Escritor chamado SOL [parte 1]
Pelos lábios que se beijam,
Pela boca que pronuncia palavras em voz baixa,
Sussurrando em meu ouvido sobre seus sonhos e objetivos,
Me arranha e morde,
Suave e selvagem,
Uma queda livre,
Em sua mais rápida velocidade,
De mãos dadas,
Viajando para um lugar,
Onde ninguém pode nos encontrar,
E enganam-se quem pensa em lugares impossíveis,
Fecha a porta do quarto,
Fecha as janelas,
E deixa que a penumbra,
Seja substituída pela nossa luz,
Porque não existe reação que brilhe mais que a gente.
Duas estrelas em sua plenitude,
Fazemos os outros astros fecharem os olhos.
E finalmente,
Quando puderem abrir os olhos para nos contemplar,
Só verão a ponta do nosso cigarro inflamado.







