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IMCE Edmonton: Masjid Al-Ikhlas & Islamic Center.
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Anunciando mais um DJ do URB 2018,diretamente de Uberlândia - MG. @diegojapahard Natural de Petrópolis - Rio de Janeiro, Diego Japa está há 6 anos no mercado musical e quase 20 envolvido com danças urbanas. É membro/criador do projeto HARD e faz parte da Universal Zulu Nation, organização de Hip-Hop mundial liderada por Afrika Bambaata no Bronx, Nova Iorque. Também participa do coletivo DISScontrole na cidade onde reside atualmente Uberlândia - Minas Gerais. Iniciou sua carreira aos 24 anos como deejay de batalhas de dança em eventos da sua cidade e região, focado não apenas neste meio, também já atuou em boates, festas privadas, shows, eventos culturais, espetáculos de dança, mutirões de grafite e batalhas de mcs. Motivado por viver uma boa parte da sua vida participando de eventos de dança e cercado por dançarinos, o seu objetivo é trazer o que há de melhor para estimular uma boa performance dos competidores, proporcionando uma ótima experiência para todos os envolvidos. Confiando no seu lado dançarino e sem esquecer da sua essência, trabalha com uma mistura de músicas de vários anos e estilos diferentes, sempre as encaixando em suas respectivas modalidades. #festivaldancarpordancar #urb2018 #Petropolis #pmp #imce (em Festival Dançar por Dançar)
E válido lembrar que no início o festival durava um mês inteiro cheio de atividades. Em 2014 sob direção do segmento de dança da cidade o evento repetiu a dose, mas buscando maior notoriedade e pensando em evoluir o nível técnico o e vento se concentrou no novo formato que vem ganhando mais forças a cada ano. #festivaldancarpordancar #Petropolis #segmentodedancadepetropolis #pmp #imce #sec #turispetro #beerfestival (em Festival Dançar por Dançar)
O projeto Dançar Por Dançar, criado em 1986 pela Associação Petropolitana da Dança (APD), trouxe como proposta inicial a união das academias e grupos da cidade, a fim de realizar encontros entre artistas, bailarinos, coreógrafos, destacando a promoção da dança e a interação com o público para formação de plateias, que é uma necessidade em Petrópolis. #Historia #Petrópolis #festivaldancarpordancar #segmentodedancadepetropolis #imce #pmp (em Festival Dançar por Dançar)
Nosso professor de dança Maxmiller eleito melhor Bailarino do Maior festival de dança pelo Guiness Book. Pós Graduado em dança diretamente de Belo Horizonte vem para o festival elevar o nível de nosso participantes. Não deixe de se inscrever, as vagas são limitadas. Aproveite o valor de 15,00 para participantes do festival e 30,00 para não participantes. #festivaldançarpordançar #petropolis #imce #pmp #segmentodedancadepetropolis (em Festival Dançar por Dançar)
Zahra Li é pós graduada em Gestão de Recursos Humanos e iniciou seus estudos na arte da dança do ventre no ano de 2000, sendo que tornou-se profissional registrada no Sindicato de dança no ano de 2008 (DRT: 40399/RJ). Possui experiência em outras artes como o teatro e nas danças flamenca, jazz e dança de salão. Estudou e se aperfeiçoou com profissionais nacionais e internacionais, dentre eles: Fadwa Saide (KK), Nasser Mohamed (Mil e Uma Noites), Noahri Mahin, Natália Trigo(KK), Amar Gamal/ Keichi (Bellydance Superstars), Adriana Bele Fusco, Mahaila el Helwa (Rede Hayat), Carla Silveira (KK), Kahina (KK), Renata Lobo (PR), Najla Al Hafsa (KK), LuLu Sabongi, Jorge Sabongi, Ariella (KK), Ju Marconato (KK), Tufic Nabak (JF), Nur (KK), Amanda Rosa (KK), Crystal Kasbah (KK), Julli (KK) e Elaine Rollemberg (RJ). No mesmo ano integrou o grupo Folclórico 1001 Noites ao lado de seu marido e companheiro de dança Fabricio Dabke. Juntos, começaram a promover shows, eventos e levar a dança árabe por onde passaram em escala nacional. Atualmente, promovem a dança árabe, como a dança de casal árabe, o derbake ao vivo (percussão árabe), apresentações de dabke com roda e realizam casamentos/festas árabes com o grupo de Nasser Mohamed. O grupo 1001 Noites atua em todo o país e promove a Semana Árabe na Pousada do Rio Quente Resorts em Goiás, evento que os dois já participaram diversas vezes. Os dois produziram shows mensais no Al Khayam, restaurante temático árabe no Rio de Janeiro, por quatro anos, abrindo oportunidades para diversas bailarinas criarem espaço e se destacarem no mercado. Desde então, Zahra se aprofunda na arte, em estudos sobre ritmos, folclores e novas tendências no mercado. Assim, passou a ser convidada por profissionais de todo o país para lecionar workshops, realizar eventos de cunho árabe, administrar shows e eventos e fazer parte da banca de jurados de festivais árabes. #festivaldançarpordançar #imce #pmp #Petropolis #sec #segmentodedancadepetropolis (em Festival Dançar por Dançar)