de novo. é difícil acreditar no fim deste devaneio de amor se ao cruzar meu olhar no teu, já me vejo afogada de novo
Bruna Parísio

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de novo. é difícil acreditar no fim deste devaneio de amor se ao cruzar meu olhar no teu, já me vejo afogada de novo
Bruna Parísio
e, foi olhando-te nos olhos que tive vontades de desbravar tudo aquilo que teu olhar esconde.
Bruna Parísio em “Romance da Lua”;
Sol e Lua
ela. ela só tinha o constante desprazer de conhecer pessoas normais. até que parou de procurar as Anormais. em mais um dia tempestuoso, ela o viu. pela sua mania de julgar livros pela capa, ela havia dito de primeira pra si mesma que ele era só mais um. só mais um que ela teria o desprazer de conhecer. until she looked at him, eyes in eyes e perceber que, o brilho que ele tinha se propagava em uma diferente e inconstante intensidade. -and then she began to watch him- no início, ela observava pouco -a tempestade estava começando a ficar mas forte- até que, um dia, ela parou de observar e passou a afastar-se; (ela, que tinha mania de afastar-se de quem realmente gostava) não era tão próxima mas passou a sentir falta e, em um dia não tempestuoso, ela se reaproxima a segunda coisa que ela conseguiu perceber, foi que he had one of the smiles mais fofinhas que ela já tinha tido a sorte de ver. um dia, ela disse a ele que, se tivesse um sorriso igual ao dele, iria grampear suas bochechas pra rir 24h -bem, nesse dia ela quase morreu por ter dito isso- outro dia, ela achou fofinho a forma que ele falava das estrelas que, era parecida com a dela. foram tantos dias que ela achou diferentes coisas nele e, teve vontades de escrever sobre e mostrar à ele, but even being brave, to do this, she didn't have the courage. e, em um dia qualquer ouvindo música, ela achou a música Dele. se encorajou por dias, até que, conseguiu mostrar à ele um pouco do que ela via nele na letra daquela música ela passou a se auto associar como luz do Sol e ele, como brilho da Lua. eles não mereciam ser associados à coisas quaisquer. ela passou a perceber que every little thing he does is magic, por tirar sorrisos dela, que tinha uma mente conturbada de problemas e desamor. aos poucos, ela se viu confusa; ele era a confusão propriamente dita. gostava do poder que ele tinha de fazer com que ela se auto questionasse she went on to write about him, The Moon, and the things she have been slowly discovering. escreveu tanto... -sleeping at last - Vênus, era mais uma música dele- o que ela mais tinha vontade de mostrar, era esse "sinto que existe algo que te aflinge, algo que te afasta, te bloqueia. mas moço, digo-te agora: não te reprimas, não te escondes. a vida é curta e o tempo é incerto, o que somos hoje, talvez não sejamos amanhã, afinal, somos constantes metamorfoses. mas queria dizer-te que, a vida vai além das dúvidas que tens." por ele sempre aparentar estar confuso; cheio de dúvidas. ela sentia que ele queria esconder-se de si e mesmo querendo ajudar, tinha medo. mas se sentia mal por sentir ele se reprimir; só queria poder dizer "I'm with you, you can feel safe now, no one will hurt you." em uma madrugada, eles viajaram tanto na sintonia dos pensamentos que, ela pensou "and if you have a minute why don't we go talk about it somewhere only we know?" e criaram a "via unicórnio". e se, ela pudesse voltar no tempo não teria se afastado de alguém que, ao olhar, ela sabia que não seria ruim pra ela e hoje, com toda certeza, ela pode dizer à ele que não existiu desprazer e só existe prazer, por ter o conhecido. e que, mesmo que ela não se ache a melhor pessoa do mundo -ela se acha a pior e mais sem graça das pessoas-, se ele puder, que fique e nunca vá. porque ela sempre vai fazer um erro dele tornar-se algo cômico, para que ele não fique mal por ter errado e sempre vai rir da impaciência que causa nele por falar que tudo é "fofinho". "tried to keep you close to me but life got in between, tried to square not being there but it's there that I should've been; hold back the river, let me look in your eyes so I can stop for a minute and see where you hide."
— Bruna Parísio em “Romance da Lua”;
você diz gostar de estrelas, ela é uma estrela. mas tu encontra-se ocupado demais, ao ponto de, nunca olhar pro céu.
Bruna Parísio