#iwtv#interview with the vampire#amc tvl#sam reid#jacob anderson



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Lliz Você pode fazer um imagine do bebê Harry saindo do palco sentindo-se estressado e depois implorando para que ela o acompanhe quando voltar ao hotel para que ele possa relaxar nela ? muito obrigada
Adorei escrever seu pedido e espero que você goste tanto quanto eu, amor. Obrigada por participar e volta para o feedback? Vai ser muito bom saber sua opinião sobre isso. 💖
Sunflower
— Ele precisa de você — os braços de Mitch rodearam o corpo de S/N em um abraço com ternura, com o corpo um pouco curvado para que ficassem na mesma altura. Ele havia acabado de encostar o baixo na parede ao lado do palco quando a avistou. — Pensei que não viria hoje.
A tensão no rosto de Mitch quando se afastaram, fez a sobrancelha de S/N se erguer instantaneamente. A voz do amigo soou preocupada e ele suspirou ao final. Aquela nunca havia sido uma reação que, normalmente, ele teria ao final de uma apresentação da turnê.
— Eu realmente não iria vir ao show de hoje, mas saí do trabalho um pouco mais cedo e... — seus olhos vagaram pelo rosto de Mitch antes de encontrar o de Harry por detrás dele, um pouco distante e conversando com alguns membros da produção. Ele tinha as mãos apoiadas na cintura. — Ele está estressado, não está? Com o que houve no palco?
— O perfeccionista que habita nele jamais iria deixar passar batido a falha da produção, sunflower. Você conhece bem o seu namorado.
S/N assentiu mordendo a parte inferior da bochecha, ainda observando atenta a figura de um metro e oitenta há alguns metros de seu corpo. Os braços tatuados, agora, estavam cruzados, o maxilar travado e suas sobrancelhas franzidas ao ouvir um homem à sua frente — exatamente os sinais de chateação que ela conhecia bem.
Harry coçou as pálpebras com o polegar e o dedo indicador com força antes de abrir os olhos e notar a namorada. Sua respiração suavizou quase instantaneamente e os lábios em linha reta se esticaram em um sorriso pequeno e tímido.
Sem pensar duas vezes, ele correu até ela.
— Sunflower! — sua voz saiu abafada no pescoço dela. As mãos pressionavam a cintura feminina e, aproveitando que estava um tanto curvado, Harry suspirou e fechou os olhos com força, permitindo-se relaxar no abraço. Mitch havia saído pelo caminho lateral segundos antes. — Era você quem eu precisava ver agora, de verdade — pressionou seu corpo ainda mais no dela. — Eu estou tão estressado, bae, tão estressado. Eu não consigo entender como eles tiveram horas para testar todos os equipamentos e, ainda assim, tudo isso aconteceu.
A parte europeia da turnê havia iniciado naquela noite. Estar de volta a Londres e performar para sua família, amigos e fãs na cidade onde tudo começou, era o ponto alto do projeto e, definitivamente, nada poderia ser menos que perfeito. Mas quando a iluminação apresentou defeitos minutos antes da entrada de Styles ao palco e, em seguida, um dos amplificadores selecionados falhou tecnicamente, ainda na entrada da arena e escutando os comentários sobre o atraso, S/N sabia que aquilo o atingiria de alguma forma.
Afastando seus corpos, ela observou nitidamente a frustração nos olhos verdes e cansados.
— Sim, amor, eu imagino como deve estar se sentindo, mas essas coisas podem acontecer e-
Ele resmungou manhoso: — Foram vinte minutos, amor! Você tem noção? Fiz todos esperarem por vinte minutos por irresponsabilidades de terceiros.
A voz de Harry se tornou um pouco mais grave e suas bochechas voltaram a apresentar uma tonalidade avermelhada. As duas mãos ainda a apertavam no mesmo lugar, e S/N logo tratou de entrelaçar a sua em uma delas.
— Vamos para o seu camarim para conversarmos? — sua pergunta não soou retórica, mas ela não se permitiu ouvir uma resposta antes de virar-se e fazê-lo a acompanhar pela área interna da arena.
Os corredores estavam movimentados e ocupados com diversas caixas e outros instrumentos, além das pessoas responsáveis por fazer o espetáculo acontecer caminharem ou correrem para cima e para baixo. Alguma delas — as que tinham mais contato direto com Harry, para ser exato —, cumprimentavam S/N, quando ela passava, com um simples “hey, sunflower”. Esse era um apelido dado a ela por Harry na época em que ele ainda tentava conquistá-la, há dois anos atrás. Quando Mitch e Jeff descobriram, passaram a usá-lo como forma de desconcertar toda a pose de desapegado que Styles tentava passar quando se tratava dela.
Até hoje, sem dúvidas, S/N ainda era seu melhor ponto fraco e todos sabiam disso.
— Você já procurou saber o que pode ter acontecido? — ela perguntou puxando a cadeira giratória de maquiagem para que ele sentasse e foi trancar a porta. — A sua equipe sempre foi competente e alguma explicação deve existir quanto a isso, amor.
— Eu já procurei, já ouvi e a única coisa que eu sei é que isso não irá e nem pode acontecer mais uma vez — coçou os olhos novamente. — Hoje era um show importante e as pessoas enfrentaram inúmeras horas na fila para prestigiar e eu as desrespeitei da pior maneira — soltou o ar pela boca, decepcionado. — Só não… só não pode acontecer. Eu só quero dar o meu melhor em tudo porque é o que eles merecem.
O corpo de Harry se desfez de toda a tensão no momento em que sentiu as duas mãos de S/N emaranhadas nos seus cachos discretos de novo. Fazia exatamente um mês desde que ela voltara para Londres e esse também era o tempo que ele estava sem vê-la nos bastidores. As férias do seu trabalho permitiu que ela conseguisse acompanhar quase todos os shows da América do Norte e, inevitavelmente, não tê-la ao lado depois de tanto tempo juntos também o deixava desestabilizado.
— Você deu o seu melhor como sempre faz quando está naquele palco, Harry. Você é o melhor no que faz porque faz com amor e todos nós percebemos isso hoje de novo e de novo — deslizou os dedos com mais força, fazendo-a expressar uma careta e sorrir grande pela primeira vez. — Eu amei o plano de recompensá-las cantando medicine e alguns covers da 1D. Foi incrível!
Com a cabeça inclinada para trás e os olhos bem abertos, ele parecia não acreditar no que tinha acabado de ouvir.
“Ela realmente conseguiu assistir?!” pensou.
— Você…
— Sim, eu consegui — inclinou-se para beijá-lo na testa. — Eu sai do trabalho mais cedo, corri para cá e assisti todo o show da lateral do palco. Mas hoje você não olhou muito para lá, sabia?
Ele gargalhou. — Você não estava no seu lugar de sempre e eu não queria sentir ainda mais a sua falta — umedeceu os lábios. — Vem cá, senta aqui no meu colo e me deixa te abraçar. Eu estou com saudades.
A manha a fez revirar os olhos e pular para ele para sentir-se aconchegada. Harry observou os pequenos pés calçados com botas balançarem no ar e aperto-a mais no afego — na verdade, ele achava fofo como ela parecia ainda mais baixa em seu colo —, seus rostos ficaram mais próximos e os lábios rosados deslizaram pelo pescoço cheiroso antes de encaixarem nos dela.
— Eu estava com saudade disso, senhor estressadinho — deixou vários selinhos no bico que se formou. — Eu literalmente fugi para estar aqui, sabia? Eu merecia esse beijo desde o início.
— Me desculpa, amor — sussurrou manhoso. — Mas eu vou te dar muitos outros lá no hotel, por que iremos para lá, não é?
— É… não — ela riu dos olhos arregalados. — Eu preciso trabalhar mais cedo amanhã, bae, e sabemos que você não irá deixar isso acontecer.
— Não, S/N, você não pode fazer isso comigo. Não hoje, não quando eu estou estressado, não quando eu estou com saudades e tudo o que eu quero é deitar com a minha namorada na cama e curtir o resto da minha noite — sua voz saiu chorosa como a de uma criança birrenta. Era nessas horas que S/N conseguia entendia porque suas fãs o tratavam como um grande bebê de 26 anos de idade.
— Harry, eu não posso por-
— Você pode sim, amor. Eu te levo ao trabalho de manhã, sem atrasos, sem gracinhas e sem pedidos para ficar.
— Amor, você nunca faz isso e-
— Eu só quero relaxar em você, com você e apenas nós dois — seus suspiros eram seguidos da cabeça inclinada para o lado e carinho nas costas com as pontas dos dedos. Ele já havia a convencido no primeiro pedido e, no fundo, S/N sabia que ele sabia disso também, mas vê-lo implorar dessa forma fazia bem para um relacionamento tão longo. Nada havia mudado e isso a confortava. — Vamos, bae, eu prometo.
Ela espremeu os olhos. — De verdade?
— De verdade.
— Hum… mas quando você diz que quer relaxar em mim, está falando… hum… daquilo? — ergueu a sobrancelha, divertida.
Harry mordeu os lábios. — Você sabe muito bem do que eu estou falando, amor.
— Muito sexo?
— Muito sexo, babe, porque a meta é não dormir para você não se atrasar pela manhã.
Escrito por: @coragemparasonhar
Pedido para a Lliz: do Niall onde ele lança o vídeo de black and white e é cenas do casamento deles e é assim que anunciam que estão casados, os dois sendo cantores famosos e recém casados.
Ei, aqui está! 💖 Obrigada pelo pedido e eu espero muito que você goste, meu amor. Volta para falar o que achou, tá?
“Então, eu normalmente não faço isso, vocês sabem…” Niall disse ao microfone, ajustando o ponto encaixado em sua orelha esquerda rapidamente antes de segurar firme o violão marrom suspenso em seu pescoço. “Eu acho que vocês já estão cansadas de me ouvir tocar inúmeras versões desta mesma música nas lives, mas esse é o primeiro show depois desses tempos estranhos que passamos e, sinceramente, não há momento melhor para que eu compartilhe uma parte feliz da minha vida.”
Os gritos ecoaram quase em uníssono por todo o ambiente aberto. O local não estava em seu limite máximo de pessoas ainda, mas tudo estava sendo transmitido ao vivo por diversas plataformas oficiais e isso havia sido um cuidado que, sem dúvidas, Niall não deixaria de ter com todos os seus fãs.
O sorriso de Horan foi exposto no telão assim como suas bochechas vermelhas e seus olhos brilhando. “Eu espero que vocês sintam a mesma emoção e felicidade que eu senti. É sobre isso.”
As luzes se apagaram; agora, apenas o telão era destaque o palco e, aos poucos, black and white soou por todos os caixas.
Imagens de S/N surgiram em preto e branco.
De pé em frente a um enorme espelho redondo, vestida com um roupão, ela mesma deslizava pincéis de maquiagem por todo o rosto e expressava caras e bocas enquanto conversava com a câmera. Cabelo preso em um coque desajeitado e, ao fundo, sobre sua cama de lençóis de seda vermelho, um vestido branco e um buquê de rosas.
Recostado no batente da porta, Niall analisava tudo com um sorriso divertido no rosto — que se estendeu para uma gargalhada mais alta assim que presenciou sua noiva, desajeitada, rodar pelo quarto e quase cair ao tropeçar em uma almofada.
Dois minutos depois, ele estava sendo expulso aos gritos, gestos e sorrisos para fora do quarto. Antes que a porta pudesse ser fechada, Niall a puxou pela cintura e a beijou por todo o rosto, parando em seus lábios para sussurrar um simples “eu te amo”.
“Mrs. Horan”, bordado no roupão, pôde ser visto assim que S/N o retirou e suas costas ficaram nuas para que o tecido fino do vestido de noiva cobrisse seu corpo de baixo para cima; em outro quarto, Horan saía do banheiro, com a toalha abraçando sua cintura, reproduzindo passos típicos de dança irlandesa. Seu terno perfeitamente branco sobre um enorme sofá e seu olhar para ele, definitivamente, refletia alívio e felicidade.
“É hoje!" ele sibilou para a câmera quando, em frente a um espelho retangular e bem menor que o da sua noiva, ajustou sua gravata borboleta vermelha e a pequena rosa que repousava no bolso de seu paletó.
Sua mãe, pai, irmão e cunhada já estavam na ponta do altar, próximo a piscina, quando ele percorreu o caminho da sua casa até o jardim; suas mãos suavam, ele mordia os lábios, nervoso, ansioso. Os amigos mais próximos ocupavam as poucas cadeiras espalhadas e enfeitadas com flores brancas e rosas vermelhas.
Tudo simples, delicado, contrastando perfeitamente com o que S/N mostrou ao pisar no tapete vermelho; seu cabelo natural caía como cascatas por suas costas e ombros.
Ao notar todos de pé, sua família ocupando um lado do altar, Niall à sua espera e sua feição boba e apaixonada, inevitavelmente baixou a cabeça e lágrimas teimosas deslizaram por suas bochechas. Horan tratou de enxugá-las assim que estavam próximos, por mais que as suas estivessem vermelhas e marcadas também.
“Você está muito linda, amor” sibilou mais uma vez, prendendo o próprio lábio inferior entre os dentes. Os seus olhos azuis fixados nela a quase todo momento da fala oficial. Era notório o quão estava apaixonado por cada mínimo detalhe dela.
A música deu uma pausa para que o sim pudesse ser ouvido por todos.
“Sim”, S/N murmurou primeiramente, falando em alto e bom som em seguida assim que notou a confusão no rosto do rapaz. “Sim, sim e sim.”
Todos sorriram com o gesto de "yeah!" que Horan expressou rapidamente.
“Niall, você aceita S/N como a sua esposa?”
Ele umedeceu os lábios, fitando-a diretamente nos olhos e, por um breve momento, perdendo-se na imensidão que ela conseguia ser.
“Sim” suspirou e continuou cantarolando. “Swear in front of all our friends, there'll never be another. I promise that I'll love you for the rest of my life.”
A música retornou no momento em que Théo carregou as alianças até eles e, assim que foram trocadas e os lábios estavam próximos o suficiente para que ambos pudessem sentir a respiração um do outro, pétalas caíram sobre eles — e ambos sorriram antes de se beijarem exatamente como a primeira vez.
De mãos dadas, saíram correndo pelo tapete vermelho como duas crianças felizes, parando, na ponta do mesmo, apenas para que S/N jogasse o buquê para trás e, virando-se, cair na gargalhada ao notar que sua amiga de longa data o havia pegado.
O corte do bolo, as taças erguidas, os abraços, o pulo na piscina com toda a pequena turma de convidados e Théo dançando com os noivos parecia o encerramento perfeito para o momento. Contudo, Niall tinha outros planos e, sendo sua marca registrada, pegou S/N no colo, seu celular e, juntos, deslizaram até o espelho, fizeram o sinal e sorriram.
“Eu prometo que vou amar vocês pelo resto da minha vida.” Horan sussurrou em meio aos aplausos e gritos. “Eu prometo.”
Escrito por: @coragemparasonhar
olá queria pedir para Lliz um com Harry, sobre o choque entre as diferenças de cultura-custumes entre ele “britânico” e ela “brasileira” ao levar ela para conhecer sua família e parentes num aniversário ou alguma comemoração e meio que a família dele ainda fica julgando muito pelo esteriótipo sobre o Brasil 🇧🇷X🇬🇧 Muito obrigada
Eu imaginei uma cena bem família para isso e, sinceramente, espero que você goste do que irá ler. Obrigada pelo pedido. ♥️
Foreign
S/N suspirou aliviada assim que o avistou.
A figura do homem alto, de chapéu, com o corpo recostado no batente da porta e as mãos para trás como de costume, garantiram-a que havia chegado ao seu destino para aquela tarde.
A fileira de carros na rua poderia ter sido o primeiro sinal, mas depois de percorrer duas ruas exatamente iguais nos últimos dez minutos e bater à porta de uma senhora com o mesmo nome da rainha, Harry era, finalmente, a sua certeza e o reforço da sua apreensão.
As ruas de Holmes Chapel ainda eram desconhecidas para a brasileira, mas pilotar sozinha por alguns minutos pelo vilarejo foi a saída que ela encontrou para conseguir controlar as borboletas no estômago que surgiram desde a mensagem que recebera três dias antes: “amor, volto para a Inglaterra em dois dias e mamãe fará um churrasco em comemoração. Quais as chances de você dizer sim e me acompanhar? Mamãe está te intimando…”
Isso foi o bastante para fazê-la perder o sono, aumentar a fome e suspirar três vezes mais fundo, diversas vezes, enquanto caminhava lentamente até seu namorado — que, com a saudade que estava, não teve a mínima paciência para esperá-la chegar mais perto; correu e agarrou-a quase instantaneamente.
— Então a senhorita independente se perdeu no vilarejo? — seu sussurro soprou abafado nos cabelos soltos de S/N. As mãos pequenas contornaram o quadril tatuado, e as de Harry tentavam tocá-la por toda parte enquanto beijava sua testa, bochecha e, por fim, seus lábios. — Eu não aguentava mais ficar longe de você.
— Eu estava com muitas… — deu-lhe um beijo rápido. — Muitas… — outro. — Muitas saudades de você.
— Está nervosa? — seu sorriso ladino não tinha intenção de deixá-la mais tensa, mas ele quase ouviu sua namorada engolir o nada. — Eles vão amar você, babe, não se preocupe.
— Eu não estou nervosa porque estou prestes a conhecer toda a sua família e amigos próximos, OK? — deu-lhe a língua e quase instantaneamente Harry a beijou novamente. — Harry! Alguém pode estar olhando, sabia disso?!
— Talvez a minha tia... — deu de ombros e segurou-a pela mão antes que sentisse um leve tapa na cintura. — Vem, amor.
Se a casa era tradicional por fora, ao passar pela porta, S/N teve a impressão de que havia entrado em um ambiente totalmente diferente de todos que tinha frequentado desde o momento em que chegou ao país.
O sofá era em um tom mais aberto, as cadeiras com almofadas coloridas assim como uma parede azul coberta de porta-retratos que abrigavam fotos antigas, de viagens e até uma carta com uma caligrafia desleixada e um coração torto junto da assinatura "Love, H” — não restavam dúvidas de que o autor seria uma criança com sobrenome Styles.
— Diferente, não é? — a pergunta tirou-a dos seus devaneios e a fez encará-lo. — A cada viagem que mamãe faz conosco, algo muda na casa — inclinou a cabeça para a máquina de karaokê no canto da sala de estar. — Mas aquilo ali foi uma idéia totalmente minha, caso queira dar créditos.
S/N soltou uma risada. — Por que eu não pensei nisso?
— Porque você ainda não tem sabe como eu posso ser surpreendente, babe — piscou maliciosamente. — Todos estão aqui fora — deixou-a passar primeiro pela porta que dava acesso ao jardim da casa. — Não vou sair do seu lado, certo? — disfarçadamente bateu em sua bunda, ignorando totalmente o olhar de reprovação. — Eu não resisto.
S/N estava pronta para falar poucas e boas para Harry quando percebeu que toda a atenção da família estava sob ela.
A grande mesa estava posta no centro do jardim, rodeadas de cadeiras ocupadas, guarda-sóis vermelhos e umas churrasqueiras pequenas e redondas mais ao lado.
Definitivamente, ela não esperava que tantas pessoas estivessem presentes, mas as reuniões em família com a presença de Harry ficaram mais difíceis desde o início de sua turnê.
Ela entendia e o nó em sua garganta também.
— Família, esta é a S/N, a minha namorada e… — um grito pelo nome de Harry veio da cozinha. Ele revirou os olhos. — E eu já volto, OK? Pode ficar à vontade, babe. Não demoro.
Ele desapareceu no segundo seguinte.
— Olá a todos! — S/N tentou disfarçar toda a timidez que sentia com um aceno, recebendo sorrisos amarelos de volta e alguns apertos de mão dos mais velhos. Sentou-se na cadeira livre ao lado de uma garotinha de cabelos loiros.
— Eu sou a prima do Harry — disse apoiando os cotovelos na mesa. Os olhos verdes encarando-a. — Minha mãe é amiga de tia Anne. Você é do Brasil?
— Sim, eu sou do Brasil — riu com a cara de surpresa que ela fez. — Você já ouviu falar de lá?
— Sim, eu gosto do futebol e de um doce que o Harry fez pra mim na panela. Foi você que ensinou?
— Fui eu sim, você gostou? O Harry é um bom primo?
— Eu gostei — sorriu de lado. — E…
— E o Harry é um primo e sobrinho maravilhoso — uma mulher também de cabelos loiros e olhos claros interrompeu-as, sentando na única cadeira livre e sorrindo. — Sou Charlotte, a mãe dessa garota que adora fazer perguntas.
S/N riu. — Ela é adorável e é um prazer conhecê-la.
— Você é realmente do Brasil, não é? — recebeu uma resposta com um aceno de cabeça. — Deve ser por isso que vocês chegaram atrasados. Ouço muito falar sobre o país, sobre você e todo o resto.
De repente, todos na mesa pareceram interessados no assunto. S/N franziu a testa.
— Desculpe pelo atraso, eu apenas estava tentando encontrar a rua e a casa certa e-
— Mas o povo do Brasil é conhecido por sempre fazerem isso mesmo, tanto homens como mulheres — a arrogância da interrupção fez S/N engolir seco. — Conheceu o Harry lá?
— Sim, o conheci sim — sorriu sem mostrar os dentes. — Eu trabalhava na agência que organizou a turnê em solo brasileiro. Viramos grandes amigos na época.
— E então você já deixou o seu país para vir pra cá? Quero dizer, as mulheres do Brasil sempre procuram alguém da Europa e-
— Olá, sunflower — a voz irreconhecível de Mitch surgiu da porta dos fundos.
Quase como uma anestesia, parte da tensão foi para o espaço quando Rowland se aproximou e abraçou-a com vontade. Era reconfortante e com direito a balanços e sorrisos e olhares estranhos.
— Ah, é normal para vocês abraçarem amigos assim? — Charlotte voltou a questionar, erguendo as sobrancelhas.
— É, é bem normal nós abraçarmos e trocarmos esse contato. É natural e-
— Apenas com homens? Porque e- — continuou, mas antes que S/N ou Mitch pudessem responder, alguém se adiantou:
— Não acredito que finalmente estamos conhecendo a futura senhora Styles — Gemma se apressou em cumprimentá-la, correndo para abraçar a cunhada e fazendo uma careta e piscando o olho logo quando a soltou. — É um prazer conhecer você, S/N. E não ligue para a Charlotte, ela precisa parar de ler essas revistas.
Sorrindo tímida, tudo o que S/N mais queria naquele momento era não ligar para absolutamente nada do que todo o resto da comemoração se tornou. Ela estava no país da Rainha há pelo menos seis meses e, uma hora ou outra, sabia que se depararia com ingleses não tão receptivos e apegados a esteriótipo — ela só não contava que essas pessoas seriam as pessoas que ela queria conquistar.
Quando voltou da cozinha, Harry cumpriu o combinado e não a deixou sozinha por nem um minuto sequer. E por mais que os dotes artísticos de S/N fossem dignos de um belo papel em Hollywood, o cuidado e a atenção apaixonada de Styles não deixavam nenhum mínimo detalhe escapar.
Ele a conhecia melhor do que a si mesmo.
— Você quer me contar o que aconteceu? — murmurou em seu pescoço, beijando-o em seguida e ouvindo um suspiro desanimado. — Vem cá? Olha pra mim…
Ainda que estivesse um tanto tímida por, mesmo estando um pouco afastada no jardim e sentados sobre uma toalha de piquenique, toda a família ainda estava ali e os olhares, agora mais discretos, também estavam lá.
S/N virou-se para ficar frente a frente com o namorado, sua cintura foi abraçada e ele a beijou gentilmente, sem aviso, apaixonado.
— Você…
— Gemma me contou o que aconteceu quando Mitch chegou e o que houve depois, ela estava na cozinha comigo. E, sinceramente, eu tenho que me desculpar com você por essa atitude. Não foi a minha intenção e eu não quero que- — com o dedo indicador sob os lábios rosados, S/N o calou delicadamente.
Se já era difícil manter um relacionamento com um cantor famoso, estar com ele e por ele em um lugar com cultura e costumes diferentes, ás vezes, poderia ser quase insuportável. Ela sabia disso quando resolveu arriscar; Harry sabia disso quando resolveu arriscar; mas diferente do óbvio, o medo em tudo acabar por detalhes como esses era, em sua maior parte, dele.
Ele a amava com todo o coração, e seria capaz de fazer qualquer coisa para que ela sentisse e quisesse permanecer ao seu lado.
— Não seja assim, Harry, quantas vezes terei que te dizer isso, huh? — inclinou a cabeça para o lado, deslizando as mãos pelas bochechas, nariz e queixo do rapaz. — A culpa não é sua se algum parente seu age de maneira idiota por sermos de nacionalidade diferentes e meus costumes serem quentes demais para essa terra tão fria, lord — a brincadeirinha arrancou a risada diferente de Styles e também a atenção de Anne e Gemma que conversavam à mesa. — Não ria disso, sun. Eu estou falando sério.
— Eu sei que você ficou chateada porque eu venho te conhecendo há meses, e também porque eu me coloco em seu lugar, baby — umedeceu os lábios antes de continuar. Seus olhos estavam quase fixados na expressão envergonhada no rosto dela. — Eu te amo exatamente do jeitinho que és, sem tirar nem pôr, e tenho orgulho de ter conquistado você.
— E eu sou a dona do seu coração? — questionou tímida depois de alguns instantes. — Mesmo eu preferindo o churrasco do Brasil?
Harry revirou os olhos brincalhão. — Você é a dona do meu coração, mesmo odiando as salsichas e os hambúrgueres que minha mãe fez com tanto carinho.
S/N arregalou os olhos. — Você não irá contar a ela, não é? — semicerrou os olhos e abriu e fechou a boca algumas vezes antes de prosseguir: — Harry Styles!
— Mamãe, eu tenho algo para- — gritou divertido, chamando ainda mais atenção, atraindo risadas e deitando na grama com o peso do corpo da namorada sob o dele.
— Você é um inglês tão fofoqueiro…
— Juro que eu aprendi com você.
— E eu juro que eu te amo por isso
Escrito por: @coragemparasonhar
Pedido: Lliz, 53 com o Harry.
Eu trouxe um pouco da minha experiência com a descoberta da gravidez para o imagine, tá? Por isso vou deixar um informativo rapidinho para vocês entenderem um termo que usei:
Nidação*: é o processo de implantação do óvulo fecundado. É um dos estágios do início da gravidez e pode resultar em um sangramento fora do período menstrual. Nem todas as mulheres têm esse sangramento, mas é bastante comum que aconteça e/ou passe despercebido.
Espero que gostem! ♥️
I think I am... pregnant
O sol quase escaldante de Los Angeles já dava sinais pelas janelas de vidro.
O despertador, com sonecas de dez merecidos minutos, havia tocado pelo menos três vezes naquela manhã, mas apenas Harry teve disposição suficiente para levantar cuidadosamente e caminhar até o banheiro para um banho longo e frio. E antes que pudesse se vestir devidamente para mais um dia na gravadora, um pedido manhoso que ele tanto conhecia o fez se arrastar para debaixo dos lençóis ainda de cueca.
O seu peito servia de travesseiro para que S/N pudesse acomodar a cabeça para receber carinho enquanto tinha uma perna jogada sobre as dele. O cabelo era acariciado pelos dedos longos em movimentos lentos de cima para baixo, e circulares quando estava mais próximo de sua nuca, fazendo-a arrepiar a cada vez que sentia.
O corpo dele estava gelado e algumas gotas d'água ainda pingavam do seu cabelo, mas isso não impedia que S/N, com o corpo quente e molinho do sono, não suavizasse o abraço possessivo em sua cintura.
Diferente do dia anterior, ela estava inexplicavelmente carente e pegajosa. Os deslizes de mão pelo corpo tatuado se prolongaram até depois que o sono mais pesado dava sinais na madrugada, assim como os selinhos nas costas largas e uma súplica para que pudesse ser a conchinha menor e que Harry distribuísse carícias delicadas nos seus seios.
Styles não se incomodou com aquilo, muito pelo contrário, mas as atitudes rudes e distantes que ele recebeu quando ela chegou do trabalho na tarde, o deixaram surpreso, pensativo e levemente irritado por ter cutucado a sua namorada com amor e saudade.
Há dias suas alterações de humor estavam constantes. Talvez uma TPM mais forte surgisse no mês, ele concluiu.
— Eu adoro o seu carinho de bom dia, mas eu realmente preciso levantar para o trabalho, amor — seus olhos estavam fechados e nenhuma menção que iria se levantar foi feita, mas isso não a barrou de abraçá-lo mais forte. Harry riu. — Você vai me esmagar desse jeito.
— Você não deveria ir a lugar algum — murmurou. — Ligue para Jeff e diga que eu preciso de você aqui comigo hoje, sem falta. Diga que não consigo sobreviver sem você esta manhã.
— Com que S/N eu acordei hoje? — indagou com surpresa. — Cadê a minha namorada mau humorada que quase jogou o chinelo em mim porque eu a peguei no colo ontem?
S/N desferiu um tapinha na barriga dele. — Não reclame, Styles. Eu só não estava em um bom dia, estressada e não queria ser carregada como um bebê. Eu queria comer torta.
— E eu comprei a sua torta…
— Você comprou apenas uma fatia! — disse indignada, deixando o peito do namorado para apoiar os cotovelos na cama. — O que você queria?
— S/N, desde quando você come mais do que uma fatia de torta de limão? — franziu a testa, confuso. — Você odeia, amor.
— Eu poderia começar a amá-la ontem, mas você não colaborou, sabia?
Os olhos espremidos e os lábios apertados um no outro expressaram a birra mais manhosa que Harry já a viu fazer em todos os dois anos e meio de namoro. E como se ainda estivessem na primeira semana de tudo, ele não conseguiu deixar de achá-la estupidamente fofa — os olhos inchados, a cara amassada e os cabelos bagunçados se somavam à isso também.
— Eu deveria prometer uma torta inteira para você agora? — arqueou a sobrancelha esquerda, quase com um sorriso fácil e ladino escapando. — Isso faria você se sentir melhor, meu amor?
Permanecendo alguns minutos pensativa, S/N deixou um riso sair ao mesmo tempo em que revirava os olhos e jogava as pernas em cada lado da cintura de Styles, balançando a cabeça em afirmação.
Automaticamente duas mãos descansaram em seu quadril desnudo, e seu coração disparou quando a luz do sol refletiu o rosto dele e o fez comprimir o olhar.
— Será que quando tivermos filhos, eles terão os olhos claros como os seus? — sua pergunta fugiu totalmente do assunto, mas como seus dedos deslizavam pelo cabelo do namorado, ela não foi capaz de perceber o riso silencioso que arrancou dele. Toda a sua atenção estava na mecha ondulada sobre a testa do cantor. — Eu não sei porque estou falando sobre isso agora, mas eu queria que eles tivessem a cor do meu cabelo, seus olhos, seu sorriso e poderiam ter covinhas também. Eu não reclamaria.
— Então você gosta delas? — umedeceu os lábios. — Do que mais você gosta em mim e gostaria que nossos filhos tivessem?
— Bom… — acomodou-se melhor sobre ele, aproximando-se da sua orelha para sussurrar: — Eu gosto do formato da sua boca, da sua voz, da maneira como você dorme, coça o nariz ou a pontinha se mexe quando a risada é bem espontânea e — deixou um beijo leve no lóbulo antes de descer para o seu pescoço e respirar fundo. — Eu também amo o seu perfume-
Com as mãos espalmadas no peito de Harry e os olhos fechados com força, subitamente, S/N parou de falar e ergueu a cabeça respirando fundo. A sensação de que tudo, apesar de escuro, estava girando, lhe causou uma ânsia insuportável no estômago. Algo lhe queimou como ácido com tanta intensidade, que a sua mão esquerda sobre a boca foi a única coisa que a fez segurar o vômito enquanto pulava da cama e corria para o banheiro.
No momento seguinte, de joelhos no chão, tudo estava no vaso. Um Harry preocupado segurava, desajeitadamente, o rabo de cavalo que havia feito no cabelo dela, enquanto lhe fazia carinho nas costas como incentivo a continuar até que ela se sentisse bem o bastante para ficar de pé.
Já debruçada sobre a pia e lavando o rosto com água gelada, nenhum motivo para o mal estar surgia na cabeça de S/N.
O perfume amadeirado e forte de Harry era o seu preferido desde o dia em que se conheceram, ela não havia comido nada estragado, nem em excesso e nada fora do comum para o que normalmente comia. Ainda estavam nas primeiras horas do dia, era um fato, mas a falta do café da manhã nunca havia lhe causado tonturas e náuseas.
“Talvez fosse um sintoma mais forte de TPM, ou…”, ela pensou e rapidamente levou a mão à boca novamente, encarando seu reflexo no espelho e observando um Harry assustado atrás dela.
— Você ainda está se sentindo mal, amor? Quer ir ao médico? — perguntou afobado, com o rosto um pouco vermelho. — Você está tão pálida… Vem, eu te carrego e vamos ao hospital. Vou pegar umas roupas para você e-
— Harry, me deixa sozinha um instante? — interrompeu-o, mas não o encarava mais. — Eu preciso tomar um banho e está tudo bem, acredite. Foi só um mal estar, já passou, e eu vou tomar meu banho para irmos para a gravadora.
— Eu não vou te deixar sozinha, OK?
— Por favor, eu estou bem. Eu só preciso fazer minha higiene, tomar um banho gelado e ficarei nova em folha.
— Amor, tem certeza que- — ela não o deixou concluir e virou-se para ele sorrindo fraco.
— Eu estou bem, Hazz. Separa uma roupa pra mim?
A voz dela, sequer, saiu o firme o bastante para convencê-lo, mas Styles sabia que não adiantaria discutir com ela naquela situação. Respirou fundo, quase bravo, escancarando a porta o quanto fosse possível na intenção observá-la lá dentro enquanto estivesse no closet. Mas assim que deixou o banheiro, S/N se adiantou em trancá-la e ignorou totalmente as batidas e os protestos do lado de fora.
— Por favor, que seja a minha menstruação… seja a minha menstruação — murmurou para si mesma, de olhos fechados, enquanto deslizava a calcinha até a altura dos joelhos. — Por favor…
Suspirou profundamente antes de ter coragem para olhar para baixo e encarar, no fundo da calcinha, um pouco de sangue escurecido e consistente.
Ela não era ingênua; ela sabia que aquilo se tratava de uma nidação*, sabia o que poderia significar, e sabia ainda mais que o significado mais preciso fazia todo o sentido para com todos os acontecimentos das últimas semanas.
As últimas transas sem preservativo, o esquecimento das pílulas, as alterações de humor, as dores nos seios, a torta, a tontura, o enjôo do perfume: ela estava grávida… de Harry Styles.
— S/N, dá pra abrir isso ou eu vou ter que arrombar essa porta? — a voz mais grave e rouba de Styles a despertou. — Eu vou contar de um até três e-
Interrompeu-o abrindo a porta. — Harry, eu…
— O que aconteceu com você? Eu estou há cinco minutos batendo na porta, preocupado e você não falou mais nada, amor — seu tom continuava o mesmo, mas transmitia preocupação. — Vamos ao hospital? Você nem conseguiu entrar na banheira, não foi? Vem — puxou-a pela mão, mas ela soltou o ar pelo nariz e parou de acompanhá-lo até a banheira. — Vamos, amor, por favor. Não seja teimosa.
— Eu não preciso ir ao médico, babe… — mordeu o lábio com um pouco de força. — Eu sei o que eu tenho… tenho quase certeza que sei o que eu tenho.
Ele arregalou os olhos. — Então me diz, amor.
O par de olhos verdes encarou-a por segundos que mais se pareceram com horas e horas, até que, de repente, tudo pareceu fazer sentido na cabeça do moreno. O olhar ganhou uma tonalidade brilhante por causa de algumas lágrimas teimosas, a boca se abriu e fechou inúmeras vezes e, como se seu coração já tivesse escutado exatamente o que ela iria dizer, se confortou de uma maneira que ele jamais havia sentido.
— Eu acho que estou grávida.
Escrito por: @coragemparasonhar ✨
Meu pedido com Harry para Liz Harry e S/n jogam Verdade ou Bebida com perguntas quentes para um programa vc escolhe qual bjs
Aqui está, meu amor! 💚
Eu não tenho tanta experiência com imagines de entrevista, mas me esforcei bastante e espero muito que você goste disso hahaha.
Eu não sei de que horas esse imagine está sendo postado, pois estou tentando enviá-lo há um tempo :( mais uma vez, desculpem pelo atraso e espero que entendam. ✨
Questions and drinks
“O Jimmy nos enviou alguns brindes aqui” ergueu uma caixa preta um tanto quanto pesada para a câmera. “Pensei que eu e o Harry, provavelmente, iríamos participar de algo constrangedor que me deixaria com vergonha por longos meses como da última vez, mas…”
Sentado ao lado dela no tapete felpudo e com uma tiara nos cabelos, ele observou ansioso e com cara de sapeca o nó da fita ser desfeito e o primeiro item ser retirado de dentro.
“Uma garrafa de vodka mexicana, dois mini copos para shots e eu espero que estejam esterilizados, você sabe” listou divertida, transmitindo uma calma que realmente estava sentindo naquele dia. Diferente de uma outra vez, a câmera era a do celular do seu namorado, estavam em casa e só havia os dois ali. “E mais uma caixinha de perguntas quentes… porque estamos no verdade ou drinques de hoje. Ora, por que eu não desconfiei disso quando o Harry me chamou para gravar esse vídeo?” estreitou os olhos para o namorado. “E você topou…”
Harry soltou uma risada, lembrando-se do quão tímida sua namorada havia ficado quando toda a platéia do programa ditou certos trechos de sua nova música para ela numa participação especial antes da quarentena.
Se não estava enganado, a hashtag #S/NISWATERMELONSUGAR permaneceu nos trends por longas horas enquanto todo o tipo de comentário era feito e suposições, criadas. Esse dia lhes rendeu boas risadas antes de adormecerem na cama do hotel.
Foi um passo importante para a aproximação dos fãs e ela.
“Você conhece as regras, não é, amor?” Harry afastou-se um pouco. Pôs um copo em frente ao seu corpo e ao dela, a garrafa com álcool no meio e ao lado da caixa menor.
“Se você escolher verdade, responde a pergunta; se escolher drink, vira um shot completo. Certo?”
Styles assentiu animado e, rapidamente, S/N se convenceu de que algo estaria acontecendo por trás. Eles sempre foram muito discretos, e ainda que ela fosse mil vezes mais presente em redes sociais do que ele e Jimmy fosse um amigo quase íntimo, programas e brincadeiras desse tipo não faziam muito o perfil midiático de Harry.
“Você começa?”
“Você vai me dizer o que está conseguindo com isso?” sua desconfiança o fez rir. “Aquela guitarra autografada que você queria? Eu sei que tem algo, babe.” Inclinou-se rapidamente para buscar uma pergunta e recebeu um selinho carinhoso nos lábios. “Não tente me enganar… Preparado?” balançou a cabeça. “Com quem você teve seu último sonho quente?”
“Foi com você” respondeu com firmeza. “Ontem à noite e você estava toda coberta de glittler porque estávamos fazendo alguns DIY's do YouTube e eu…” o riso fraco saiu e a cara da mais nova era incrédula.
“Você…” a camisa no seu corpo era de botões e os primeiros estavam desabotoados, exibindo com clareza um pouco da purpurina grudado em sua pele que ela não teve paciência para tentar tirar no dia anterior. “Pergunte logo isso, Styles, eu preciso beber.”
“Um ponto para mim” ele alertou divertido, puxando um papel rosa e lendo-o atentamente. “Se as coisas esquentassem no banheiro, para onde vocês iriam: chuveiro ou banheira?”
“Chuveiro, com certeza, e com a água quente porque ainda não me acostumei com todo esse frio daqui.”
“Qualquer dia desses eu derreto” Harry sussurrou coçando o nariz rapidamente.
“Eu ouvi algo?!” ergueu a sobrancelha, lançando para ele seu melhor olhar intimidador. “OK, escute essa: em uma das primeiras premiações que vocês apareceram juntos, houveram boatos de que, definitivamente, vocês não conseguiam tirar as mãos um do outro e que a paixão era realmente nítida. E tudo se intensificou ainda mais no banheiro da after party e-”
“Drink!” virou o copo com pressa, fazendo um careta ao final, arrancando uma gargalhada da namorada — que, a essa altura, já estava com as bochechas coradas.
“Você nem terminou de ouvir, amor.”
“Não foi no banheiro, então já começamos errado” deu de ombros, não se importando com o comentário e puxando um cartão amarelo. “Suponhamos que um de nós estivéssemos longe e o desejo não coubesse no peito… ele foi bem poético nessa, devo acrescentar” soltou um ar pelo nariz. “Qual seria a melhor maneira de iniciar uma sexting comigo?”
“Eu não posso responder isso” arregalou os olhos devagar para o namorado. “Não posso falar essas coisas, meu Deus! Você é muito peculiar…” brincou debochada, deixando, dessa vez, um Harry completamente vermelho. “Mas é verdade, eu não posso responder essa pergunta, eu preciso beber.”
Respirando fundo, virou seu primeiro drink; uma pergunta depois, seu segundo e seu terceiro e, no último cartão, a risada diabólica de Harry a fez estremecer. S/N não era a pessoa mais fraca para a bebida do mundo, mas a situação toda cooperava para que ela estivesse relaxada ao máximo para qualquer efeito alcoólico se manifestar rapidamente.
Styles, em contrapartida, estava nas nuvens o suficiente para rir ainda mais de tudo.
Por vários momentos, eles esqueceram que um tripé estava na frente deles e diversos carinhos e palavras românticas foram trocadas — com toda certeza virariam lindíssimas fancams no Twitter.
“Você está preparada?” perguntou rouco, ainda se recuperando de um comentário bobo que a mulher havia feito sobre seus quatro mamilos. “Babe, você precisa ser sincera se quer ganhar porque estamos empatados.”
S/N concordou prontamente.
“Manda ver, amor.”
“Qual a posição mais marcante da nossa primeira vez?”
Pela milionésima vez, os olhos da mulher se arregalaram e ela procurou um buraco para enfiar o rosto — encontrando algum conforto nas almofadas pelo chão.
Ela poderia apostar com a maior certeza do mundo que aquela pergunta havia sido escrita por Harry. Em algumas madrugadas pós-sexo, a brincadeirinha de "defina em uma palavra" acontecia de maneira divertida e sonolenta, mas eles sempre acabavam conversando sobre o primeiro sexo.
Absolutamente nada foi romântico naquela tarde.
O tesão descontrolado, as mãos ansiosas para sentir cada parte do corpo oposto acarretou em investidas firmes, profundas, rápidas e por, literalmente, todo o quarto. A cama somente foi usada quando o clímax os atingiram de forma tão sedenta, que S/N temeu não sustentar seu corpo quando sentiu os lábios rosados de Harry beijarem, suavemente, a sua boceta.
Na verdade, ela sabia que a melhor posição para definir tudo aquilo seria seu corpo sobre uma pequena mesa caríssima de mármore que estava no quarto, com uma das grandes mãos rodeando seus seios, lhe fodendo por trás e puxando-lhe o cabelo tão firme, que ela estava surpresa como ainda não tinham se tornado um só.
Ela não falaria nada sobre isso. Nadinha.
“Sem chances, Jimmy!” gritou divertida, virando o copo logo depois. “Já pode pegar seu brinde por ter ganhado, amor, mas é bom que todos saibam que eu deixei.”
Escrito por: @coragemparasonhar
Lliz queria um pedido em que ela faz uma brincadeira ou pegadinha dizendo “você não quer me perder né ? Pq eu posso te deixar “ aí ele fica muito chateado mesmo depois deles ter se resolvido e ela vê o quanto ele é sensível quanto a esse assunto quando diz que esse era seu limite e o quanto teve medo de perdê-la
Ei, amor, aqui está ✨🌙
Como você deixou o pedido livre para escolha do menino, eu optei por fazer com o primeiro que surgiu a mente quando eu o li. Espero que você goste! Fiz com todo amor.
Para todxs: perdão pela demora. O trabalho me consumiu durante esses dias e mal acabei de chegar dele e corri para cá. O próximo imagine sai em algumas horas, tudo bem? E um pedido de desculpas mais gostoso também. 💜
Bad games, real feelings
“Lou…”
“Não, amor, eu já avisei.” Louis bufou enquanto recostava a cabeça no travesseiro. “Eu não vou participar desse almoço de almofadinhas.”
A careta que ele expressou foi estranha o bastante para ser engraçada, mas S/N se jogou de bruços na cama e o imitou assim que apoiou o cotovelo no colchão e o queixo na palma da mão; ele desceu o olhar no mesmo instante e sorriu ladino.
“Não são almofadinhas, Tomlinson.” Semicerrou os olhos e engrossou o tom de voz. “São meus colegas de trabalho, investidores, chefes e tudo mais…” franziu a testa ao observar o mesmo semblante no namorado. “Pare de me imitar, cara.”
“Você quem começou… cara?” perguntou mais manhoso do que indignado, com um quase bico estampado nos lábios. “Isso é jeito de falar com seu namorado?”
S/N sorriu instantaneamente.
Há pelo menos seis meses e meio, ela tentava se manter séria todas as vezes que enfrentava o charme maligno e manhoso do homem em sua frente. E talvez pela fofura dos olhos azuis encarando-a profundamente ou pela demonstração exagerada de carência, ela nunca resistia — mas sabia exatamente quando Louis usava isso a seu favor para fugir de situações que ele não daria a palavra final.
“E você acha que isso é jeito de tratar a sua namorada, huh?” empurrou-o pelo ombro para que deitasse novamente na cama. As pernas dela repousaram em cada lado do corpo tatuado e desnudo.
“Eu não estou te tratando mal, sun…” suspirou com força e quase instintivamente abraçou-a pela cintura quando a camisa de futebol que ela vestia, que também era dele, foi jogada ao chão do quarto. “Eu só não me sinto a vontade para ir com você, entende? Eu nem sabia colocar uma gravata sem a ajuda da minha mãe ou do Liam, você acredita?”
“É claro que eu acredito.” Ela gargalhou, espalmando as duas mãos por seu peito, deslizando as unhas para cima e para baixo. “Mas isso é um grande motivo para não me acompanhar numa tarde chata e importante?”
“Você realmente se importa se eu não for dessa vez? Porque eu acho que não…”
Ele tinha razão. S/N sabia que o seu ambiente de trabalho poderia ser tedioso e sufocante para qualquer pessoa que não convivesse diretamente no ramo imobiliário — por vezes, até ela sentia-se extremamente sem saco nesses encontros engravatados, superiores e com um terrível coffee break.
Nas três primeiras reuniões em Londres após o início do namoro, Tomlinson fez questão de estar ao seu lado como o namorado exemplar de uma futura empresária bem sucedida — ainda que sua vontade fosse de jogar a namorada nas costas e tirá-la dali para que pudessem passar em qualquer loja da Adidas, se livrarem de todo aquele linho e adquirissem moletons novos e confortáveis.
E, para ser sincera consigo mesma, S/N era completamente apaixonada por toda essa loucura que era Louis. Admirava cada mínimo esforço que ele fazia para adentrar nessa parte do seu mundinho; era gostoso sentir que alguém se orgulhava tanto dela ao ponto de, por vontade própria, encarar situações das quais dificilmente encararia na vida. Era justamente por isso que S/N realmente não se importava se Louis optasse por ficar em casa àquela tarde, mas vê-lo manhoso daquele jeito com o seu pedido estava sendo um tanto divertido.
Balançando a cabeça negativamente, ela encarou o moreno por alguns minutos e segurou a risada da sua cara de confusão.
“Você sabe que todas as minhas amigas estarão acompanhadas, não é?”
“Por aqueles velhos como da última vez?” gargalhou alto, espremendo os olhos automaticamente. “O que vai fazer se eu não estiver lá? Encontrar algum árabe também?” O silêncio sério da mulher o fez beliscá-la de leve o quadril. “S/N/C… me responda… Eu não vou perder nada se não for amanhã, não é isso?”
A expressão no rosto antes meigo da garota, ainda era bem séria; maxilar travado, olhar fixado no dele e uma respiração calma e profunda.
“Então por que você não vai? Estarei lá sozinha, completamente desacompanhada, sem apoio.” Pausou brevemente. “Você não quer me perder, não é? Porque eu posso te deixar…”
A resposta de S/N formou um nó imediato na garganta de Louis.
Seus dedos, que antes desenhavam traços na pele macia, apertaram-a como um reflexo da agonia que ele sentiu internamente. Seus lábios ressecados pelo frio que vinha da pequena janela aberta do apartamento, procuraram palavras para respondê-la ao mesmo tempo que seus olhos vagavam por seu rosto à procura de qualquer menção à uma mentira ou brincadeira.
Ele jurava que poderia sentir seu rosto ficando pálido.
“Você fari-” umedeceu os lábios rapidamente. “Você não faria isso. Eu tenho certeza que não faria… não é?” as mordidas nos lábios tentavam disfarçar o medo que estava sentindo, mas ainda falava manso. “Eu não aguentaria ficar sem você, sun. Eu sei que esses encontros não são os meus favoritos, mas não é nada que não possamos dar um jeito, eu prometo. Eu só… só não quero te perder e-”
As unhas de S/N deslizando mais forte pelo seu tórax, conseguiram trazer a atenção assustada de Louis para si. Sua feição ainda era confusa enquanto o encarava e tentava, de alguma forma, desvendar se o namorado realmente falava sério.
Um minuto se passou para que ela descansasse a postura sobre o colo de Tomlinson, inclinasse um pouco a cabeça para o lado e respirasse fundo; "ele realmente estava falando sério."
“Amor, eu… você levou a sério? Boo, eu estava brincando, não falando sério” Louis permaneceu na mesma posição, sentindo uma de suas bochechas ser acariciada devagar. “É brincadeira, babe, não se preocupe.”
Soltou um sorriso levemente nervoso para só então seus lábios encontrarem os de Louis e as demais partes do seu rosto.
Ele, sequer, moveu-se ou disse algo.
“Não, amor. Não fique assim… Não fique com esse biquinho, senão serei obrigada a beijá-lo, cara” a cantada não funcionou como o esperado, mas a cada beijo recebido, ela sentia a tensão dos dedos na sua cintura ficarem mais fracas.
“Eu não gostei dessa brincadeira” murmurou rouco, subindo o carinho para suas costas, meio relutante. Os selinhos molhados que encontraram o seu pescoço foi a chave para agarrá-la bem forte, fazendo-a soltar um longo ar. “Isso não é o tipo de brincadeira que se tira no meio de uma discussão dessas, S/N. Eu não quero perder você.”
Definitivamente Louis estava magaodo.
“Eu não pensei que você reagiria dessa forma, boo. É só que você nunca teve problemas com essas coisas… Me desculpe, ok?” fitou-o com atenção, com o coração apertado “Não fique triste assim, eu não gosto.”
Sendo quase impossível resistir à ela, ele suspirou e beijou-a delicadamente, trazendo seu corpo para mais perto como se isso fosse realmente possível.
“Eu posso dormir por cima de você hoje?” ela esperou uma resposta animada. Aquela era a posição favorita dele e, normalmente, era sempre ele quem pedia para fazê-la. “Eu prometo que não saio.”
Seu corpo esticou sobre o dele, e o cafuné gostoso e redemoinhos nos cabelos curtos da sua nuca, fizeram-o relaxar completamente momentos depois. Contudo, a respiração do moreno era desregulada, funda e de rabo de olho, podia ser notada sua aparência indecifrável.
“Nós estamos bem, não estamos?” sussurrou depois de minutos em silêncio e um pouco sonolenta. “Foi apenas uma frase boba. Você sabe, não é?”
Aquela reação era nova para ela. Mesmo que os sentimentos de ambos já estivessem expostos um para o outro desde o início, esse era um lado fechado e tímido guardado apenas para ele.
“Não foi… pior que realmente não foi.” Sua coragem não lhe permitia retribuir um olhar. “Você pode me achar um completo idiota agora por estar chateado com isso, mas é péssimo imaginar que você possa me deixar de uma hora para outra. Eu não sei se aguento lidar com isso. Eu só-” disse como se tivesse acabado de ser interrompido, mas ele procurava as palavras certas enquanto mexia-se um tanto descartável sobre a cama. “Estamos distantes por causa dos nossos trabalhos ultimamente e isso foi novo e assustador para mim, entende? É só o meu limite, baby, e eu não aguento pensar nisso se concretizando porque eu realmente sou apaixonado por você. Completamente.”
As palavras a atingiram com toda força. Parte delas a quebraram por dentro em pequenos pedacinhos; por outro lado, outras encheram seu coração de um conforto causado por aquele ego essencial para a maioria dos seres.
Seu jeito sensível para tratar com as emoções fortes e repentinas sobre S/N na frente dela, explicitou o que ele, há algum tempo, já sentia e sabia: S/N havia se tornado tudo para Louis.
“Eu te amo. Muito.” Levantou a cabeça para se beijarem mais uma vez. “E isso deixou de ser uma brincadeira entre nós, certo?”
“Eu sei que você não falou nessa intenção, eu só-”
“Brincadeira é para ser engraçada, mas não é engraçado se te fere, sun.” Sorriu de lado. “Por mais que a sua cara tenha sido hilária.
“Hey!” deu dois tapinhas na bunda empinada. “Eu fiquei desesperado.”
“Eu vi, Tomlinson…” riu. “Eu vi… mas quer saber? É muito recíproco, sun.” Apoiou-se em seu peito de novo. “Eu não quero perder você também. Nunca.”
Escrito por: @coragemparasonhar ✨
Lliz, faz um hot do nosso Payne, que homem, tipo bdsm, sabe? Beijo
Eu fiz em estilo de headcanon, tudo bem? E, talvez, um bdsm um pouco diferente do que você esperava, mas espero que goste mesmo assim, babe. ♥️
P.s.: obrigada pelo pedido com o Liam. Eu estava com muitas saudades de escrever com ele, hahahaha.
S&M
Era praticamente impossível não se encantar pela cara ingênua, delicada e inocente de Liam Payne.
No início do flerte, você também era uma das que acreditava que ele era o homem mais doce do mundo em todos os aspectos; de fato, ele conseguia ser exatamente isso quando queria, mas dificilmente se deixava levar para a cama.
Apesar da primeira vez ter sido coberta de romantismo — com direito a uma noite elegante em um hotel 5 estrelas e pétalas de rosas espalhadas pelo chão para o pedido de namoro —, Liam se transformava em um verdadeiro provocador, se tornando quase impossível continuar com algo mais calmo.
Em uma das noites quentes que tiveram, enquanto ele estava sobre você, se afundando o quanto dava em sua buceta, a mão de Liam deslizou sem controle pelo seu pescoço, apertando-o com certa força para externar o máximo do seu prazer. Estranhamente aquilo te causou um prazer que nunca havia sentido antes.
Desde então, aquilo havia se tornado um pedido frequente em qualquer transa que tinham. E diferente do que você achava, o seu namorado sentir-se estranhamente louco com cada palavra que saía de sua boca quando algo mais forte era feito.
Do pescoço, as mãos deslizaram para apertos gostosos no seus mamilos, tapas nas partes internas das coxas, seguidos de beijos molhados e chupões por toda a sua virilha. Nada mais além disso…
… até, em uma noite, todo o seu limite extrapolar. Você necessitava de mais toques, de mais ordens, de mais contato, de mais Liam.
“Eu pensei que iria ter que te provocar além do que eu já estava fazendo nesses últimos meses.” Sussurrou em seu ouvido logo após o seu pedido por mais. “Mas valeu tanto a pena…” dois longos dedos entravam e saíam de sua buceta encharcada. “Nem começamos e você já está desse jeito para mim. Eu gosto disso. Continue assim.”
O arrepio que percorreu todo o seu corpo foi também sentido por ele, o que deixou-o ainda mais excitado. “Eu vou acabar com você hoje, babe. Acabar com você…” grunhiu em seu queixo, enfiando ainda mais em você. “Não goze. Só estamos começando.”
Com os olhos fechados, a única coisa que você pôde fazer ao senti-lo sair, foi gemer em reprovação. Para o seu bem, ele pareceu não se importar e, de joelhos na cama, exibiu o pênis ereto e masturbou-o na sua frente como se ninguém estivesse ali.
Ao tentar pegá-lo, um tapa forte encontrou sua coxa. As mãos de Payne elevaram seu quadril, seus pés apoiaram-se no peito dele, sentindo-o entrar completamente na sua intimidade quente, molhada e contraída com tamanho contato.
Os gemidos tomavam conta do quarto e ele tinha os olhos fixos em cada expressão que você fazia. Chegava a ser estupidamente sexy cada mordida que ele dava no próprio lábio inferior carnudo e rosado; por vezes, seu olhar descia para acompanhar o entra e sai de pau de você.
A maior parte de sua excitação surgia apenas da idéia de que ele estava comandando tudo exatamente da maneira que ele queria. Obedecê-lo era muito mais do que uma simples fantasia para você; era a certeza de que você teria o melhor orgasmo da sua vida.
“Vamos, babe, prenda essas pernas no meu quadril para que eu possa continuar te fodendo bem gostoso, huh?” a sua voz estava rouca, excitada, fria… Você, definitivamente, não conhecia aquele Liam — o que não te impediu em nada de sentir-se completamente molhada por ele.
Abraçando-o pelo quadril com as pernas e elevando-se para que o pau completamente duro e pulsante encaixasse com perfeição em você, seus braços foram presos com força na cama. Por mais que você regulasse a intensidade do aperto entre ele, toda a porcaria de controle ainda era de Liam.
“Você tem noção do quanto essa buceta é gostosa?” Umedeceu os lábios com a ponta da língua, fechando os olhos e enfiando mais fundo delicadamente. Não era intenção de Payne machucá-la, jamais. Você ainda era a princesa dele. “Tem noção do quanto você é gostosa presa nessa cama, sentindo cada centímetro do meu pau te fuder, gemendo apenas pra mim e me deixando louco?” Seus olhos fecharam com cada palavra dele. “Tem noção do que faz comigo, S/N?”
A resposta era simples, mas seus olhos revirando e seus gritos preenchendo o quarto, pareceram servir para o seu namorado. O sorriso ladino nos seus lábios era a prova mais bela e sexy disso.
Liam sentia seu corpo queimar a cada segundo que te penetrava. Ninguém nunca havia conseguido deixá-lo daquela forma: completamente dominante, excitado, confiante e disposto a mostrar que ele poderia ser o que você quisesse e precisasse.
Seus joelhos fracos foi o sinal de redenção, mas Payne não perdoou: ele deitou seu corpo novamente na cama, prendendo, agora, suas coxas ao redor do seu pescoço e deslizando a língua quente por toda a extensão da sua buceta. Apreciando, com cuidado e delicadeza, toda a sua fenda antes de mergulhar em você.
“Você tem um gosto tão bom, garota.” Lambeu sua entrada devagar. “Goza pra mim.”
Quando se tratava de Liam e dos comandos do seu corpo, ele não precisava falar muita coisa: o seu corpo emanava desejo por cada pedacinho dele.
Você gozou na boca dele, se contorcendo e gritando por ele uma última vez, mas ain levantando a cabeça a tempo de vê-lo ficar de joelhos entre você e gozar sem ao menos ter sentido seu toque.
“É isso… é isso que você faz comigo.”
Escrito por: @coragemparasonhar ✨