Representatividade importa e poder ser lucrativa (se não for de mentira). Enquanto uns fazem o coro do mundo está chato e cheio de mi,mi,mi... Outros estão fazendo a diferença. Vamos aos dados: Um dia após o assassinato de Jacob Blake em Kenosha, Wisconsin, as pesquisas pelo termo "empresas de propriedade de negros" começaram a surgir no Google Trends, à medida que usuários de mídia social pediam sugestões sobre onde gastar seu dinheiro de uma forma que apoiasse a comunidade negra. Alguns varejistas responderam à tendência. Empresas, desde Boots de saúde e beleza até o site de produtos de luxo Farfetch e a plataforma de negócios independente Etsy, fecharam negócios com empreendedores pretos. A Target em um memorando de 17 de agosto prometeu "obter e projetar significativamente mais produtos de criadores, designers, vendedores, agências, empreiteiros e fornecedores Negros". Parte do aumento veio de consumidores negros que buscam apoiar sua própria comunidade, mas muitos também viram o interesse de consumidores não negros pela primeira vez - E não é que a gente também pode ajudar? Os dados não são do Brasil, mas deixam bem claro que nossas escolhas estão mudando a forma como muitas empresas estão fazendo e pensando seus negócios. Para as marcas que ainda não entenderam o recado: População negra movimenta R$ 1,7 trilhão no Brasil (Instituto Locomotiva), mas não se sentem representados nas propagandas, lojas... Ainda não sabe como ajudar? Pare de postar #blacklivesmatter só quando está na moda e escolha empresas que deixam bem claro quais causas elas apoiam. Nossa voz e nossas escolhas podem fazer do mundo um lugar melhor. #representatividade #representatividadeimporta #modaafro #amodaqueeuquero #euapoioamodanacional #fabiomonnerat #modabrasil (em Nova Friburgo) https://www.instagram.com/p/CEpuusLlrYI/?igshid=xxzlybaznxsq