"documento" at Embajada
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"documento" at Embajada
#LaPandilla was @alexis_diaz and @jufe’s #StreetArtCollaboration that existed for a few years back in the early to mid 2010’s. I was able to catch two of their collaborative walls and collect one of their prints before they each took off on their solo careers. This wall is from Richmond and you can see some of the details by swiping and zooming! #LaPandillaArt #AlexisDiaz #Jufe #JuanFernández #rvastreetart #artingwithhalopigg #streetartspringbreakroadtrip (at Richmond, Virginia) https://www.instagram.com/p/CE2j-62nEfs/?igshid=m9yvya5vuucj
Paeonias, Juan Fernández at La Productora in San Juan, Puerto Rico
Paeonias
Juan Fernández (JUFE) at La Productora
Calle Ernesto Cerra 628, San Juan, Puerto Rico
October 15 - November 12
By appointment only: [email protected]
"Sin Mapa Ni Bote" ( Without a map and boat )
Eu olhava fixamente para o meu copo com coca, a festa estava acontecendo ao meu redor, mas só meu corpo estava presente, minha mente estava concentrada no movimento das bolhinhas de gás na coca-cola. Eu sentia o chão tremer de tanto as pessoas pulavam, estava começando a ficar com medo de tudo desabar, a parte boa é que eu já estou sentada no chão e "do chão não passa" a não ser que você vá para o inferno, uma possibilidade que eu ainda não posso descartar. Sinto olhos me observando ou até analisando, então resolvo finalmente olhar para outro lugar que não fosse a minha coca-cola. Dou de cara com um menino me encarando, percebo que ele não está sóbrio, mas não é o mais bêbado da festa. Ele estende a mão para me levantar, e eu aceito. Quando eu levanto ele me dá um abraço apertado, a razão eu ainda não descobri, depois ele começa a passar a mão pelo meu cabelo, mas não de um modo romântico, ele está fazendo carinho em mim como se eu fosse algum tipo de animal doméstico. E enfim fala: – Boa garota, boa garota! É sim! Quem é a minha garota? É você! Boa garota. – Hm oi, prazer meu nome é Julieta e eu não sou um cachorro. – Ah. Desculpe. - ele passa as mãos pelos olhos como se estivesse acordando, sua voz está falhada e lenta - Mas o seu cabelo loiro é tão liso e tão bonito que eu achei que você fosse metade Golden Retriever metade humana, ainda mais sentada no chão. – Vou considerar isso como um elogio. - digo sorrindo. – Então seu nome é Julieta! Vem cá Julieta e deixa eu ser seu Romeo! – Nossa, eu nunca ouvi essa cantada na minha vida. - digo com tom de ironia - Muito original. Ele começa a rir sem nenhum motivo, deve ser o efeito da bebida, pois sinto um cheiro de álcool tão forte quando ele abre a boca que chego a tampar o nariz. – Meu nome é Felipe, não tem nenhuma cantada original para o meu nome. - ele faz um biquinho e então olha para o meu copo de refrigerante. - Como assim você está bebendo coca-cola em uma festa dessa?! – Eu não bebo. - respondi séria. – Ah, que fofa, quantos anos você tem? 15? – Tenho 20 anos e mesmo assim não bebo, tudo porque eu tenho uma coisa chamada cérebro e não preciso de bebida pra me divertir em uma festa. – Isso parece uma ótima tese para um mestrado, você fez Harvad? Aposto que era a primeira aluna da classe de como ser careta. - ele pergunta com um tom de deboche. – Eu não vou beber só porque você me chamou de careta. Eu me irritei, virei e sai andando para o outro lado da festa e ele não contesta, sento no banco e procuro algo de interessante para observar, mas tudo que eu acho são pessoas pulando igual retardadas segurando um copo com algum tipo de bebida. Olho para o meio da pista de dança e vejo um homem cercado de meninas, todos eles rindo com exagero, eles devem ter percebido que eu estava observando, porque uma das garotas, com um vestido que parece mais só uma blusa, sai da roda e vem na minha direção. Enquanto ela caminha eu tento achar uma desculpa por estar encarando eles, mas quando ela chega logo vai falando: – Ei, você é a Julieta né? O Felipe ali quer o teu número. - ela disse enquanto aponta para o homem cercado de mulheres e tenta se equilibrar em cima do seu salto. Eu seguro minha risada por ver que Felipe é o homem cercado de mulheres, aquelas meninas estão afim do bêbado que me confundiu com um cachorro e ainda me chamou de careta. – Diga pra ele que não estou interessada, ok? - ela me olha como se eu fosse um pessoa estranha, ou de outro mundo. – Tudo bem então. A menina caminha de volta para a roda na pista de dança e eu começo a ter um ataque de riso, chega a ser cômico ele pedir pra a amiguinha dele vir falar comigo, parece coisa de adolescente. E para melhorar a noite um casal senta ao meu lado no banco e começaram a se beijar. Ótimo, penso, agora vou ter que segurar vela até para pessoas que eu não conheço. Eu olho para onde eu estou e começo a me questionar por que eu tinha ido à um lugar como esse. Eu estou sozinha sentada no banco, segurando vela para um casal que eu não conheço, em uma festa cheia de bêbados e acabo de ser chamada de careta por um menino com temperamento de um adolescente. Me levanto e resolvo ir embora, vou andando até a rua e lembro que estava sem o meu carro, precisava pegar um taxi, mas como eu sou uma pessoa muito sortuda nenhum taxi passava por lá está hora. Tiro o salto e resolvo ir a pé, mesmo que seja um pouco longe da minha casa é melhor do que ficar nessa festa. Quando começo a dar alguns passos no sentido contrário da festa sinto uma mão sobre o meu ombro, me viro e encontro o bêbado cobiçado pelas mulheres de vestidos curtos me olhando com um sorriso de orelha a orelha. Felipe. – Onde você está indo, moça que não está interessada em mim? – Não é da sua conta. - respondo séria e tiro sua mão do meu ombro – Por que você está sendo grossa com o cara que vai te levar até sua casa? Mamãe não ensinou a ser educada? - ele passa a mão pela minha bochecha que pelo contato ficou quente. – Minha mãe também me ensinou a não falar com estranhos. – Mas se você não falar comigo como eu vou passar de estranho para conhecido? – Faz sentido. O que você quer Felipe? – Juju, você acha mesmo que eu ia deixar uma menina linda como você andar sozinha essa hora da noite?
Julieta do Felipe.
Miami New Times: Emoji As Art: Artist JUFE Takes Cartoon Texting to the Canvas
In 1984, George Orwell wrote about an entirely new language that nixes freedom of speech, limiting what you can say, the emotions you can express. Some could argue that the cartoon text language emoji runs along the same lines. Sure, they make flirting through Tindr that much easier -- "Ooh, I'd love some dessert [slice of cake]" --, and relieve the pressure when you rip a new one -- "I ran over your cat. Srry [frowny face]" -- but in the end you're only limited to the simplified expressions on a numbered keyboard.
Head over to Wynwood though, and this isn't the case.
Juan Fernandez Rivera, more commonly known as JUFE by his street art colleagues, is flipping the concept of Orwell's fictional language on its head with his own exhibit, aptly named Newspeak. In his installment, located within the clean walls of Product 81 gallery, the Puerto Rican artist has taken the 20 emojis he uses most often to explore the idea of the symbols as the next universal language, one that can bridge the gap whether you're speaking Mandarin or Spanish. JUFE is one of seven artists being featured by the Fordistas Residency Program, which provides living quarters, materials and exhibition opportunities to emerging artists in South Florida.
Read the full article over here.
Jufe
"Virgen"
Quetaro, Mexico