Minha vontade é constante...
Se não contarmos, como eles saberão?
Escolhi minha fêmea, minha loba...
E foi lá subindo aquela montanha que pude ver sua vontade, pude conhecer sua insanidade e seu potencial como loba. Sabíamos onde íamos e oque faríamos lá, mas isso parecia não conseguir esperar...
Já na nossa chegada. Olho ao meu redor e vejo a pequena cabana coberta e com uma pequena chaminé, onde dá mesma saia uma nuvem de fumaça. Sinto meu coração bater loucamente em meu peito, minha respiração acelerada e meus pensamentos uma confusão de desejo e luxuria.
Ouço você soltar um baixo suspiro o que me faz olhar para você. É nesse momento que você pula em mim como de costume e acabamos rolando pela grama molhada do orvalho da noite anterior, nos seus olhos eu podia me encontrar, e podíamos ser totalmente nós naquele momento.
Minhas mãos loucamente começaram a procurar um jeito de abrir seu vestido, e que vestido, você me deixa louco com esses seus vestidos. Deposito beijos em seu pescoço e ouço você suspirar, Sinto suas mãos passearem pelo meu corpo, mas me forço a te para e a me levantar. Vejo a decepção em seus olhos, mas apenas sorrio e estendo minha mão para ajuda-la a ficar de pé.
Vendo sua cara de frustração, puxo-a para meus braços e colo minha boca com a sua. Sinto o seu gosto em minha língua, o que me deixa louco e com vontade de provar você ainda mais. Que gosto teria você em minha boca? Gosto de luxuria e paixão ou algo mais leve como a brisa da manhã?
Permito-me parar por um momento para me perder em meus pensamentos, mas logo meu foco volta a você e a puxo em direção a cabana.
Ao adentrar o local, vejo a pequena lareira e um tapete branco. Ouço-a perder o folego ao meu lado o que me provoca um sorriso. Bloqueio intencionalmente meus pensamentos e a guio em direção ao tapete onde deito-a bem devagar beijando seus lábios tão lentamente que nos transportamos para uma dimensão paralela onde só existe eu e você. Sinto suas mãos tirando minha roupa e a ajudo da melhor maneira que posso, tentando não a agarrar. Ao som do blues tirei sua roupa delicadamente. Eu beijei todo seu corpo sem deixar escapar nenhum pedacinho, seu aroma doce inebriou meus pensamentos e me permitir provar você cada pedacinho, centímetro a centímetro, sua pele acariciando delicadamente minhas mãos. Puxo-a para cima de mim onde sentada eu podia olhar seus olhos enquanto passava minha mão por trás da sua nuca trazendo você até minha boca, enquanto permanecia dentro de você, nossa respiração estava ofegante, nosso coração acelerado, nossos corpos se entrosavam assim como nossos pensamentos, e ali pudemos ser um, ficamos assim por algum momento, mas você sempre me deixa muito nervoso, e ao ver meu nervoso você que gosta de me provocar, simplesmente levantou nua e foi até a cozinha pegar um vinho e me largou ali, enquanto você servia os vinhos eu me aproximei mordi seu pescoço enquanto você ainda estava de costas e te trouxe novamente pra mim, mordi seus ombros segurei na sua cintura e virei você para mim, uma taça na mão e na outra a garrafa, eu só falei segura pra não cair, te coloquei em cima da bancada, bebi todo meu vinho de um único gole e voltei a beijar você que fechou suas pernas na minha cintura, você se deitou na bancada e jogou um pouco de vinho em seu corpo me instigando ainda mais, afinal de contas você sabe como em deixar louco.
Vejo seu peito subir e descer com a expectativa enquanto me inclino sobre seu corpo. Deixo minha língua vagar pelo seu corpo até que todo o liquido âmbar tenha desaparecido de sua pele. Ouço você arfar e sorrio contra sua pele, antes de erguer meu tronco e puxar você em minha direção, onde permito-me me afundar em você novamente e esquecer o mundo lá fora.
Acho que nunca irei cansar de você, não posso falar com toda a certeza. Mas sinto que você é como uma droga, quanto mais eu tenho você mais eu te quero.