with @frxnklongbottxm
Ela não estava preocupada. Não estava preocupada? Não, certamente não estava. Tudo estava absolutamente sobre o controle. Faziam três dias do ataque, e três dias era um bom tempo, não? Afinal, ela tinha o direito de saber onde ele estava se ele não aparecia no próprio bar por três dias consecutivos (ou ela achava que tinha o direito). Descobriu o endereço quase acidentalmente, por um dos bartenders, e nem precisou ameaçar azará-lo. E decidiu por fazer o caminho da maneira mais idiota possível ─ o metrô trouxa. Sempre detestou vassouras, não sabia o local para poder aparatar e certamente não ia simplesmente aparecer na lareira dele, isso seria muito rude.
Em frente ao endereço, ela apertou as mãos juntas, dando um passo em direção ao interfone, antes de dar um passo para trás novamente. Droga. Ela pensou, dando um passo novamente para frente, mas aquilo era loucura. Ela não deveria estar ali. Tinha acabado de se virar para ir embora quando quase deu de cara com a primeira parte do corpo que sempre via dele, seu torso. “Mmmm, eu vim ver se o Caldeirão Furado ia ter um novo dono em breve. Talvez eu conheça alguém interessado em comprar,” ela zombou, tentando parecer descontraída o suficiente dando um passo para trás para encará-lo.












