Reposted from @preta.velha "Eu me sinto muito próximo a essa música, afinal eu estava lá quando Dizzy a compôs numa lata de lixo no Texas" Art Blakey O que eu mais amo na existência de Blakey: sua forte inclinação para desenvolver líderes criativos (o baterista arrancou das ruas os jovens músicos mais criativos de seu tempo, orientou-os no hard bop, proporcionou-lhes liberdade criativa e, uma vez moldados, observou-os voar do ninho para o mundo do jazz como líderes maduros, por seus próprios méritos); seu olhar para o potencial da juventude(“Eu sempre tento desenvolver líderes em meu grupo”, disse Blakey no encarte original de um álbum. “Deixo-os crescer e chegar lá e formar mais bons grupos de jazz.”), o fato de ter morado 2 anos na Nigéria tê-lo afetado de modo irreversível, a dor de ter uma placa de metal no crânio por ter sido espancado pela polícia, a espiritualidade islâmica impressa em seu modo de viver e claro, sua violenta e muscular verve 🔥 O mensageiro dos mensageiros do Jazz! Um mestre, ou mesmo, um pai. No vídeo de 1961: Lee Morgan: Trompete Wayne Shorter: Sax Tenor Bobby Timons: Piano Jymie Merritt: Baixo #artblakey #blackexcellence #blackradicalimagination #blackmusic #musicanegra #thekingisblack https://www.instagram.com/p/CQuhVsvF2Vm/?utm_medium=tumblr