✦ Nome do personagem: Lee Sooah. ✦ Faceclaim e função: @rekn0t - Instagrammer. ✦ Data de nascimento: 18/05/2000. ✦ Idade: 25 anos. ✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela. ✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana. ✦ Qualidades: Autoconfiança, elegância no comportamento e Integridade. ✦ Defeitos: Frieza emocional, impulsividade e autossuficiência extrema. ✦ Moradia: Elysian Fields. ✦ Ocupação: Bailarina profissional e Instrutora de ballet na Atlas Gym. ✦ Bluesky: @EF00LSOO ✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, HOSTILITY, ROMANCE, SMUT. ✦ Char como condômino: Lee Sooah, com sua simpatia e autoconfiança, é uma condômina bastante ativa e inspiradora. Promove a convivência. Lidera com naturalidade. Adota uma postura proativa. Em resumo, Lee Sooah seria aquela condômina que não só se preocupa com o próprio lar, mas também com o bem-estar coletivo.
TW’s na bio: falecimento paterno e briga maternal, possível citar algo relevante à início de depressão e ansiedade atualmente curada. Biografia:
Sooah nasceu em uma pequena cidade no sul da Coreia do Sul, em Jeju, onde o som de tambores e danças tradicionais preenchia o ar, mas seu coração pulsava em ritmo de algo diferente: o balé desde muito pequena. Desde muito jovem, ela sentiu uma conexão única com a música clássica e os movimentos delicados do balé, algo que a fazia sentir-se em um mundo só dela, como algo que só ela podia ter acesso. No entanto, na cultura conservadora de sua família, o balé não era visto como algo viável. Sua mãe, Yeonhee, sempre acreditou que Sooah deveria seguir uma carreira mais estável e tradicional — talvez se tornar médica ou advogada de grande nome, algo que garantisse uma vida confortável e respeitada, seu pensamento mísero, não acreditava que o balé poderia levá-la às alturas.
A mãe de Lee Sooah era uma mulher de temperamento forte e firme, tinha suas próprias frustrações. Ela vinha de uma geração que lutava para sobreviver e, por isso, sua visão de mundo era rígida, focada na segurança e na prática. No entanto, Sooah não via sua vida dessa maneira. Desde os seis anos, ela sonhava com os palcos dos maiores teatros do mundo, e isso a levou a começar aulas de balé secretamente, economizando o pouco dinheiro que sua mãe lhe dava para comprar os sapatos de balé e os vestidos, tornando-se amiga da professora, que não cobrava um tostão para receber suas aulas, apenas focando no esforço da pequenina. A briga interna entre mãe e filha começou logo após Sooah vencer uma bolsa de estudos para uma famosa escola de balé em Seul, aos 14 anos. Sua mãe, inicialmente, foi contra, vendo isso como uma distração da “verdadeira” educação.
Foi uma luta feroz: Yeon-hee queria que sua filha fosse para uma escola tradicional, onde a vida fosse mais segura, e Sooah queria seguir seu sonho, sabendo que teria que lutar contra as expectativas familiares e a sociedade, deixando um pouco de insegurança até quanto suas ideias de vida. Mas Sooah, determinada e imbatível, seguiu seu caminho. Ela trabalhou incansavelmente, acordando de madrugada para praticar em estúdios improvisados e sacrificando sua infância para poder dedicar-se totalmente ao balé.
Quando ela finalmente se apresentou no palco, foi como se o mundo tivesse se aberto para ela. Aos 19 anos, foi convidada para fazer parte da companhia de balé internacional, o maior sonho de sua vida.
Mas foi nesse momento que a tragédia familiar se abateu sobre ela.
Uma noite, após uma apresentação importante, Sooah recebeu a notícia de que seu pai, que havia sido diagnosticado com uma doença grave, tinha falecido. Ela estava no auge de sua carreira, prestes a conquistar o mundo, mas o peso da perda foi insuportável. Para piorar a situação, a relação com sua mãe estava completamente abalada. Yeon-hee, em seu desespero, culpou Sooah pela morte do pai, acreditando que, se sua filha tivesse ficado mais tempo em casa, talvez pudesse tê-lo cuidado melhor.
Isso causou uma ruptura profunda entre as duas, e Sooah se viu sozinha em um momento de grande sucesso profissional, mas com um vazio emocional que parecia não ter fim.
O sacrifício foi imenso.
Sooah perdeu muitas coisas ao longo do caminho: não teve uma vida social comum, perdeu amigos, vivenciou momentos de solidão profunda e, ainda assim, seguiu sua carreira com um sorriso no rosto. Ela se tornou uma estrela internacional, viajando para as maiores capitais do balé, mas seu coração carregava o peso de sua relação com a mãe e a ausência do pai.
Com o tempo, Sooah começou a questionar sua jornada. Ela estava no auge de sua carreira, mas sentia-se fragmentada. Foi quando decidiu que precisava dar algo mais a si mesma — e a outras pessoas. Após anos de sucesso nos palcos, ela voltou à sua cidade natal e, em uma pequena escola de balé, começou a ensinar crianças e jovens.
O seu desejo de transmitir tudo o que aprendeu ao longo dos anos e a sua visão de força, superação e beleza através da dança tornou-se uma missão pessoal.
Foi também nesse período que ela começou a restabelecer sua relação com sua mãe, embora a dor nunca tenha desaparecido completamente. Yeon-hee, vendo a transformação de sua filha e sua paixão por ensinar, começou a entender a profundidade do sacrifício que Sooah havia feito.
Com o tempo, as duas foram se reconciliando, embora as feridas do passado nunca fossem totalmente curadas.
Hoje, Sooah era uma figura reverenciada tanto como bailarina quanto como professora. Ela é conhecida por seu rigor, sua disciplina e, acima de tudo, por seu amor pela dança.
Sooah mudou-se definitivamente para Seul — o local onde Lee Sooah morava atualmente é um complexo de apartamentos agradável, que atendia muito bem a todas as suas necessidades e superava suas expectativas, além de ser completamente compatível com seu custo-benefício. Por conta disso, a locação deixou de ser uma opção quando ela adquiriu um apartamento próprio. Sooah conseguiu um emprego na Atlas Gym, apesar de ser uma bailarina profissional, devido ao seu desejo de buscar uma nova direção para sua vida. Ela se encaixou no ambiente da Atlas Gym por conta de sua disciplina e força física adquiridas com o ballet, além de sua determinação para aprender novas habilidades e enfrentar desafios em um campo diferente do qual estava acostumada. O contraste entre a delicadeza do ballet e o mundo do treinamento físico na academia criava uma narrativa interessante e mostrava o crescimento de Sooah em seu novo ambiente.
Ela ensinava seus alunos a não apenas dominarem as técnicas, mas também a encontrarem sua própria voz e identidade através da dança, algo que ela sempre desejou para si mesma. Hoje, Sooah reconhecida não só como uma das grandes bailarinas da Coreia, mas também como uma mentora de jovens dançarinos, que a veem como um símbolo de perseverança e empatia.
Embora a dor do passado ainda faça parte de sua história, Sooah transformou essa dor em algo belo e significativo. Ela sempre soube que a arte tem o poder de transformar vidas, mas que também exige sacrifícios profundos. Sooah, em seu coração, compreendeu que, embora o caminho para o sucesso tenha sido árduo e doloroso, foi a dança que a ajudou a encontrar a paz — e agora, ela transmite essa sabedoria para os outros. Ela acredita que, através da dança, seus alunos podem aprender não apenas a expressar seu corpo, mas a compreender a complexidade da vida, a lidar com as perdas, as frustrações e, acima de tudo, a encontrar a beleza no meio da dor.
No final, Sooah se tornou mais uma mulher que soube como transformar sua tragédia pessoal em uma história de superação e amor pela dança. Ela foi capaz de, finalmente, reconciliar seus sonhos com suas raízes, e isso a tornou, de uma maneira única, verdadeiramente completa.














