PRINCE // LE GRIND [THE BLACK ALBUM, 1987]
seen from Türkiye
seen from Germany
seen from China
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from China

seen from Chile
seen from United States

seen from Uzbekistan
seen from China

seen from Chile
seen from China

seen from United States
seen from South Korea

seen from Malaysia

seen from United States

seen from Russia
seen from China
seen from United States
PRINCE // LE GRIND [THE BLACK ALBUM, 1987]
For the King
Damn you endgame
Eu tenho um problema que suponho que todo mundo tem, mas por causa dessas particularidades do ego, suponho que me incomode mais do que a maioria, pois sou especial e única, igual todo mundo. Eu odeio quando mentem para mim. Não a mentira deslavada, a caozada, não, não. Eu odeio quendo me vende uma coisa e no meio do caminho me dão outra. E essa uma das principais razões deu jogar cada vez menos RPGs. Porque eles mentem.
A maioria os RPGs começa simples com ambientes controlados e assim que você se aproxima do endgame o jogo assume que você fez todo o grind possivel e está usando todos os exploits disponíveis e faz a mesma coisa. Ok. Justo. O jogo pede algo que ele faz mas é algo que ele não faz desde o começo. É completamente diferente de um souls da vida que te dá amor desde o primeiro segundo.
For the King é um jogo legal. Gera uma aventura semi aleatória (as etapas são as mesmas, o mapa, monstros e itens não) e tem várias aventuras para variar o tempero. Cata uns livros para desbloquear uns troços e aumentar a rejogabilidade. Cada aventura dura umas cinco-seis horas. Mas não é para mim. Um jogo que demanada que eu jogue apelativamente desde o começo fácil como forma de me preparar o final difícil ofende minha ética pessoal e meu deus particular, a parede sem fim lá no céu. Recomendo, mas não jogarei mais. Para mentir para mim já basta IRL.
Earthlock
Não compre, plante
Tempos modernos é quando você pode jogar um JRPG com visual cartoon feito por uma empresa indie norueguesa. Uma aventura leve sobre a filha de um general e um molecote catador de lixo que felizmente não vira uma história de amor. Junta um porco(?) humanoide nerd, a mina durona de corte de cabelo descolado, um pokemon e um pokerobo. Juntos essa turma do barulho vai salvar a terra de não-importa-o-nome do malvado de cartola e sua ajudante gótica suave que querem fazer coisas ruins por razões.
Olha, a história é tão porcaria quanto parece. O jogo não. O miolo de todo JRPG é o sistema de combate e de customização dos bonecotes, e essa parte é boa. Refinada até. Um sistema de comandos por botões e direcionais elimina o grosso dos menus durante a trocação e os builds usam um esquema que lembra FF XII. Tem sempre treco para fazer e deu para me distrair por 90% do tempo. Sofri contra um chefe e não foi o final.
O diferencial é um sistema de craft que eu não odiei. Porque? porque em vez de ficar catando troço por aí (e tem até um pouco de troço para catar) você planta troço. Gostei de cuidar da minha horta. Ainda mais quando a horta resulta em munição balística da melhor qualidade e gordas poções de cura. Depois de um certo ponto a horta fazia o trabalho para mim mas deu para disfarçar até o chefe final. Nele eu sentei na minha pilha monumental de balas e poções e as usei sem dó até o dito cujo estar morto. Fazer o que? O bicho era apelão, então eu apelei também. Infelizmente isso bota um gosto meio desgraçado no fim do jogo, o que costuma ser o gosto que fica no final da maioria dos JRPG. Apelar é quase que estrutural neles então uma hora deixa de ser sobre estratégia e expressão e passa a ser sobre fazer os números subirem o mais rápido possivel. Otimização é a morte da criatividade, anotem. A culpa deve ser minha de continuar jogando eles sabendo que não vou me divertir no final.
Check out the video for Le Grind's sassy disco pop banger Pillow Talk:
Check out the video for Le Grind’s sassy disco pop banger Pillow Talk:
This new single from Le Grind is without a doubt one of the most infectious dance tracks that you’re likely to hear this year.
An explosion of pumping, 80s-tastic disco-pop and diva vocals that’s set for release on 20 November, Pillow Talkis set up beautifully with a nice little phone call intro between the two girls from the UK…
View On WordPress
Le Grind!
I gotcha where I wantcha
babaaaaayyyyy!!!!
Wanted to say "shhh, I'm trying to listen to the TV!" and then realized it was me crunching on Quaker Oat Squares. ಠ_๏
Remember a while ago we posted that utterly amazing disco song with a chorus so glorious that makes you feel as though you're about to spontaneously burst in an almighty explosion of glitter, sweat and a mysterious white powder?
Well it's back, and this time it's free. Le Grind have put up a free remix (entitled I Was There (Between Your Legs Mix), no less). Play it, download it and then go buy the original on iTunes because it's very good and they deserve your $0.99/£0.79 ok.
If these 4 minutes of heaven don't give you the urge to get up and dance like it's 1979, I don't think we can be friends anymore.