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jesse james warren is eighteen years old and is a proud member of gryffindor and is in senior year. jess looks a lot like dacre montgomery and is a taken character.
» BIOGRAPHY
Muito perto do prestigioso campus de Hogwarts East High, existe um canto escuro e escondido em Glasgow. Um canto que ninguém sabe, um canto que ninguém vê: a esquecida vizinhança de Nitshill. Apesar da proximidade, o pequeno distrito não possui nada de prestigioso, de brilhante ou de animador. E numa mistura de casas demolidas pela metade e restos de escombros de guerras do século passado, Billy e Sage se conheceram. Billy havia acabado de se formar e pretendia trabalhar na garagem do pai pelo resto da vida. Sage era um espírito livre, uma garota que queria ir embora de Nitshill antes que acabasse presa ali como todos os seus outros irmãos. Apesar dos arquétipos, não há nada de muito poético nessa história, assim como nada de poético havia na vizinhança, para combinar. Numa festa qualquer, num dia qualquer, Billy e Sage se conheceram e tiveram uma transa qualquer. Sage, logo em seguida, arrumou sua mala e partiu, pronta para desbravar o mundo que lhe era prometido… Já estava bem longe daquela pocilga de cidade quando os enjoos e as dores de cabeça a fizeram se alertar. É claro que estava sendo exagerada, mas não tinha porque não limpar a consciência… Não era como ela estivesse grávida, certo? Errado. Sage estava grávida de Billy Warren.
Com ajuda de amigas, Sage tentou procurar formas de interromper aquela gravidez. Médicos, remédios, pensou até mesmo em se lançar da escada e tentar a sorte. Mas no fim, o único jeito era manter o bebê, mesmo contra sua vontade. Durante a gravidez, Sage desrespeitou todos os princípios básicos de cuidado, fumando, bebendo e frequentando as mais perigosas vizinhanças do Reino Unido por diversão. E mesmo assim, já estava de saco cheio: queria colocar logo aquele bebê para fora e assim entregá-lo para Billy. Quando o garoto finalmente nasceu, Sage não se preocupou com nomes ou carinhos, sequer olhou para a criança que havia gestado. Enrolou o bebê o lençol sujo e partiu de volta para o buraco de onde havia saído, mas quando chegou à porta de Billy, deparou-se com uma dura realidade: naquele tempo, Billy havia morrido. Algo como um acidente de carro, ou de fábrica, ou de qualquer coisa que ela realmente não se importava. Não podia acreditar no que estava acontecendo. Sem Billy, não havia como se livrar da criança. Apesar de ter pais e irmãos disponíveis na cidade, eles jamais aceitariam um bebê vindo puramente da falta de Sage em querer assumir uma responsabilidade. E ela podia ter seus problemas, mas não iria deixar seu filho na mão de estranhos. Por mais que não quisesse, agora Sage era mãe.
A garota retornou para Nitshill, já que era o único lugar em que conhecia pessoas que pudessem ajudá-la o mínimo necessário. Pulava de emprego em emprego, morando no fundo deles quando seus patrões permitiam ou una casa de amigos que cediam um sofá ou um quadro de hóspedes; sem qualquer estabilidade. Já haviam se passado quase três meses e Sage ainda nem havia se preocupado em dar um nome para o bebê que havia dado à luz. Estava assistindo TV quando, ao ver um documentário sobre Jesse James, achou o nome perfeito! Já vinha com nome e segundo nome embutidos, e quanto menos ela tivesse que pensar, melhor… E assim foi registrado Jesse James Warren.
Jesse cresceu no ambiente mais podre que se podia imaginar. As pessoas não exageravam quando diziam que Nitshill era a própria boca do inferno. A cada esquina um crime diferente, a cada bloco uma maluquice nova. A vista pela janela era sempre de sangue no chão ou alguma fuga da polícia, a trilha sonora eram tiros quase que rotineiros. Além disso, sempre tinha que acompanhar sua mãe em seus trabalhos esporádicos já que não havia ninguém que pudesse tomar conta dele em casa, e a insalubridade dos empregos parecia aumentar a cada nova contratação. Não foram poucas às vezes que o pequeno Jesse tivera que se esconder debaixo do balcão de algum bar ou da pia de algum banheiro, enquanto as gangues do bairro resolviam suas brigas a uma distância de metros dele. E no tempo que passava em casa, bem, preferia estar em bares desviando de gangues. Desde o minuto em que Jesse teve discernimento pra entender, sua mãe fazia questão de lhe dizer como ele havia interrompido a vida dela, atrapalhado seus planos e a feito ficar presa naquela cidade que mais parecia um esgoto a céu aberto. Além do mais, Sage estava sempre bêbada ou sob influência de alguma coisa, e cabia a um pequeno Jesse limpar a bagunça que ela fazia, e cuidar dela para que ela não acabasse se afogando no vômito ou algo do tipo.
As coisas não mudaram quase nada conforme ele crescia, suas responsabilidades pareceram apenas aumentar, na verdade. Agora atuava em alguns turnos com sua mãe nos bares e bicos que ela arrumava, e também tentava fazer por onde quando podia, limpando piscinas das casas dos mais ricos da cidade. E apesar de seu bom desempenho nos empregos que arrumava, seus estudos sempre foram um assunto delicado, já que passava a maior parte do tempo trabalhando e quando chegava na escola, a única coisa que queria era um bom cochilo. Suas notas eram lamentáveis, sempre passando de ano por piedade dos professores e eventualmente tendo que repetir uma série. Mas, uma professora notou um traço particular de Jesse. Ele era impressionantemente bom com computadores. O que era ótimo, já que ninguém na escola parecia dominar a arte da tecnologia. Jesse não sabia muito bem como conseguia se virar com um teclado da forma que fazia, ou remontar às peças de um computador ou videogame, era só lógica, para ele. Para os outros, era como… Mágica. Jesse passou a fazer serviços de computação para quem precisava na escola, e alguns professores se juntaram para dar a ele seu primeiro e único computador, o verdadeiro primeiro passo para mudar sua vida.
Pouco sua família por parte de mãe interferia em algo, achavam que Sage merecia a vida que tinha, e apesar do garoto ser inocente, não levantariam um dedo para ajudá-la… Mas, um dos primos de Sage trabalhava naquele colégio famoso de Glasgow, a melhor escola do país, eles diziam. Hogwarts East High. E não faria mal arrumar uma escola boa para o garoto, certo? E assim, aos 15 anos, Jesse foi transferido para Hogwarts. Sua mãe não fez objeções, e nem mesmo agradeceu à família. Apenas lançou Jesse num ônibus e ele não podia culpá-la: finalmente, depois de mais de uma década, Sage teria exatamente o que queria: uma vida sem um estorvo. Hogwarts era muito mais do que ele havia imaginado quando passava na frente daquele enorme castelo, divagando sobre o que acontecia dentro daquelas portas. Era tudo muito maior, tudo muito mais impressionante, coisas que as pessoas de Nitshill nem imaginariam, apesar da proximidade. Chegava a ser irônico, até, imaginar que aquela era a mesma cidade onde ele vivia.
Jesse foi selecionado para a Gryffindor assim que chegou, mas mesmo selecionado numa casa onde as pessoas deveriam acolhê-lo, era sempre como se estivesse no lugar errado. Era como se no fundo, soubesse que não pertencia ali. Não era como os alunos ricos, alguns que até reconhecia de tanto limpar suas piscinas. Não era como os alunos bolsistas que haviam entrado ali por mérito próprio e seus grandes cérebros. Não era como os alunos de classe média, cujos pais ralavam todo mês pra conseguir pagar a mensalidade. Hogwarts havia caído de paraquedas em sua vida, literalmente, e ele tinha a impressão de que aquilo não ia dar certo. E sua impressão estava correta. Apesar de fazer alguns amigos depois de algum tempo, com o passar dos anos, escorregando pelas rachaduras para passar de ano, tentando fazer funcionar um cérebro que parecia dormente, as coisas só ficavam mais difíceis… Até ficaram difíceis demais.
Eles teriam três provas naquela semana, duas já haviam passado e a escola estava em pânico. Dispostos a pagar qualquer coisa por uma cola, uma dica, uma ajuda divina… E Jesse realmente precisava do dinheiro. Então, usando seu bom e velho computador, entrou no sistema do colégio (surpreendentemente exposto, por sinal) e tirou uma cópia da prova antes que ela fosse para a impressão. O delito teria passado despercebido se não fosse a grande boca dos colegas que espalharam o boato por aí e semanas depois, Jesse James Warren ganhou um A+… E uma conversa com o diretor. Apesar da ira dos professores e do desgosto da escola em ter tido seu sistema invadido, Dumbledore se impressionou com as habilidades do garoto, afinal, o sistema de Hogwarts era considerado infalível até então. Dumbledore decidiu então que, para que Jesse não fosse expulso, ele teria que, além de servir vinte detenções até o final do ano, já que precisava tanto do dinheiro, trabalhar meio período no departamento de Tecnologia da Informação da escola, ajudando a melhorar o sistema que havia invadido e qualquer outro problema que aparecesse por lá. A ideia parecia ridícula na cabeça de Jesse, e apesar de uma expulsão de Hogwarts soar muito agradável, era isso ou voltar para a casa e atrapalhar sua mãe mais uma vez… Sem muitas opções, Jess aceitou a proposta e começou a cumprir sua sentença.
» PERSONALITY
É raro ver Jesse sorrir. Não há razões muito filosóficas por trás disso exceto que ele simplesmente não sabe muito bem como ou quando fazê-lo, afinal, nunca houve muitos motivos em casa para isso. Está sempre por aí andando pelos cantos e é quase impossível notá-lo de tão silencioso, deixando claro que ele sabe que não pertence ali. Extremamente reservado, apesar de saberem que ali não é o seu lugar, ninguém sabe de onde ele é ou para onde ele vai. Diante de adversidades e até mesmo de dor física, Jesse é extremamente duro e mantém essa mesma face impenetrável e sem expressão, sendo capaz de suportar horas de sofrimento sem dar um pio; inclusive, reclamação demais é uma das poucas coisas capazes de tirá-lo do sério. Embora não pareça, quando está em seu espaço, Jesse é capaz de fazer muitas amizades e é um bom companheiro. Mas conforme foi crescendo, perdeu muitos amigos para o crime, para a cadeia e até mesmo para a morte, então prefere evitar criar vínculos apenas para perdê-los depois.
Academicamente seu conhecimento é pouco, embora nos últimos tempos com toda a confusão da prova e as detenções, tem tido muito tempo para estudar e adquirir um pouco de informação por si só. Em compensação, sempre teve uma “sabedoria da vida”, sem um pingo de ingenuidade e sendo capaz de notar quando tem alguém abusando da bondade dos outros ou se aproveitando, mas evita ao máximo possível se intrometer aonde não é chamado, intervindo apenas quando vê alguém que precisa ser defendido. De onde Jesse havia vindo, era mais esperto não ter sonhos. Logo, nunca havia pensado numa carreira a seguir, uma casa com certa branca e uma família, ou um emprego dos sonhos… Sua visão de tempo é curta e ele não pensa mais do que um dia atrás do outro, um dia de cada vez, e o futuro é sempre uma incógnita para ele. Embora no fundo, Jesse saiba que vai acabar de volta no mesmo lugar onde tudo havia começado.
» LAST SONGS PLAYED
please, please, please, let me get what i want; the smiths born in the usa; bruce springsteen (what’s the story?) morning glory; oasis
With the Finale of Monstercat on the horizon(MCat-30 part one released today), the cat proves that he is Miles Above You and the rest of his competition.
The whole fam at Simone's Puppy Party! Happy 4th Birthday, Simone!! @Jesse_Warren @TheBillHorn @ScoutMasterson
source : Facebook autumn reeser
Poolside. @Jesse_Warren. Mojito. @WIRED mag. Five year anniversary weekend. Bam.
Source : Facebook Autumn Reeser
Happy five year anniversary to my hubby @Jesse_Warren! You're an awesome dad & I'm so glad to be creating our family together. xoxo http://www.whosay.com/l/QBi8kJS