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fic thaulo - cap 6
Na manhã do dia 25, Paulo acordou, no chão, enrolado no lençol que tinha dado à Thales. - hora de acordar! - disse Juliana enquanto tomava um xícara de café - bom dia - Paulo disse enquanto levantava esfregando os olhos. Paulo olhou para o lado enquanto ainda acordava, viu Thales dormindo e quase deixou escapar um sorriso. Thales dormia quase como uma criança, ou tatu, todo encolhido. Para Paulo era como se chamasse "venha dormir comigo de conchinha!" Paulo levantou de vez e se espreguiçou. Saiu pelo corredor com a cintura esquerda mostrando um pouco de sua da Calvin Klein. Voltou sem a cara de sono, pronto para sair e hiperativo como de costume. Juliana já tinha saído quando voltou para sala. Então foi até Thales acordá-lo. Parecia mesmo um neném dormindo. - bom dia - Paulo disse sacundindo-o devagar -bom dia - respondeu ele sorrindo com os olhos ainda fechados - café já tá na mesa - Paulo disse levantando - tava te esperando pra tomar café Thales levantou e foi lavar o rosto, e quando voltou Paulo estava na cozinha, lavando uma xícara. - nunca que eu imaginaria ver essa cena - Thales disse - ih gente, hahahaha Thales sorriu e abraçou Paulo por trás e dando um beijo na bochecha. - bom dia, de novo - disse Thales segurando na cintura dele. Thales com certeza tinha algum tipo de amor secreto pela cintura de Paulo. Como não se apaixonar por essa cintura? - pensava ele as vezes. - bom dia, já viu seu cabelo? tá parecendo um passarinho - Paulo disse rindo - o seu tá lindo também - respondeu - aaaoou! vem comer - Paulo disse indo em direço à sala. Na mesa, conversaram mais do que tomaram café. A noite, tinham uma festa para ir, o tópico do café da manhã era qual roupa e que horas iam se encontrar. - bom dia, meninos! - Dea Lúcia disse aparacendo já com uma xícara de café - bom dia - eles disseram - dormiu bem Thales? - sim, obrigado - ele respondeu - eu também dormi bem - Paulo disse - continua ciumento - Dea disse tomando um gole de café - como sempre! Continuaram comendo. Thales disse que teria que passar em casa para trocar de roupa, obviamente. Dea passaria tarde na casa de alguns primos. Juliana talvez só voltasse a noite. Valdeia tinha saído antes de que todos estivessem acordados. Em resumo, os dois teriam o apartamento para eles. Assim que Dea saiu de casa, eles terminaram de comer e Thales foi trocar de roupa. Paulo estava com uma bermuda preta, blusa branca, boné, tênis preto e ôculos, Thales usava uma blusa de Paulo, uma bermuda rosa bebê e o vans branco da noite anterior. Ficaram sentados no sofá vendo televisão e mexendo no celular, entre o intervalo de olhar a tv e o celular, os olhares se cruzavam e sempre terminava em beijo. Ninguém é de ferro, Paulo dizia sorrindo. E entre olhar a tv / olhar o celular / beijar, Thales disse: - a gente podia ir no cinema - mas vai dar tempo? tem a festa ainda Thales parou no tempo por alguns segundos - leva a roupa, e você troca na minha casa! - ele disse Paulo afirmou com a cabeça. Saiu rápido e voltou com uma mochila. - vai se mudar? - aou, vambora logo! - Paulo disse enquanto pegava a chave e Thales desligava a tv. O shopping era muito longe dali. Niterói à Leblon era um quande percurso. Paulo era o motorista da vez, e foi dirigindo para shopping, ouvindo cd da Beyoncé. Thales gravou ele dançando (quase todas as músicas) Chegaram quase 14:00. Resolveram comprar os ingressos e lanchar em vez de almoçar. - a nossa é a próxima sessão? - sim, faltam 6 minutos - Thales respondeu à Paulo. Deu tempo de comprar uma Halls.
Assim que chegaram na sala, mesmo escura, alguns olhos conseguiam ver Paulo, andando um pouco mais rápido para ir à suas cadeiras. Ficaram na última última fileira. Filme era uma comédia romântica, com direito a mãos dadas e beijos com gosto de halls de morango. Pensamento de Paulo ia longe enquanto o filme rolava. Já se falavam, conversavam, e se beijavam há 3 meses, e nenhum "eu te amo" foi dito. A verdade é que o que sentiam, e o carinho que demonstravam um pelo outro era maior que uma simples frase. Mas ainda assim, essa simplória frase era importante. Mudava tudo Aumentava as responsabilidades. Os pensamentos voaram rápidos demais e foram cortados por uma avalanche de risos que tomou conta do cinema. Paulo voltou a ver o filme e sentir a mão de Thales segurando a sua. Mentalmente Paulo fotografou o sorriso dele. Ele fecha os olhos quando ri - pensava. Mesmo com toda essa reflexão Paulo ainda pegou o final da piada, incluindo-se na avalanche. O filme acabou 40 minutos depois. Saíram do cinema em direção ao guichê do estacionamento (tiveram que pagar por não terem comprado no mercado). No caminho, houveram algumas selfies dos olhos curiosos que o perseguiam, que já era de costume. Thales fazia comentários sobre o filme e a falta de coesão dele, enquanto andavam em direção ao carro. Paulo não disse nada, isso sim, era estranho. Paulo destrancou e abriu a porta do carro. Thales parou de falar. - tá tudo bem? - perguntou Thales jogando o cabelo para trás - você tá quieto. - não é nada- disse ligando o carro, tirando o celular do bolso - tava pensando nesses 3 meses que a gente se conhece. Os dois sabiam onde essa história levaria. O grande clichê de nomear o que já se tem. - eu só queria que soubesse que eu gosto muito de você, muito mesmo - Thales disse. - eu também gosto bastante de você- Paulo respondeu - e, - continuou - não quero que isso acabe. - não vai - Thales disse Paulo sorria com os olhos. Olhos tão verdes, e ainda mais verdes por conta do sol de fim de tarde. - acho que agora, eu que deveria dirigir - Thales disse cortando o clima. Eles trocaram de lugar quase imediatamente. Foram sem dizer muito, até porqu o apartamento de Thales não era muito longe. O molho de chaves tinha um barulho irritante que ecoava no abafado do elevador. Chegaram no terceiro andar. O barulho tinha, finalmente, parado. - vem, vou te mostrar tudo - Thales disse indo ao interior da casa - não precisa tirar o tênis. A cozinha era muito parecida com a da barbie. O piso era todo de madeira, a maioria das paredes eram azuis bem claros e tinha azulejos na cozinha que deixavam a casa com ar de aconchego. - esse é o meu quarto e - dando três passos para a outra porta - esse é o de hóspides. No quarto tinha um abajuor preto na cabeçeira, junto com alguns papéis. Não muito diferente do quarto de hóspides. - vou tomar banho, vai também? - tá muito cedo não? a festa é que horas? - já vai dar 19:00, e a festa é às 21:00, 22:00 - puta merda, quando você sair eu vou Thales concordava com Paulo, eram quase três meses que estavam 'juntos' e nenhum eu te amo, e nunca tinham se quer dormido juntos. Nossas vidas são tão corridas - Paulo pensava enquanto ouvia o barulho do chuveiro - a minha então, nem se fala! Thales saiu do banho. Paulo viu do quarto de hóspides o cabelo dele molhado para trás, ainda pingando, e peitoral recém-perfumado de sabonete de rosas. É o paraíso com certeza, com certeza! - Paulo disse baixo - ou amostra grátis dele. Ele não sabia para onde olha, era tanta informação, e cada uma mais tentadora que a outra, quando deu por si, estava parado quase em frente ao quarto de Thales admirando-o e sorrindo. E ele que estava de costas - e só de toalha - catando qualquer roupa, nem se dava conta de que estava sendo subtamente monitorado. Thales se virou e Paulo não pensou meia vez antes de puxar Thales para si, e beija-lo. Foi um beijo diferente dos outros vários. As mãos estava pesadas no corpo um do outro. Eles sorriam enquanto o beijo ficava cada vez mais rápido e as mãos passeavam no corpo deles.
Thales parou de beijá-lo, e por consequência ficaram se encarando por alguns segundos. Paulo observava tudo em Thales, como quisesse gravar cada detalhe. A cor dos olhos delr não eram mais tão verdes, pois o sol já tinha ido embora e no céu só se via algumas estrelas.
Thales beijou o queixo de Paulo, depois estacionou no pescoço, beijava cada parte enquanto Paulo revirava os olhos, Thales sentou na beira da cama, segurou na cintura de Paulo e beijou a barriga dele. A barriga nunca foi um ponto forte em Paulo - pelo menos ele achava isso - por isso não tinha a mínima vontade mostra-lá. Mas ali era diferente. Paulo se sentia confortável com Thales e vice e versa. A situação não durou muito, só até Paulo tirar a blusa e deitar em cima de Thales. O mundo parecia parar ter parado ali. Os beijos foram se tornando cada vez mais lentos, como se cada segundo tivesse gosto de fruta mordida. Paulo tirou a toalha da cintura de Thales, e por azar ou destino ele já estava de cueca. A mão dele passava por toda barriga musculosa de Thales e isso fazia com o conjunto da obra fosse ainda mais belo. - eu te amo - escapou da boca do Paulo duranr, sem querer, ou querendo. - eu também te amo, muito - Thales respondeu sorrindo. Ficaram deitados conversando até se tocarem da hora. Ninguém lembrava mais da festa só pensavam em como queriam um ao outro ali e pra sempre.
Faz ícons do paulo no lançamento do livro mmeup?
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salve aqui
salve aqui
amor, faz icons do PG no camarote da Boa??? :)
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faz icons do Paulo em "Paulo Gustavo na estrada"??? obg
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