Facundo Guerra

#batman#bruce wayne#dick grayson#batfamily#batfam#clark kent#tim drake#dc fanart


seen from Hong Kong SAR China

seen from Singapore

seen from Malaysia
seen from China
seen from Belgium
seen from United States
seen from Iraq

seen from United Kingdom
seen from United Kingdom
seen from Germany
seen from United States
seen from China
seen from Yemen
seen from United Kingdom

seen from Singapore
seen from China
seen from Uzbekistan
seen from United States
seen from Belarus
seen from Yemen
Facundo Guerra
Facundo Guerra, 2018
Todos os direitos reservados a Marcus Steinmeyer®
Coisas que descobri... enquanto estava sumida.
Coisas que descobri… enquanto estava sumida.
Olá meus queridos, eu ainda vivo sim, acontece que como sempre estou inventando coisas falta organização para vir aqui.
Atualização de realizações durante o sumiço rsrsrs:
Realizamos o Dia das Boas Ações no Studio Sapienza com um encontro incrível entre empreendedores sociais, ONG’s, mentores e universitários. Ultrapassamos a lotação máxima mas foi incrível e o feedback foi o melhor!
Quem quiser…
View On WordPress
Mundo Criativo – GloboNews | Na Laje Filmes – TV EP02 - GRUPO VEGAS - GLOBONEWS - MUNDO CRIATIVO - VEICULAÇÃO from Na Laje Filmes on Vimeo.
t e rr a e m t r a n s e
Herdamos o mito dos bandeirantes, e vocês transformaram Borba Gato, esse genocida, em fundador de nossa identidade. De legado temos esta metástase em forma de desenvolvimentismo estéril, estas milhões de toneladas de concreto que hoje tentamos adornar para deixá-las suportáveis, mas que seria melhor não existissem. Nos confinaram em bolhas de metal, em bolhas de concreto, em bolhas de vidro, como se fôssemos gado que tem por ração plástico. Disseram na nossa cara que praia de paulistano é shopping, que Cumbica é o melhor lugar de nossa cidade, que plano de aposentadoria é pousada na Bahia. Que aqui não se cria filho, que essa terra só serve para ganhar dinheiro, como uma versão apocalíptica de Serra Pelada. Nos deram uma ponte hedionda como novo cartão postal, transformaram nossa espinha dorsal em uma avenida de banqueiros, bairros inteiros em cidades-dormitório. Nos chamaram de feios, sem horizonte, sem perspectiva além da fuga. Que aqui não tem amor. Envenenaram nosso ar, nossa água, e até ela nos usurparam. Por identidade nos deram os bairros, que ainda assim se digladiam entre si, o excesso de trabalho e um superpoder: a capacidade de deixar o outro invisível, praticada todos os dias com pessoas e lugares, nos semáforos, quando nos deparamos com o dependente químico que chamamos de zumbi, metáfora usada em tom cruel e irônico para dar nome ao nosso maior monstro social, justamente porque eles não produzem como nós, os viventes. Nossa história e arquitetura foram deixadas às ruínas, que ativamente permitimos que desmoronem. Nos legaram um palimpsesto de cidade, onde sobrepomos uma camada de concreto à outra, sem respeito pelo passado, planejamento ou cuidado. Nos disseram que devemos conquistar ou ser conquistados, non ducor duco, fomos colocados em estado permanente de guerra uns contra os outros, nos envenenaram com o medo pelas ruas e deixaram que o único elemento que nos cimentasse fosse o ódio comum e ancestral por São Paulo. Sem história, sem horizonte, perdidos. Fomos proibidos de te amar, São Paulo. Chega. Talvez essa relação atávica de ódio nos encha os olhos de cataratas e não consigamos dar nome a essa emergência ainda, mas o faremos, com o devido distanciamento histórico. Ocupamos as ruas com comida, com música, com arte, com cinema, com vida em toda a sua potência. Vimos no feio o belo, deixamos de ter medo da rua, que surge como um eixo que começa a aglutinar em torno de si uma nova identidade de paulistano. Lutamos com mil unhas e dentes por um pedaço de terra que até então não era mais do que um estacionamento e que chamaremos de parque. Fizemos da cicatriz causada pelo militarismo um espaço para ensinar os novos paulistanos a andarem de bicicleta. Ocupamos lugares que nunca tínhamos visto e recuperamos a avenida das mãos dos banqueiros. Faremos turismo na cidade que habitamos. Não aceitamos mais esse ódio, esse estado permanente de guerra, a necessidade de conquistar o outro diariamente. São Paulo é uma cidade no futuro: pós-apocalíptica, radioativa, seca, onde um dia dinheiro e trabalho não serão os únicos imperativos da vida social. Quando o mundo tremer, todas as cidades serão parecidas com a nossa. Do caos e da feiúra emergem uma beleza que apenas nós, que rejeitamos sua ideia de belo, vemos. Temos vontade de rua, negamos seus heróis, seus monumentos, seus carros, seus modos de vida. Nem que nos custe décadas, mas faremos algo belo com os escombros que herdamos e deles faremos uma cidade, não uma abstração chamada São Paulo. Ocuparemos cada fresta, cada trinca, cada buraco da cidade cinza. Aqui se encerra esse ciclo de ódio e se abre uma possibilidade de um novo começo na relação com São Paulo. Nossa terra está em transe. Somos afortunados. Somos os novos paulistanos, e essa cidade é nosso rolê.
Via Facundo Guerra
P&R Boss in Drama fala sobre a carreira em uma grande gravadora e das expectativas para o show no Cine Joia, em São Paulo, abrindo para o Ladytron
Péricles Martins, o Boss in Drama, abre para o Ladytron no primeiro show aberto do Cine Joia, em São Paulo
Por Márcio Cruz
ENTREVISTA Péricles Martins é o Boss in Drama. Depois de lançar Pure Gold em show no Sesc Pompeia, em setembro, o curitibano prepara-se para se apresentar no Cine Joia, em São Paulo, no dia 17 (qui.), abrindo para o Ladytron. Ele será a primeira atração oficial a subir ao palco na nova casa de Facundo Guerra.
FOTO: I HATE FLASH
ONErpm Como está sendo fazer parte do catálogo de uma grande gravadora?
Boss in Drama - Agora tenho um suporte maior pra divulgar minha música. Chega um momento da carreira que você precisa ter um lançamento oficial, trabalho de radio e TV, um show com produção profissional... e a Deck chegou no momento certo pra dar esse outro passo, pois é muito difícil cuidar da carreira, produção e divulgação sendo um artista solo e independente.
Depois do poperô dos anos 1990, os cybermanos e do funk carioca, e de suas paródias para classe média como o Bonde do Rolê, as camadas mais populares dançam ao som de Gabi Amarantos...
Faço o tipo de pop electro funky que eu gosto, com toda a liberdade de produzir o que eu quero, sem pressão de fazer um som comercial pra tocar nas rádios. Se a música estourar vai ser porque as camadas populares absorveram e curtiram a mensagem que eu quis passar, mas não porque eu fiz a música focado nessa ideia.
Você se sente mais à vontade como DJ, produtor ou performer?
Nunca me identifiquei com DJs de música eletrônica. Apesar de produzir música pra pista e tocar em clubes, as referências pro Boss in Drama são artistas como Elton John, George Michael, Prince, Liberace, Silvester... Tanto no visual como musicalmente. Hoje em dia as pessoas buscam mais um conceito artistico, um pacote completo e não apenas a música em si.
Nos dias de hoje, é possível optar por um modelo único de arrecadação?
Faço shows, DJ sets, produzo música pra outros artistas, pra publicidade... Ser artista é como ser freelancer. É importante estar sempre com vários projetos ao mesmo tempo.
Qual suas expectativas para abrir para o Ladytron, na quinta (17/11)?
To super ansioso pois temos o mesmo público. Acho que todo mundo vai na festa querendo ver os dois shows.