i feel like i could make beyblade edits of some of the pokeficdaily stuff. i feel like i could.

seen from Malaysia
seen from Yemen
seen from Philippines
seen from United States

seen from Singapore

seen from United States

seen from United States
seen from China

seen from United States
seen from United States
seen from United Kingdom

seen from United States
seen from Austria

seen from United States

seen from United States
seen from Uzbekistan
seen from Mexico
seen from United States
seen from United States
seen from Austria
i feel like i could make beyblade edits of some of the pokeficdaily stuff. i feel like i could.
. i swear to god if they're chess themed.
Fucked up that if ianthe's gonna die it'll probably be by coronabeths hand
Ever heard a voice scream at you from inside,
warning and preparing you for something to come,
hurting you before you get hurt,
telling you to be really cautious around someone ,
sometimes urging you to hold on,
that it’s your time.
that voice is always preparing you,
for something good or bad,
brighter or dull,
just listen to it,
and when it’s even louder watch out,
it’s your gut feeling.
Já nem sabia mais porque estava ali, só sabia que estava. Ainda não estava bêbado a ponto de trançar as próprias pernas, mas sua cabeça estava confusa e o ambiente caótico colaborava pra aguçar todos os seus sentidos, menos a visão. Ele até agradeceu quando alguém o puxou pra sentar no tapete da sala e jogar um jogo. Aquilo era verdade ou desafio, né? A última coisa da qual se lembra é que encostou a cabeça no sofá - perto das pernas de alguém -, gritou quando algumas pessoas se beijaram e se juntou ao coro de “Vira! Vira! Vira!” quando uma moça foi desafiada a tomar uma garrafa de cerveja de uma vez.
Estava calor, hein! Ou isso era resultado da agitação de toda aquela noite ou fato de que agora estava dentro de um armário. Ah, espera. Verdade. Tinha sido desafiado a brincar de sete minutos no céu com seu melhor amigo. Olhou para Khan e deu sei lá, a quinquagésima sétima risada daquela noite. “Olha aonde a gente veio parar...” Comentou arrastado, coçando um dos olhos com as costas da mão. Mesmo estando meio alto, Hansol sabia do quanto aquilo poderia ser estranho e de quantas consequências estranhas poderia trazer. Tentou pescar na memória quem o colocara ali, mas provavelmente era algum de seus amigos da faculdade que vivia dizendo que ele e o tailandês tinham um caso às escondidas. Não tinham, de fato. Porém, eram tão grudados que ele até entendia toda a perseguição. Kim não se importava, entrava na onda e trazia o mais baixo consigo: braços por cima do ombro, na cintura, beijos no pescoço seguidos de risadas exageradas e tantas outras coisas só pra dar um gostinho pra plateia.
E eis o problema: Hansol não fazia ideia de como Khan se sentia no meio de tudo isso - e sejamos francos, nunca se incomodou em procurar saber. Entretanto, eles estavam prestes a dar um passo bem maior do que uns tapas na bunda enquanto o outro estava distraído. Kim tinha um medo enorme de destruir sua amizade e já estava tão acostumado a ser zoado que não se importaria de ser chamado de frouxo por não cumprir o desafio. Foi aí que resolveu tirar a dúvida: “Se não quiser, a gente realmente não precisa fazer isso. A gente fica aqui os sete minutos, sai e tá tudo certo.” Falou simplório, sem ter noção das entrelinhas que precisavam de olhos mais bem treinados do que os seus para serem notadas.
Well that's a super sweet anon...