se eu fosse lindx q nem o narciso me apaixonava por mim mesmx tb celok
sabe o que eu fico me perguntando, snowflake? “como pode uma pessoa nascer só uma vez e nascer tão linda?! “ chega a ser sacanagem um moleque desse ter roubado tanta beleza para si e ter deixado outros por aí sem nenhuma!! quanto a se apaixonar por si mesmo... acho essa história meio caída. se ele quiser se apaixonar por alguém que seja por mim. #ficaadica
Vi que acabou de conhecer a versão de conto de fadas do DOUGLAS BOOTH! Por aqui o nome dele é NARCISO MIRRORS DALGAARD e ele tem 24 ANOS de idade. Você, no entanto, deve conhecê-lo como a prole de PATINHO FEIO. Recomendo que fique de olho nele, pois, apesar de ser GALANTE e OBSERVADOR, também pode se mostrar muito AUDACIOSO eAUTORITÁRIO. Bom, agora que as devidas apresentações estão feitas, espero que tenha a chance de vê-lo novamente em breve, provavelmente andando pelos corredores da STATERA !
— ✕ HEREDITARIEDADE;; ❞
Narciso é o primeiro filho de Emilie, a Patinho feio. Tendo outras duas irmãs mais novas.
— ✕ HEADCANONS e HABILIDADES;; ❞
✧ Narciso Mirrors Dalgaard não deveria temer a própria imagem, afinal, se traduzirmos o nome ao pé da letra, temos belo e espelhos. Primogênito de Emilie e James — nossa amada Patinho Feio e um nobre, respectivamente — Narciso fora ensinado desde pequeno tudo o que era necessário para ser um bom garoto. Música, dança, artes, línguas, boas maneiras e defesa pessoal. Tudo parecia se encaminhar perfeitamente para o garoto, que era gentil, educado e humilde. Não se gabava pela boa aparência e tão pouco concordava com a mãe, que o instigava a fazer isso. Estava sempre disposto a ajudar o próximo, e encontrava-se sempre no encalço do pai. Seguindo suas regras e tendo-o como reflexo. Ao menos, o antigo Narciso costumava fazer isso.
✧ Beleza dos espelhos, não é mesmo? Ao entrar em Ethereal e ser acolhido pela Statera aos dez anos, Narciso começou a conhecer um lado seu que parecia adormecido até o momento. Dono de uma beleza natural e não forçada, passou a usar seus atributos em favor próprio. Não estava mais sob supervisão do pai, estava longe da manipulação da mãe. Estava pensando sozinho, e fora graças à isso que não tardou para iniciar sua vida de casanova. Passou a se dedicar somente a ser um galante, levar mulheres para cama e esquecer seus nomes no dia seguinte. Talvez essa tenha sido a única coisa natural que o menino aprendeu na vida, e pode não parecer boa coisa, mas era o que impedia de ser puxado para baixo. Mas Narciso deveria saber que toda ação gera uma reação.
✧ A mudança de comportamento, fizera com que o “patinho feio” dentro de si viesse à se vingar, e um grande mal pousou sobre o primeiro dos Dalgaard. A beleza pode ser usada como espada e como escudo, e Narciso aprendeu isso da pior forma. A arma que tanto utilizara para própria diversão, fora cravada em seu peito, parecendo capaz de retirar dele aquilo que tanto era apegado. Ao decorrer do mês, tudo aquilo que era belo em Narciso parecia se desprender dele, o deteriorando mais rapidamente quando o ego o cegasse. Em contraponto, quanto mais exercesse sua humildade, mais lento seria o processo, mas tal fato parecia não ser percebido pelo anjo loiro. Sendo assim, é natural encontrar o garoto em péssimo estado ao final do mês, tal como renovado no início de cada período.
✧ A beleza que nunca fora temia passou a ser respeitada e agradecida. Os espelhos, que tanto eram seus amigos, pareciam mais sinceros do que nunca, sempre o lembrando de suas imperfeições, defeitos, mas sobre tudo, seus demônios interiores. Essa é a história de Narciso Mirrors Dalgaard, e este é o ponto que ela termina, por enquanto.
Fosse por ter treino no dia seguinte ou para evitar embaraços na presença de certas pessoas, fato era que Alaïs estava rejeitando qualquer bebida com o mínimo indício de álcool em sua composição. Algumas amigas riam daquela decisão, mas sinceramente, agora quem ria era ela da forma descontrolada com que se comportavam. Podia ser considerada fútil e desagradável por causa da inveja que sua beleza despertava em terceiros --- a Dalgaard jamais se permitiria enxergar os motivos verdadeiros para tal ---, mas levava suas responsabilidades e promessas a sério. Não tinha aceitado o titulo de capitã das lideres de torcida da armis contra a vontade, assim, o mínimo que podia fazer era honrar o compromisso.
Deixando as reflexões de lado, voltou sua atenção para a sala em frente --- porém, era tarde demais para fingir que não havia visto o irmão. Os pensamentos voltados para os deveres, aparentemente, tinha atraído uma das promessas que fizera no decorrer da vida, pois o olhar de Narciso segurara o seu e a mensagem era clara: ajude-me. O rapaz estava com uma garota coquete pendurada no braço, situação já conhecida pela mais nova, porém, dessa vez ela não nutria a menor vontade de interferir. Arqueando as sobrancelhas, negou discretamente com a cabeça sem parar de fita-lo. O salto estava a mantando, precisava daquele pequeno descanso, mas... A mão da Coquete estava começando a deslizar ameaçadoramente para baixo, ao passo que as iris esverdeadas a encaravam com ar ainda mais urgente. Fechando a cara brevemente para demonstrar seu descontentamento, ergueu-se e caminhou na direção do casalzinho. Sinceramente, não conseguia entender como Narciso atraia tanta garota inoportuna.
Deslizando para o papel que interpretava vez ou outra, parou ao lado do Dalgaard com a mão na cintura. Com o peso apoiado em uma perna, aproveitou para adicionar o bater irritadiço de um pé enquanto encarava ambos com raiva. “ — O que você acha que está fazendo pendurada no meu namorado!?” indagou, a voz alta e o tom seco. Sequer precisava pensar muito nos trejeitos ou no que falar --- depois que começava a atuar, tudo vinha naturalmente. “ — É melhor que ela seja uma prima muito, muito distante sua, senão ela e você vão se encontrar sete palmos abaixo da terra. Juntinhos assim como estão agora.”
Vi que acabou de conhecer a versão de conto de fadas do DOUGLAS BOOTH! Por aqui o nome dele é NARCISO MIRRORS DALGAARD e ele tem 24 ANOS de idade. Você, no entanto, deve conhecê-lo como a prole de PATINHO FEIO. Recomendo que fique de olho nele, pois, apesar de ser GALANTE e OBSERVADOR, também pode se mostrar muito AUDACIOSO e AUTORITÁRIO. Bom, agora que as devidas apresentações estão feitas, espero que tenha a chance de vê-lo novamente em breve, provavelmente andando pelos corredores da STATERA! ❞
— ✕ HEREDITARIEDADE;; ❞
Narciso é o primeiro filho de Emilie, a Patinho feio.
— ✕ HEADCANONS e HABILIDADES;; ❞
✧ Narciso Mirrors Dalgaard não deveria temer a própria imagem, afinal, se traduzirmos o nome ao pé da letra, temos belo e espelhos. Primogênito de Emilie e James — nossa amada Patinho Feio e um nobre, respectivamente — Narciso fora ensinado desde pequeno tudo o que era necessário para ser um bom garoto. Música, dança, artes, línguas, boas maneiras e defesa pessoal. Tudo parecia se encaminhar perfeitamente para o garoto, que era gentil, educado e humilde. Não se gabava pela boa aparência e tão pouco concordava com a mãe, que o instigava a fazer isso. Estava sempre disposto a ajudar o próximo, e encontrava-se sempre no encalço do pai. Seguindo suas regras e tendo-o como reflexo. Ao menos, o antigo Narciso costumava fazer isso.
✧ Beleza dos espelhos, não é mesmo? Ao entrar em Ethereal e ser acolhido pela Statera aos dez anos, Narciso começou a conhecer um lado seu que parecia adormecido até o momento. Dono de uma beleza natural e não forçada, passou a usar seus atributos em favor próprio. Não estava mais sob supervisão do pai, estava longe da manipulação da mãe. Estava pensando sozinho, e fora graças à isso que não tardou para iniciar sua vida de casanova. Passou a se dedicar somente a ser um galante, levar mulheres para cama e esquecer seus nomes no dia seguinte. Talvez essa tenha sido a única coisa natural que o menino aprendeu na vida, e pode não parecer boa coisa, mas era o que impedia de ser puxado para baixo. Mas Narciso deveria saber que toda ação gera uma reação.
✧ A mudança de comportamento, fizera com que o “patinho feio” dentro de si viesse à se vingar, e um grande mal pousou sobre o primeiro dos Dalgaard. A beleza pode ser usada como espada e como escudo, e Narciso aprendeu isso da pior forma. A arma que tanto utilizara para própria diversão, fora cravada em seu peito, parecendo capaz de retirar dele aquilo que tanto era apegado. Ao decorrer do mês, tudo aquilo que era belo em Narciso parecia se desprender dele, o deteriorando mais rapidamente quando o ego o cegasse. Em contraponto, quanto mais exercesse sua humildade, mais lento seria o processo, mas tal fato parecia não ser percebido pelo anjo loiro. Sendo assim, é natural encontrar o garoto em péssimo estado ao final do mês, tal como renovado no início de cada período.
✧ A beleza que nunca fora temia passou a ser respeitada e agradecida. Os espelhos, que tanto eram seus amigos, pareciam mais sinceros do que nunca, sempre o lembrando de suas imperfeições, defeitos, mas sobre tudo, seus demônios interiores. Essa é a história de Narciso Mirrors Dalgaard, e este é o ponto que ela termina, por enquanto.