heaven,
𝐨𝐧𝐝𝐞 — royale bar
𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 — sábado à noite
aquele era o mal de correr em um círculo tão fechado – era difícil fugir das pessoas, independentemente do quanto você tentasse. e, bem, azazel gostava de pensar que havia dado seu melhor para fugir de heaven nas últimas... três ( ou eram quatro? ) semanas. os lugares que costumavam frequentar juntos enquanto estavam saindo foram facilmente trocados por bares e boates underground onde aza sabia que não seria encontrado com tanta facilidade. mas o bom filho à casa sempre torna e quase como uma memória muscular ele se viu passando pelas portas do royale, o caminho tão conhecido até o balcão sendo interrompido por um breve momento quando avistou os cabelos negros e figura inconfundível de heaven – a conhecia bem demais para deixar passar a sua presença, um colírio para os olhos em sua forma quase celestial. era realmente uma pena que ela tinha sido capaz de assustá-lo com a palavra proibida.
mas se a oportunidade se apresenta, quem era azazel para negar? retomou o seu caminho até ela em passos confiantes, arrastando um dos banco altos para se sentar exatamente ao lado dela, a destra afastando o cabelo do rosto bonito para poder deixar um selar na bochecha feminina. long time no see. enunciou de forma arrastada, os lábios curvados em um sorriso atrevido na maior facilidade em fingir que nada havia mudado entre eles ; era aquela a sua especialidade mesmo, a capacidade de sentir vergonha de seus atos era nula. sentiu minha falta?












