Am I the only person who would LOVEEEE a kdrama where the main stars are Lee Jun Young(the dude that played Seongje in whc), and Cha Woomin(played Moonki in brave citizen with Lee Jun Young), and Choi Hyunwook(Ahn Su-ho in whc) like those three as bullies would HEAL me😭like I need them in the same show/movie ASAP not Rocky😭Like Woomin and Jun Young have acted tg a LOTTTT like they are basically tg in each show they act in😭🙏🏾just add Hyunwook and it'll be a deadly trio🙂↔️, like after watching Taxi Driver i DESPERATELY need bully Hyunwook again like he was sooooo😝🥹✌🏾anyways what do yall think of my glorious amazing cast of a show🥹
sinopse: você, uma professora recém contratada, achou que estava fazendo a coisa certa em denunciar han sugang para o conselho estudantil… ele descobriu, e agora precisa te ensinar uma lição sobre quem está no controle da escola.
avisos: han sugang 18+ mdni, dubcon, professor x aluno (todos os personagens são maiores de idade nessa fic), gravação não consensual, xingamentos.
palavras: 3800+
notas da autora: mais uma fic baseada em meus pensamentos aleatórios, sou apaixonada por personagens dúvidosos... citei o moongi apenas por ser um personagem do cha woomin <3
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a sala estava vazia, exceto pelas carteiras alinhadas, a luz amarelada do fim da tarde filtrando-se pelas janelas semi abertas. o chiado do ventilador no teto era o único som constante enquanto você organizava algumas folhas sobre a mesa, corrigindo provas da turma do segundo ano. era o seu primeiro mês como professora substituta, e você ainda estava se adaptando ao ambiente – alunos indisciplinados, olhares julgadores dos veteranos, e, claro, o nome que mais ouvira nos corredores com uma carga de tensão: han sugang. um aluno cuja reputação o precedia, e que fazia jus a cada boato sombrio.
você já o havia visto de longe. alto, presença imponente, sempre cercado por aquele grupo de garotos que não pareciam estudantes, mas seguranças pessoais ou até delinquentes. até então, ele não havia interferido diretamente nas suas aulas – até hoje. você tinha sido avisada. por outros professores, pelos olhares enviesados dos alunos no corredor, pelos sussurros carregados de tensão no café dos docentes. mas nada se compara ao momento em que você o vê entrando na sala.
a porta se fecha com um baque alto, abafando o som dos corredores. ele caminha lentamente entre as fileiras vazias, o som dos passos ecoando pelo chão encerado. outro aluno, que você reconheceu como lee moongi entra logo atrás, com as mãos nos bolsos e aquele sorriso provocador no rosto. dois outros alunos, desconhecidos para você, fecham a porta por dentro — e um deles sobe em uma cadeira sem cerimônia, puxando um pedaço de fita preta do bolso e colando-a sobre a câmera de segurança no alto da parede.
seu estômago dá um nó. você está sozinha. sua respiração ficou presa na sua garganta. o gesto foi tão deliberado, tão casual, que o terror que ele provocou foi ainda mais intenso. não houve hesitação. aquilo era rotina para eles.
han sugang parou a poucos metros da sua mesa, as mãos enfiadas nos bolsos da calça do uniforme. ele não sorria. seu rosto era uma máscara de frieza calculada, os olhos escuros fixos em você, dissecando, avaliando. lee moongi se encostou em uma das carteiras da frente, cruzando os braços, o sorriso provocador se alargando enquanto ele assistia ao desenrolar da cena como se fosse um espetáculo particular.
— "professora," a voz de sugang cortou o silêncio, soando mais grave e ressonante do que você imaginava, o tom de alguém acostumado a dar ordens e ser obedecido. — "parece que tivemos um pequeno... mal-entendido hoje mais cedo."
você engole em seco, a boca subitamente seca. "se isso é sobre o que eu presenciei no corredor hoje, minha avaliação está no relatório que entreguei à direção. não tenho mais nada a discutir com você, han sugang" a tentativa de formalidade e de manter uma postura de autoridade soa frágil até para os seus próprios ouvidos.
sugang sorri. é um sorriso que não alcança seus olhos frios. — "ah, o relatório." ele se aproxima mais, parando bem na frente da sua mesa. ele se inclina, apoiando os nós dos dedos na madeira, e o seu mundo encolhe para o espaço entre vocês dois. o cheiro de um perfume caro e amadeirado invade suas narinas, misturado a uma aura de poder inquestionável. — "sabe o que acontece com relatórios que têm o meu nome, professora? eles desaparecem." ele se inclina um pouco mais, a voz baixando para um sussurro conspiratório. — "as pessoas desaparecem. oportunidades desaparecem. você é temporária, não é? substituta. uma peça facilmente substituível." a ameaça não é mais velada. é uma promessa clara, entregue com a certeza de quem nunca conheceu uma consequência.
o pânico gela seu sangue. sua mente dispara, calculando as contas para pagar, o aluguel, a necessidade desesperada por aquele salário que mal dava para cobrir o básico. perder aquele emprego não era uma opção. era o abismo. como se lesse seus pensamentos, a expressão de sugang se suaviza em algo ainda mais cruel: pena zombeteira. ele se endireita e começa a circular a sua mesa, lento e deliberado, as mãos agora fora dos bolsos, balançando ao lado do corpo com uma calma predadora. dois de seus colegas permanecem imóveis junto à porta, garantindo que o mundo exterior não interfira. — "eu posso ver nos seus olhos," ele diz, a voz voltando ao tom de uma conversa casual, o que a torna ainda mais aterrorizante. — "você precisa disso, não é? deste... emprego." ele pronuncia a palavra "emprego" com desdém, como se fosse algo sujo. — "um telefonema do meu pai para o conselho escolar, uma pequena reclamação sobre a 'instabilidade emocional' de uma professora substituta... e você estaria na rua antes do sol nascer amanhã."
ele para o seu lento passeio, posicionando-se atrás da sua cadeira. você vira a cabeça, incapaz de evitar os olhos dele, e o encontra olhando para você de cima. o medo de perder tudo aperta seu peito com uma força esmagadora. ele então se inclina novamente, o rosto perigosamente perto do seu, as mãos em seus ombros e o sorriso arrogante de volta aos lábios. o hálito dele é quente contra a sua pele. — "honestamente, eu deveria fazer isso," ele sussurra, o tom íntimo e repulsivo. — "só para te ensinar uma lição sobre hierarquia." ele faz uma pausa, os olhos percorrendo seu rosto, seu pescoço, seu decote e por fim caindo em suas pernas, em uma avaliação descarada que te faz sentir suja. — "mas..." o sorriso dele se alarga. — "...seria um desperdício." ele se inclina um pouco mais, o perfume dele te sufocando. — "afinal," ele conclui, a voz baixa e carregada de uma insolência nojenta, — "você até que é uma... gracinha."
a palavra paira no ar, desprovida de qualquer admiração. é uma arma, uma forma de te reduzir de uma educadora a um objeto, de afirmar que seu valor, até mesmo sua permanência ali, depende do capricho dele e de algo tão superficial quanto sua aparência. é a humilhação final.
seu coração batia descontroladamente, um tambor frenético ecoando em seus ouvidos. não era apenas medo, era uma fúria crescente que se misturava ao terror paralisante. as mãos de sugang, antes sobre seus ombros, desceram de forma perturbadoramente lenta e deliberada. você sentiu a ponta dos dedos dele roçar os primeiros botões da sua blusa, uma carícia invasiva que prometia se aprofundar, uma violação ainda mais íntima e revoltante do seu espaço e da sua dignidade.
o sorriso dele se alargou, tornando-se algo predatório, um vislumbre da malícia que habitava seus olhos escuros. eles ardiam em você, não apenas com desejo, mas com uma crueldade calculada, um prazer sádico em sua angústia. era um jogo para ele, e você era a presa.
à sua frente, como se a cena não pudesse piorar, moongi ergueu o celular, no modo de gravação. a sensação de ser filmada, de ter seu sofrimento eternizado e potencialmente exposto, adicionou uma camada de desespero à mistura já explosiva de emoções. você estava encurralada, sob o olhar impiedoso de um e a lente do outro, e a cada segundo, a esperança de escapar diminuía, sufocada pela atmosfera opressora que eles haviam criado. sua mente em pânico até mesmo esquecendo da presença dos outros dois alunos na porta trancada da sala. o ventilador no teto parecia ter parado de funcionar, o calor repentino da sala sufocando-a. os dedos de sugang roçaram o primeiro botão, e o som suave do tecido ecoou na sua cabeça como um alarme. seus olhos fixaram-se nos dele, buscando um vestígio de humanidade, de arrependimento, mas encontrando apenas o abismo da crueldade e o prazer na sua agonia. ele desabotoou o segundo, depois o terceiro, os movimentos lentos e deliberados, cada um deles uma promessa de degradação, expondo seu decote e aos poucos seu sutiã preto para os olhos deles e para a câmera a sua frente.
— "você vai querer continuar no emprego, não é?" a voz dele era um sussurro, mas ressoava com a força de um comando inquestionável. o hálito quente contra sua pele, a proximidade sufocante, a sensação dos dedos em sua blusa — tudo isso era um martelo batendo em sua sanidade. você não conseguia falar, apenas assentir, um movimento quase imperceptível de cabeça. não havia outra opção. você precisava desesperadamente daquele emprego. a humilhação era um preço amargo, mas a alternativa era o vazio.
o sorriso vitorioso de sugang se alargou. ele não precisou de palavras; seu assentimento era a rendição que ele buscava. os botões abertos de sua blusa, a câmera ligada, o sorriso de moongi — tudo testemunhava a sua derrota. o calor da sala agora não era apenas físico, mas um calor de vergonha que subia do seu peito até o rosto, pintando-o de um vermelho intenso. você estava nas mãos dele, e ele havia deixado isso claro.
com um movimento rápido e inesperado, sugang puxou a blusa, o som do tecido rasgando ecoando alto na sala silenciosa. os botões que ainda resistiam saltaram, voando em direções diferentes, alguns acertando a mesa com pequenos estalos secos, outros caindo no chão completamente perdidos. e o tecido se abriu completamente, revelando seu sutiã e a pele exposta por baixo. e antes que você pudesse sequer processar o choque ou o frio que repentinamente a atingiu, a mão dele se moveu de sua blusa para o seu cabelo. os dedos dele se enroscaram em suas mechas, puxando com uma violência brutal que a fez soltar um pequeno grito abafado de dor, seus olhos se marejaram. sua cabeça foi forçada para trás, o pescoço esticando em um ângulo desconfortável e doloroso, enquanto ele a levantava da cadeira com uma facilidade perturbadora, com a mesma facilidade com que se puxa uma boneca. e com essa mesma facilidade ele a empurrou para frente, sem aviso, dobrando seu corpo de forma desajeitada e forçada contra a mesa em que os trabalhos dos seus alunos estavam esquecidos. o impacto fez o ar sair dos seus pulmões em um suspiro doloroso, e a madeira fria e dura da mesa pressionou dolorosamente contra seu abdômen e seios. seus braços esticaram-se reflexivamente para se apoiar, as palmas das mãos achatadas contra a superfície lisa da mesa, mas você não conseguia se firmar completamente; seus joelhos tremiam e suas pernas pareciam bambas sob você.
— "veja só, noona," a voz de sugang sussurrou em seu ouvido, um tom de escárnio que fez seu estômago revirar e o ar faltar em seus pulmões. ele se inclinou ainda mais, e você sentiu o calor opressivo do corpo dele atrás de você. — "você é ainda mais interessante de perto, não é, professora?" os apelidos, proferidos com tamanha malícia e zombaria, a reduzia a um mero objeto em suas mãos, desprovida de qualquer autoridade ou respeito.
moongi riu, o som da voz dele parecendo cruel em sua mente, um lembrete contínuo e perturbador que cada segundo da sua humilhação estava sendo eternizado pelo celular nas mãos dele. a mão de sugang em seus cabelos apertou ainda mais, puxando sua cabeça para trás, expondo seu pescoço em um gesto de domínio. — "tão... obediente," ele murmurou, a provocação pingando de cada palavra, como se a sua dor e o seu desespero fossem um espetáculo prazeroso e divertido para ele. — "quem diria que a nossa nova professora seria tão... doce?" seus lábios roçaram sua orelha, e um arrepio de repulsa correu por todo o seu corpo, um calafrio que não tinha nada a ver com o frio da sala ou a temperatura ambiente.
— "você vai pagar por isso, sugang! eu juro que você vai pagar!" sua voz saiu trêmula, um fio de coragem desesperada rompendo o pânico. a risada de moongi cessou abruptamente. o aperto de sugang em seu cabelo endureceu, um prenúncio sombrio. ele não se incomodou em responder verbalmente. em vez disso, com um puxão brusco e violento, sua cabeça foi jogada para trás, e então ele a impulsionou para baixo com força esmagadora. o impacto do seu crânio contra a madeira dura da mesa ecoou na sala, um som oco e doloroso que te fez ver estrelas. uma dor latejante explodiu em sua têmpora, e a visão ficou turva por um instante. ele a segurou no lugar por um momento, a mão ainda em seu cabelo, enquanto você tentava recuperar o fôlego, o gosto de ferro subindo por sua garganta. a risada de moongi e dos outros dois na porta retornou, mais alta e cruel, um incentivo para a selvageria de sugang.
então, você sentiu a mão livre dele deslizar por suas coxas, subindo sem hesitação. a bainha da sua saia foi agarrada com um movimento rápido, e o tecido começou a subir, revelando suas pernas. ao mesmo tempo, ele pressionou o corpo dele contra o seu por trás, os quadris dele colando-se aos seus de forma obscena, um lembrete físico e humilhante de seu domínio. a rigidez do membro dele se tornou inconfundível contra você, e um calafrio de repulsa ainda mais profundo percorreu seu corpo. era uma provocação cruel, uma demonstração de poder que ultrapassava qualquer limite.
— "você está quente, professora," ele sussurrou em seu ouvido, a voz rouca com uma satisfação cruel, enquanto os dedos dele continuavam o trabalho de enrolar o tecido da saia em sua cintura, expondo completamente seus quadris e a calcinha de renda preta. o atrito do pau dele contra a sua bunda se intensificou, a cada movimento um lembrete pulsante da sua impotência. — "uma vadia tão gostosa..."
o cheiro dele, a intimidade forçada, a sensação da pele exposta ao ar, tudo isso era uma avalanche sensorial que te desorientava. você tentou protestar novamente, mas as palavras ficaram presas na sua garganta, um nó de desespero e raiva. e então, uma sensação estranha e perturbadora começou a se espalhar por seu corpo, começando nas suas pernas e subindo. apesar do horror, apesar da humilhação, uma resposta física inesperada, quase traidora, começou a se manifestar. seu coração batia ainda mais forte, mas não apenas de medo; um calor estranho e vergonhoso irradiava de dentro, aquecendo a pele por debaixo de sua calcinha. suas pernas, antes bambas de terror, agora pareciam... pesadas, com uma fraqueza diferente. a resposta de seu corpo ao toque dele, te fazendo sentir ainda mais repulsa de si mesma.
— "olhe para você," sugang sussurrou, a voz dele um rosnado satisfeito. ele parecia perceber a sua reação, seus olhos escuros brilhando com uma malícia ainda maior. — "parecia tão arisca, tão... falsa." os quadris dele empurraram mais forte contra você, o atrito constante intensificando a sensação insuportável de seu membro pulsante. ele riu, uma risada baixa e rouca. — "essa sua pequena encenação não está funcionando, professora. seu corpo sabe o que quer, não é?"
a mão dele que segurava seu cabelo se soltou, mas apenas para deslizar para a sua nuca, os dedos pressionando levemente. a outra mão, antes na sua saia, desceu pelas suas coxas expostas, uma carícia lenta e torturante que te fez arfar, antes de se perderem dentro da sua calcinha. ele continuou a se esfregar em você, e o calor em seu ventre se intensificou, uma onda que te fez prender a respiração. você tentou se contorcer, se afastar daquela proximidade humilhante, mas ele te segurou firmemente, com uma força que te lembrou quem estava no controle ali. os dedos dele encontraram seu núcleo, um choque correu por sua espinha, e você arqueou as costas contra o corpo dele, um pequeno gemido escapando de seus lábios entreabertos. o ar em seus pulmões parecia rarefeito, e a cada movimento dos dedos dele, o calor em seu ventre se transformava mais insuportável. sua mente gritava para que você resistisse, para que lutasse, mas seu corpo, traidor e desesperado, respondia com uma urgência que a envergonhava profundamente.
moongi riu novamente, um som agudo e presunçoso que ecoou na sala, e você pôde quase sentir os olhos dele te devorando pela tela do celular enquanto ele o ajustava para capturar um ângulo melhor. os dois garotos na porta também riram, seus sussurros maliciosos completando o coro de sua humilhação. você sentiu o hálito de sugang em seu ouvido, quente e úmido. — "está gostando, não está, professora?" ele murmurou, a voz rouca com triunfo, — "seu corpo está implorando por mais." seus quadris empurraram com mais força, o pau dele pulsando contra sua bunda, e os dedos dele se moveram em um ritmo mais rápido, mais exigente. o prazer subia como uma onda, ameaçando afogar o terror e a raiva. você estava à beira de um abismo, e a queda era iminente.
você mal conseguia respirar, seu corpo se contorcendo e arqueando a cada movimento dos dedos dele. os gemidos, que você tentava desesperadamente sufocar, escapavam como sussurros traidores – um som de prazer inegável misturado à vergonha mais profunda. sua mente gritava para parar, mas seu corpo implorava por mais, uma batalha interna que você estava perdendo catastroficamente.
então, num piscar de olhos, os dedos dele se retiraram. um sentimento de vazio preenchendo sua intimidade, um arrepio de frustração, misturado com um alívio momentâneo. ele não parou ali. com um movimento rápido e decisivo, suas calças de uniforme foram puxadas para baixo, e você ouviu o tecido das roupas dele se arrastando, revelando a pele pálida e exposta. seu coração batia descontroladamente contra as costelas, a antecipação e o medo se misturando. com um puxão brusco e sem cerimônia, sua calcinha foi puxada para o lado. o elástico estalou contra sua pele, deixando-a completamente exposta ao ar da sala de aula, aos olhos famintos dele. você sentiu a ponta do membro dele roçar sua entrada, quente e pesada, e um arrepio incontrolável percorreu sua espinha. não era mais uma ameaça dele, mas uma promessa prestes a ser cumprida.
— "pronta para aprender uma lição de verdade, professora?" ele sussurrou, a voz rouca e carregada de malícia. o hálito dele em sua nuca era um lembrete cruel da posição que ele te impunha. ele empurrou, propositalmente devagar, e você sentiu a pressão da entrada dele. você prendeu a respiração, seus punhos cerrados na mesa, tentando absorver o impacto da invasão, a dor se misturando a algo que você não conseguia explicar.
ele moveu os quadris novamente, e você sentiu o corpo dele afundar mais profundamente no seu, um alongamento que te fez arfar. um gemido involuntário escapou de seus lábios, uma resposta do seu corpo traiçoeiro. ele riu, uma risada baixa e presunçosa que ressoou em seu ouvido.
— "tão apertadinha, noona," ele murmurou, a voz quase um ronronar satisfeito. — "e tão molhada. parece que você estava ansiosa por isso, não estava?" a crueldade em suas palavras, a sugestão de que você desejava aquela humilhação, era quase tão dolorosa quanto a penetração em si. ele começou a se mover, em um ritmo lento e deliberado, cada estocada uma tortura prolongada, uma afirmação de seu domínio. os olhos de moongi, você sabia, estavam fixos em você, e a câmera do celular capturava cada momento da sua degradação. o prazer, vergonhoso e proibido, começou a se misturar ao terror, uma batalha interna que você não conseguia vencer.
o corpo dele batia contra o seu em um ritmo constante, uma percussão indecente que a prendia à mesa. a cada estocada, você sentia o atrito intenso, o alongamento insuportável que se misturava a uma sensação de calor, uma pulsação que não podia negar. seu corpo se arqueava involuntariamente, respondendo ao ritmo implacável dele, e os gemidos que você tentava sufocar tornaram-se mais audíveis, quase um lamento misturado a uma súplica. você parecia estar em chamas, e uma pressão crescente se acumulava em seu ventre, uma urgência que a levava à beira do precipício. as pernas, antes trêmulas de medo, agora se abriam e tremiam com uma fraqueza que era quase... prazerosa. você se odiava por isso. odiava a forma como seu corpo traía sua mente, a forma como ansiava por mais.
sugang rosnou em seu ouvido, um som de triunfo. — "não adianta lutar, professora," ele sussurrou, a voz carregada de satisfação. — "você está adorando isso, não está, vadia?" a cada palavra, ele acelerava o ritmo, as estocadas mais fortes, mais profundas, e você sentia seu quadril sendo cada vez mais pressionado contra a superfície de madeira. a respiração se tornou ofegante, e os olhos marejados se fixaram na mesa, tentando se ancorar em algo que não fosse a realidade brutal em que estava imersa. a visão de moongi com o celular, dos outros dois garotos na porta, tudo se misturava em um borrão. a única coisa real era o corpo dele em você, a sensação avassaladora que ameaçava explodir, e a certeza de que, apesar de tudo, você estava a caminho de um orgasmo que jamais perdoaria.
com um grito abafado, que era metade súplica, metade gemido, você sentiu a tensão insuportável em seu ventre se romper. seu corpo se contraiu em espasmos violentos, a mesa chacoalhando sob o impacto do seu clímax vergonhoso. o ar saiu dos seus pulmões em um suspiro rouco, e seus músculos ficaram rígidos, antes de relaxarem em uma exaustão dolorosa.
sugang soltou um grunhido satisfeito, seu próprio corpo tencionando e relaxando em resposta ao seu. ele se moveu mais algumas vezes, profundo e dominante, antes de liberar sua semente com um gemido gutural, seu corpo pesado colidindo com o seu. você sentiu o calor do sêmen dele dentro de você, uma invasão final, que se somava à sua humilhação. ele se retirou com um movimento abrupto, o vazio repentino, a frieza do ar na sua intimidade exposta, era quase tão chocante quanto a invasão.
sugang se afastou, puxando as calças para cima com um ar de completa indiferença, como se nada de extraordinário tivesse acontecido. ele parou ao lado da sua mesa, arrumando a roupa, um sorriso de triunfo pintado em seu rosto. — "lição aprendida, professora?" ele perguntou, a voz casual, quase entediada, — "espero que sim. não gosto de repetir as coisas." ele se inclinou, sussurrando em seu ouvido uma última vez. — "ah, e sobre o relatório..." ele disse enquanto se afastava de você, em direção aos dois estudantes na porta. — "considero este assunto encerrado. você não vai querer que seu 'pequeno segredo' seja divulgado, não é?"
ele olhou para você, os olhos escuros brilhando com uma ameaça fria e calculada, um aviso. você não conseguiu responder, sua voz presa em sua garganta, a traição de seu corpo ainda fresca e humilhante. você apenas assentiu, os olhos marejados fixos na mesa. ele sorriu, um sorriso que não alcançava seus olhos.
os dois garotos que estavam na porta se afastaram, e moongi abaixou o celular, finalmente encerrando a gravação. Ele guardou o aparelho no bolso e deu-lhe um último sorriso malicioso antes de seguir sugang para fora da sala. a porta se fechou novamente com um baque, e o chiado do ventilador no teto voltou a ser o único som constante, mas agora parecia um zumbido zombeteiro, ecoando o vazio da sala e o peso esmagador da sua nova realidade. Você estava sozinha novamente, mas não era a mesma. e a cada segundo, a vergonha se enraizava ainda mais fundo em seu peito, uma ferida que você sabia que nunca se curaria completamente.