A cerne grita rouca e quase inaudaldivel: toca-me, arrebate-me, faz-me sentir desejada. Em silêncio, a psiquê agressiva frea frente ao tato e fala mais alto: fez-me sofrer maldito, sorte tem tu, por ainda de mim ter o desejo à você, pois já não mais te quero. A perna treme bamba (seria abstinência?), o desejo percorre - me entrego. A mente diz não, mas o corpo diz quero.
Psiquê - Alexandre Lima.











