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“Ninguém vai te fazer infeliz sem o seu consentimento, se te faz infeliz é porque você deixou.”
— Um senhor muito sábio que vi no Instagram
Eu já tava quase…
Dia 9 sem você: saudade do seu bom dia.
Dia 8 sem você: sinto falta do meu amigo.
A vida é feita de ciclos.
Eu te amo muito, mas você me faz muito mal.
Me sinto sozinha mesmo sem estar, ou por estar realmente, mesmo que não seja em corpo, mas volta e meia no mais importante, sozinha e vazia por dentro… tudo bem que é bem clichê aquela coisa de estar rodeado de pessoas e ainda sim se sentir só, tudo bem, é uma verdade, porém nada mais amargo que estar a dois e ao mesmo tempo no singular… no singular de conversa jogada fora, de bobagens, de planos que nunca serão concretizados (ou serão, ninguém sabe), de assistir um programa ruim, de fazer algo tão comum virar uma perfeita noite pelo simples fato de querer fazer dar certo, de se doar por inteiro, mesmo que bata no sono, que sinta cansaço, que seja chato, enfim, sinta empatia (essa foi a melhor palavra que já entrou no meu dicionário, sério, pode até ser difícil de praticar mas é maravilhoso só imaginar o mundo cheio de empatia), tente e consiga ser ao menos uma vez menos egoísta. Ah, antes que eu me esqueça, eu não escrevo o que não sou, muito pelo contrário, é nas minhas próprias observações nas tribulações da vida que eu enxergo o lado, como eu posso dizer, que pode se concertar, seja ele meu, ou do outro. Escrevo apenas para que eu possa me lembrar mais na frente das coisas boas que podem ser feitas, tão pequenas e tão significantes em vidas vazias como a minha, sem norte, sem trilhas. {GRAZI}