir. No fundo, estou pensando nisso até agora. Mas fico aqui, com cara de taxo, olhando as suas coisas bagunçadas, os meus neurônios bagunçados, o meu coração bagunçado, o meu vestido bagunçado e tudo que estava quase arrumado em mim se confunde num segundo quando ele se aproxima como quem já aceitou casar comigo, mas não disse “sim”. Apenas me mira com sorriso de bobo me revirando ainda mais. Uma grata desgraça.
Eu não queria vir. Na verdade, eu queria. Eu não queria era vir aqui, me apaixonar mais ainda e ter que ir embora sozinha. Porque sempre que venho, ele entra em mim, mas não mora. Ele me abraça, mas não me prende. Ele é meu par, mas não meu companheiro. Ele se deita, mas não fica. E eu continuo aqui sozinha mesmo sendo dois. Solidão besta. Não é fácil gostar dele. Já quis o matar tantas vezes. Mas ainda não morri.
Mas daqui a pouco, depois de gozar em mim como se eu tivesse pedindo aquilo como um prêmio ou coisa assim, ele vai se virar para o lado, olhar no relógio umas quinhentas vezes, o celular vai tocar sem parar e, logo, logo, ele arrumará algo pra fazer e ir embora. Eu conheço o seu jogo. Vai dizer que precisa salvar o mundo, buscar a tia avó no hospital, ver futebol, reencontrar um amigo ou buscar a prima na faculdade, sei lá. Só sei que ele vai. E eu queria estar aqui quando ele voltasse. Eu queria que eu fosse o motivo para ele voltar. Queria que eu fosse seu mundo, sua tia avó, seu futebol, sua amiga, sua prima, sua puta ou coisa assim.
Juro que vou embora antes mesmo dele entrar no banho. Mas ele sem camisa parece um canto sagrado. Mesmo com as leves marcas de queimadura na barriga só porque não sabe nem fritar um bife sem se machucar. Ele me pede faz-um-lanche? e eu já proponho banquete nupcial. Ele me pede umas horas no dia e eu já quero décadas juntos. Ele me pede um tiquinho de qualquer coisa e eu já venho com temporadas completas. Deve ser isso. Meu erro é mergulhar de cabeça, enquanto ele ainda molha os tornozelos. Quero saltar do avião e ele deseja apenas uma companhia para quando estiver nas nuvens. “Eu quero meter”, ele diz. “Eu quero te ter”, penso.
Nunca foi amor, mas insiste tanto em ser
Hugo Rodrigues