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Quer saber mais sobre o Universo? O site Smart Kids conta um pouquinho mais sobre o que e alguma curiosidades... E sabe o que mais? Tem jogos, passatempos e desenhos para colorir! Vem dá uma olhadinha e se divertir ;)
Matéria produzida pelo Ciência Hoje, vale a pena conferir!
“Não se deixe enganar pelos filmes de ETs. Pelo menos até agora, só se tem notícia de um planeta que abrigue a vida como a conhecemos: a Terra! Mas por que seríamos privilegiados? A leitora Letícia Abreu escreveu para a redação com essa dúvida, e fui logo investigar.” Quer saber mais? Continue lendo :D
Como sempre, comecei minha pesquisa pelo acervo da CHC e, por sorte, vi que o geofísico Eder Cassola Molina, da Universidade de São Paulo, já tinha falado exatamente sobre isso na edição 184. Ele explicou que a Terra reúne todas as condições básicas para a vida, uma combinação nada fácil de existir.
Em primeiro lugar, o nosso planeta possui substâncias ricas em carbono, um elemento químico fundamental para a composição da vida. Além disso, a temperatura por aqui está sempre abaixo de 120 graus Celsius e não varia muito – graças ao tamanho do planeta, à sua distância do Sol e ao seu movimento de rotação. A estabilidade da temperatura, por sua vez, é fundamental para garantir a presença de água em estado líquido, outra condição básica para vida.
De todos os planetas do Sistema Solar, só a Terra apresenta essas características consideradas fundamentais para o surgimento de seres vivos. Mas não é impossível que existam outros corpos celestes com condições bastante semelhantes. Algumas pesquisas já mostraram, por exemplo, que há, em alguns grandes satélites, elementos parecidos com os que originaram a vida em nosso planeta. Quem sabe o que poderemos descobrir se continuarmos procurando por aí?
Planetário acessível: já imaginou 'ver' o Universo com as mãos?
Uma matéria especial do Portal Boa Vontade nos conta de uma Planetário acessível! Legal, né? Vamos conferir essa reportagem feita por Wellington Carvalho de Souza.
Representação de constelações. As bolinhas são as estrelas, identificadas em Braille. (Foto: Cláudio L. de Carvalho)
“Poder admirar as estrelas, a lua cheia ou ter noção da grandeza do sol são oportunidades que, ainda que não valorizadas no dia a dia, nos ajudam a ter ideia do quanto o Universo é complexo e belo. Porém, como proporcionar isso às pessoas que não enxergam?
No campus da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), em Ilha Solteira, interior de São Paulo, o Planetário para Deficientes Visuais atende a essa necessidade. Nele, os astros foram todos trabalhados em alto relevo e o nome das estrelas e galáxias escritos em Braille.
Idealizado pelo dr. Cláudio Luiz Carvalho, 56, professor do departamento de Física e Química da Unesp, o planetário é um dos poucos dotados de acessibilidade no Brasil. “Temos um grupo de astronomia e estávamos acostumados a receber pessoas sem deficiência visual. E percebemos que é muito fácil expor a elas as informações sobre os astros, e para os cegos, não”. A partir daí, o docente começou, com seus alunos, a desenvolver a ideia de receber as pessoas com deficiência visual da melhor forma também.
As representações dos planetas são feitas em relevo para que as pessoas com deficiência possam diferenciá-los pelo tato. Ao fundo, a esfera maior representa o sol.
“A primeira coisa que nos veio à cabeça foi o fato de as pessoas com deficiência visual utilizarem o tato. 'Vamos tentar montar um planetário em que, ao invés de ver, possam tocar'. Então, fizemos duas estruturas de um metro cada uma, contendo várias constelações, cerca de 500 estrelas, com seus respectivos nomes escritos em Braille”, explica o dr. Cláudio.
Com alguns materiais, como o isopor, o professor e alguns alunos desenvolveram representações de muitos componentes do Espaço, a exemplo do Sistema Solar e algumas constelações. E tudo foi pensado em escalas proporcionais, para dar noção da grandeza.
Para exemplificar, o professor detalha: “O sol é uma esfera de um metro de diâmetro (uma bola enorme). Tentamos ilustrar a superfície dele deixando a esfera meio enrugada; para as manchas solares, colocamos um relevo diferenciado; as explosões solares são de plástico. Em comparação à esfera que representa o sol, a da Terra tem um centímetro de diâmetro (tamanho de uma bola de gude). Então, o deficiente visual consegue fazer a relação do tamanho do Sol e do planeta que vivemos”.
E para aqueles que tinham dificuldade nas aulas de geografia na escola, algumas dúvidas podem ser esclarecidas no planetário. “Para saber mais sobre a Terra, fizemos um outro globo com o relevo do mar mais abaixo do que o dos continentes. Assim o cego consegue notar a forma da América do Sul, América do Norte, e assim por diante.”
E agora você pode pensar: “Mas como ter ideia do brilho das estrelas?”. A solução foi mais simples do que se poderia imaginar: em uma esfera aberta ao meio, as constelações são feitas com linhas (para se perceber o desenho que fazem no céu), e as estrelas mais brilhantes são representadas por bolinhas maiores em relação às que brilham mesmo. Legal, né?
Se você conhece algum deficiente visual, convide-o para conhecer o planetário! As visitas sempre contam com acompanhantes para tirarem dúvidas. O Planetário para Deficientes Visuais da Unesp, localiza-se na Avenida Brasil, 56, no Centro de Ilha Solteira, SP. Fica aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e reabre às 14h, ficando aberto até às 18 horas. A entrada é gratuita. =)”
As representações dos planetas são feitas em relevo para que as pessoas com deficiência possam diferenciá-los pelo tato. Ao fundo, a esfera maior representa o sol. (Foto: Cláudio L. de Carvalho)
Imagina ter um pedacinho do universo na sua mão, legal né? Pois é, e mais legal ainda é saber que você pode fazer! Isso mesmo, é facinho. Vamos aprender?
O que vamos precisar?
-1 pote de vidro ou de plástico
-Anilina ou qualquer outro corante
-Água
-Glitter
-Algodão
-Palito de dente ou qualquer outra coisa que ajude a mexer os “ingredientes”
Separados os materiais, mãos na massa!
Encha o pote até a metade de água. Coloque o corante e mexa bem. Depois, coloque o algodão e espere absorver. Coloque o glitter, feche o pote e agite. Coloque mais água, mais algodão, mais corante e glitter de acordo com seu gosto.
Fica lindo ;)
#dica cuidado com a mistura dos corantes, uns tem as cores mais fortes e depois de um tempo, o pote inteiro pode ficar de uma cor só.