500 anos para decompor, um poema dedicado à Aline Madsen.
Como plástico ela dura Entoa um canto bom Para não sofrer com a noite escura Desenvolveu um dom
E em todas as suas aventuras Com um flores e um xote A gratidão perdura Assim nos esquecemos da morte
Há quem diga que temos sorte O amor nos carrega, e deixa dentro Pois mesmo que seja forte Vivemos o tempo
Óh viajante, Que em sua mala carrega Nessa estrada tão bela Por mais que distante
Deixe me contar Não encontrar Mas lhe informar O que me aconteceu
Desde manhã eu penso nela E nessa aquarela não sei dançar
O ar que me faltou Estava na tragada dela Que no meu peito soprou A paisagem singela
Da vida no cais De olho no mar onde a internet não chega Seja
Nunca lhe vi Mas posso dizer Que igual à ela Não podes ser
Que de inês em inês A cerva canta E a gente dança De tanto viver. - Ghabba Abba Zena
Aposta dada, é aposta cumprida. Espero que tenha gostado, bjinhos Gabriel Silva.