HES LEGS THO....YASSSS
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HES LEGS THO....YASSSS
Will forever and always be one of my favorite pictures of this guy.x
Giving Up?
Capitulo 2
(S/n) POV
Sinto que me estão escondendo alguma coisa, Emma e Frank estão muito estranhos e faz tempos que sinto que algo de errado se passa. Não sei se eles estão juntos e estão me escondendo, não entendo nada vindo daqueles dois.
Hoje vou a uma festa numa boate que costumava ir com Harry, sei que isso me vai trazer muitas recordações mas não posso condicionar minha vida por ele. Tarde ou cedo tenho de começar a fazer as coisas que fazia com ele, mas sozinha ou com outras pessoas. Começando por ir naquele maldita festa naquela maldita boate.
Coloquei uma saia preta justa, um top rosa forte, saltos capazes de matar não só algumas bolas mas também meus pés, relógio, brincos, maquilhagem não muito forte e tava bom. Meu cabelo estava ótimo do jeito que estava. Me sentia sem paciência para me produzir hoje. Queria apenas me divertir e esquecer os bons momentos que passei com Harry naquela boate, beber seria uma das possíveis soluções.
A noite já ia longa quando fui ao bar pedir mais uma dose de vodka whisky, não estava bêbada mas me sentia solta e estava me divertindo com meus amigos, era bom assim.
Senti alguém se colocar atrás de mim, mas bem junto mesmo, minha mente do diabo me dizia que era Harry mas ignorei, ignorei minha mente e ignorei quem quer que estivesse se colando a mim.
Sorri para o barman quando ele me trouxe a bebida e tentei a pegar mas alguém não me deixou, a segurando. Era ele, suas tatuagens me diziam que era ele. Não era mais minha mente insana me pregando uma peça, sentindo seu perfume, afinal há imensa gente usando o mesmo perfume, nem era simplesmente sua aurea. Nada disso estava afetando minha mente, era ele mesmo ali. Tremi, meu corpo estava em choque e meu mundo parou por alguns instantes, meus olhos não desviavam de sua mão.
-Você não devia beber mais – ele sussurrou no meu ouvido, senti todos os pequenos pelos eriçarem, como é possível ele ter tanto efeito em mim depois do que ele me fez?
Meu corpo estava dormente, minha respiração rápida, fechei os olhos tentando ganhar coragem para o enfrentar e fingir que ele não me afetava.
-Harry – disse me virando já recomposta
Suas mãos foram para meus quadris e me apertaram com força, ao mesmo tempo que nossas testas se juntavam com nossas respirações quentes e nossas lábios quase se tocando.
Este jogo era insano, minha mente era insana, Harry era insano e tinha um poder ainda mais insano sobre mim.
-Me diga que não quer isto e eu irei embora
Não consigo negar isto, não consigo não querer isto, não consigo mandá-lo embora.
Seus lábios encontram os meus me beijando, me sugando, me mordendo, me dizendo que ele ainda se importava comigo, com nós dois. Seus lábios eram ferozes, não me deixando tempo para reclamar ou pensar sequer, logo sua língua invadiu minha boca com precisão me lembrando como Harry consegue fazer com que eu esqueça meu próprio nome com apenas seu corpo. Sua mão direita correu para minha coxa e a apertou causando com que um pequeno gemido frustrado saísse da minha boca.
-Não aqui Harry
-Tem razão – ele disse pegando na minha mão e me levando para algum lugar.
Eu queria dizer para ele ir com calma, mas ele percebeu tudo ao contrário. Quando dei por nós estávamos os dois no carro, eu em cima dele, o beijando, o mordendo, lhe dizendo que ainda o queria.
Minha saia estava super levantada e ele acariciou meu clitoris, rebolei uma, duas, três vezes, o levando também ao limite, podia sentir seu membro duro por baixo da calça, implorando para o libertarem.
-Não no carro, meu motorista…
Esta espera iria acabar connosco, o continuei beijando e provocando – sinceramente não estava nem aí para o motorista – mas logo chegamos à casa dele. O carro parou e nos ajeitamos para então ele pegar na minha mão e me levar para dentro. Assim que a porta foi aberta e logo depois fechada com força demais pulei para seus quadris.
-Não me faça ter tempo para pensar – disse rápido
-Não pretendo – respondeu apertando minhas nádegas.
Senti ele se movendo pela casa e tirei meu top rosa o jogando no chão, empurrei meus sapatos para fora de meus pés fazendo com que um bater se ouvisse quando eles caíram no chão. Minhas mãos percorreram o torso de Harry e seus músculos se contraíram me dando uma sensação de vitoria. Queria ele, queria o corpo dele contra o meu me fazendo esquecer o quanto eu sofri por ele, apenas esta noite.
Fui atirada contra a cama e o vi tirar as calças, junto com os sapatos e a camiseta.
Harry passou então a beijar meu ombro nu bem devagar, centímetro por centímetro, foi descendo entre os meus seios e os apertou com força me fazendo gemer alto. Mordi meu lábio com força não aguentando o prazer que estava sentindo. Suas mãos puxaram minha saia com força e a direita pousou sobre minha intimidade, a afastando e me tocando, me sentia encharcada e ele inseriu um, dois, três dedos sem dificuldade alguma, meu corpo já não me pertencia, pertencia sim a ele, ao prazer, a Deus, a alguma força do outro mundo, menos a mim.
Seus dedos logo estavam na minha boca e eu os chupei com força o olhando nos olhos, queria sentir seu gosto mas teria de esperar. Meu soutien e minha calcinha foram retiradas e logo sua boxer também. O senti, apenas a ponta, me deixando com vontade de mais, meu interior suplicava por ele mas não queria falar nada. Logo depois ele se moveu e o senti por completo, gritei, seu nome saiu de minha boca sem minha permissão. Começou lento, demasiado lento.
-Por favor
-O que você quer de mim?
-Tudo
Segundos depois tudo se turnou rápido, bruto, cru e então nos desmoronamos um no outro, gritando por libertação.
Meus olhos estavam pesados, pisquei várias vezes e vi tudo escuro, me lembrei do que tinha acontecido à horas atrás, o sol ainda não entrava pela janela então eu devo ter tirado apenas uma soneca.
Minha consciência pesava, como eu iria dizer que estava furiosa com ele se tínhamos acabado de fazer sexo?
Me levantei, me vesti e desci as escadas sabendo que Harry viria atrás, o tinha ouvido se levantar quando bati a porta.
-Já que se levantou me leve a casa por favor
-Não (s/n), não por favor, não fuja
-Não estou fugindo, quero apenas esquecer este erro
Sim, a velha historia do erro, aquele que sempre acontece quando somos fracos demais.
Harry suspirou frustrado e foi se vestir, quando desceu apenas caminhou e eu o segui esperando não ser atacada na viagem, mas não foi isso que aconteceu.
-Não me vai dizer que não gostou pois não?
-Não
-Melhor mesmo – o bastardo sabia que não podia negar isso
-Me pode explicar porque foi um erro então?
-Como eu vou dizer a você o quão zangada eu estou com você se no segundo seguinte você me agarra e acabamos na cama? Isso me faz sentir uma puta
O carro trava tão de repente que tenho de me segurar.
-Você não é assim, você não ia para a cama com ninguém
-Eu acabei de o fazer
-Você não ia para a cama com ninguém sem ser comigo (s/n), assim como eu não faria nada do tipo com qualquer outra garota sem ser com você
Sua voz era amarga, como se não acreditasse que me sentisse uma puta, como ele queria que me sentisse?
O carro arrancou de novo e em menos de 5 minutos estávamos em minha casa, sem termos trocado mais uma palavra que fosse.
Me sentei no sofá esperando que ele percebesse que não era um bom momento para falar, caramba deviam ser perto das 5 da manha e minha noite tinha sido cheia, será que esta conversa era assim tão inadiável?
-Escute, posso até admitir que isto foi um erro mas não pense esse tipo de coisa de você mesma, não seja tão dura com você própria, eu tenho um enorme respeito por você pelos vistos maior do que o que você pensa. Lembra quando começamos a namorar quase dois anos atrás, você não se achava bonita o suficiente e eu fiz você fazer sexo comigo por mais de um mês? Eu me sentia um lixo, por momentos sentia que estava violando você, tudo porque você não respondia a mim, ao meu corpo, o único sinal que me dizia que aquilo era certo era o final, você gozava para mim tão lindamente, isso apagava da minha memoria a sensação de que era um violador. Não me via desistindo de você e tanto insisti que aos poucos você foi se soltando e então numa bela noite nós fizemos amor pela primeira vez, você se entregando para mim como nunca antes, você lembra como nós choramos juntos? E na manhã seguinte acordei com você montada em mim, me dando prazer, com uma confiança do outro mundo. Sempre achei você a mulher mais bonita do mundo, a única que enchia minhas medidas, a única que eu queria mas você nunca achava isso de você mesma. Sempre se sentindo inferior àquilo que era. Quero que saiba que sei que você está bem furiosa comigo e que acha que isto foi um erro mas eu não vou desistir de você assim como não desisti anos atrás.
Com isto ele se foi e me deixou chorando, pensando na desgraça que esta noite foi.
Acordei com o som da campainha tocando. Minha t-shirt super larga e meus calções super curtos não eram propriamente uma boa receção mas não estava ligando.
Será que era Harry? Meu coração palpitou. Não podia ser, ele iria desistir.
Abri e logo um sorriso se formou em meu rosto.
-Engraçado, estava me perguntando se você ia desistir
-Não vou – respondeu ele sorrindo.
Lii
Imagine hot - Harry Styles
ps:imagine postado tanto aqui como no 1d-imagines-hot.
Nunca uma viagem de avião me pareceu tão longa. Desde manhã que estava pensando em como seria quando chegasse a casa, minha casa com s/n na verdade.
Assim que meu despertador tocou, fui no banheiro tratar de minhas higienes, agarrei em minhas malas e fui para o aeroporto.
Finalmente ontem tínhamos acabado uma parte da tour e hoje bem pela manha todos íamos para Londres e então para as casas das namoradas ou dos pais, no meu casa ia para minha casa já que a s/n se decidiu mudar para lá após muita insistência minha.
Toda a viagem podia ser bem pacífica se meu corpo não tivesse vida própria, meu maior erro foi ficar sonhando acordado com a recepção que s/n me faria quando chegasse. Esse foi meu maior erro, a partir desse momento minha paz acabou e meu calor aumentou.
Fiquei pensando em como seria bom se chegasse e s/n estivesse me esperando no sofá, comendo pipoca e assistindo filme de short e camisa. Ou se ela estivesse na cozinha, preparando alguma comida boa para mim, com apenas uma camisa branca minha cobrindo seu corpo. Ou se ela pulasse em meu colo sem nem me dar tempo de ver o que ela estava vestindo. Ou se ela tivesse chegado da faculdade e fossemos tomar um banho juntos. Ou se ela me recebesse com um enorme sorriso e um beijo de tirar o fôlego.
Ou se me perdesse com seu cheiro, com seu corpo, com seu gosto.
Minha mente imaginou tudo, ela me recebendo de jeans e camiseta, com o maior sorriso do mundo, aí eu lhe dizia que ela estava linda mais linda que da ultima vez que a vira, a chegava perto de mim agarrando sua cintura com delicadeza e finalmente sentia seus lábios nos meus. Um beijo doce, sentindo a maciez de seus lábios, cheirando seu perfume, aproveitando cada segundo, mas então isso se tornou pouco, o desejo reprimido foi desabrochando e logo gemi em seu ouvido a fazendo rir.
-Senti sua falta – ela disse em meu ouvido
-Não mais que eu – disse a fazendo saltar em meu colo e a levando para nosso quarto
A estendi com a maior delicadeza na cama e a comecei a beijar bem devagar, s/n é algum tipo de deusa que desceu na Terra porque seu corpo me hipnotiza, me prende com sua sensualidade nada forçada. Tirei sua camiseta e seu short, junto com suas meias e teni, a deixando apenas de soutien e calcinha, bem ali na minha frente, pronta para ser amada. Comecei beijando seus pés, pernas, coxas, virilhas, sentindo seu cheiro, depois subi mais um pouco não lhe dando o que ela tanto queria, beijei sua barriga e então pressionei contra o tecido de seu soutien, podia sentir seus mamilos ficando duros prontos para serem chupados, os liberei e massajei fazendo s/n se contorcer. Finalmente tirei aquela peça de roupa e abocanhei seu peito direito, chupando com força, sem dó. Ela gemeu alto enviando uma mensagem bem direta para meu membro que já estava doendo. S/n começou a investir em mim, rebolando e fazendo fricção entre nós, arrancando gemidos do fundo da minha garganta. Tirei minha boxer e sua calcinha e enfiei dois dedos nela, sabia o quão encharcada ela estava então não me preocupei em ser cuidadoso, logo meus dedos estão envolvidos pelo seu suco quente e coloquei mais um dedo e tentei rodar, fazendo com que as digitais ficassem para cima, então os dobrei e retirei logo depois. Sabia que tinha tocado em seu ponto fraco e ver ela exposta, gemendo meu nome estava dando comigo em doido.
-Por favor Harry
-O que? Fala
-Me come – acariciei meu membro pronto para entrar em sua boceta apertada
-Por favor – ela suplicou
-HARRY! ACORDA CARAMBA! – Zayn gritou em meu ouvido me pregando um susto de morte
Minha mão estava sobre meu membro duro, latejando na verdade, meu corpo quente e cada centímetro de minha pele coberta por uma fina camada de suor.
Zayn apenas riu e se foi, me deixando no avião necessitado de s/n. Como eu vou sair daqui com meu membro querendo pular das calças?
Respirei repetidas vezes e me acalmei mas meu corpo estava em chamas, precisava de s/n com urgência, mal podia esperar para chegar a casa.
Como uma viagem pode ser tão longa? Primeiro naquele avião e agora neste carro claustrofóbico? Mandei meu motorista acelerar e os minutos pareciam não passar mas finalmente cheguei em casa, peguei minhas malas, abri a porta pensando mas minhas possibilidades em que encontraria s/n, será que ia ser como eu imaginei mesmo? Seria perfeito demais.
-s/n? – chamei assim que entrei
Não vi ninguém, andei até à cozinha, sala, quarto, procurei por toda a casa e ela não estava em nenhuma parte. Meu celular vibra.
“Não sei que horas você chega mas só chego a casa no finalzinho da tarde, te amo”
Finalzinho da tarde? Já cheguei e ela não está em casa para dar conta do fogo que se apoderou de meu corpo.
Suspirei e subi de novo as escadas para o nosso quarto, me deitei na cama, de barriga para cima tentando descansar. Mas minha mente estava longe, em s/n na verdade, em seu corpo, seu cheiro e seu gosto, caramba como eu quero provar ela neste momento. Não sei o que desejo mais, se é fuder ela duro contra uma parede ou se é ser fudido até ao ponto de não haver nada dentro de mim, ela no controle me deixa louco e eu gozo que nem adolescente, várias vezes enquanto ela nem geme. Ser fudido,definitivamente preciso de ser fudido, de ter ela no controle para apagar todo o fogo que me esta consumindo.
Tenho suor escorrendo pela minha testa e decido tirar minhas roupas, não tinha volta, enquanto s/n não chegasse minhas mãos teriam de servir para alguma coisa. Voltei a deitar na cama, de barriga para cima, acariciando meu membro e imaginando as mãos de s/n em mim, me estimulando, fazendo movimentos de vai e vem e apertando minhas bolas, joguei minha mão livre a elas e as apertei tal como s/n fazia e gemi, gemi alto, não estava aguentando, iria gozar em minha barriga em segundos.
Continuei imaginando s/n em vez de mim, desta vez me estimulando com a boca, ela tinha melhor boca do mundo, ela iria rodear seu polegar em volta de minha glande, espelhando a gota de pré-gozo que lá se formara e depois iria abocanhar tudo de uma vez, me deixando na beira do precipício.
A porta bate me fazendo abrir os olhos e ver s/n me olhando. Meu coração para por um instante, fui pego pela minha própria namorada me masturbando pensando nela.
-E..Eu… s/n escuta!
-Shiu – ela disse mandona, em que merda eu me fui meter? – Você se tocou sem a minha permissão estando em terras britânicas, como você pode e eu não?
Ela disse enquanto ia retirando toda a sua roupa, meus olhos se fixaram no quão suave a sua pele parecia.
-Responda – ela exigiu e aí eu me lembrei do nosso acordo, nenhum de nós se tocava se ambos estivéssemos no mesmo pais, apenas podíamos fazer isso se eu estivesse em tour por muito tempo ou coisa do tipo.
-Não aguentei
-Não aguentou Styles? Resposta errada! – Ela disse engatinhando até mim e colocando a mão de surpresa em meu membro.
Gemi alto e joguei minha cabeça para trás arqueando minhas costas, precisava seu toque mais que tudo nesta vida.
-Agora você vai aguentar até eu dizer que você pode gozar tá bom?
Oh não, eu que fazia isso com ela. Eu que dizia que ela não podia gozar ate eu dizer senão iria ser punida. O feitiço estava se virando contra o feiticeiro e não sei se estou gostando disso, se não aguentasse que punição ela iria me dar? Greve de sexo? Não poder gozar? Não me fuder como eu tanto estava desejando?
-Senão…?
-Sou punido – disse sem fôlego, suas mãos trabalhavam em mim
-Muito bem, agora chega de conversa – ela disse rodeando a gota de pré-gozo que estava em meu membro.
Sabia o que viria a seguir, cerrei os olhos com força me preparando e quando ela me abocanhou precisei de todo o meu controle para não gozar. Porra, minha imaginação não era nem um décimo da realidade, a intensidade com ela é mil vezes superior, mil vezes melhor.
Sua língua percorreu todo o meu membro várias vezes, me chupando, me acariciando, me lambendo, me apertando, sua outra mão estava em minhas bolas fazendo a pressão necessária para querer explodir a cada segundo.
Então ela parou e abri os olhos, ela estava se posicionando em cima de meu membro, a parei por segundos querendo me certificar que ela estava bem molhada, levei meus dedos ao seu centro e pude sentir que ela estava tão pronta quanto eu sem lhe ter nem ao menos estimulado, ela estava assim apenas pela excitação do momento.
-Chupe – ela mandou e chupei meus próprios dedos
Ao menos consegui prova-la antes de ela me punir seja lá com o que for por gozar sem a sua permissão. Não achava que ia aguentar até ao fim, sinceramente.
Seus grandes lábios rodearam minha glande me fazendo perder os sentidos, fechei os olhos com força e mordi meu lábio até sentir sangue. Não podia gozar quando ela me fizesse ir até ao fundo, momentos depois ela cansou de brincar e desceu rápido e fundo em mim. Gemi alto sentindo cada centímetro de seu sexo me apertar, me envolver com seu suco. Tentei tocá-la mas ela não deixou, empurrando de novo meus braços para a parte de cima de minha cabeça, ambos sabíamos que tinha força para a desobedecer mas nós gostávamos de jogar.
Podia ter passado horas com ela cavalgando sobre mim, meu cérebro apenas registava o prazer e o pensamento de não poder gozar, não sei quanto tempo passou ao certo mas minhas bolas deviam estar azuis e meu membro em sofrimento quando finalmente ela disse as palavras mágicas.
-Goza para mim – o prazer acumulado levou a melhor de mim e agarrei em seus quadris para conseguir estocar bem fundo nela, a fazendo gozar junto comigo, gemendo o nome um do outro para quem quisesse ouvir.
Ela se levantou e rodou pro lado, procurando minha mão de imediato. Nossas respirações ainda muito aceleradas para falar alguma coisa.
-Nunca pensei que me esquecer dum dossier em casa fosse levar a isto Harry – ela disse divertida quando já se preparava para levantar
A puxei contra meu peito, sabia que ela tinha de regressar para a faculdade e que já lhe tinha roubado muito tempo.
-Não vá – pedi beijando seu ombro
-Preciso ir mas espere por mim de noite porque nós ainda mal começamos, não esqueci que VOCÊ se tocou aqui! Bem na nossa cama! – disse exaltada se levantando logo de seguida indo pro banheiro, provavelmente tomar um duche para depois sair.
Afinal sempre serei fudido como queria, por agora vou apenas dormir tendo sonhos eróticos com minha namorada.
Lii
One Shot com Harry Styles
Parte I / Parte II
Eu tentei mostrar para Harry que eu era forte, tentei passar segurança e mostrar que eu sempre o amaria. Nós passaríamos 2 semanas na sua antiga cidade, Holmes Chapel, longe de toda a movimentação de Londres para o descanso de Harry.
Eu estava junto com ele no seu antigo quarto, que ele lembrava muito o Harry da adolescência, cheio de jogos para vídeo games, um computador que por muito tempo não foi ligado, vários pôster, revistas de esportes, alguns CDs. Harry estava deitado na cama e eu falava com ele:
- Temos duas semanas aqui, você vai poder relembrar das coisas boas que aconteceram com você aqui. – Nós ficamos em silencio.
- Eu agradeço tanto por isso ter acontecido comigo e não a você, eu nunca me perdoaria se você estivesse hoje nessa cadeira. Eu fui castigado por ter dirigido bêbado e em alta velocidade. – Eu sentei ao seu lado da cama. – Você é tão bonita, (Sn). – Ele suspirou. – Não sei como ainda está aqui ao meu lado, com certeza arrumaria algum melhor do que eu, que tenho que andar nessa cadeira. – Fechei meus olhos e segurou por pouco tempo as lágrimas.
- Qual parte do “Eu te amo” você não entende? – Eu o abracei. – Eu tenho que te falar uma coisa.
- Diga... Não espera não me diz que... – Eu o interrompi.
- Eu perguntei para seu médico se você ainda sentiria prazer depois dessa lesão. – Harry ficou me olhando como se ele quisesse a resposta do médico. – “Algumas lesões são muito graves e atingem as partes genitais, por sorte, para vocês dois, claro, Harry teve uma lesão forte, mas não atingiu a parte sexual.” – Harry sorriu.
- Quer isso mesmo? – Afirmei. – E se não der certo?
Comecei a beijar Harry, por um momento eu pensava em como seria se Harry não poderia mexer da cintura para baixo, faria o trabalho sozinha. Tirei a camiseta branca que ele vestia, revelando todas as tatuagens, passei a mão pelo seu abdômen e desci seu shorts e com todo o cuidado tirei o shorts e a cueca pelas suas pernas. Harry me olhava enquanto acariciava seu membro. Por um momento eu achava que o médico tinha mentido para mim, mas então eu vi o membro crescer enquanto eu subia e desci minha boca, não pude conter o sorriso.
- Minha vez. – Harry disse. Por um momento eu queria deitar na cama e Harry me cobrir com aquele corpo, mas ele não podia, não havia problema. Tirei toda minha roupa e fui para cima de Harry, primeiro dei um beijo e depois aproximei minha intimidade da boca dele. Como ele sempre fazia, respirou deixando um ar quente perto dela e começou a fazer um bom trabalho. Ele me segurava com as mãos e de repente ele parou e eu entendi o recado, ele estava pronto para começar.
Afastei minha intimidade, dei um beijo em Harry. Peguei dentro da gaveta uma camisinha e coloquei no membro dele. Em seguida me encaixei dentro dele e comecei os movimentos.
*
Cai ao lado de Harry sorrindo e rindo junto com ele:
- Isso foi incrível Styles! – Falei e então ele me olhou.
- Obrigado! – Ele disse me dando um beijo na boca. – Você me fez homem de novo. – E então eu ri, ri alto.
- Você sempre foi homem Harry. Você que não acreditava nisso. – Ele me olhou. – Cadeira de rodas não é um bicho de sete cabeças, Sunshine. Pode ser difícil, mas eu estarei aqui, para matar todas as cabeças que crescerem e quebrar todos os medos que criarem! – Harry sorriu.
- Por que nós não se casamos ainda? – Eu sorri e por fim eu o beijei.
One Shot com Harry Styles
Parte I Enquanto sorria por fora, a dor me arruinava por dentro. Eu tentava passar todas as melhores sensações para Harry, mas era tão difícil, nem eu estava confiante quanto mais passar confiança para alguém. - (S/n). - Harry falava travando - Me desculpa, eu não devia ter corrido tanto e não devia ter brigado com você. - Sorri para ele, mesmo querendo pular em cima dele e socar aquela carinha bonita. - Sem problemas, Haz. - Eu falei, mas na verdade eu queria xingar-lo, queria mostrar minha raiva. Por mais que eu tivesse 99% curada, eu sentia remorso, mas o mais machucado com o erro de Harry, era ele mesmo. - Você ainda me ama? - Eu olhei o. - Mesmo nessa cadeira de rodas? - Sempre vou te amar. - O que era uma verdade por ora. Papo vai, papo vem o médico adentra no quarto do meu noivo. - Noticias: Os exames feitos ontem revelam que, se Harry fizer terapia ele pode, daqui a uns 10 anos, sendo otimista, voltar a andar. - O doutor olhou para meu rosto, lagrimas rolavam. - Eu sinto muito, sei que não são boas noticias, mas graças a Deus, antes de ocorrer o acidente, Harry era um homem ativo em atividades físicas o que pode ajudar-lo muito na recuperação. Além disso, Harry pode usar da sua imagem para alertar sobre os acidentes no transito, porque tenho certeza que vocês não desejam isso, nem para a pior pessoa do mundo. - Eu agradeci o médico que sai do quarto. - Seremos otimistas durante esse período. - Harry levou as mãos ao rosto e começou a chorar. - Vai ficar tudo bem, nós iremos superar juntos essa. - Nem se o mundo todo fosse otimista em 10 anos eu estaria curado... O que vai acontecer com o nosso casamento? E os planos para ter filhos? E as viagens pelo mundo? Você vai ter que ficar me carregando igual bagagem! - Harry, pessimismo é o que menos precisamos agora. Ao nosso casamento, se for preciso entro de cadeira de rodas para você não se sentir mal. Aos nossos filhos, daremos educação e amor. Às nossas viagens pelo mundo, compraremos duas passagens para qualquer lugar. - Mas e o seu vestido branco, cheio de detalhes? Se você entrar sentada em uma cadeira de rodas não vai mostrar o quanto você é linda. Mas como teremos filhos, se eu não posso fazer nada? Mas e as passagens serão mais caras por causa da cadeira! - Harold, como você é pessimista. Entenda, podem ocorrer um à bilhões de incidentes que farão nós pensarmos em desistir, mas estaremos juntos para um levantar o outro. Quando um de nós decidir ver o mundo com uma cor diferente, o outro vai provar para o mundo que aquela cor na verdade é a certa. Quando um de nós desistir de lutar, o outro vai empurrar-lo até o fim, igual no filme Carros, lembra? Seremos como os três mosqueteiros, só que com dois, 'um por todos e todos por um', lembra? Seremos Bernardo e Bianca, lutaremos com os piores inimigos, e no fim ficaremos juntos, lembra? Seremos como The X-Factor, que você não precisa ser o primeiro para conquistar o mundo, lembra? - dizia eu em lágrimas, fazendo Harry e Anne, que havia entrado na sala assim que comecei a falar, chorarem. ~Continua
One Shot com Harry Styles
- Da para você parar de gritar comigo? A culpa não é minha Haz. – Harry dirigia em alta velocidade voltando da festa de casamento da sua irmã Gemma e do atual marido dela, Ashton, da banda 5 Seconds of Summer. – Eu não acredito que você possa gritar comigo assim. – Cruzei os braços.
- Você que fica dando showzinho, (s/n). Eu te falei para não ficar falando merda. – Harry aumentava a velocidade do carro.
- Da para você ir devagar?
- Quer dirigir? – Fiquei em silencio. – Ah, pêra, você não sabe, então não fode.
- Harry você está a 200km/h, não tem necessidade disso. – Eu quase nem terminei a frase, não via nada, estava tudo escuro. Harry avia batido.
Ouvia sirenes e barulhos muito altos, ouvia pessoas falando, mas não conseguia decifrar nada. Eu tentei me mexer para sair dali, mas algo prendia minhas pernas. “Duas vitimas no carro, comandante”. Eu e Harry, provavelmente. De repente tudo se apagou, não ouvia nada, não via nada, preto no preto, onde eu estava?
Li em vários sites que depois da morte, os cérebros ficam vivos por mais 7 minutos, seria eu nesse momento? O momento de ‘quase morte’. “Um, dois, três, choque” voltei a ouvir. “Senhor, é a segunda parada cardíaca que ela tem” “Não desista”. Ouvia barulhos de desfibrilador e como uma coceira no peito, mas eu não podia me mexer.
Luz. Eu vi o branco, ouvia tudo novamente e com dificuldade abria os olhos. “Ela sobreviveu”
*
Eu andava de um lado para o outro, finalmente curada do acidente, mas ainda no hospital. Meu noivo estava no quarto depois de uma cirurgia muito complicada.
- Srt. (s/s) – Parei em frente ao médico. – Tenho noticias. Uma boa e outra ruim. Qual você quer primeiro?
- Boa. – Fechei os olhos esperando algo realmente muito bom.
- Harry está vivo. – E aquilo sim era uma noticia boa. – Mas a batida foi muito, muito forte, ele teve sequelas. Ele terá que ficar durante a vida todo em uma cadeira de rodas, Harry está paraplégico.
~Continua