Essas duais simples palavras ‘Meu’ e ‘Querido’ foram motivos de grandes discussões em minha mente. Beethoven chamava seu amor de ‘minha amada imortal’ essas três palavras que separadas não tem grande significado, juntas em uma frase eram capaz de resumir todo o amor que Beethoven sentia. Eu poderia chamá-lo de meu amado imortal, mais conhecendo o que conheço de Beethoven, sei que não o agradaria ter o pseudônimo de sua amada plagiado. Pensei em chamá-lo de Meu, ‘Meu Jonys’, mais por mais que eu queira não posso considerá-lo meu, seria pretensão demais e Deus sabe que não é essa a impressão que quero deixar. ‘Querido’ era pouco demais então por fim optei por Meu Querido, que é o que você sempre será não importa aonde o destino nos leve ou o que o futuro nos traga, no fim você sempre será o meu querido Jonys.