Poesia de fim de tarde de um inverno Amazônico
Poesia de fim de tarde de um inverno Amazônico
Se por um nano-lapso literário me atrevesse a ser poeta faria um poema pra ti Ó Curiaú!
(cantaria sem hesitar a tua compleição clara-fotográfica teu bucólico formato teu lyrisme captivant teu encanto que nos faz fugere urbem).
Se por deboche do destino fosse um trovador árcade Oh! Queria sê-lo!
(faria poesias de minúsculas métricas tal qual um Cláudio Manuel da Costa tucuju para que os ofuscados…
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