paris é ali, em uma esquina de jeju @kkotchida
Depois do ritual de sempre, na praia e com Bruno, em seus dias de folga, Eunseo costumava dar-se o luxo de fazer vários nada pela manhã. Mas naquele sábado o plano envolvia talvez fazer nada com alguém. Ou, pelo menos, comer um croissant com alguém — tinha sido esse o resultado do papo bobo com Jaehwi. Eunseo não era bobo; o rapaz era uma graça e, principalmente, tinha humor. Eunseo queria sim estar ali. Em contrapartida, Eunseo era estúpido e vivia em uma missão particular e sem fundamentos de testar as pessoas. Sabe, para ver se elas querem mesmo aturar ele e todos os seus defeitos e maldições. Ou seja, não era para nenhum café chique ou bonitinho que planejava levar Jaehwi; tampouco seria em um carro bacana e seguro. "Tem problema com moto? Meu carro 'tá na oficina" o teste, na verdade, já começava dali. Ele mostrou o capacete extra. A sorte de Eunseo era a cara bonita e o olhar de quem não dá nenhuma foda, porque todo resto flertava com um troglodita. "A gente pode pegar um ônibus também. O ponto é pertinho".









