JISLA + RELATIONSHIP TROPES
❝ And the whole fake dating thing you guys did? Ugh, such a cliché! You could do way better, girlie! ❞ ― Lydia Martin.
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JISLA + RELATIONSHIP TROPES
❝ And the whole fake dating thing you guys did? Ugh, such a cliché! You could do way better, girlie! ❞ ― Lydia Martin.
LIV’S BIRTHDAY, 2019 :: JONAS SALVARE + ISLA HALE
❝ You’ve been in love her for six years. Why are you so scared to tell her? ❞ ― Clara Valentine.
Falling slowly, eyes that know me and I can't go back | @Jisla (Flashback)
Isla acordara com a insistente coruja da família bicando seu travesseiro, mau costume que o animal adquirira ao longo dos anos apesar das inúmeras tentativas frustradas de Turpin em discipliná-lo. – Francamente, Othello. – Exclamou a jovem enquanto empurrava delicadamente a coruja negra de seu travesseiro, fazendo a mesma a pousar sobre a pequena mesa ao lado de sua cama. Tomando seu tempo para se espreguiçar e se alinhar na cama, Isla alisou a comportada camisola e depois levou os dedos aos cabelos, desfazendo os nós feitos durante a longa noite de sono. Só depois de se sentir devidamente apresentável que voltou a atenção ao animal que reclamava esperando a sua recompensa pela entrega de alguma carta. Isla revirou os olhos a pequena revolta do animal e tirou o pergaminho preso a sua pata, depois abriu a peque gaveta na mesinha, retirando algumas sementes e entregando a coruja. A jovem empertigou a coluna e apoiou na cabeceira da cama, sentindo a excitação percorrer seu corpo à medida que desenrolava o pergaminho entre seus dedos, já sabia quem era remetente, o mesmo se sempre, seu querido pai.
Querida Isla,
Como a sua ausência é sentida nessa ampla e silenciosa casa. Passo horas a entreter-me com leituras e demais tarefas condizentes a um editor chefe, no entanto pego-me refletindo a respeito da solidão humana, resgatando momentos longínquos quando o evento social consistia em uma forçada realidade. Ainda assim, prazerosa a muitos. Estão certos os que pensam que a solidão não é inerente ao ser humano, apenas um mecanismo forçados aqueles que destoam de seu meio. Acredito eu fazer parte desse pequeno grupo, minha filha, mas não desejo a você tal fatídico destino, embora deva admitir que os meus anos como figura paterna não tenham exercido grandes esforços em mudar tal realidade latente. Minha doce e ainda assim austera Isla, todas essas ponderações não são para te induzir a uma reflexão, conquanto seja um exercício interessante a se praticar, porém para comunicar que estarei realizando uma festa em nossa casa. Dessa forma, a sua presença se torna primordial, uma vez que será anfitriã em conjunto comigo, todos os pormenores já foram discutidos com o admirável Albus Dumbledore e a encantadora Minerva McGonagall.Inicie os processos para a sua partida, sua presença é esperada em casal ao final da tarde.
Ah, antes que me esqueça, aproveito a ocasião para demonstrar meu interesse e curiosidade em conhecer esse jovem a quem você costuma se referir tanto em suas cartas. Acredito que se trata de James Potter, filho de Dorea e Charlus Potter, uma excelente família pelo que pude pesquisar, ainda que certas atitudes sobre seu comportamento escolar pareçam preocupantes.
Mais uma vez, a saudade corroí o corpo desse velho homem com sua ausência filha. Até breve.
Com amor, Aldo Turpin.
Nunca representara o tipo sentimental de garota, que se emocionava com livros ou filmes românticos ou a qualquer mera demonstração de afeto de alguma figura de interesse, mas tampouco era imune a tais emoções, principalmente provenientes de seu pai, sua única família e figura de mais apreço entre todas que conhecia, era seu melhor amigo e por muitos anos, sua única companhia. As lágrimas rolaram discretamente pelas maças do rosto coradas de Isla, que sempre reservada, mantinha as cortinas ao redor da cama fechadas, privacidade era uma das coisas que mais prezava e tal momento íntimo como era uma carta dessas de seu pai, não se sentia a vontade para compartilhar ou ser assistida por ninguém. Admirou a carta mais alguns instantes, relendo cuidadosamente cada sentença, deixando breves suspiros escapar de sua boca, tamanha emoção que tomava conta dela naquele momento. Assim como seu pai, sentia a dor da saudade consumindo dolorosamente por todo seu corpo, não via a hora de estar novamente em casa, lendo com seu pai, discutindo os assuntos mais recorrentes do mundo bruxo ou contando alguma nova descoberta que fizera nas aulas de Runas Antigas e Aritmância, suas preferidas.
Não prolongando seu tempo na cama, Isla seguiu as orientações do pai e de forma sistemática começou a separar e arrumar os pertences para a viagem, a jovem não escondia o singelo sorriso enquanto o saudosismo tomava conta de sua mente, parecia que anos se passaram desde a última vez que pisara em casa. Ao terminar a tarefa, a jovem se dirigiu ao banheiro ficando pronta para o dia que se seguiria, mesmo sabendo que ao anoitecer já não estaria entre as paredes do castelo. Contudo tinha algumas tarefas a serem entregas e pessoas a comunicar, só então a mensagem final da carta do pai voltou a mente de Turpin, fazendo-a estremecer, por alguns segundos esquecera por completo que o pai sugerira a presença de James na festa e conhecendo bem o pai, sabia que tal sugestão não deveria ser ignorada. Um arrepio percorreu a coluna de Isla à medida que a inquietação tomava conta de seu corpo, mesmo sabendo que o status entre ela e James já estava estabelecido, conhecer os pais era um novo grau de envolvimento e não tinha certeza se para James eles chegaram a tal nível.
Porém, Turpin não estava na casa de Godric Gryffindor ao acaso, nunca tivera problema algum em ser aberta em relação ao que lhe causava inquietação e essa não seria a primeira vez. Desceu até o Salão Comunal, cedo como de costume e esperou até o namorado despontasse no topo da escada, na espera um bom livro sempre lhe fazia companhia. Passaram-se uns longos minutos antes que a cabeleira rebelde tomasse vida no Salão e Isla, levantou-se de sua poltrona, alisando as vestes levemente amassadas e caminhou ao encontro de James. – A cada dia desafiando ainda mais a pontualidade. – Gracejou, exibindo um fraco sorriso para logo depois ficar nas pontas dos pés e depositar um singelo beijo nos lábios de Potter. – E sim, toda essa recepção tem um motivo. – Antecipou, sabendo que o questionamento surgirá na mente do namorado, uma vez que dificilmente estaria perdendo tempo em uma manhã, sempre tão repleta de tarefas. Entrelaçou os dedos nos de James e o puxou discretamente para um canto mais calmo do Salão, afastada de ouvidos curiosos, mesmo que ainda estivessem às vistas de todos. – Ficarei ausente alguns dias, tenho um evento familiar. – Por mais que tentasse, era difícil largar o hábito de ser sempre tão formal, mesmo que estivesse falando com o namoro.
- Nada muito importante, ao que parece Aldo Turpin acordou decidido a ser mais sociável. – Brincou, aquilo quase soava como uma piada para a jovem, mas talvez estivesse tentando amaciar o terreno antes da grande proposta. Inconscientemente, apertou a mão de James, o nervosismo novamente tomando conta de seu corpo. Isla então pigarreou, decidida a afastar o comportamento infantil, não seria o tipo tola de menina apaixonada. – E você está convidado. - Anunciou, por fim, mantendo os olhos azuis fixos nos dele. – Meu pai quer te conhecer. – Completou rapidamente, sem qualquer cerimônia ou pausa dramática para que James absorvesse lentamente a informação, era melhor assim, arrancando de uma vez só o curativo. – Se aceitar mando os detalhes por correio, se não, bem, eu explico a ele. – O tom da jovem era o mesmo de sempre, firme e constante, se tinha qualquer deslize de decepção não daria para perceber, mas a jovem não podia negar que torcia para que James aceitasse, sabia como a ausência dele pesaria de forma negativa aos olhos de seu pai. Ainda fitando o jovem no aguardo da resposta a jovem sorria, como sempre na presença de James, só ele para tirar esse tipo de reação dela, assim gratuitamente.
Neverending Roleplaying Meme
↳ A Ship: James Potter & Isla Turpin
Neverending Roleplaying Meme
↳ A Ship: James Potter & Isla Turpin
jisla is otp
Sooner Surrender | @Jisla
Nos últimos instantes antes do baile acabar – extraoficialmente – Isla estava na companhia de sua amiga de infância, Sadie Harrison, antecipando qual seria a grande atração dos marotos, não era grande fã de surpresas, entretanto ao que parecia abrira exceção para aceitá-las essa noite, já que James insistia em dar-lhe os mais diversos presentes durante a noite, ainda não categorizara se eram presentes bons ou ruins, deixaria para fazê-los ao final da festa, iria aproveitar – ao seu modo – o que aparecesse, como os demais alunos. Estreitou os olhos intrigada quando as luzes do Salão Principal apagaram-se, sentindo-se inquieta com o que viria a seguir, sabia o quão heterodoxas podiam ser as ideias dos marotos e queria estar disposta a encarar, entretanto não conseguia ficar calma perante o desconhecido.
Ainda em suspeita, seguiu os jovens para fora do salão trocando olhares com uma animada Sadie, tudo era tão mais simples para ela, sempre disposta a novos desafios, quanto mais perigoso e diferente melhor. Sentiu uma pontadinha de inveja da amiga, mas logo recompôs-se, também apreciava desafios mas de outras espécies, como os literários ou uma tarefa verdadeiramente difícil e instigante. Por outro lado, James era sua atividade extracurricular mais bem sucedida em seus anos de Hogwarts, não apenas pela relação existente entre eles, mas pelo forma que ele desafiava-a a sair de sua zona de conforto, a aventurar-se sem julgamentos, ensinando-a uma nova forma de ver a vivência em Hogwarts e era grata a ele por isso, ele ajudara-a mais do que tinha noção.
Já fora do castelo, Isla cruzou os braços num reflexo a brisa suave dos campos abertos próximos ao Lago. Demorou breves segundos para entender qual era a intenção deles no local, por mais óbvio que fosse ao ouvir as falas de Peter, ainda estava relutante a acreditar que concretizariam aquela ideia absurda. Chegou a virar para comentar com Sadie que aquela ideia era maluca, mas a amiga já era um das que corria em direção ao lago completamente nua. – Você não devia estar surpresa, Isla. – Disse para si mesma, sem poder conter o sorriso a reação óbvia de Sadie ao despudor da ideia maluca dos marotos. Os olhos azuis da morena passaram então a procurar o do namorado e Isla voltou a ficar receosa, conhecia James o suficiente para saber que ele não abriria mão de curtir a sua ideia, só que não sabia se seria capaz de acompanhá-lo.
Sim, tinha prometido que iria libertar-se de algumas manias e aproveitar a noite, mas jamais pensou que teria que libertar-se de seus trajes na frente de dezenas de alunos, não, aquilo era demais pra ela. E então seus olhos encontraram-se com os de James e foi preenchida por aquele sensação de torpor e não tinha mais certeza da firmeza de sua posição anterior, por que era tão fácil ficar suscetíveis as coisas só de olhar para ele? – Eu não acredito em vocês. – Respondeu ao namorado, retribuindo seu sorriso e usando um leve tom de censura na fala. Aproximou-se dele e levou as mãos ligeiramente trêmulas até a gravata ele, a ideia de despir o namorado, mesmo que uma peça tão singela, mexeu com Isla. – Prontinho. – Exclamou, quando depois de certo esforço, conseguiu livrá-lo da gravata.
- Vai lá se divertir com seus amigos, te espero aqui. – Puxou James pela blusa de linho branca e depositou um demorado beijo em seus lábios, matado saudade dos minutos que ficaram distantes. E voltou a afastar-se dele, lançando um olhar para o lago e sorrindo a cada aluno eufórico que juntava-se aos demais no lago, sem conter as caretas de espanto a cada vez que algum aluno despudorado corria nu pelo campo.
Momentos Jisla II ♥