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Fenwood, Saskatchewan
2570 Fenkell Ave. - Detroit, MI
Fenwood is the cutest dream town aw
I visited the town of Fenwood a few days ago!
Dream Address: 4200 - 3707 - 5748
I LOVE the paths //cries I wanna change mine again now sigh
This is a very cute but natural town that I would recommend for inspiration or just a nice visit!
Vejo que já está saindo com o Shacklebolt... não sabia que estava tão empenhada em seguir em frente, sunshine. Good luck with him, I guess?
[Flashback] My empire of dirt | Sawyer & Abby
A única coisa que conseguia ouvir era o som da chuva, que caia pesadamente do céu nublado e escuro daquela noite de sexta feira. Sawyer tinha um incrível fascínio pela chuva, por mais estranho que isso pudesse parecer. Quando criança, Edmond, seu irmão mais velho, sempre inventava uma nova forma de passar o tempo quando chovia, seja com meras brincadeiras dentro de casa ou com peripécias na lama, em pleno jardim e ao som das reclamações de sua mãe. Dessa forma, um dia nublado nunca era sinal de que não poderia brincar do lado de fora da casa. Pelo contrário, simbolizava que finalmente poderia correr em meio as poças de lama na companhia do irmão e dar início aos famosos ‘Rainy Games’. A ideia era tão entusiasmante que muitas vezes o próprio Sawyer torcia por chuva, ansiava por uma tarde como aquela, desejava poder sentir o delicioso cheiro de terra molhada e observar as nuvens cinzentas se aconchegando umas nas outras na imensidão do céu.
Naquela noite, no entanto, a chuva tinha um gosto muito diferente de infância.
O hufflepuff estava parado em meio ao imenso campo de quadribol, contemplando as três enormes balizas nas extremidades, a arquibancada vazia e o castelo mais ao fundo. Tinha ao seu lado sua vassoura, a companheira de tantos anos que o ajudara a conquistar uma vaga no time de sua casa e a ser o excelente jogador de quadribol que era. Podia se lembrar de cada partida vestindo o uniforme cor de ouro da casa de Helga, cada jogo, desde aqueles que ganhara em equipe até os que perdera. O grito da torcida ainda soava fresco aos seus ouvidos, a melhor melodia que alguém poderia desejar. E no dia em que gritaram seu nome, Sawyer sabia que era um homem feliz. A sensação da goles em suas mãos era tão vívida que era como se estivesse segurando uma naquele exato momento, sentindo a adrenalina percorrer seu corpo frente a antecipação de um lance importante. A responsabilidade, a imensa alegria da vitória, a vontade de vencer e o gosto amargo da derrota, tudo isso ainda era muito claro para o garoto de dezesseis anos, memórias tão bem conservadas que era como se as tivesse vivenciado naquela semana.
Sawyer esticou o braço esquerdo para o alto, sentindo a fisgada de dor tomar conta do ombro machucado e repleto de cicatrizes. Os ossos acabaram colando com o tempo depois de sua última partida pelo time de quadribol de hufflepuff, aonde fora atingido no ombro por um balaço em alta velocidade. O estrago havia sido tão grande que nem mesmo magia seria capaz de recuperar tão rapidamente os estilhaços que seus ossos estavam. Madam Promfrey tentara ajudá-lo de todas as formas possíveis, chegando inclusive a enviá-lo para o Hospital St. Mungus na esperança de que outros Healers pudessem ter uma visão diferente do quadro, mas todos haviam concordado que o melhor seria deixar seus ossos se recuperarem com o tempo, mesmo com a ajuda de magia. Ninguém o havia alertado da dor naquela época, aquele constante latejar, o maldito incômodo que não o deixava em paz, nem mesmo quando estava totalmente parado. A dor que o colocava tão distante de sua única paixão.
O rapaz abaixou-se para abrir o grande baú de madeira que guardava a goles, os dois balaços e o pomo de ouro reservados para treino. Liberou uma das inquietas bolas de ferro, vendo-a voar em disparada para o alto. Puxou os óculos enfeitiçados para aparar a chuva e iluminar ao seu redor e, depois de segurar com firmeza o bastão de madeira na mão esquerda, montou em sua vassoura e alçou voo. Precisava fortalecer a musculatura e os ossos do ombro, necessitava de um treino de força para avaliar suas próprias condições caso quisesse voltar a jogar um dia. Sawyer Wood havia nascido para ser um jogador de quadribol e o rapaz não aceitaria que seu futuro fosse tirado dele daquela forma, que seu sonho de ter um futuro brilhante como jogador profissional se tornasse pó.