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Imagine hot - Harry Styles
ps:imagine postado tanto aqui como no 1d-imagines-hot.
Nunca uma viagem de avião me pareceu tão longa. Desde manhã que estava pensando em como seria quando chegasse a casa, minha casa com s/n na verdade.
Assim que meu despertador tocou, fui no banheiro tratar de minhas higienes, agarrei em minhas malas e fui para o aeroporto.
Finalmente ontem tínhamos acabado uma parte da tour e hoje bem pela manha todos íamos para Londres e então para as casas das namoradas ou dos pais, no meu casa ia para minha casa já que a s/n se decidiu mudar para lá após muita insistência minha.
Toda a viagem podia ser bem pacífica se meu corpo não tivesse vida própria, meu maior erro foi ficar sonhando acordado com a recepção que s/n me faria quando chegasse. Esse foi meu maior erro, a partir desse momento minha paz acabou e meu calor aumentou.
Fiquei pensando em como seria bom se chegasse e s/n estivesse me esperando no sofá, comendo pipoca e assistindo filme de short e camisa. Ou se ela estivesse na cozinha, preparando alguma comida boa para mim, com apenas uma camisa branca minha cobrindo seu corpo. Ou se ela pulasse em meu colo sem nem me dar tempo de ver o que ela estava vestindo. Ou se ela tivesse chegado da faculdade e fossemos tomar um banho juntos. Ou se ela me recebesse com um enorme sorriso e um beijo de tirar o fôlego.
Ou se me perdesse com seu cheiro, com seu corpo, com seu gosto.
Minha mente imaginou tudo, ela me recebendo de jeans e camiseta, com o maior sorriso do mundo, aí eu lhe dizia que ela estava linda mais linda que da ultima vez que a vira, a chegava perto de mim agarrando sua cintura com delicadeza e finalmente sentia seus lábios nos meus. Um beijo doce, sentindo a maciez de seus lábios, cheirando seu perfume, aproveitando cada segundo, mas então isso se tornou pouco, o desejo reprimido foi desabrochando e logo gemi em seu ouvido a fazendo rir.
-Senti sua falta – ela disse em meu ouvido
-Não mais que eu – disse a fazendo saltar em meu colo e a levando para nosso quarto
A estendi com a maior delicadeza na cama e a comecei a beijar bem devagar, s/n é algum tipo de deusa que desceu na Terra porque seu corpo me hipnotiza, me prende com sua sensualidade nada forçada. Tirei sua camiseta e seu short, junto com suas meias e teni, a deixando apenas de soutien e calcinha, bem ali na minha frente, pronta para ser amada. Comecei beijando seus pés, pernas, coxas, virilhas, sentindo seu cheiro, depois subi mais um pouco não lhe dando o que ela tanto queria, beijei sua barriga e então pressionei contra o tecido de seu soutien, podia sentir seus mamilos ficando duros prontos para serem chupados, os liberei e massajei fazendo s/n se contorcer. Finalmente tirei aquela peça de roupa e abocanhei seu peito direito, chupando com força, sem dó. Ela gemeu alto enviando uma mensagem bem direta para meu membro que já estava doendo. S/n começou a investir em mim, rebolando e fazendo fricção entre nós, arrancando gemidos do fundo da minha garganta. Tirei minha boxer e sua calcinha e enfiei dois dedos nela, sabia o quão encharcada ela estava então não me preocupei em ser cuidadoso, logo meus dedos estão envolvidos pelo seu suco quente e coloquei mais um dedo e tentei rodar, fazendo com que as digitais ficassem para cima, então os dobrei e retirei logo depois. Sabia que tinha tocado em seu ponto fraco e ver ela exposta, gemendo meu nome estava dando comigo em doido.
-Por favor Harry
-O que? Fala
-Me come – acariciei meu membro pronto para entrar em sua boceta apertada
-Por favor – ela suplicou
-HARRY! ACORDA CARAMBA! – Zayn gritou em meu ouvido me pregando um susto de morte
Minha mão estava sobre meu membro duro, latejando na verdade, meu corpo quente e cada centímetro de minha pele coberta por uma fina camada de suor.
Zayn apenas riu e se foi, me deixando no avião necessitado de s/n. Como eu vou sair daqui com meu membro querendo pular das calças?
Respirei repetidas vezes e me acalmei mas meu corpo estava em chamas, precisava de s/n com urgência, mal podia esperar para chegar a casa.
Como uma viagem pode ser tão longa? Primeiro naquele avião e agora neste carro claustrofóbico? Mandei meu motorista acelerar e os minutos pareciam não passar mas finalmente cheguei em casa, peguei minhas malas, abri a porta pensando mas minhas possibilidades em que encontraria s/n, será que ia ser como eu imaginei mesmo? Seria perfeito demais.
-s/n? – chamei assim que entrei
Não vi ninguém, andei até à cozinha, sala, quarto, procurei por toda a casa e ela não estava em nenhuma parte. Meu celular vibra.
“Não sei que horas você chega mas só chego a casa no finalzinho da tarde, te amo”
Finalzinho da tarde? Já cheguei e ela não está em casa para dar conta do fogo que se apoderou de meu corpo.
Suspirei e subi de novo as escadas para o nosso quarto, me deitei na cama, de barriga para cima tentando descansar. Mas minha mente estava longe, em s/n na verdade, em seu corpo, seu cheiro e seu gosto, caramba como eu quero provar ela neste momento. Não sei o que desejo mais, se é fuder ela duro contra uma parede ou se é ser fudido até ao ponto de não haver nada dentro de mim, ela no controle me deixa louco e eu gozo que nem adolescente, várias vezes enquanto ela nem geme. Ser fudido,definitivamente preciso de ser fudido, de ter ela no controle para apagar todo o fogo que me esta consumindo.
Tenho suor escorrendo pela minha testa e decido tirar minhas roupas, não tinha volta, enquanto s/n não chegasse minhas mãos teriam de servir para alguma coisa. Voltei a deitar na cama, de barriga para cima, acariciando meu membro e imaginando as mãos de s/n em mim, me estimulando, fazendo movimentos de vai e vem e apertando minhas bolas, joguei minha mão livre a elas e as apertei tal como s/n fazia e gemi, gemi alto, não estava aguentando, iria gozar em minha barriga em segundos.
Continuei imaginando s/n em vez de mim, desta vez me estimulando com a boca, ela tinha melhor boca do mundo, ela iria rodear seu polegar em volta de minha glande, espelhando a gota de pré-gozo que lá se formara e depois iria abocanhar tudo de uma vez, me deixando na beira do precipício.
A porta bate me fazendo abrir os olhos e ver s/n me olhando. Meu coração para por um instante, fui pego pela minha própria namorada me masturbando pensando nela.
-E..Eu… s/n escuta!
-Shiu – ela disse mandona, em que merda eu me fui meter? – Você se tocou sem a minha permissão estando em terras britânicas, como você pode e eu não?
Ela disse enquanto ia retirando toda a sua roupa, meus olhos se fixaram no quão suave a sua pele parecia.
-Responda – ela exigiu e aí eu me lembrei do nosso acordo, nenhum de nós se tocava se ambos estivéssemos no mesmo pais, apenas podíamos fazer isso se eu estivesse em tour por muito tempo ou coisa do tipo.
-Não aguentei
-Não aguentou Styles? Resposta errada! – Ela disse engatinhando até mim e colocando a mão de surpresa em meu membro.
Gemi alto e joguei minha cabeça para trás arqueando minhas costas, precisava seu toque mais que tudo nesta vida.
-Agora você vai aguentar até eu dizer que você pode gozar tá bom?
Oh não, eu que fazia isso com ela. Eu que dizia que ela não podia gozar ate eu dizer senão iria ser punida. O feitiço estava se virando contra o feiticeiro e não sei se estou gostando disso, se não aguentasse que punição ela iria me dar? Greve de sexo? Não poder gozar? Não me fuder como eu tanto estava desejando?
-Senão…?
-Sou punido – disse sem fôlego, suas mãos trabalhavam em mim
-Muito bem, agora chega de conversa – ela disse rodeando a gota de pré-gozo que estava em meu membro.
Sabia o que viria a seguir, cerrei os olhos com força me preparando e quando ela me abocanhou precisei de todo o meu controle para não gozar. Porra, minha imaginação não era nem um décimo da realidade, a intensidade com ela é mil vezes superior, mil vezes melhor.
Sua língua percorreu todo o meu membro várias vezes, me chupando, me acariciando, me lambendo, me apertando, sua outra mão estava em minhas bolas fazendo a pressão necessária para querer explodir a cada segundo.
Então ela parou e abri os olhos, ela estava se posicionando em cima de meu membro, a parei por segundos querendo me certificar que ela estava bem molhada, levei meus dedos ao seu centro e pude sentir que ela estava tão pronta quanto eu sem lhe ter nem ao menos estimulado, ela estava assim apenas pela excitação do momento.
-Chupe – ela mandou e chupei meus próprios dedos
Ao menos consegui prova-la antes de ela me punir seja lá com o que for por gozar sem a sua permissão. Não achava que ia aguentar até ao fim, sinceramente.
Seus grandes lábios rodearam minha glande me fazendo perder os sentidos, fechei os olhos com força e mordi meu lábio até sentir sangue. Não podia gozar quando ela me fizesse ir até ao fundo, momentos depois ela cansou de brincar e desceu rápido e fundo em mim. Gemi alto sentindo cada centímetro de seu sexo me apertar, me envolver com seu suco. Tentei tocá-la mas ela não deixou, empurrando de novo meus braços para a parte de cima de minha cabeça, ambos sabíamos que tinha força para a desobedecer mas nós gostávamos de jogar.
Podia ter passado horas com ela cavalgando sobre mim, meu cérebro apenas registava o prazer e o pensamento de não poder gozar, não sei quanto tempo passou ao certo mas minhas bolas deviam estar azuis e meu membro em sofrimento quando finalmente ela disse as palavras mágicas.
-Goza para mim – o prazer acumulado levou a melhor de mim e agarrei em seus quadris para conseguir estocar bem fundo nela, a fazendo gozar junto comigo, gemendo o nome um do outro para quem quisesse ouvir.
Ela se levantou e rodou pro lado, procurando minha mão de imediato. Nossas respirações ainda muito aceleradas para falar alguma coisa.
-Nunca pensei que me esquecer dum dossier em casa fosse levar a isto Harry – ela disse divertida quando já se preparava para levantar
A puxei contra meu peito, sabia que ela tinha de regressar para a faculdade e que já lhe tinha roubado muito tempo.
-Não vá – pedi beijando seu ombro
-Preciso ir mas espere por mim de noite porque nós ainda mal começamos, não esqueci que VOCÊ se tocou aqui! Bem na nossa cama! – disse exaltada se levantando logo de seguida indo pro banheiro, provavelmente tomar um duche para depois sair.
Afinal sempre serei fudido como queria, por agora vou apenas dormir tendo sonhos eróticos com minha namorada.
Lii
Imagine com Harry
Seu POV
Harry, eu, Niall e mais alguns amigos estávamos voltando de uma festa a fantasia, para o ônibus de viajem que nos levaria a mais uma cidade incrível no qual meu namorado, Harry, fará mais um de seus concertos.
- Ai, meus pés doí - Eu reclamo fazendo careta para meus sapatos. Estávamos indo á pé, pois o caminho até o ônibus não era muito longo e as ruas estavam vazia e sem rastro de fãs.
- Vem querida, me dê seus sapatos - Harry fala parando o seu andar.
- Eu não vou descalço - Resmungo
- Sobe em minhas costas, já estamos chegando - Ele fala todo doce, eu levanto um de meus pés e descalço ele, e faço o mesmo com o outro. Entrego meus sapatos a ele e vou logo subindo em suas costa, ele agarra minhas coxas e volta a caminhar.
Alguns minutos depois Harry me coloca no chão indicando que já chegamos ao ônibus.
- Está cansada? - Pergunta Harry
- Um pouco - Ele dá um meio sorriso. Entramos no ônibus e está muito silencio, presumo que todos estavam dormindo e então o restante dos nossos amigos entra fazendo bagunça, reviro os olhos com isso. Será uma noite barulhenta.
- Vai pra cama agora? - Harry pergunta e balanço a cabeça afirmando. - Vou com você - Harry me da um sorriso malicioso. Oh não, será que ele quer fazer isso com quase todos acordados.
- O que tá pensando? - Pergunto, ele alarga o sorrido e me guia até sua cama. Ele fecha as cortinas, me deito na cama e ele começa a despi sua fantasia. Eu fico observando, ele estava tão fofo e sexy com aquela fantasia de Harry Potter. - Gostei muito da sua fantasia - Digo sorrindo, ele me encara. Oh merda, sorriso malicioso de novo.
- Presumo que sim. - ele cai em cima de mim, começando a beijar meu pescoço.
- Está faltando apenas a varinha - Ele me olha sorrindo
- Ela entra em cena agora. - Ele diz voltando a beijar meu pescoço.
- Harry...- Eu sussurro, ele sabe muito bem que beijo no pescoço é meu ponto fraco. - Harry, a gente não pode...
- Por que não? - Ele fala no mesmo tom que o meu.
- Os meninos estão lá fora, e se ele nos ouvir? E se eles pegar a gente? é desconfortante...
- Relaxa amor, ninguém vai nos ouvir ou entrar aqui -Ele me encara novamente - Eu preciso de você...- Ele sussurra e beija meus lábios
- Harry...- eu resmungo cedendo, ele ri e me beija. Tem como rejeita um homem desse só de cueca em cima de mim. Eu empurro ele que cai do outro lado da minha, ele me olha meu confuso. Eu me sento de costa para ele e passo meu cabelo para o lado. - Abra meu vestido - Eu posso não vê-lo mais eu sei muito bem que o sorriso malicioso e mais sexy está estampado em seu rosto.
- Com todo prazer, querida - Ele se aproxima de mim, um de suas mãos vai para minhas cinturas e a outra está descendo o zíper do meu vestido até o final. Saio da cama ficando em pé a sua frente, deixo o meu vestido cair ficando apenas de calcinha a sua frente, ele morde os lábios. Pega minha mão e me leva até seu colo, me deixando sentada em cima de sua ereção.
Me deito sobre ele, para facilitar minha ação de beija-lo, suas grandes mãos estão acariciando minha bunda e então eu sinto sua palma bater forte nela, e depois sinto queimar. Uma mistura boa de dor e prazer. Eu gemo entre o beijo e ele faz novamente, e um gemido mais alto sai dos meus lábios. Oh Droga.
- Shh... - Ele morde meu lábio, e mando um olhar de desculpas pra ele. Harry troca as posições ficando por cima novamente, suas mãos vão da minha cintura até o interior de minhas coxas, no meu sexo. E então ele começa a acariciar por cima da calcinha preta que estou usando, eu mordo meu lábio tentando conter os gemidos. - Oh querida, está molhada e pronta pra mim...- ele faz um pausa - Gosto das nossas preliminares mas eu vou sentir que vou explodir se eu não entrar em você agora...- Sua voz me excita mais ainda. Pegando a camisinha Harry logo a rasga e me entrega o pacote aberto - Quero sentir seu toque - ele explica e logo tira sua cueca, se deita ao meu lado. Rapidamente eu me encontro de joelho entre suas pernas, tiro a camisinha do pacote e posiciono na cabecinha de seu membro e logo a deslizo desenrolando em sua membro, ele geme baixinho e rouco. Oh meu deus. Ele olha desaprovado
- Por que ainda está com esse pedaço de pano? - ele pergunta se referindo da minha calcinha, eu fico de pé em cima da cama e tiro, ele me observa atentamente. - Deita-se - ele manda e eu faço, ele fica por cima mais uma vez e se posiciona entre minhas pernas, logo penetrando e me preenchendo.
- Ah...- eu solto um gritinho. Droga (s/n)! Se controle!
Ele tapa minha boca com a mão e começa a se mover dentro de mim. Isso é bom, muito bom.
- (s/n)... - ele sussurra meu nome, movendo e movendo mais rápido dentro de mim. Ele tira a mão da minha boca e segura meus quadris, penetrando mais profundo. Gemidos escapam do meus lábios sem querem, não consigo me controlar, então Harry me olha desaprovado e vai parando os movimentos rápidos e indo lentamente e fundo. - shh...se controle!- ele manda e continua lentamente e fundo. Isso é tão torturante, eu quero gritar seu nome, eu quero gemer alto de prazer.
- Harry, por favor...- Eu peço para ele ir mais rápido e sem hesita ele faz o que eu pedi, indo rápido novamente. Nem ele está aguentando mais essa tortura.
Mais algumas estocadas de Harry e eu chego felizmente ao meu orgasmo, desse vez é incontrolável, gemo alto de prazer. Mas Harry desse vez não faz nada, ele geme alto assim como eu, ele chegou ao seu orgasmo também.
...
- Isso foi torturante - eu falo ainda ofegante, e ele ri me abraçando de lado.
- Sim, e muito gostoso também - ele diz.
- Foi e muito!
Imagine Harry Styles (Once Upon a Love) FINAL
Mas ninguém o tinha, [S/N] havia ido embora e apagado seus rastros muito bem.
Andei por quase a cidade toda, sem sinal de vida dela, ninguém a conhecia, ninguém nem se quer tinha visto uma mulher com suas caracteristicas, então comecei a duvidar do fato de ela morar aqui. Talvez ela estivesse morando a pouco tempo, assim como eu.
Estava cansado, com fome, com sono e todo imundo de estar andando pela cidade durante o dia todo. Passei em frente a uma pequena praça, onde havia um trailer vendendo cachorros quentes, comprei um e me sentei em um banco.
Eu estava exausto e sem esperanças de enconrá-la novamente. E agora o que eu descobri mais cedo estava batendo em minha mente e me dizendo o quão idiota eu fui no passado. Em pensar que eu a tratei daquela maneira na ultima vez que nos vimos em frente a sua casa. Eu sou um completo idiota mesmo.
Até mesmo eu teria me deixado se eu tivesse me tratado da mesma forma. Mas agora era tarde demais para ficar pensando nisso. Ela havia me deixado, havia sido mãe, estava criando um filho sozinha, o nosso filho por sinal e fez um excelente trabalho com isso, devo admitir, Daniel parecia sem dúvida uma criança maravilhosamente bem amada.
O que eu não daria para poder estar com eles, o que eu daria para poder ficar com eles para sempre, encontrar [S/N], abraçá-la e dizer que tudo ficaria bem, que eu a amava e que cuidaria deles.
E então, como se Deus estivesse finalmente ouvindo minhas preces, do outro lado da praça pude ver um garoto que me parecia muito conhecido, andando com alguns amigos, segurando uma bola de futebol.
Esfreguei os olhos, não poderia ser ele, eu estava vendo coisas. Me levantei e comecei a caminhar na direção deles e então quando cheguei perto o suficiente pude ver com clareza, aquele era Daniel, meu filho. Eu não pude me conter e uma lagrima saiu de meus olhos. Eu estava frente a frente com meu filho.
-Oi Daniel, lembra de mim? -eu perguntei me abaixando um pouco para ficar a sua altura.
-Sim... você estava falando com a mamãe hoje cedo. -ele disse sorrindo. - Você é o namorado dela? -ele perguntou curioso e eu sorri através das lagrimas.
-Não, sou apenas o amigo dela. Um amigo de muito tempo. -eu disse enxugando meus olhos.
-Está chorando? O que houve? Se machucou? -ele perguntou preocupado.
-Não, apenas caiu um cisco em meu olho. -eu disse rindo. -O que está fazendo aqui a essa hora? Já esta ficando tarde.
-Fui com meus amigos jogar bola no campo na rua de baixo. Mas acabamos ficando mais do que o esperado. -ele respondeu dando de ombros.
-Quer que eu te leve para casa? Levo todos pra casa. -eu disse rindo.
-Claro. -ele disse sorrindo. E então me passou uma coisa pela mente, essas crianças, aceitariam a carona de um estranho para ir para casa, [S/N] estava maluca de deixá-los andando sozinhos a essa hora.
Eles me seguiram até meu carro, estavam em 4 meninos, deixei os 3 amigos de Daniel em suas casas e depois ele foi me explicando onde ele morava com sua mãe e eu notei que nunca encontraria esse lugar sozinho. Não me lembrava de ter vindo aqui algum dia.
-É bem ali. -ele disse apontando com um dedo, uma casa grande e branca, no fim de uma rua sem saída.
-Oh, que casa bonita. -eu disse sorrindo.
-Sim, sim, mamãe que a comprou, eu ajudei a escolher. -ele disse exibindo um sorriso.
-Eu imagino. -eu disse sorrindo e estacionando o carro.
Assim que parei o carro em frente a casa Daniel saiu correndo e gritando por sua mãe, que saiu pela porta da frente desesperada com um telefone na mão.
-Daniel Edward Monroe, onde você estava? -ela perguntou brava. -Liguei para a casa de seus amigos e todos eles já haviam chego... fiquei preocupada... e de quem é esse carro? -ela perguntou.
Quando me viu saindo de dentro do mesmo começou a ficar vermelha, me lembro de uma vez que ela havia ficado assim antes, foi pouco tempo antes de dar um soco na cara de um garoto que a estava infernizando nos nossos tempos de rebeldes.
-Harry, o que faz aqui? E o que pensa que fazia com meu flho? -ela perguntou de frente a mim.
-Com o NOSSO filho você quer dizer né? -eu disse e então de vermelho ela foi para um branco fantasmagórico.
-Daniel, pra dentro... vai tomar banho filho. -ela disse empurrando o menino para dentro. -O QUE VOCÊ TEM NA CABEÇA? -ela gritava comigo. -QUEM VOCÊ PENSA QUE É PARA VIR ATÉ MIM 10 ANOS DEPOIS DE EU TER IDO EMBORA, ACHANDO QUE É O REI DA COCADA PRETA E FALANDO QUE DANIEL É SEU FILHO?
-[S/N], calma pelo amor de Deus... vamos conversar em um lugar mais privado, por favor, eu...
-EU NÃO TENHO NADA PRA CONVERSAR COM VOCÊ! -ela gritou e então colocou uma mão na testa, fechou os olhos e respirou fundo. -Eu não tenho mais nada pra conversar com você Harry... tudo o que eu tinha que dizer, eu disse a 10 anos atrás.
-[S/N], temos muito o que conversar. Você não me disse tudo. Escondeu o mais importante de mim, durante 10 anos! Pelo amor de deus! E eu achando que você apenas tinha ido embora...
-Apenas ido embora? -ela perguntou rindo sarcastica. -Por favor Harry, eu não fui "apenas embora". Você não me deu escolhas não é Harry? -ela disse e vi que seus olhos estavam começando a se encher de lágrimas. -Você não me via apenas como uma "amiga de foda", o que eu poderia fazer? Quando descobri que estava grávida, fiquei sem chão. Achei que se falasse para você, você me pediria para tirar. E as coisas ficariam ainda piores entre nós. Então achei que talvez conseguisse te fazer mudar de ideia. A respeito de nós, achei que com o tempo você se interessaria por mim, mais do que você sabe...
-[S/N]... eu sinto muito...
-Por favor, me deixe terminar, se eu não disser isso hoje, acho que vou enlouquecer. -ela disse e então se sentou na sargeta. -E então eu saí com você aquela noite, naquela ultima semana você havia me tratado tão bem... de um jeito que você nunca tinha feito e eu achei que talvez você estivesse gostando de mim. E então aconteceu de novo, fizemos sexo e eu achei que seria o momento certo de te contar, mas aí você se transformou de novo naquele garoto cafajeste que eu tanto gostava, mas que naquele momento se tornou o tipo de pessoa que eu mais odeio no mundo. -ela disse e abraçou suas pernas. -E então, discutimos, quando cheguei em casa naquela noite tomei uma decisão. Eu não poderia mais morar ali. Minha barriga cresceria, já que eu não iria tirar meu filho, as pessoas iam começar a comentar, eu ficaria mal falada e você também, devo admitir que fiquei com medo de seus empresários me procurarem e me fizessem tirar meu filho por causa de sua carreira. Eu não deixaria isso acontecer. Então pensei "se ninguém souber, significa que nunca existiu". Arrumei minhas coisas e no dia seguinte estava me mudando. -ela disse limpando as lagrimas.
-Eu nunca faria isso... Nunca pediria que tirasse e nunca permitiria que lhe fizessem mal algum. [S/N]... me desculpe por ser um completo idiota. Mas, pra onde você foi afinal? -eu perguntei me sentando ao seu lado.
-Voltei pro Brasil. Pra minha casa, com minha família. Não disse nada a eles por medo de me expulsarem de casa, mas quando a barriga começou a crescer demais, tive que contar, e adivinha? Meu pai disse que não havia lugar para uma vagabunda com uma bagagem extra. -ela disse rindo ironica. -Então peguei minhas malas, o resto de dinheiro que eu tinha e me mudei para Toronto no Canadá. Eu não sabia para onde ir. Lá conheci uma senhora que precisava de alguém que cuidasse dela. Ela era uma idosa rica, sem família, sem herdeiros, sem nada nem niguém. Me ofereci para cuidar dela em troca de um lugar pra ficar. Ela me acolheu e por 3 anos cuidei dela, se bem que quando estava prestes a dar a luz quem cuidou de mim foi ela. Tinhamos apenas uma a outra. -ela disse.
-Nossa [S/N], e porque não me disse? Você não cogitou nem por um momento me ligar dizendo o que estava acontecendo? -eu perguntei.
-Você teria me ajudado? Teria largado a banda pra cuidar de mim e do nosso filho? -ela perguntou olhando nos meus olhos.
-Eu... -fiquei pensando por um tempo e não disse nada.
-Foi o que eu pensei. -ela disse rindo. - Quando Dorothy morreu, ela deixou um testamento. Eu nunca havia ficado sabendo dele. Ela deixou toda sua herança, sua fortuna para mim. E para Daniel também, ela se apegou tanto a ele, e ele se apegou tanto a ela que a chamava de avó. Eles passeavam juntos, riam juntos, viam TV juntos, brincavam no chão da sala juntos enquanto eu fazia o jantar. Pareciamos uma familia de verdade, tudo o que eu queria era que ela não sofresse quando chegasse sua hora. E morreu dormindo. Como um anjo. Sofremos muito, mas Daniel sofreu mais. Ele não aceitava a morte de Dorothy. Então depois disso, não conseguriamos mais viver naquela casa, vendi e me mudei pra essa casa. Por mais que eu tente, não consigo ficar longe de Londres, aqui é o meu lugar. -ela disse.
-[S/N], seu lugar é comigo. Sempre foi. -eu disse me levantando quando ela o fez. -Eu sei que fui um idiota, mas eu acho que mereço uma chance pra mudar tudo. Acho que eu posso concertar algumas coisas, ajudar você com alguma coisa, não monetariamente, mas acho que tenho esse direito.
-Que direito Harry? -ela perguntou ficando brava novamente. -Você não tem direito nenhum! Eu criei Daniel sozinha, apenas com a ajuda de Dorothy, ela era a única que tinha algum direito, mas como ela está morta esse direito foi com ela para o túmulo! -ela disse. -Você não estava comigo nos piores momentos Harry... você não estava comigo quando Daniel deu seus primeiros passos, ou falou suas primeiras palavras, você não nos deu um teto, não nos deu comida, não nos deu amor... -ela disse, sua voz morrendo na ultima palavra.
-Eu teria dado se soubesse. -eu disse sem pensar. -Eu teria dado tudo isso e muito mais se você tivesse me falado. Eu amadureci [S/N], não sou mais aquele adolescente imprudente que eu era na época que tudo isso aconteceu. Coisas aconteceram nas nossas vidas, de um jeito que não queriamos, mas que acabaram servindo para que crescessemos! -eu disse. -Olha tudo isso que você fez! Você criou nosso filho sozinha, você se virou enquanto eu "aproveitava" o mundo. Mas eu não aproveitei nada sabe porque? -eu perguntei e ela me olhou. -Porque depois daquele dia, que eu te vi indo embora, eu não parei de pensar em você um só segundo. Compus no minímo umas 5 músicas pra você, onde 4 delas se tornaram singles de albuns da banda, uma delas eu nunca publiquei, ninguém sabe de sua existencia, porque é a que mais me afeta. -eu disse olhando para ela. -Eu te amo [S/N], e te peço uma chance. Apenas uma chance pra fazer tudo dar certo, pra arrumar o que eu quebrei, pra te ajudar a continuar. Por favor [S/N], por favor, eu te imploro, não me prive de ter vocês ao meu lado.
Eu não sabia mais o que fazer, esse era meu ultimo ato de desespero. Minha ultima esperança estava sendo posta naquelas palavras, e um sentimento que eu nunca suspeitei que existisse estava explodindo dentro de mim, assim como um medo desconhecido por mim até então. Um medo que me doía cada músculo, cada junta do corpo, um medo de que ela dissesse não e que fugisse de mim novamente, que fosse pra longe com nosso filho, um medo de que eu nunca mais visse nem ela nem Daniel.
-Harry... eu não sei... eu tenho que pensar... Por favor, me de um tempo, eu preciso de um tempo pra processar tudo. -ela disse olhando em meus olhos.
-Tudo bem, eu te dou um tempo. Vamos ir devagar... vamos começar de novo. -eu disse e então ela sorriu. -Que tal... sairmos?
-Harry... eu tenho um filho. -ela disse rindo. -Que proposta indecente para uma mulher de família. -ela disse e eu gargalhei.
-Tudo bem... vamos sair os três. -eu disse rindo. -Como uma família. -eu disse e então ela parou de rir, e com um sorriso discreto, mas sincero me disse que aceitava. -Pego vocês amanhã as 20:00 então. -eu disse sorrindo.
-Tudo bem Harry. -ela disse rindo com as mãos atrás das costas.
Dei dos passos a frente e dei um beijo em seu rosto.
Voltei para meu carro e dirigi até em casa, conforme fui saindo de sua rua, sua silhueta foi diminuindo até desaparecer.
Eu tinha uma chance, uma única chance de fazer tudo funcionar... e eu não ia desperdiçar.
**FIM**
/Mandy
Imagine Harry Styles (Parte 2 - Once Upon a Love)
Harry POV
No dia seguinte me levantei e fui comprar meu café da manhã de sempre, no lugar de sempre e decidi fazer um caminho alternativo de volta para casa, passei por uma rua onde havia um grande terreno, onde agora funcionava uma escola. Devia ser horário de saída dos alunos, pois muitas crianças com suas mochilas circulavam pelo local.
Estava atravessando a rua quando quase caí para trás, era [S/N]. Só podia ser ela, reconheceria aquele jeito de andar e se portar em qualquer parte do universo.
Dei meia volta e fui na direção dela. Fiquei observando seu jeito, ela estava esperando por alguém, pois olhava em volta e depois para o relógio e pelo jeito estava atrasada para algo.
-[S/N]? -chamei e ela olhou na minha direção, os mesmos olhos brilhantes e o mesmo sorriso contagioso, mas assim que me viu seu sorriso natural foi trocado por um sorriso daqueles que damos quando vemos uma pessoa que não queriamos, mas que somos obrigados a tratar com respeito por estarmos em local publico.
-Harry! -ela disse balançando a cabeça e me olhando de cima a baixo.
-Meu deus! É você mesmo! -eu disse a abraçando, ela não me abraçou de volta, apenas deu leves tapas nas minhas costas. -Você não mudou nada. -eu disse segurando seu ombro e a olhando de cima a baixo.
-Você sim, pelo o que eu me lembro. -ela disse sorrindo daquele mesmo jeito, eu sabia que não era bem vindo perto dela, mas eu não me importava com isso.
-Está perdida? -eu perguntei rindo.
-Na verdade não... -ela disse. -Eu moro aqui Harry. -ela disse e voltou a olhar ao redor. Ela colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha com a mão esquerda e eu pude ver que no dedo anelar dela havia uma aliança dourada. Ela estava casada. -Ah, aí está você! -ela disse indo na direção de um garoto que deveria ter seus 8 anos de idade. -Daniel, fale oi para Harry. -ela disse segurando na mão do menino.
-Oi. -ele disse rindo. Ele tinha os olhos dela e um cabelo castanho encaracolado, que lembrava muito aos meus quando era mais jovem. -Mamãe, posso tomar um sorvete? -ele pediu apontando para um carrinho a poucos metros de nós.
-Sim, mas não vá longe. -ela disse sorrindo e lhe entragando uma nota de 10 libras.
-Meu deus... você está casada e com um filho! -eu disse surpreso quando o pequeno já estava longe. -Quem diria! -eu disse rindo como um idiota, eu não sabia o que falar ou como agir diante do que vi.
-Pois é... quem diria. -ela disse um pouco sem graça. -Mas não estou casada. -ela disse rindo.
-Não? E essa aliança? -eu perguntei apontando para o dedo dela.
-Ah, isso? -ela disse rodando a aliança no dedo. -Bom... uma aliança representa a junção de duas pessoas, mas não necessariamente como um casal, essa aliança é mais representativa, ela representa minha aliança e devoção a Daniel... Meu filho é a unica coisa que importa pra mim Harry. -ela disse olhando em meus olhos.
-Ah, entendi... -eu disse olhando de novo para o garoto que agora voltava com seu sorvete.
-Bom, tenho que ir. Foi bom te ver de novo. -ela disse pegando a mochila do filho e indo para um carro.
-[S/N]! -eu chamei de novo e ela parou e se virou para mim. -Uma ultima pergunta, você sente falta dos velhos tempos?
-Sim. -ela disse depois de pensar um pouco. -E então olho pra ele e penso que nada poderia ter acontecido de maneira melhor. -ela disse sorrindo fraco, um sorriso sincero. -Adeus Harry. -ela disse e sumiu de vista.
**
De volta em casa me joguei na cama, nem pensei em comer depois disso, apenas fiquei deitado olhando para o teto e pensando no dia de hoje. Algo estava errado. E havia algo naquele menino que eu simplesmente não podia esquecer e nem sabia o que era.
-Vamos Harry, pense. -eu disse para mim mesmo. E então imagens minhas e [S/N] vieram em minha mente, e me deram um tapa na cara.
Nós dois rindo, correndo, fazendo sexo, ela deitada no meu colo vendo filmes na TV, ela dormindo em meu peito, ela conversando comigo sobre algo que não era importante e nem util, mas que depois seria.
Me lembro de quando ela se foi. Do jeito que ela saiu do galpão na nossa ultima noite juntos, e o que ela me disse. Nunca me esqueci.
"-Tudo bem Harry... eu já entendi... somos apenas amigos de foda... mas achei que você seria melhor do que isso sabe? Achei que mesmo que não namorassemos ou algo do tipo, você me trataria um pouco melhor com o passar do tempo, que sei lá, talvez desenvolvesse um pouco de sensibilidade."
E depois saiu brava, ou chateada, agora que estou me lembrando melhor das coisas, ela não estava brava e sim chateada, chateada com algo que eu fiz. Será que ela havia partido por algo que eu fiz? Eu era um completo idiota naquela época, não que tenha mudado muito, mas eu era estupido com ela, não só com ela, mas com todos. Por isso que Zac e os outros não falavam mais comigo, por isso que a One Direction quase se desfez uma época.
E então como um soco no estomago a verdade me massacrou, as peças se juntavam, tudo fazia sentido. Era como abrir os olhos e ver o mundo pela primeira vez, e talvez fosse isso mesmo, agora que o mundo que eu conhecia havia mudado completamente.
[S/N] havia ido embora porque estava grávida, e o garoto que ela havia buscado na escola, era meu filho. Por isso ela foi embora chateada do galpão, ela queria me contar. Ela queria que eu soubesse, mas eu não dei a oportunidade a ela, e ainda a tratei como uma qualquer.
Meu deus como eu sou idiota. Eu realmente mudei o conceito dessa palavra. Deveria tatuá-la na testa.
Peguei meu casaco e saí de casa, tirei meu celular do bolso e comecei a ligar para todos que conhecia e que poderiam ter o numero do telefone dela.
Continua...
/Mandy
Imagine Harry Styles (Parte 1 - Once Upon a Love)
Harry POV
Eu não conseguia parar de lembrar dos velhos tempos, ficava pensando nisso quase 24 horas por dia, chegava a ser insano. eu não podia mais continuar com isso.
Frequentei psicologas, grupos de apoio, meus amigos e nada, absolutamente nada tirava ela da minha mente, nada me fazia esquecer os momentos que vivemos juntos, e nesses ultimos dias isso tem ficado insuportável, por isso aqui estou eu, Harry Styles, integrante da ex boyband One Direction, a boyband que mais fez sucesso no mundo, que se desfez de alguns anos.
Chegou um momento nas nossas vidas que não podiamos mais continuar com isso, não tinhamos mais a mesma energia e disposição e também outras coisas se fizeram mais importantes do que nossas carreiras, como Louis que decidiu se casar com Eleanor, ou Zayn que estava sendo pai do seu terceiro filho, e Liam que havia parado para dedicar mais tempo ao seu pai que agora estava com uma doença em estagio terminal, Niall havia voltado para a Irlanda, onde foi para a fazenda que ele comprou para a sua família, pois eles estavam passando por dificuldades. Como eu disse, chegou um momento da vida de nós 5 onde tivemos que ver o que era mais importante, a banda ou nossos deveres para com aqueles que amamos.
E no fim ficou somente eu, Harry, que não tinha para onde ir, para quem voltar e nem o que fazer, e então essas lembranças decidiram aparecer. E agora estou voltando a Londres, onde tudo começou a mais ou menos 10 anos atrás.
FLASHBACK ON
-Vamos Harry, não seja medroso. -disse [S/N] com aquele sorriso malicioso nos labios, ah aqueles lábios, que eu me controlava para não beijar na frente dos meninos.
-Eu não estou sendo medroso, apenas estou usando o bom senso. -eu disse e ela fez uma careta.
-Ah, qual é Harry? Todos sabem que você e o bom senso não andam juntos a séculos. -ela disse e riu, e então algo dentro de mim explodiu e eu finalmente fiz o que eles estavam propondo.
Pulei a catraca e nesse momento os alarmes começaram a tocar, saímos todos correndo, se Liam me visse aqui ele iria me matar, já seria a terceira semana consecutiva em que eu me metia em problemas.
-Essa não. -eu disse enquanto corria. Estavamos todos bebados e correndo pela cidade de Londres.
[S/N] era uma aluna de fotografia que estava fazendo intercambio na London's University, ela havia vindo do Brasil e tinha um espirito aventureiro.
Zac era meu fiel escudeiro desde que a banda começou a fazer sucesso. E mais alguns "amigos" de noite que sempre estavam junto, mas que eu nunca me lembrava dos nomes.
Quando viramos a esquina demos de frente com a ultima pessoa que eu queria ver naquela noite.
-Onde pensam que vão? - o policial Levy perguntou com os braços cruzados na nossa frente.
-Para casa. -[S/N] disse sorrindo.
-E o que estavam aprontando? Não sabem que essa área é restrita? -ele perguntou.
-Ah vamos lá Levy, você sabe que estamos apenas querendo nos divertir. -ela dizia sorrindo pra ele, devia ser efeito do alcool, ela sempre ficava assim quando bebia um pouco demais.
-Crianças já deveriam estar dormindo, aqui não é lugar para bebes! -ele disse irritado.
-E quando foi a ultima vez que sua mãe trocou sua fralda Levy? Porque o cheirinho está de matar. - [S/N] disse tapando o nariz e abanando a mão na frente do rosto e depois todos caíram na gargalhada, menos Levy claro.
-Só não levo vocês para a delegacia DE NOVO, porque não quero ter que me explicar porque prendi Harry Styles novamente essa semana. -ele disse olhando pra mim e eu parei de rir na hora. -Só... vão pra casa ok? -ele disse cansado.
Depois do nosso pequeno sermão Zac e os outros voltaram para casa, mas para mim a noite ainda não havia acabado. Quando me vi sozinho com [S/N] não resisti e assim que os meninos viraram a esquina a peguei de jeito no meio da rua mesmo.
Envolvi meus braços em sua cintura e a beijei, um beijo intenso e quente, do jeito que só ela sabia me dar. Ficamos agarrados no meio da rua por um tempo até nossos folegos acabarem.
-Harry... se Levy nos pega novamente, vamos pra delegacia, por atentado ao pudor. -ela disse rindo. -Que se dane! -ela disse e segurou com as duas mão em meu rosto e então nos beijamos de novo.
Fomos rindo e fazendo brincadeiras até o nosso velho galpão, um galpão velho no centro de Londres, onde ficamos quando não queriamos ninguém por perto.
Entramos aos beijos no galpão, havia nosso colchão no chão ainda, do mesmo jeito que haviamos deixado da ultima vez. A joguei nele e fui tirando a camisa, ela passava as unhas no meu peito enquanto me beijava, isso fazia os pelos da minha nuca se arrepiarem.
Eu beijava seu pescoço enquanto eu escutava seus gemidos baixos de aprovação, eu adorava qando ela fazia isso, escutá-la fazia meu ego subir até o o infinito. Tirei a blusa dela e me deparei com aquele sutiã vermelho com rendas pretas dela, o que eu mais gostava.
-Você já havia planejado isso né? -eu perguntei rindo enquanto o abria e o jogava por cima das roupas dela no chão.
-Não sei... depende. -ela disse rindo.
Dei meu sorriso de canto e a beijei de novo, a deitando na cama, depois dei mais atenção aos seus seios, que eu tanto amava, eles não eram nem muito grandes e nem muito pequenos, no tamanho certo, ideal.
Ela gemia e puxava meu cabelo enquanto eu chuvapa e dava leves mordidas, fui descendo beijos molhados por sua barriga até que cheguei no cós da calça jeans, então abri os botões e o ziper e ela ergueu os quadris para que eu pudesse tirá-los.
Tirei sua calcinha e me posicionei no meio de suas pernas, ela adorava quando eu usava minha língua nela, e se contorcia toda na cama, isso me fazia sentir como se eu fosse o melhor homem do universo, o mais poderoso ser do mundo.
E então ela puxou meu cabelo para cima e me deu outro beijo, provando de seu próprio gosto, e me jogou no colchão e começou a distribuir beijos pelo meu pescoço e peitoral até chegar na minha calça, que ela tirou. Ela olhou para meu membro e sorriu pra mim, não pude evitar de sorrir de volta.
-Olha, mas o que temos aqui?! -ela disse passando a unha de leve o que me fez arrepiar.
Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa ela o tinha em sua boca, com movimentos leves e ritmados ela me fazia ir as alturas. Não me lembro de nenhuma outra garota com quem tive esse tipo de intimidade fazer isso tão bem quanto ela.
Quando eu estava quase chegando ao meu primeiro orgasmo da noite a puxei pelos ombros e a coloquei deitada no colchão, e então comecei a penetrá-la, devagar e depois aumentando o ritmo.
Ela gemia e se contorcia embaixo de mim, cravando suas unhas na minha costa e me beijando ferozmente. Estavamos quase perdendo o folego e nossos corpos estavam tão quentes que poderiam colocar fogo no galpão a qualquer hora.
E então com um quase grito ela afundou as unhas nos meus ombros e chegamos ao ápice juntos. Deixei meu corpo cair sob o dela, a cobrindo. Dei um beijo em seus labios e me deitei no colchão ao seu lado.
Ela se ajeitou em meu peito e ficamos calados por um tempo, apenas olhando para o nada.
-Uau... Essa foi mesmo muito boa. - ela disse quebrando o silencio.
-Achei que soubesse que comigo é sempre assim... sempre de muito boa para cima. -eu disse piscando para ela e então ela me deu um tapa no peito rindo.
-Você é um idiota sabia? - ela disse rindo. -Por isso que eu gosto tanto de você. -ela disse se ajeitando novamente no meu peito.
-[S/N]... achei que eramos apenas amigos coloridos... -eu disse ficando tenso. Haviamos meio que combinado de que não teriamos nada mais do que isso. Apenas dois amigos fazendo sexo quando estavamos em nossos momentos de seca.
-Eu sei Harry, eu não disse que te amava e que queria que você me pedisse em casamento e que fossemos morar na praia e ter um cachorro chamado Rex. -ela disse ironica, mas eu pude sentir um pouco de dor em seu tom.
-Me desculpe, é que... combinamos... -eu disse e ela se levantou.
-Tudo bem Harry... eu já entendi... somos apenas amigos de foda... mas achei que você seria melhor do que isso sabe? -ela disse se levantando e colocando a roupa. -Achei que mesmo que não namorassemos ou algo do tipo, você me trataria um pouco melhor com o passar do tempo, que sei lá, talvez desenvolvesse um pouco de sensibilidade. -ela disse e parecia brava.
Quando terminou de vestir suas roupas foi em direção a porta.
-Hey, onde vai? -perguntei ainda deitado nu na cama.
-Pra casa. -ela disse e então saiu do galpão.
Depois disso fiquei uma semana sem a ver e quase isso de tempo sem ter noticias dela. Eu não sabia o porque, mas algo dentro de mim me dizia que eu havia feito caca na ultima vez que a vi, e que não deveria ter a tratado daquele jeito.
-Harry... cara... -disse Zac vindo correndo na minha direção.
-O que houve? -eu perguntei antes de atravessar a rua, não gostava de ser visto com ele a luz do dia.
-Cara, a [S/N]... tem um caminhão de mudança parado na frente da casa dela... ela ta indo embora cara? -ele perguntou, eu me irritaria muito por ele usar a palavra "cara" na mesma frase tantas vezes se ele não tivesse vindo me dizer sobre [S/N].
-O que? -eu perguntei e deixei cair minha sacola com alguns muffins do Starbucks perto de casa, aquele era meu café da manhã.
-Veja por você mesmo cara. -ele disse e então praticamente corri até a casa dela.
Realmente havia um caminhão de mudança na frente da casa dela, [S/N] estava do lado de fora da casa de seus pais orientando aos homens onde pegar as caixas com as coisas dela.
-[S/N]! -eu chamei. - O que está acontecendo? -eu perguntei olhando em volta.
-Uma mudança. -ela respondeu seca. -Hey, cuidado com isso! -ela gritou para um homem que estava quase derrubando uma caixa.
-Isso eu posso ver... Mas... porque não me disse que estava se mudando? -eu perguntei.
-Não sei... talvez porque eu estava muito ocupada com isso... talvez eu tenha mencionado isso com você e você nem notou... -ela disse dando de ombros, ela ainda estava brava.
-Mas porque esta indo embora? -eu perguntei.
-Harry... Olha... Somos apenas amigos de foda, não acho que devo satisfação da minha vida a alguém, muito menos a você. -ela disse com os braços cruzados. -Estou indo para outra cidade, me transferi de faculdade, para uma maior e melhor. - ela disse com um sorriso muito falso.
-Então é assim? -eu perguntei com raiva. -Você simplesmente vai embora sem me avisar... e ainda me trata desse jeito? -eu disse e ela nem se moveu nem piscou. -Você é apenas uma vadia mesmo... -eu disse e me arrependi no momento em que disse a palavra.
Os braços dela cairam ao lado do corpo e ela olhou para o chão. Fechou os olhos e respirou fundo.
-Acho melhor você ir agora. -ela disse com a voz baixa.
Eu estava de cabeça quente, queria pedir desculpas pra ela, abraçá-la e dizer que não pretendia dizer aquilo, mas simplesmente saí do jardim de sua casa sem nem ao menos olhar para trás, para a garota que chorava enquanto segurava a barriga.
FLASHBACK OFF
Eu era um completo idiota, e perdi a única mulher por quem realmente senti algo, não sei dizer se era amor, pois era muito jovem pra saber sobre isso, mas a que mais se aproximou disso pelo menos.
E aqui estava eu novamente, em frente a sua antiga casa, a qual comprei a duas semanas e que agora seria meu novo lar. Eu não sabia exatamente o que estava fazendo, mas fazia sem medo de errar. Eu não tinha mais nada para perder mesmo.
Continua...
/Mandy
One shot com Harry - Secretary parte 4
Parte 1 (x)
Parte 2 (x)
Parte 3 (x)
Seu POV
Susan saiu da sala de Harry com um sorriso cínico e um tanto quanto psicopata.
-Oi S/n, como se sente depois de pegar o chefinho? - O tom da voz de Susan me dava nojo, ja estava quase a ponto de vomitar na cara dela. - Feliz? Não espere por muito viu? - ela avisou e saiu. Meu estomago revirou ao inalar seu perfume, sabe aquelas vadias que se banham de perfume doce e totalmente enjoativo? Era exatamente isso, ai você junta esse perfume com a Susan que por naturalidade - digo neutra e sem perfume- já insuportável, vira uma merda.
O susto pelo telefone ter tocado me fez sair dos meus possíveis pensamento em Susan se ferrando na vida. No telefone, era Harry que me pedirá para estar em sua sala, alguns minutos depois. Retoquei meu batom, ajeitei meu cabelo e limpei o barrado embaixo dos olhos. Afinal, ele podia estar muito bem querendo um segundo round, não?
Vinte minutos depois eu me encontrava de frente a porta da sua sala, pronta para entra, então soltei um suspiro final e entrei sorrindo. Ele estava de costa, sentando em sua cadeira olhando a vista da janela transparente, apesar de ser o decimo segundo andar dava pra ver muito bem o movimento de fora.
- Senhor...Quero dizer, Harry! - Ele virou sua cadeira giratória e deu alguns suspiros longos, ele fez referencia para mim sentar e assim fiz.
- Ah, droga! Não sei como dizer isso... - ela pigarrou me olhando com dó, pena.
- Aconteceu alguma coisa? - perguntei preocupada. E novamente um suspirou saiu de seus pulmões.
- Aconteceu. - ele balançou a cabeça - Quero que deixe a empresa...- FATAL. Aquelas palavras foram fatal. Pisquei os olhos algumas vezes digerindo o que eu acabei de ouvir.
- O que? - Aquilo foi a unica coisa que saiu. E ainda soou fraco como um sussurro.
- É isso S/n! Quero que saia. - Eu neguei com a cabeça e coloquei a mão sobre minha boca, tentando friamente não chorar ali.
- Não, você não pode...Eu preciso desse emprego! - Ele me ignorou - Me mande para outra área, mas não me coloque na rua.
- Desculpe s/s, mas já esta feito. Quero que arrume suas coisas, faça o que tiver de terminar e depois pode ir embora. -Eu ainda o olhava com uma expressão assustada. Depois de tudo aquele FDP me manda pra rua, não acredito! Ele voltou a encarar os papeis não se importando comigo, voltou ao trabalho friamente, cretino. Ouvi uma gargalhada e olhei para janela ao lado da porta onde Susan observava atentamente e se divertia com minha lagrimas. Outra filha de uma mãe!
- Eu disse para não esperar por muito. - Ela falou,eu simplesmente não aguentei, se eu fosse sair daquele lugar, teria de ser em grande estilo, fazendo algo que ela nunca ia se esquecer. Sorri sem graça e me dirigi ate ela, quando estávamos muito perto uma da outra eu "sentei" a mão na cara dela. Com força, ódio...Todos os sentimentos que estava a flor d'pele. Com certeza a marca certa de meus dedos em seu rosto fazia minha passagem ali ser inesquecível
Continua...
Imagine Harry Styles (Parte II)
Parte I
-Eu... eu... –você não sabia o que falar, estava com a cara no chão. –Então quer dizer que vocês dois... –você estava dizendo e tentando se cobrir com alguma coisa, estava se sentindo exposta com ele ali te olhando de cima a baixo com um olhar que você nunca tinha visto no rosto dele.
-Não temos nada, somos só amigos. –ele disse.
-Mas... mas... vocês dois... estão sempre juntos, saem sempre, tem segredinhos... e hoje... estavam andando juntos pelas ruas, rindo... quase abraçados! E aquilo de ele contar pros pais dele, que era só decisão dele... achei que ele ia contar que tinha um relacionamento com você! –você estava nervosa de vergonha.
-Não! –ele disse e começou a rir. –Você entendeu tudo errado. –ele disse rindo. –Eu e ele sempre fomos grudados, somos muito parecidos em tudo, nos identificamos, assim como você e suas amigas... e esse negocio de ele contar pros pais dele é que,... bem... digamos que ele esta saindo com uma mulher que tem um filho... ele esta apaixonado, amando, mas os pais dele não vão entender isso... eles não querem que Louis namore alguém que já tenha uma bagagem entende? –ele disse e você fez que sim com a cabeça.
-Ai meu deus... –você disse rindo de si mesma por ter entendido tudo errado.
-Você acha que eu estaria assim se fosse gay? –ele perguntou apontando para o membro ereto dele, era visível até na cueca preta.
-Eu... nem sei o que dizer... –você disse corando.
-[S/N], eu sempre gostei de você... por isso nunca dei bola pra outras meninas... porque eu não queria nenhuma só você. –ele disse vindo na sua direção. –Esperei tanto que chega a doer.
-Harry... eu não sei o que dizer... –você disse saindo do box enrolada na toalha.
-Então não diga nada. –ele te puxou pela cintura e te deu um beijo de tirar o fôlego.
Vocês foram esbarrando em tudo até chegar no quarto dele, onde ele te jogou na cama e diminuiu a luminosidade do quarto, ele ficou olhando pra você e sorrindo.
-Eu sou mesmo um cara de sorte. –ele disse antes de subir na cama junto com você.
Ele te deu um beijo ardente enquanto passava as mãos por toda a extensão de seu corpo, e ficava resmungando entre beijos o quanto você era linda. Você estava em estado de êxtase. Esse era o momento que você sonhou sua vida toda, mesmo tendo relações sexuais com seu ex namorado, Harry era quem você realmente queria.
-Harry... –você disse colocando as mãos no peito dele o afastando um pouco para poder olhar naqueles olhos verdes.
-O que? –ele perguntou assustado.
-Preservativo. –você disse e depois riu quando ele relaxou os ombros, ele se esticou e pegou na gaveta da cabeceira de cama um pacotinho metálico e o abriu com os dentes.
Você ficou observando-o colocar o preservativo no membro com um sorriso no rosto.
-O que esta olhando aí? –ele quis saber te dando outro beijo.
-Nada... apenas observando. –você respondeu sorrindo. –Não posso?
-Claro que pode... isso é tudo seu! –ele disse apontando pro próprio corpo.
Vocês fizeram sexo a noite toda, dando pequenas pausas para recompor a energia, e quando vocês já estavam exaustos Harry te puxou para deitar em cima do peito nu dele, te deu um beijo na testa e em menos de 5 segundos estava dormindo.
Você ficou ali observando aquele lindo homem embaixo de você e lembrando de seus sonhos, e nenhum deles fazia jus ao que você estava vivendo. Você deu um suspiro um pouco alto demais e achou que ele fosse acordar, mas ele apenas se remexeu embaixo de você.
-[S/N]... –ele sussurrou enquanto dormia, o que significava que estava sonhando ou pensando em você e isso te fez sorrir ainda mais.
-Te amo Harry... –você disse e se aconchegou no peito dele e acabou pegando no sono ali mesmo.
No dia seguinte quando acordou estava na cama de Harry, mas ele não estava mais ali. Você podia ver o quarto do mesmo jeito que ele fora deixado ontem a noite, e tudo ali tinha o cheiro dele, aquilo estava tomando conta de seus pensamentos, então você se levantou pegou suas roupas e foi para o banheiro. Tomou um banho demorado e quando saiu foi surpreendida por Harry, ele te segurou pela cintura e te deu um beijo bem demorado.
Você olhou para ele e viu que ele estava com o cabelo molhado, sinal de que havia tomado banho pouco antes de você, e estava vestindo apenas uma calça moletom velha, meio caída na cintura, o que deixava suas marcas em V bem aparentes, você não pode evitar e passou os dedos sobre elas e Harry riu.
-Eu te amo sabia? –ele disse segurando seu rosto entre as duas mãos e te dando outro beijo. –Agora vem, antes que o café esfrie. –ele disse te puxando e você pode ver uma mesa linda montada na cozinha, parecia um café da manhã de filme.
Suas manhãs nunca mais foram as mesmas depois da noite anterior com Harry, ele te provou por B mais C que ele não era gay, e que te amava, você não poderia estar mais feliz.
/Mandy