moinho de versos movido a vento em noites de boemia vai vir o dia quando tudo que eu diga seja poesia Leminski
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moinho de versos movido a vento em noites de boemia vai vir o dia quando tudo que eu diga seja poesia Leminski
Vai me ver com outros olhos ou com os olhos dos outros?
Leminski
sossegue, coração. ainda não é agora. a confusão prossegue sonhos a fora. calma, calma logo mais a gente goza. perto do osso a carne é mais gostosa
Leminski
Aqui nessa pedra, alguém sentou para olhar o mar O mar não parou para ser olhado Foi mar pra tudo que é lado (Paulo Leminski)
Pode reparar mesmo!! #leminski #leminskiando #leminskpoesia (em Bairro Da Vila Matilde)
vai pela sombra, firme, o desejo desespero de voltar antes mesmo de ir-me antes de cometer o crime, me transformar em outro ou em outro transformar-me quem sabe em obra de arte, talvez, quem sabe, falso alarme, grito caindo do poço, neste pouco poço nada vejo nem ouço, mais mais mais cada vez menos poder isso, sinto, é tudo que posso, o tão pouco tudo que podemos
Sei lá, por
Leminski
Toda poesia, Paulo Leminski
ali só ali se se alice ali se visse quanto alice viu e não disse se ali ali se dissese quanta palavra veio e não desce ali bem ali dentro da alice com alice se parece