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Prova agora guys
Será que a realidade é tudo isso que se apresenta a nossas vistas, ou haveria alguém além disso tudo? #mundoparalelo #reflitão #chiclet #naaula #aqueletédio #feriascadetu
O Gui rabisqueiro está entre nós! 😂 #doodles #rabiscos #inclass #naaula #creativity #design (em FASB - Faculdade São Bernardo (Oficial))
📷📷 #EmTreinamento #NaAula #Photo #Photograpy 📷📷
Meu dia... seu dia.
Sou um pouco atrapalhada com a organização dos meus horários, por isso, para não me perder nas minhas tarefas diárias costumo seguir uma rotina semanal, separando cada dia da semana para uma determinada atividade. Esse fato facilitou muito a minha elaboração do relógio de atividades, pois eu só desenhei e colori no papel o que já costumo fazer todos os dias.
Para mim, o que mais valeu nessa atividade não foi minha percepção dobre mim mesma, mas sobre os outros, pois vi na prática que as pessoas são sim muito diferente na sua organização do cotidiano. Vi que apesar de termos horários e alguns objetivos em comum, cada um vê e interage com eles de uma forma (alguns chegam mais cedo na aula, outros mais tarde, alguns estudam durante o dia, outros a noite, alguns dormem mais, outros menos, alguns praticam atividade física, outros não).
No final das contas o dia é o mesmo para todos, mas o que fazemos dele não. E acho esse fato muito importante para a atuação do TO, pois saber o que nossos pacientes fazem/faziam no seu dia a dia, saber quais papéis ocupacionais eles tinham é de fundamental importância para conseguirmos melhorar a qualidade de vida deles, seja quais forem suas necessidades.
Pesquisando mais sobre o assunto, encontrei o estudo de Takatori (2001) reflete sobre os alcance da reconstrução do cotidiano de pacientes (pós acidente ou doença) no processo de reabilitação física.
O estudo acabou por me mostrar outro recurso terapêutico da TO, que pode ser utilizado até mesmo em processos de reabilitação física.
Referências: Autoria - Caroline Bruno. Técnica - foto de máquina fotográfica. Data - Janeiro de 2017
Takatori, Marisa. "A terapia ocupacional no processo de reabilitaçäo: construçäo do cotidiano." Mundo saúde (Impr.) 25.4 (2001): 371-377.
Família... o tempo muda, a cultura muda, o modelo muda.
Família... uma palavra que parece de fácil classificação, mas que na verdade é muito complexa, pois nela está contido todo um contexto sociocultural.
A ideia de família não anda separada de seu tempo... ela caminha com ele e evolui com ele, bem como com a cultura dos que nele vivem.
Antigamente na sociedade ocidental o patriarcalismo era o modelo de família, com o homem a frente de tudo e a mulher e os filhos sempre submissos a ele. Hoje em uma época de quebras de tabus estamos abrangendo nossa noção de família, saído da ideia de quem a compõe para a ideia do que a compõe... o amor e a união entre seus membros, não importa quem sejam eles.
No entanto, mesmo nos dias atuais, podemos ver diferentes modelos de famílias definidas pelas crenças culturais de alguns povos... povos que acreditam que pensar e agir por conta própria é loucura, por exemplo, e que ser louco gera a exclusão da pessoa do seio familiar.
A montagem das fotos tem por intuito passar a ideia que os diferentes tipos de família nada mais são do que pecinhas de um mosaico que se juntam e formam a essência do que é a FAMÍLIA, se baseando nos sentimentos existente entre seus integrantes (na visão da sociedade em que eu vivo).
A ideia de família abrange muitos aspectos e influencia muito no modo de cada um agir, sendo, portanto, um público alvo para o trabalho do TO, já que para que possamos realmente ajudar um paciente, precisamos entender o meio em que ele vive e atuar de acordo com a realidade dele.
Referências: Autoria - Caroline Bruno. Técnica - montagem de fotos no aplicativo “fotor” disponíveis em - https://www.google.com.br/search?q=tipos+de+familia&biw=1366&bih=662&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiSiNyYprHRAhXElJAKHWfvCpAQ_AUIBigB . Data 07/01/2017.
Dança circular: minha conexão com o outro.
Acho que essa imagem traduz muito bem como me senti ao praticar a dança circular.
Primeiramente me senti em contato direto com o outro, aquele com quem eu estava dividindo um segurar de mãos, a vergonha de dançar, o embaralhar das pernas, o desenrolar da dança e a satisfação em conseguir seguir os paços.
O contato das mãos já não é mais tão temido depois da aula de reconhecimento do outro e a convivência semanal diminui um pouco da vergonha. Com isso, consigo pensar em como me sinto realizando a dança e estranhamente me sinto em contato com a natureza, com as nossas raízes. Não sei se por que os passos me remetem a ideia de danças indígenas que tenho, se pela simplicidade dos passos que me lembram a simplicidade com que a natureza se apresenta a nós... só sei que me senti em contato com o mundo e a sensação foi muito boa.
Referências: Autor - desconhecido. Disponível em: http://4.bp.blogspot.com/-BTeNDWFxXFQ/TbBs6ktvkrI/AAAAAAAAABM/vPKUuiMCAns/s748/06371_vector-stock---happy-kids-holding-hands.jpg. Acesso em: 07/01/2017
O meu... o seu... o nosso... minha família!
Saí (quando minha mãe faleceu) de uma família de pai, mãe e filha única para fazer parte de uma família formada por pequenas partes que se somam e se reconhecem como família pelos laços do coração: os sentimentos.
Meu trabalho final em argila expressa exatamente essa ideia... as setas representam cada um dos membros da minha família e estão pintadas com suas cores preferidas: meu pai (azul escuro) e eu (rosa) logo abaixo dele, minha mãe (madrasta) (laranja) e meu irmão mais velho (enteado do meu pai) (verde) abaixo dela e no meio dos meus pais meu irmãozinho (filho dos dois) (azul claro). Todas as setas apontam para um coração central, que remete aos sentimentos que nos une e nos permite fazer parte dessa família.
Obs.: Adorei trabalhar com esse material e aprender uma forma tão gostosa de se expressar.
Referências: Autor - Caroline Bruno. Técnica - foto de máquina fotográfica digital. Registro do produto final de cerâmica. Data: janeiro/2017.