Hoy Neurociencia en Higiene Emocional
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Hoy Neurociencia en Higiene Emocional
Desapego emocional
Higiene Emocional-Miguel Hernandez
Higiene Emocional con Miguel Hernández
Autoconhecimento - Os Benefícios de Olhar Para dentro, Parte II
Olá querid@s!
Hoje eu queria compartilhar algumas coisas que aconteceram nos últimos dias com vocês ;)
Andei passando por algumas turbulências emocionais, logo após o lançamento do site da Lagartta, devidas a uma sobreposição de fatores.
Daí eu me lembrei de um TED muito bacana que trata do tema higiene emocional. Nele, o psicólogo Guy Winch fala justamente sobre como nós estamos habituados a olhar para fora e não para dentro e dos motivos pelos quais deveríamos mudar este hábito.
Bom, e foi no meio dessa confusão emocional, que uma frase que a Rafa Cappai da Espaçonave citou algumas vezes no curso que estou fazendo com ela, começou a ressoar muito forte para mim, ganhando corpo e sentido para minha vida: ‘A gente ensina o que a gente precisa aprender’. (Antes de lançar o site eu já tinha preparado um texto para esta primeira remessa de newsletter, mas por conta dos últimos acontecimentos, decidi mudar um pouco o rumo das coisas...)
Eu não entendia muito bem o sentido desta frase até uns dias atrás...
Estou propondo aqui na Lagartta que as pessoas enxerguem as coisas de um jeito diferente para conseguirem adotar posturas diferentes, e assim, abrirem novos caminhos e enxergarem novas possibilidades para suas vidas...
Isso faz muito sentido para mim porque, como todo mundo, eu também já passei por um bocado de situações difíceis e delicadas e, ao longo do caminho, percebi que, entre outras coisas, esta é uma super estratégia para conseguir me desvencilhar delas. Mas, é claro, que nem sempre eu consigo fazer isso.
Nesses últimos dias, por exemplo, eu fiquei bastante incomodada por me sentir 'obrigada' a fazer uma coisa que eu não estava afim de fazer naquele momento...
Vou explicar um pouco melhor, eu, desde sempre, adotei um péssimo hábito de querer agradar todo mundo, ainda que estivesse me desagradando (que fique beeem claro aqui que eu não sou contra concessões e conciliações, muito pelo contrário, mas as coisas têm que ter um limite saudável e, no meu caso, elas não tinham).Eu agia assim porque acreditava que só me desdobrando em mil para agradar gregos e troianos, que as pessoas, principalmente as mais próximas e importantes para mim, iriam me aceitar. E isso foi tomando uma dimensão tão grande na minha vida que eu só conseguia me sentir desvalorizada, porque eu mesma não valorizava o meu peixe... essa situação foi cada vez me sufocando mais até que chegou a um ponto intolerável.
Pois bem, eu estou me reabilitando de tudo isso, aprendendo um monte de coisas que estão resultando em grandes avanços para minha vida. Compartilhar estes aprendizados foi a minha maior motivação para criar a Lagartta.
De repente, me vi preparada para falar sobre autoconhecimento, com todo um script montado e BUM! Mais uma vez, a vida me prepara uma surpresa, que me ajuda a parar para olhar para dentro e cair na real.
Conseguir enxergar os últimos episódios desta maneira é justamente o resultado bem sucedido do exercício que eu sugiro que todos vocês façam. Me sentir sufocada denovo foi horrível, fiquei mal, chorei etc. Faz parte, todo mundo é humano, todo mundo sofre! Mas em vez de eu ficar remoendo a situação eternamente sem sair do lugar eu fiz o que eu proponho na Lagartta: Respirei fundo e pensei: Por que isto está acontecendo comigo mais uma vez? E logo em seguida: Que insumo positivo eu posso tirar disso?
A resposta para esta última é este post!
Olhar para dentro é o primeiro passo, um passo delicado e, muitas vezes, doloroso. Tem muita gente que simplesmente prefere adotar uma postura autoritária e achar que nunca erra, sem perceber que, desta forma, mina boa parte de suas oportunidades de evolução e conexão; Existem aquelas pessoas que são sempre vítimas e que sempre vão colocar seus problemas na conta dos outros (elas deveriam se lembrar que não vão mudar os outros, nem tampouco o passado e se não aprenderem a olhar essas situações de um jeito diferente vão continuar sofrendo); Têm outras pessoas que enxergam seus defeitos e são muito duras com elas mesmas, o que também resulta em mais sofrimento; E, finalmente, têm aquelas que possuem consciência de suas falhas, mas são amorosas com elas mesmas, ou seja, procuram melhorar abraçando sua imperfeição.
Este é o tipo de pessoa que eu quero ser, e você?
Se você também quer ser uma pessoa assim eu indico fortemente um livro que mudou a minha vida chamado: A Arte da Imperfeição da Brené Brown, pesquisadora e professora da Universidade de Houston, ou como ela diria pesquisadora e ‘contadora de histórias’.
E como tudo nesta vida é energia e conexão, a coach Carolina Nalon, uma das minhas inspiradoras, está fazendo um clube de leitura lá no Periscope justamente sobre este livro. O contato dela lá é @carolinanalon
#ficaadica
Segue também um TED da Brené para quem ainda não a conhece e pra quem já a conhece também, porque ela é demais ;)