icon ✶

Andulka
styofa doing anything
occasionally subtle

No title available

Origami Around

titsay
sheepfilms

⁂
almost home
Sweet Seals For You, Always
YOU ARE THE REASON
todays bird
Misplaced Lens Cap
trying on a metaphor

if i look back, i am lost
dirt enthusiast
Not today Justin

Discoholic 🪩

tannertan36
I'd rather be in outer space 🛸

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Malaysia

seen from United Kingdom
seen from United Kingdom
seen from United States
seen from Morocco
seen from Croatia
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
@lunasunthon
icon ✶
I believe in Lisa’s long black hair supremacy
♡ Say Lalisa love me Lalisa love me
LISA — ‘lalisa’ title poster
𝗻𝗲𝘃𝗲𝗿𝗻𝟮:
As luvas haviam sido só o começo, como a sinopse de um livro. Foi o que atraiu Nadine em primeiro lugar para que ela prestasse um pouco mais de atenção em Luna e visse como ela tinha bom gosto e poderia ser… interessante, passando a enxergá-la com outros olhos. Era até mesmo difícil focar naquelas capas sem graça quando se podia passar todo aquele tempo olhando para o rostinho da tailandesa, mas, bem, negócios eram negócios. “É evidente como o nariz em seu rosto que eu preciso de um livro.” Sorriu com cinismo, tocando o nariz da amiga antes de revirar os olhos e passar a caminhar até outra prateleira. “Não fala comigo como se eu tivesse esquecido o que você fez. Eu não aprecio levar foras.” Mas não manteve a farsa por muito tempo e liberou aquele resto de ressentimento. Onde que bater uma foto com ela era mais atraente do que um convite da própria para se afastar da festa? Conhecia pessoas que bateriam em Luna por perder a oportunidade de uma escapadinha com Nadine.
”Ah é? Então qual livro você quer?” Seu tom escorria incredulidade, o objetivo anterior facilmente abandonado substituído pela curiosidade ao seguir ela pela biblioteca. “Eu não te dei um fora.” Se pronunciou após alguns segundos ponderando os motivos de não ter aceitado se aventurar com a francesa. Tinha a total noção de que colocava as necessidades dos outros acima das próprias, não significava que conseguia controlar como aquilo era administrado na prática, as vezes ela era decepcionante, até para si mesma. “Não sei como você poderia deixar de pensar no que aconteceu depois do exposed, eu não conseguiria focar em nada. Inclusive demorei pra conseguir dormir.” Se justificou andando até se colocar a frente da amiga novamente. “Sério que você tá chateada comigo?”
𝘇𝗮𝗰𝗵𝗿𝘆𝘁𝗷𝗺𝘀:
Se você tirar o sangue de Zach, verá que ele é composto basicamente de cafeína e ritalina, uma bomba de energia utilizada para o mero fim de concentrar durante o dia em suas funções. Eram quatro da tarde e o James precisava repor seu estoque de café e por isso estava na Ground Up. O único problema é que o local estava lotado. Completamente. Havia apenas uma cadeira livre, na mesa em que se encontrava @lunasunthon. Aproximou-se dela com um sorriso simpático no rosto. “Oi, boa tarde” cumprimentou-a. “Você se importaria se eu me sentasse aqui? É o único lugar disponível.”
A julgar pela quantidade de pessoas que abarrotavam o café aquele horário, era de se esperar que em algum ponto a cadeira a sua frente fosse ser requisitada. Luna não estava ligando muito pra isso, escolhera a mesa simples próxima a janela quando ainda estava relativamente vazio mas de forma alguma se importaria em dividir a mesa. “Boa tarde.” Respondeu antes mesmo de erguer os olhos das fotografias repousadas sobre um canto da mesa ao lado de seu café para a quem havia falado com ela. No entanto, não era um funcionário do local apenas em busca da cadeira e sim Zachary. “Não, pode se sentar, fique a vontade.” Gesticulou brevemente para o assento a sua frente, imaginando que se ele não se importava, ela com certeza não tinha problemas com isso. “O lugar está excepcionalmente cheio.” Comentou voltando a tarefa de antes. Seu humor não estava dos melhores, mas ainda tentou ser cordial e puxar assunto.
𝗻𝗲𝘃𝗲𝗿𝗻𝟮:
Nadine Seo d’Aboville não passa vontade. De absolutamente nada. O último encontro com Luna aconteceu de ser extremamente frustrante porque não pudera ter o que queria no fim, que era, sem mais nem menos, a própria Luna, mas a francesa rapidamente daria um jeito de mudar aquela situação. Esvaziara a agenda inteira daquele dia apenas para ver a fotógrafa, percorrendo diversos caminhos da antiga faculdade até encontrá-la porque sabia que ela estudava lá, esbarrando com antigos professores no caminho e sendo perturbada por memórias nostálgicas que colocavam um sorrisinho besta em seus lábios, parecendo uma tola para quem estivesse vendo. Dentro da biblioteca, o único barulho que se ouvia era o tuc tuc tuc que os saltos altos de Nadine faziam, cessando somente quando ela encontrou a golpista. “Francamente, eu não lembrava dessa faculdade ser tão grande.” Murmurou ao lado da morena, fingindo procurar algum título nas prateleiras da sua altura, demorando alguns segundos antes de se virar à ela. “Ah, é só você…” Realizou, pouco impressionada, voltando ao que estava fazendo.
Estava tão concentrada em ler os títulos dos livros que não tinha percebido a presença de Nadine até ela estar ao seu lado, primeiro sentiu seu perfume, trazendo a familiaridade, foi capaz de voltar a si sem se assustar a tempo de ouvir seu comentário. Diferente do que pensou que sentiria, não parecia desconfortável depois da situação da festa, pelo menos não quando se referia a amiga, estava na verdade agradecida por vê-la. Pela primeira vez no dia os canto dos lábios se ergueram num sorriso fechado, mas genuinamente satisfeito, se virando para examiná-la melhor. “Essa é a sua forma de dizer oi? Então oi pra você também. O que te traz de volta a Columbia?” Perguntou tentando imaginar qualquer outro motivo que não fosse ela mesma, até porque Luna não estava usando as luvas que Nadine parecia hiper interessada na outra noite.
☽ Hora: 2pm ☽ Local: Biblioteca da Columbia ☽ Closed Starter: @nevern2
Tudo sobre aquele dia até aquele momento parecia ridiculamente mais incômodo do que em qualquer outro, as aulas foram entediantes, o clima estava estranho, as fofocas nos corredores pareciam mais acentuadas, seu gato tinha arranhado sua mão antes dela sair de casa e até o macchiato que havia pedido para o café da manhã foi impossível de digerir. Decidida a recuperar pelo menos alguma parte de sua motivação habitual, Luna ficou mais tempo na faculdade, normalmente não tinha estágio naquele dia da semana então ficava revelando fotos ou lendo na biblioteca. Local em que se encontrava, vagando pelas altas estantes de livros a procura de algo que chamasse sua atenção.
𝗯𝘅𝗿𝗰𝗹𝗮𝘆:
Balançou a cabeça em concordância, divertindo-se com cada referência de um dos clássicos. Sentiu vontade de assistir um bom e velho filme de terror ali mesmo. ― Mas e aí, se tivesse que escolher sua favorita, qual seria? ― indagou. Sorriu contente pela aprovação da outra, realmente não sabia o que esperar das suas fotos nada profissionais ― Jura? Estou descobrindo vários talentos essa noite ― estendeu uma das mãos para Luna para um high five ― meu instagram é “danbarclay”, fácil de achar. ― Sorriu levemente sem mostrar os dentes. ― Você tá sendo paga pra tirar fotos do evento ou é só por lazer mesmo?
“Já que estamos falando de filmes de terror eu tenho que dizer que seu sobrenome me lembra O Brinquedo assassino, O garotinho se chama Andy Barclay, nunca esqueço desses detalhes. Enfim, eu ficaria entre a Sidney Prescott de Pânico e Laurie Strode de Halloween, ambas são ícones sobreviventes.” Respondeu incapaz de escolher entre suas favoritas. “Falei sério, não ficou ruim. Já existiram piores, você está bem.” Bateu na mão dele. “Certo, o meu é simples então não tem erro quando receber a notificação.” Guardou as fotos para que pudesse postar depois. “Na verdade faz parte da personagem, Lydia Deetz de Beetlejuice. Ela gostava de tirar fotos, eu também, então foi tudo uma obra do acaso eu decidir tirar fotos de quem permitir, é claro, e fazer um projeto extra da faculdade.”
𝘄𝗮𝗹𝘀𝘀𝗵:
foi por puro instinto que walsh levou a mão a frente do rosto, a foto nem havia sido tirada e o garoto já se defendia de ter sua imagem nos arquivos de alguém. não gostava de suas fotos espontâneas, tampouco gostava das programadas. ‘ ah não… foi mal é só que… não.
“Okay, tudo bem.” A reação alheia foi bem inesperada, mas compreensível como Luna era, apenas deixou que a Polaroid pendesse no pescoço novamente. O sorriso diminuíra consideravelmente mas assentiu, imaginando que tinha sido muito invasiva. “Posso perguntar por quê? Se não for muita intromissão.”
𝗴𝗶𝘀𝗲𝗹𝗹𝗲𝘀𝗳𝗺:
“ sair daqui só para a pista de dança , ” concordou . sua noite ainda estava começando , mas estava cansada de ir com calma . estava na hora de começar a ficar bêbada . “ tá , mas como você dança pop rock ? te juro , no momento que eles colocarem uma cardi b para tocar , eu vou sair daqui correndo , ” brincou , apesar de realmente estar esperando algo mais animado para sua estreia na pista de dança . com isso o garçom colocou seus copos na frente do balcão , logo pegou o seu , estendendo na direção da outra . “ here's to getting drunk ! ”
“Tentador!” Repensou a ideia de não levantar porque dançar era outro de seus hobbies, a loira provavelmente não sabia. “Eu danço desde pequena, existem muitas formas de expressar através da dança o que você sente quando ouve a música, mas basicamente, mexendo o corpo mesmo, não sei explicar.” Riu imaginando quando o DJ ia mudar o set para pessoas que estavam esperando aquele tipo de música tocar para se soltar. Com uma leve hesitação, pegou seu copinho e estendeu para brindar antes de beber. “Arriba, Abajo, Al centro e Adentro.”
𝗻𝗲𝘃𝗲𝗿𝗻𝟮:
“Tá bem, sua golpista. Chill.” Negou com a cabeça, um sorriso de canto demonstrando o quanto achava graça na insistência de Luna, mais ainda com aquela exigência dela precisar estar com aquela exata roupa. Resolveu não perguntar o motivo daquilo. Na verdade ela não resolveu, Nadine estava prestes a perguntar, com as palavras na ponta da língua, mas ela se distraiu por um momento, pensando que poderia fazer qualquer coisa pela Sunthon quando ela pedia coisas daquele jeito. “Sim, claro.” Desdenhou sem a assertividade habitual, ocupada imaginando o quão interessante seria se Luna, de fato, tivesse se vestido para impressioná-la de modo particular. Isso mudava as coisas. Nadine nunca havia encarado a amiga daquela forma, mas agora se achava tola por não tê-lo feito antes. A próxima fala da garota a fez pensar um pouco antes de responder, o que foi bem propício, assim ela parava um pouco de pensar em besteiras. “Bom, eu fico pensando no quanto é patético uma pessoa ficar se perguntando se alguém já fez, se não fez, se fez em pé, deitado, de quatro, com o Fulano ou a Ciclana. Quem fala disso sobre a vida alheia devia se procurar se tratar. Eu sou fofoqueira, mas você não escuta essas coisas de mim.” Ela disse, e só porque Luna tocou no assunto, Nadine quis perguntar se o rumor sobre a virgindade dela era verdadeiro, mas não o fez porque seria o cúmulo do ridículo e aquilo não era da sua conta. “Gótica sim, mas estava pensando mais em tendências vampirescas, essas luvas aí dão o tom certo. Só que sou ruim de palpite, então qual foi a inspiração de verdade?” Sorriu à ela brevemente. “É um hotel bem grande, com muitas salas diferentes, além dos quartos. Eu sei que você é criativa…” Ela nem tentou se manter indiferente quando instigou, porque a malícia agora entornava quando ela umedeceu os lábios, ainda com paciência para jogar aquele jogo. Riu satisfeita com o aperto calculado concretizado, levando como sinal positivo o beijo de Luna em seu rosto, mas quando a fotógrafa fosse verificar a foto ela provavelmente ficaria decepcionada, pois veria que os olhos de Nadine mais uma vez não se concentraram na lente, e sim na garota ao lado. “Também sei que pode me beijar melhor que isso.”
“Golpista por quê?” Contestou a peculiar escolha de palavras da amiga, ela mesma não se considerava tão estrategista a ponto de enganar alguém com tramas ilegais, era cem por cento coração nas atitudes e isso nem sempre era bem recebido. Tudo bem que, as vezes, talvez tramas legais pudessem ser consideradas. “Eu agradeço mesmo assim, confio no seu bom gosto.” Foi sincera, decidindo por não discutir sobre o motivo de ter escolhido aquelas roupas, porque a verdade é que não era muito seu estilo, estava longe de macacões e suspensórios com blusas de gola alta, mas pareceu perfeito para a ocasião. E além disso não queria frustrar Nadine de nenhuma forma, mesmo sabendo que precisaria de muito para aquilo acontecer, gostava de vê-la sorridente. “Hm, é um ótimo pensamento. Vou continuar ignorando porque não vai fazer diferença nenhuma na minha vida dar atenção a isso, certo.” Soou mais como uma afirmação do que uma pergunta. “Interessante, a Lydia não era vampira, eu fiz uma adaptação das luvas da roupa dela no musical, eram curtas mas eu achei que essas combinariam melhor com o vestido mais curto, Porque não estamos em oitenta e oito, tinha que ser algo moderno.” Explicou guardando a foto na capinha do celular para colocar no álbum mais tarde, ou talvez essa em específico tivesse outro destino menos público. “Tudo bem, se eu conseguir tirar essa foto nossa e eu gostar, eu te levo pra onde você quiser.” Propôs já que conseguiria a bendita foto daquela forma, ou pelo menos achava que sim. Pressionou o disparador e ao pegar a selfie ainda ganhando cor revirou os olhos se virando para encarar Nadine lhe mostrando o resultado. “Sério? Uma foto? Só uma!” Choramingou cruzando os braços prestes a fazer birra mas estava em público e já tinha se arrependido de vir daquele jeito, descobriu que preferia mil vezes passar despercebida. Pelo menos pelos outros. “Não sei se você está merecendo.”
𝗻𝗲𝘃𝗲𝗿𝗻𝟮:
“Depois você tira.” Apesar de gostar de atenção e ser um pavão, a francesa não era tão dada assim à fotos. “Não sabe bem? Você queria me impressionar, Luna?” Um pensamento natural à Nadine, convenhamos (de que todo indivíduo andante dessa Terra só queria impressioná-la), mas não acreditava nem por um segundo na hipótese ao se tratar da fotógrafa. Seu último encontro com ela havia deixado bem claro que ela era esperta — mordendo a língua para não dizer traiçoeira —, minando qualquer possibilidade atual de Nadine colocar a mão no fogo por ela e/ou suas intenções. De qualquer forma, o tom debochado era pista suficiente para entregar que Nadine só estava mexendo com ela. “Intencional ou não, você está chamando atenção.” Completou em tom blasé. Elogiava, não pagava pau, mesmo para Luna, atraente como nunca. “É, Fear Street, Scream, Halloween, referências para dar e vender. E eu quero dizer que você se parece com aquelas que tentam matar essas meninas, mas tô com a ligeira impressão de que essa ideia não é bem a sua cara…” Exceto que ela não usaria os clássicos suéteres ou blusas cafonas só para a fidelidade da personagem. Pensava nisso sem perceber a foto sendo tirada, os olhos continuamente focados em Luna após arrumar o relógio. “Só sequestra, eu te mostro.” Respondeu, como quem não quer nada. “Ok ok, vou olhar pra câmera dessa vez.” Assentiu, um sorriso dissimuladamente comportado no rosto. Então ela passou o braço direito pelos ombros da tailandesa, virando o próprio corpo para se aproximar mais dela — assim Luna teria que reforçar o aperto em sua cintura, huh? —, praticamente colando seu rosto ao dela, enquanto a mão esquerda segurava aquela destra pendente do ombro alheio. “Pronta.”
“Vou te cobrar viu. E tem que ser com essa roupa, okay?” Pediu fazendo um biquinho porque a amiga estava realmente fofa, não poderia perder a oportunidade já que ela aceitou de bom grado. “Não sei? Quem sabe?” Olhou a amiga nos olhos e piscou divertida. Aquele comportamento de Nadine era engraçado para Luna, porque ela não levava a sério mas ficava atentíssima, se tem uma coisa que a fotógrafa não perdia era uma oportunidade. As vezes ela se arrependia como aconteceu na festa passada, mas não significava que não deveria continuar a viver e fazer as próprias escolhas. Que graça teria de se privar de tudo? “Eu agradeço, e percebi pela notificação no meu celular daquele blog fofoqueiro, como você faz pra ignorar quando falam da sua vida sexual?” Comentou tentando focar na câmera porque era mais fácil de ignorar o olhar direcionado a si. “São ótimas referências, adoro todos esses filmes. O quê, a minha roupa te dá a vibe de uma garota gótica com tendências homicidas? Engraçado, nunca pensei nisso.” Ponderou segurando a foto, não ficou tão ruim, captou exatamente o que elas estavam sentindo por assim dizer. “Se eu sequestrasse, pra onde eu te levaria?” Perguntou curiosa sobre aquela brincadeira, ou ideia. “Obrigada! ” Falou num tom firme, apontando novamente a câmera para as duas, se ajustando a nova pose, teve uma ideia, puxou ela para mais perto e virou o rosto para a amiga, fazendo um biquinho, encostou os lábios levemente na bochecha dela e fechou os olhos antes de apertar o botão para tirar a foto.
𝘄𝗮𝗿𝘇𝗻𝗶𝗻𝗴:
lıllılı.ıllı.ılılıı 🎶 não que fosse uma pessoa essencialmente fotogênica, mas sawyer tampouco se importava com os registros do rosto dela contanto que não caíssem no outro nome. ela ajeitou as baquetas decorativas no cinto de forma rápida. “claro que pode, garota, vê se pega direitinho.” pegando as balas de doce e espalhando entre os dedos, enquanto agachava-se no chão com uma das pernas esticadas para frente em uma pose propositalmente escrachada, sawyer esperou que a foto fosse tirada para reclamar das juntas novas demais para a dor ser verdade. “deixa eu ver como ficou, é polaroid essa aí, né? ah, eu vou querer ficar com a minha foto.” ela guardava as balas no bandolier enquanto se aproximava.
“Pode deixar!” Assegurou antes de voltar para o visor apenas para esperar pela pose da baterista. Erguendo as sobrancelhas, ficou surpresa pela criatividade e tirou a foto, enquadrando tudo que era possível ali. “Claro, sim essa mesma! Sem problemas, acho que ficou bem interessante.” Deu uma risadinha pela própria escolha de palavras, tinha sido um tanto quanto diferente, mas bem original, tinha que admitir. “Eu gostei pelo menos, e você? E aliás adorei o show.”
𝗴𝗶𝘀𝗲𝗹𝗹𝗲𝘀𝗳𝗺:
assistindo a outra chamar o garçom , assumiu a frente antes dele dar alguma sugestão . “ já que estamos querendo dar uma animada nos ânimos , por que não começamos com uma dose de tequila ? ” perguntou para a garota , antes de voltar sua atenção para o garçom . “ e pode continuar trazendo mais delas , ” disse , balançando as mãos para que ele fosse embora . suspirou antes de dar uma resposta , afinal estava no evento da banda e não iria falar mal deles ali . “ sim , claro . prefiro pop chiclete , mas até que algumas das músicas são boas , ” deu de ombros . “ e você ? curte essa vibe pop rock ? ”
“Tequila? Pode ser.” Assentiu para ela e o garçom, concordando que aquilo funcionaria, e bem rápido. “Tem certeza? Se eu decidir levantar daqui não permita.” Pediu de repente pesarosa pela câmera em seu pescoço, era de estimação. “É um ritmo difícil de não gostar, fica na cabeça no fim das contas. Eu curto bastante, eu gosto de muita coisa, o que eu mais ouço é pop, indie, pop rock e Taylor Swift que é uma mistura de vários estilos.”