O MODIFICADOR
Os Eliminados Jessé e Íris escolheram JP como Modifcador.
Ele escolheu modificar a posição de Luan e Kauê
#1 Júlio #2 Aleff #3 JP #4 Gabriela #5 Luan #6 Kauê
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O MODIFICADOR
Os Eliminados Jessé e Íris escolheram JP como Modifcador.
Ele escolheu modificar a posição de Luan e Kauê
#1 Júlio #2 Aleff #3 JP #4 Gabriela #5 Luan #6 Kauê
O MODIFICADOR
Os Eliminados Marcus e Sara escolheram Kauê como Modificador.
Ele decidiu trocar sua posição com a de JP
# 1 Gabriela # 2 Kauê # 3 Aleff #4 Júlio #5 Jessé #6 JP #7 Íris #8 Luan
O MODIFICADOR
Gabriela, Ícaro, JP e Luan receberam 1 voto.
Kauê e Aleff receberam 2 votos.
A Sara foi escolhida Modificador com 03 votos.
Ela escolheu mudar a sua própria posição (#8) pela do JP (#3)
#1 Júlio #2 Luan #3 Sara #4 Aleff #5 Marcus #6 Gabriela #7 Jessé #8 JP #9 Ícaro #10 Kauê #11 Iris
55ª aula “Construindo Uma Escada com Array Modifier” Temos conversado bastante a respeito de teoria no Blender. Vamos agora conversar um pouco a respeito de prática.
Bem, sei que não se pode usar modificadores excessivamente em dialogos, certo? Mas, quando eu não usá-los, como indico que está falando a frase?
Modificadores, querendo ou não, “sujam” o texto. Quando um diálogo é realmente bem escrito, a própria fala do personagem diz por si só. Uma coisa é você descrever os gestos de fulano durante a fala, outra é apontar que alguém disse algo, perguntou, exclamou e etc o tempo todo. Nem sempre é preciso indicar quem disse tal fala, o leitor pode acompanhar a sequência lógica no diálogo, ainda mais se houver apenas duas pessoas e cada um tiver sua própria maneira de dizer algo. Uma das críticas recorrentes aos livros da Saga Crepúsculo é o uso abusivo de modificadores pela Stephenie Meyer. Muitos deles poderiam ser retirados e ainda sim daria para entender o que cada personagem disse.
Se houver duas pessoas em um diálogo, a primeira você pode até dizer quem é, mas a segunda em diante não necessita mais, a não ser que a ordem das falas sejam alteradas (ao invés de Lucas-Pedro, Lucas-Pedro, mudar para Lucas-Pedro-Lucas-Lucas, por exemplo, é interessante usar o modificador na última frase de Lucas, para que o leitor saiba que ele prosseguiu a fala. Quando voltar para Pedro, é bom avisar também.)
Se houver três pessoa ou mais, a mesma regra deve ser seguida, entretanto, às vezes a conversa se torna totalmente confusa, então, para não abusar dos modificadores, prefira inserir o nome do próximo personagem que irá dizer algo na fala de alguém. Ex:
— Você tem certeza disso, Pedro? — Lucas perguntou desconfiado.
— Talvez.
— Eu acho que Lucas quer pular fora. Nós fizemos um acordo, cara!
— Sim, fizemos. Mas você está se saindo um belo de um espertinho, né, Gustavo? Poderia muito bem lidar sozinho com essa.
Nesse exemplo, há três personagens participando: Lucas, Pedro e Gustavo. Não foi preciso usar modificadores na fala de todos, basta seguir a sequência lógica de ideias, além de utilizar o nome deles na fala a quem o personagem quer se referir. Essa é uma boa técnica para evitar um modificador.
(Andresa)
Descrição de passos
A passo: lentamente, sem ruído;
Em / no passo: pessoas quem andam em sincronia com outra pessoa ou grupo;
Mancar: um modo de andar afetado por uma perna ferida ou pé pesado;
Pesado (adj): caminhar lentamente por causa de ser grande e pesado (as vezes até mesmo bêbado ou drogado); mover-se desajeitadamente;
Balançar: andar como se fosse incapaz de controlar seus próprios movimentos;
Girar/virar: mover-se em torno de um eixo;
Circular/rodear: percorrer ao redor;
Fora de passo: pessoas que não andam em sincronia ao restante do grupo;
Ritmo/marcha: um passo, uma caminha ou corrida controlada (em ritmo/marcha acelerado (a) ou ritmo/marcha lento (a) são usados como complementos);
Desfilar: andar com excesso de confiança;
Ágil (adj): se você anda com um passo ágil, você anda rapidamente e com muita energia;
Cambalear/vacilar: caminhar sem firmeza; mover-se sem ser estável, como se estivesse prestes a cair;andar com grandes dificuldades;
A passos largos: um passo longo, confiante; um andar rápido;
Tropeçar: dar involuntariamente uma topada no próprio pé; quando alguém nervoso, muitas vezes, tropeça em alguma coisa, incluindo seus próprios pés;
À pé firme: caminhar com energia;
Marchar: andar com firmeza; caminhar em ritmo militar;
Gingar: inclinar-se de um lado para o outro, ao caminhar; andar com ginga;
Avançar/progredir: andar, caminhar em frente;
Perambular/vagar/vaguear: andar sem nenhum objetivo aparente; andar calmo e relaxado; andar sem pressa;
Recuar: andar para trás;
Pavonear: caminhar com ar arrogante, vaidoso, imponente;
Pisar forte/duro: um andar barulhento; usado quando a pessoa está zangada com algo;
Rebolar: andar, movendo sinuosamente o corpo; dançar balançando os quadris;
Guinar: mudar bruscamente de direção;
Esgueirar/Escapulir: sair de mansinho; mover-se furtivamente, cauteloso;
Pé ante pé: andar nas pontinhas dos pés;
Saltitar: dar saltos pequenos e contínuos.
Contribuição por Bruty.
Desculpa, mas eu não entendi porque o ponto depois de "estou nela." era um erro. @_@' Pode me explicar, por favor?
"— Eu estou nela. — respondeu, sem animação.”
Esse ponto não deve existir, porque o “respondeu” (verbo de ação ou modificador, como é chamado) é como se fosse continuação da fala. Ele explica o modo como o personagem disse, o que ocorre também com vários outros verbos como “sussurrou”, “informou”, “sibilou”… O verbo depois do travessão deve estar em letra minúscula, para afirmar a continuação.
É que nem o anônimo que perguntou sobre a palavra ser maiúscula depois de reticência. Se ela for uma continuação da frase, deve ser minúscula. Como os verbos de ação/modificadores.
Se ao invés de “respondeu”, fosse uma descrição, como por exemplo:
"— Eu estou nela. — Uma gota de chuva deslizou por seu rosto e ela logo a enxugou.”
Nesse caso, como a descrição não completa o sentido da frase, ela é uma sentença independente. Portanto, deve encerrar a fala (permanecer o ponto antes do travessão) e a descrição começar com letra maiúscula.
(Andresa)
Divulga?sigo todos que me seguirem :3