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dilemma (2022) dir. minjun lee, hayoung lee
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It's not letting me see the post 😭😭😭 but fro the name of the link I think it's saying 'A DILF is not a DILF if he's shitty' IFDUSHUSFDHUID
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Sugar Rush Ride: Minjun Lee
Minjun Lee/Alexandra "Alex" Moon, PWP - Porn Without Plot, Dirty Talk, Pet names, Stablished relationship, Dirty names, Dom x Sub relationship, Dom x Sub Dynamic, Collaring mentioned, oral sex (f receiving), oral sex (m receiving), Unprotect sex, Rough sex, Creampie, Anal sex, more creampie, breeding kink slighlight mentioned, MDNI!!
Outrora Minjun poderia dizer que não tinha nada melhor do que vencer um caso na corte que ele tinha trabalhado muito para o veredito ser a seu favor. Aqueles casos difíceis, espinhosos, que precisavam de muito da sua parte em convencimento e estudo, esses eram o que mais lhe davam satisfação em ganhar. Porém, naquele instante, ele podia dizer que havia sim algo melhor do que um juiz dizendo que ele estava correto, que era segurar o rosto de Alexandra Moon e prender o corpo dela contra a parede com o seu enquanto a beijava profundamente após vencer um caso como esse.
Enquanto estava focado no trabalho, nada podia atrapalhá-lo, e isso infelizmente incluía comer a namorada em toda folga dela na escola de dança. Sabia que isso estava a matando e tinha prometido que, uma vez que ele saísse vitorioso do tribunal, a comemoração seria entre eles dois no apartamento dele, imediatamente após levar ela para um bom jantar em um restaurante elegante, como ela merecia.
E promover coisas nada elegantes.
— Sua pele está tão macia... Tão quente — murmurava contra a boca inchada de tanto beijar com força aquela mulher, as mãos acariciando os peitos dela sobre o decote, a palma da mão cobrindo satisfatoriamente boa parte da extensão. Ele amassou ambos com força, puxando o lábio inferior com os dentes, arrancando dela um gemido fraco. Minjun soltou um riso fraco em resposta. — Essas semanas todas foram tão longas que eu só consigo pensar em devorar você. Pedaço por pedaço.
Devorar, como o animal faminto que era e demonstrou ser, puxando o vestido de Alex até rasgar a fenda da peça e conseguir botar as mãos em sua calcinha minúscula, arrebentando a costura das laterais e enfiando o rosto entre suas pernas, respirando o ar quente diretamente contra a buceta dela. Salivando. De joelhos em frente a mulher amada, ele arriscou um olhar para cima e ordenou, a voz mandona e inflexível.
— Gira o corpo, afasta as pernas e empina pra mim.
Assistir aquela mulher fazer isso, rotacionando o corpo segurando o vestido acima da cintura, exibindo a buceta molhada e o rabo empinado, era de enlouquecer um homem. Minjun não sabia como ele tinha tanto autocontrole quando estava com ela por perto, a visão tão tentadora que ele sentou a mão na bunda dela assim que seus olhos alcançaram a curva perfeita que ela tinha. Mas ele estava ainda respirando fundo e admirando, especialmente a jóia azul que ele tinha dado para ela, brilhando na luz artificial do apartamento.
— Foi difícil de manter aí dentro a noite toda? — perguntava a Alex, empurrando um pouco mais o plug anal dentro do buraco onde ele estava encaixado. O som que a namorada fez lhe encheu de arrepios. — Eu sabia que você ia aguentar. Você aguenta tudo muito bem. — Outro tapa forte em sua bunda, agora do outro lado, deixando a bunda de Alexandra vermelha e com o formato dos dedos dele bem desenhados em sua pele. Com gentileza, e um pouco de possessividade, ele beijou ambas as marcas. — Você se comportou tão bem essas semanas todas que eu vou dar tudo que você quer, do jeito que você gosta.
Se colocando de pé, ele tomou o que restava do vestido da namorada em mãos e arrancou para fora do corpo dela, a deixando nua exceto pelos piercings nos mamilos e os saltos nos pés. Ele apontou para baixo.
— Eles ficam. E você vem comigo.
Os braços passaram pela cintura dela e a tiraram do chão, o movimento fluído para a colocar em seu colo, as pernas ao redor de sua cintura, enquanto a boca de Minjun voltava a consumir a de Alex de maneira efusiva. As mãos desceram para a bunda dela, apertando com força conforme ele a carregava para o quarto dele, não deixando espaço para nada além dos sons satisfeitos de Moon escaparem pelos lábios abafados. Depositou aquela mulher na cama como se ela fosse o seu bem mais precioso, mas afastou as pernas dela para se meter entre elas como se fosse a sua vagabunda favorita. E era a verdade, em ambos os casos.
— Tem algo faltando... Segure os cabelos, querida.
Porque ele precisava ver a outra jóia que ele tinha dado para ela exatamente aonde ela pertencia. A chocker era feita de ouro branco e continha safira e brilhantes, bem trabalhada, mas eles usavam só em momentos específicos como aquele. Era um objeto bonito e que poderia passar como qualquer coisa, mas ambos sabiam o significado e o peso dele. Quando o fecho fez o clique necessário, Minjun puxou-a novamente para um beijo, esse muito mais para reafirmar o que aquele colar significava: posse. Um dom e sua sub. Um par inseparável. Dois que formavam uma coisa só.
— Agora eu posso foder a minha garota do jeito certo — prometeu, roubando um último beijo dela, antes de seus lábios percorrerem o pescoço de Alex, descer pelo colo, encontrar toda uma trilha pela barriga dela e então finalmente encontrar seu devido lugar entre as pernas dela.
Não hesitou em afastar ainda uma da outra, se posicionando melhor e então mergulhando o rosto naquela buceta que brilhava tanto quanto o colar no pescoço da namorada. Ela era mesmo quente e macia como ele falou mais cedo. E ainda mais, ela era gostosa, feita especialmente para ele. As mãos de Alex agarravam seus cabelos e ele se deliciava em cada dobra, em cada terminação nervosa, em cada centímetro dela. Ela esfregava o quadril contra o seu rosto, sabendo bem que ela procurava pela sensação do clitóris atritando em seu nariz enquanto ele chupava os lábios dela e mais uma onda de arrepios se formava em seu corpo. Como pode aquela mulher ser do jeito que ele precisava na vida dele? Como pode ela se entregar para ele o tanto quanto ele estava disposto a se doar para ela? Enquanto sua língua e lábios comiam Alex, ele a mantinha aberta com uma mão e a outra brincava com o outro buraco dela lentamente com o plug, buscando pelos gemidos altos e necessitados que ele sentia tanta falta de ouvir.
Era sujo, era intenso. O som de sucção misturado aos gemidos femininos e os arfares masculinos carregavam a atmosfera do quarto, deixando tudo muito tenso e pesado, até o momento em que o ritmo ficou ainda mais frenético. Quando ela prendeu sua cabeça fortemente entre suas coxas, os saltos do sapato dela perfurando suas costas, ele dobrou seus esforços, até ser recompensado com os tremores pelo corpo e o relaxamento de Alex, afundando no colchão.
— Foi bom? — perguntou a ela, dando beijos estalados no clitóris sensível, a vendo tremer. — Você foi muito bem, sabia?
E então ele a encheu de beijos, fazendo o movimento inverso, até parar entre os seios dela, beijando um e outro, revezando, até que os beijos se tornaram mordidas e então chupões. Tão logo estava deixando a língua brincar com o piercing de coração de um dos mamilos, os dedos de uma mão brincando com o outro. Ele gostava do som que ela fazia quando ele se esfregava daquela forma nos peitos dela, como se ela fosse uma gatinha pegando sol em um dia preguiçoso. Alexandra era tão linda quando estava sendo comida, ele não queria nunca parar de transar com ela. Somente quando ambos os seios tinham recebido atenção o suficiente, ficando carregado de marcas de chupão e saliva, foi que ele segurou o rosto da namorada para que ela o encarasse.
— Agora é a sua vez.
E era tão bom quanto despir aquela mulher, ter duas peças de roupa arrancadas por ela, assim como assistir aquela boca perfeita engolindo o seu pau, enfiando até a ponta bater na garganta como se fosse um desafio que ela abraçava sem esforços. Alexandra era perfeita, os olhos cheios de lágrimas o encarando enquanto ele fodia a boca dela sem dó, puxando o cabelo dela e dando tapa na cara a chamando de gostosa.
— Você é tão boa nisso, puta merda — tirou o cacete da boca dela e bateu com a ponta nos lábios dela. — Eu quero te marcar inteira hoje, deixar você vazando por todos os seus buracos. Você vai deixar? Você vai ser minha boa garota e vai receber todo o leite que eu quero te dar?
Não havia nenhuma decisão de Minjun que ele tomasse que ele não esperasse primeiro o sim de Alexandra. Ele podia estar como agora, o cacete duro e vazando na ponta da língua dela, mas se ela dissesse que não queria, então ele não faria. O que sua mulher quisesse, e apenas o que ela quisesse, ele iria fazer. Somente com o sim dela foi que se permitiu punhetar o próprio pau e então inundar a boca dela com jatos quentes, vendo a porra escorrer pelo queixo e pingar nos peitos.
— Merda, você é deliciosa. Completamente deliciosa — deixava escapar em tom rouco, assistindo ela engolir animadamente tudo o que ele dava a ela.
Não pensou duas vezes antes de beija-la, o gosto dos dois se misturando em suas línguas, sua mente completamente dominada pelo desejo. Ele precisava daquela mulher cavalgando em seu pau. Ele precisava sentir ela fundo, muito fundo. Com a mesma delicadeza que a colocou na cama ele a virou para ficar de quatro para ele, e com a mesma posse e urgência, ele entrou de uma vez naquele buraco molhado e vermelho de tanto ser chupado.
— Porra! — exclamou, a mão acertando com força o rabo dela.
Ele a fodia como se quisesse que a buceta dela tomasse o formato de seu pau. Era implacável, impiedoso. A mão no cabelo dela, a fazendo erguer a cabeça e falar quem estava afundando dentro dela e a fazendo gemer tão alto assim, era apenas um detalhe. A possessividade estava na forma como ele guiava os quadris de Alexandra, a fazendo se abrir para ele, buscando ir cada vez mais fundo, até ter certeza que ela estava sendo empalada por ele.
— Rebola, assim, assim mesmo. Puta merda, você dá essa buceta tão gostoso — se inclinou sobre o ombro dela, mordendo o local com força, arrancando dela mais um grito. — Eu quero marcar cada parte sua. Cada pedaço que grite que você é minha e só minha.
Em um único movimento, ele a virou na cama, a colocando deitada de barriga para cima, empurrando as pernas dela para o alto, a deixando completamente exposta para ele. Minjun olhou para aquela visão e se sentiu novamente aquele arrepio, aquela satisfação em saber que aquela era a sua mulher e de mais ninguém. Quando enterrou o caralho na buceta dela, ele sabia que só iria parar quando ela estivesse mais uma vez tremendo e vazando para ele.
— Perfeita, minha vagabunda perfeita — murmurava, os braços tremendo no colchão enquanto a fodia de maneira forte e rápida, a ouvindo gemer tão alto que ele tinha certeza que os vizinhos iriam reclamar de novo. Mas não era problema para ele. A mulher dele estava pedindo para gozar e ele iria fazer ela gozar de novo, esfregando o clitóris dela e a perfurando fundo. — Deixa vir, Alex, deixa vir de novo. Goza no meu pau e eu vou gozar fundo em você.
Minjun cumpria as suas promessas. Uma vez ele prometeu só tocar nela quando ela estivesse bem mentalmente e tivesse certeza que o que ela queria era genuíno, e então passou longos meses em celibato até Alexandra provar que o que ela queria partia de um sentimento verdadeiro. E se ele tinha prometido a encher de porra, ele iria, esvaziando até que ela transbordasse, a assistindo soltar gemidos fracos conform ele depositava tudo diretamente no útero dela.
— Você parece cansada, meu amor. Tem certeza que você aguenta mais? — perguntou em tom de voz gentil, acariciando o rosto de Alex.
A resposta foi ele removendo o plug do outro buraco da namorada e então o enchendo de lubrificante, para então encaixar seu pau dentro dele. Estavam abraçados na cama, a mão espalmada sobre a barriga de Alex enquanto falava coisas doces e sujas no ouvido dela. Sem movimentos bruscos, apenas movimentos suaves, toques cuidadosos e chupões nos seios e pescoço daquela mulher. Ele segurou a perna dela para ir mais fundo e aproveitou para empurrar a porra de volta para a buceta dela, dois dedos curvados naquela bucetinha que ainda o sugava de forma impiedosa. Quando ela se entregou de vez, Minjun sabia que seria seu fim.
E ele cumpriu a sua promessa pela terceira vez.
Os corpos suados e exaustos estavam emaranhados sob os lençóis, nenhum dos dois dispostos a mover um centímetro para fora da cama. Minjun acariciava distraidamente as costas e cabelos de sua mulher, antes de deixar o pensamento intrusivo que teve enquanto a comia mais cedo.
— E se eu te der um anel pra combinar com as suas outras jóias, você usaria o tempo todo?
O anel de compromisso mais cheio de significados sujos que já existiu.
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