O silêncio apenas era interrompido pelo virar as folhas, alguns passos e suspiros. Violetta raramente era vista pela biblioteca, e existia um motivo óbvio para tal. Não que fosse por ela ser cega, afinal seu brinco de pena encantada lhe sussurrava as palavras dos livros que não eram em braille, mas simplesmete por não ser do tipo estudiosa. Aproximou-se de uma das mesas e puxou uma cadeira para sentar-se, mas a cadeira era pesada demais e apenas se inclinou. “Ops, tem gente.” Disse ao soltar o encosto da cadeira, um sorriso falsamente constrangido — mas muito travesso — ganhando rapidamente seu rosto.














