Quando um artista da década de 60, 70 ganha releituras em pleno século 21... alho ele tem a dizer que está de acordo com nosso tempo atual. James Baldwin é este artista. Com o documentário indicado ao Oscar em 2017, Eu não sou seu negro, do haitiano Raoul Peck, trouxe em evidência a imagem e obra do autor Baldwin. E com três nossas traduções aqui no Brasil, ficou mais claro que algo de importante sua obra nos mostra. Nascido e crescido no Harlem, pobre, negro e homossexual, filho de pais separados, sacrificado por um padrasto pastor carrasco, arrimo de família ainda no início da juventude, vinculado “forçosamente” ao protestantismo, Baldwin percebe a vida social de forma, evidentemente, muito complexa, sem obviedades ingênuas. O racismo não constitui, para ele, uma problemática isolada, autossuficiente, mas uma questão relacionada a classe social, economia, gênero, política, sexualidade, cultura etc. Sua obra trás marcas do seu sofrimento e de sua subjetividade humana. Conheçam James Baldwin. #jamesbaldwin #literaturanorteamericana #literatura #pretoefeito #negro #homossexualidade #racismo #literaturaamericana #autor #escritor #baldwin #literature #northamericanliterature #black #afroblack #harlem https://www.instagram.com/p/BriTA3cnkYd/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1gpg6dksk6goc

















